Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Criatividade e Inovação aplicadas ao Empreendedorismo

No description
by

Vera Miranda

on 21 March 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Criatividade e Inovação aplicadas ao Empreendedorismo

Professora Vera Miranda
MBA em Gestão de Negócios
Centro de Pós Graduação UNIABEU

Através do Talento
Sobreviver num meio altamente competitivo, coordenando e motivando um grupo heterogêneo não tem sido fácil, tornando o trabalho do executivo superior num desafio complexo.

Perfil
“Oportunista”, “esperto”... É o empreendedor de segunda mão, usando o que os outros fizeram por lá para aplicá-lo, antes da concorrência, por aqui.

Mudança nas Organizações
Capital Intelectual

Objetivo
Proporcionar uma visão teórica e prática integral do Empreendedorismo, desenvolvendo e fortalecendo a capacidade de diagnóstico, análise, planejamento e tomada de decisões.


Criatividade e inovação aplicadas ao empreendedorismo Aula I

Reconhecer os fundamentos do fazer criativo e ampliar a capacidade perceptiva para melhor atuar em contextos de empreendedorismo.

Fortalecer os conhecimentos.

Desenvolver habilidades no campo da criatividade e da inovação.

Promover a inovação.
Estimular o lado positivo, formar uma equipe, tem sido o segredo dos vitoriosos para guiar a organização sob sua responsabilidade em respostas vitoriosas à demanda de um mercado difícil de ser previsto.

Um dos segredos, portanto, é a sensibilidade para distinguir o talento; a outra forma é como usá-lo na execução das tarefas.

“Desbravar” é a atividade de um empreendedor que antecipa intuitivamente as virtudes mercadológicas do novo e entra no mercado para explorá-lo economicamente.

“Alguém” desbrava o mercado, assume riscos; o “oportunista” segue atrás. Só que este “alguém” prossegue, inova enquanto o nosso “esperto” fica parado no mesmo lugar.

Maior patrimônio de uma empresa.

Diferencial competitivo.
Inteligência e a imaginação humana elaboram e organizam formas ótimas de utilização de: Capital, Estratégias, Produtos Inovadores e Tecnologia de Ponta
Segundo Tom Peters, o próximo grande desafio das empresas é a administração da imaginação humana.
A revolução que estamos passando está mudando a forma de como o talento humano irá trabalhar:

Mudanças na contratação de pessoal.

Mudanças na forma de manutenção dos talentos dentro das organizações.
Maior expectativa de vida...
Mais tecnologia...
Mais entretenimento doméstico...
Mudanças no estilo de vida
Mudanças no Consumo
Mulheres no Mercado Consumidor Brasileiro
Mais escolarizada => Abandona as atividades domésticas
Valoriza as inovações tecnológicas

No Brasil:
40% da população economicamente ativa.
51% da população com ensino superior.
Responsável por 70% das compras


Mudanças...
E para acompanhar este turbilhão de transformação???
Competitividade
=
Concorrência.
Empreendedor
Idealista...
Perceptivo...
“Desbravador”...
Criativo...
Inovador...

Então, vamos retroceder no tempo e tatear uma breve retrospectiva dos nossos primórdios até a atualidade?
Na sua opinião, quem foi o primeiro “empreendedor” da história?
Qualidade específica de certos indivíduos inquietos:
Alexandre e Cezar:

Militares. O primeiro dominou o mundo com a pequena Macedônia. O segundo inovou na organização dos exércitos, na logística, no treinamento e na motivação.

Jesus, Maomé e Buda:

Religiosos, carismáticos, criadores de novas formas de ser, de ver e de agir com os homens.


Exemplos similares na ciência, nas artes e na filosofia...

