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histtogerert

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matheus rogerio

on 27 November 2012

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A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto,Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. O fim da 1ª Republica e a Ditadura Militar O fim da
1ª Republica Designou-se por Ditadura Militar o período ditatorial que se seguiu à
Revolução de 28 de Maio de 1926. A Ditadura
Militar A Revolução de 28 de Maio de 1926, também conhecido pelos seus herdeiros do Estado Novo por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e antiparlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da Ditadura Militar. Trabalho feito por: Marco Prazeres nº20 Matheus Oliveira nº21 Cláudio Lança nº9 Sobre a sua duração, existem duas perspectivas: De 1926 a 1928: entre a data do golpe militar de 28 de Maio de 1926 e a eleição de Óscar Carmona para presidente da República, em 25 de Março de 1928;

De 1926 a 1933: entre a data do golpe militar de 28 de Maio de 1926 e a Constituição portuguesa de 1933, que institucionaliza o Estado Novo, ou Segunda República Portuguesa

Entre 1928 e 1933, há quem defina este período de Ditadura Nacional. Joana Guerreiro nº17 Ainda decorriam as investigações e julgamentos das tentativas anteriores e já ocorriam novas ondas de boatos e movimentações. Com a generalidade dos militares, e a maior parte da classe política, inconformados com a situação política de descrédito e ruína nacional, conspirava-se febrilmente, com Gomes da Costa aliciando altas patentes do Exército para aquilo que considerava a necessária arrancada patriótica que restaurasse o orgulho nacional. Quando António Maria da Silva, a 18 de Dezembro de 1925, toma posse como Presidente do Conselho do 23.º governo desde 1920, era claro que a Primeira República vivia os seus últimos dias, já que todos os sectores de opinião, incluindo os velhos republicanos e os democratas e socialistas, aspiravam por estabilidade e segurança. Esse sentimento era agudizado pelo reconhecimento que, um pouco por toda a Europa, as forças pró-ordem pública cresciam e na vizinha Espanha a ditadura de Miguel Primo de Rivera, depois da vitória de Alhucemas e da criação do Directório Civil, parecia ter êxito crescente, servindo de exemplo para a ansiada regeneração nacional. As tentativas de golpe militar sucedem-se, e logo a 1 de Fevereiro de 1926, em Almada, nova tentativa, agora encabeçada por Martins Júnior e e pelo antigo Ministro da Instrução PúblicaManuel de Lacerda de Almeida. Os convites a Gomes da Costa para encabeçar a regeneração nacional já vinham do princípio do ano anterior e adivinha-se a sua presença crescente nas movimentações. Crescia o desejo de que ele fosse, finalmente, o chefe ansiado. Os momentos finais da
Primeira República A Ditadura Militar teve inicio com a publicação, em 16 de Novembro de 1926, de um decreto ditatorial que nomeou o general Carmona para presidente da República, interinamente. Após a dissolução do parlamento, os militares ocuparam as posições principais nos órgãos de governação. foi um período que uniu todos os partidos que anteriormente lutavam entre si, devido à forte repressão policial. Estes partidos resolveram mostrar o seu descontentamento, enviando uma declaração conjunta às embaixadas dos Estados Unidos, Inglaterra e França, em Janeiro de 1927, informando que não reconheceriam qualquer acto financeiro efectuado pelo Estado português sem a aprovação do Congresso. Como represália a estas atitudes dos partidos, aqueles que assinaram a declaração foram presos e enviados para Cabo Verde, sem direito a julgamento. O regime Em 11 de Setembro de 1926, dá-se uma primeira tentativa de revolta por parte dos militares, liderada pelo capitão Alfredo Chaves. A 8 de Outubro, nova tentativa de golpe, no entanto fracassado, pelo coronel João de Almeida, fiel a Gomes da Costa, e que pretendia derrubar Carmona. A 3 de Fevereiro de 1927, nova revolta contra o Governo. É uma revolta militar e civil da esquerda republicana contra a Ditadura instituída, que tem lugar na cidade do Porto, liderada pelo General Sousa Dias. Poucos dias mais tarde, a 7 de Fevereiro, a mesma revolta ocorre em Lisboa, comandada pelo Tenente da Armada. Ambas as revoltas são fortemente reprimidas pelas forças do Governo, causando centenas de mortos e feridos; outras centenas de revoltosos são presos e enviados para os Açores, Madeira, Guiné, Cabo Verde e Angola. Estes acontecimentos dão origem à criação de várias organizações de apoio à Ditadura, como a Confederação Académica da União Nacional e a Milícia Lusitana. Uns meses mais tarde, em Agosto, dá-se uma nova revolta de direita levada a cabo por membros do Integralismo lusitano, que ficou conhecida por o Golpe dos Fifis (Filomeno da Câmara e Fidelino de Figueiredo, Henrique Galvão, Alfredo de Morais Sarmento, David Neto e António Ferro), também sem sucesso. Também a partir do estrangeiro se faziam esforços por derrubar o regime ditatorial, nomeadamente de Paris. Revoltas contra o regime Fim
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