Ninrud, força bruta como instrumento de mudança.
Desenvolveu armamentos, exércitos, pilhou tribos, vilarejos, outras aldeias e fez escravos.
Uruk máquina de guerra ativa e imbatível!
Rodas, rudimentos da matemática e escrita!
Sistema de irrigação, arrendamento de terras: revolução agrícola.
Possibilitou transporte e comercialização, troca de mercadorias inexistentes
Uruk: Uma aldeia promissora
(cidade antiga da Suméria)
E agora...
Na sua opinião, quem foi o primeiro “empreendedor” da história?
O Estado tornava-se, portanto, o primeiro grande empreendedor da história.
Egípcios 3100 a.C.

Aprimoramento da escrita permitiu controles que proporcionaram governabilidade ao poder absoluto e centralizador dos faraós.
Métodos de cálculos, medidas de peso e distâncias gerou topografia para fixar impostos e marcar o tempo.
Implantação de canais no Rio Nilo ampliou a lavoura alguns milhares de hectares de terra.
Com embarcações mercantes pelo mar Vermelho e Mediterrâneo, e por terra expandiu o comércio.
Tijolo cru, para a construção em pedra.
Os faraós possuíam a centelha viva do espírito empreendedor e legaram para humanidade uma história de criatividade, fascínio, mistério.
Gregos 1600 a.C.

Ricas em diversos metais.
Praticavam a Trepanação.
Desdobramento da Filosofia transformou a Grécia no primeiro berço da democracia da história, onde a crença de que o Homem deva ser honrado pelo que vale enquanto indivíduo e tratado com o máximo de respeito, porque ele é o que é, sem retoques artificiais de maquilagem propiciada por fatores outros que não o de sua própria essência.
Romanos

Tributos em troca de proteção contra os invasores bárbaros, intercâmbio permanente de alimentos e produtos diversos.
Tolerância em relação as diferenças: sociais, étnicas, culturais e religiosas.
Difundiu a “personalidade” de Jesus: primeiro condenando-o, posteriormente transformando-o em ícone de uma doutrina religiosa.
Até aqui, não obstante de iniciativas individuais nos segmentos comerciais, o grande empreendedor e avalista das transformações da humanidade foi o próprio Estado.

Marcos Históricos
Escambo e a Moeda:
Bancos e a revolução comercial;
Surgimento do sistema bancário e do cheque;
Empresa familiar e a Empresa profissional;
Revolução Industrial e movimentos sindicais;
Era Pré Colombiana 1500 d.C.
Século XXI ;
Não obstante todas as nossas colocações e conclusões, voltamos a uma reflexão sobre o tema, de modo que, possa vir a aprimorar ou estabelecer, possibilitando contribuir com soluções que venham a minorar o distanciamento que ainda vivenciamos em relação às nações mais desenvolvidas.
As Origens dos Estudos
Com a percepção de que não haveria espaço nas empresas familiares para os que não possuíssem as suficientes habilidades técnicas ou indispensável preparo intelectual para delas fazerem parte, propiciou a aceleração do entendimento da necessidade de dissociação da figura do proprietário paternalista da do administrador profissional.
* Vamos conhecer os pioneiros..

Adam Smith (1723-1790)
Economista escocês, foi um dos filósofos do Iluminismo (movimento intelectual séc. XVIII).
Analisou trabalho operário fábrica de agulhas, pioneiro no conceito de especialização em busca da produtividade.
Identificou novos conceitos de controle de produção e de remuneração.
O aprofundamento dos estudos de Smith foram sistematizados no século XIX efetivamente.
Frederick Winslow Taylor (1854-1915)
Engenheiro EUA, grande visibilidade em sua época e inegável influência no mercado de Trabalho do século XX.
Desenvolveu inúmeras invenções, mais de cem patentes.
Insistiu no controle total do trabalho, prescrevendo três princípios:
Identidade de Interesses: melhor competitividade, maiores lucros e melhores salários.
Treinamento Pessoal: especialização.
Qualificação Gerencial: Gerente de chão de fábrica
Resultados a qualquer custo (princípios ético-morais).
O modelo aumentou a produtividade fabril, reduziu custos e as vendas cresceram. Iniciou o processo de qualidade, até o momento não existente.
Operário como robô, desmerecendo a inteligência, o espírito empreendedor e a capacidade criativa.
Administração Científica (estudo dos movimentos)

Jules Henri Fayol (1841-1925)
Engenheiro, Europa, direcionou sua atenção para o todo da conjuntura corporativa (Estruturalista).
Foco na definição das responsabilidades gerenciais e no mapeamento da estrutura organizacional.
Centralização, alto controle de tarefas e estímulo pecuniário.
Teoria Clássica
Funções: Administrativa, Técnica, Comercial, Financeira, Contábil e de Segurança.
Organizar, Coordenar, Controlar, Comandar e Prever.
14 Princípios de Fayol (Coincidem com Taylor e Smith)

Karl Emil Maximiliam Werber (1864-1920)
Sociólogo, Alemão, prescreve um modelo organizacional pautado na impessoalidade administrativa e na formalidade dos processos. Modelo Burocrático.
Dominação hierárquica, eficiência de um corpo funcional treinado e qualificado, controle total sobe as ações das pessoas.
Ou seja, o modelo fica centrado no formalismo de uma estrutura racional que privilegia o controle absoluto da ação de todos os ocupantes de todos os cargos, com vistas de atingir o seu objetivo maior.
Os processos são a essência e o Homem é a ferramenta.

Henry Ford (1863-1947)
Mecânico americano, realizou seu projeto pessoal em 1896, em 1899 sócio minoritário na Detroit Automobile e cria a Ford Motor em 1903. Objetivo de fabricar um automóvel comercializável em massa. Mecanicista.
Método de racionalizar a produção:
Padronização de peças intercambiáveis
Divisão do Trabalho
Duplicou o salário dia, instituiu 8 horas de trabalho diário. Produtividade fantástica e 60% do mercado.
Modelo T: “Preta”, simples e baixo custo. Margem para concorrência por causa da postura conservadora, inflexível e centralizadora nele mesmo
“Por que quando contrato mão de obra sempre vem, juntamente com ela, um ser humano?
Henry Ford

George Elton Mayo (1880-1949)
Psicólogo, Australiano. Baixa moral dos trabalhadores, evidente fadiga e perda do interesse no trabalho.
Teoria de Hawthorne. Temperatura, luminosidade, umidade, sono, dieta dentre outros. Fatores físicos e ambientais afetam menos que os fatores emocionais.
Estímulo motivador pela evolução dos resultados em grupo.
A produtividade é resultante da integração social e não da disposição física do empregado
Os empregados não reagem isoladamente, mas como membros de um grupo
A empresa é uma organização social composta de diversos grupos informais
As relações humanas são as ações e as atitudes geradas pelos contatos entre pessoas e grupos
Extrema especialização não gera, necessariamente, mais eficiência
A emoção humana é a maior motivadora da produtividade


Alfred Pritichard Sloan Jr. (1875-1966)
Engenheiro, assumiu a presidência da GM quando o mercado estava dominado pela Ford de 60% para 12%.
Investiu na redução de 8 modelos para 5 de forma customizada e segmentada.
Unificou plantas fabris e culturas organizacionais.
Do presidente ao mais modesto chefe de setor, todos são gerentes. Gerência não é um cargo é uma função. Criou a departamentalização e a descentralização.
Na década de 90, Roger Smith, presidente do conselho de administração, declarou como meta retomar os moldes de gestão de Sloan trinta anos depois de sua morte.

Abraham Harold Maslow (1908-1970)
Psicólogo, desenvolveu estudos sobre a inteligência dos orangotangos do zoo do Bronx, descobrindo uma relação próxima entre fatores da motivação humana e a dos primatas. A partir disso estabeleceu uma escala de prioridades em relação às necessidades:
Necessidades fisiológicas: fome, frio, sede
Necessidades de segurança: amparado e estável
Necessidades sociais: aceito em grupos
Necessidades de ego: reconhecimento
Necessidade de auto realização: não permanente

"conjunto das instituições (governo, forças armadas, funcionalismo público etc.) que controlam e administram uma nação"
Muito Obrigada!
Full transcript