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Em primeiro de setembro de 1969, o locutor Hilton Gomes abri

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Isaura Queiroz

on 26 September 2013

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Transcript of Em primeiro de setembro de 1969, o locutor Hilton Gomes abri

Em primeiro de setembro de 1969, o locutor Hilton Gomes abriu o programa, às 20h, anunciando: "o Jornal Nacional da Rede Globo, um serviço de notícias integrando o Brasil novo, inaugura-se neste momento: imagens e sons de todo o país"
" É o Brasil ao vivo ai na sua casa. Boa Noite."
O Brasil e o mundo ao vivo em sua casa.
O programa de MAIOR audiência da televisão brasileira.
" Nós queriamos saber se tudo ia funcionar do ponto de vista técnico, estritamente técnico(...) não estávamos preocupados em fazer, no Jornal Nacional, um belo jornalismo, porque isso não seria possível debaixo de uma censura que era exercida de uma forma rigorosa."

Armando Nogueira, diretor da Central Globo de Jornalismo
Padrão Globo de Qualidade
Na busca da perfeição estética, o Jornal Nacional passou a ser, na televião brasileira, um dos programas onde mais se exploraram as possibilidades cenográficas no telejornalismo.
Tendo em mente que a semiótica está alicerçada na fenomenologia, havendo, dessa forma, signos de primeiridade, secundidade e terceridade, passamos a fazer uso da teoria geral dos signos, presente na gramática especulativa da arquitetura filosófica peirceana.
Quali-signo Cenográfico
"Quando funciona como signo, uma qualidade é chamada de quali-signo, quer dizer, ela é uma qualidade que é um signo."
"Uma das mais penetrantes experiências visuais que temos todos em comum." Dondis
O que estamos fazendo é prever as potenciais condições de determinação de qualidades sensoriais e sensíveis.
A análise se manterá apenas na redação e na bancada, não será examinado os elementos exteriores.
Sin-signo Cenográfico
"A singularidade do fenômeno, é preciso que saiba discriminar os limites do objeto." Ferreira
O sin-signo cenográfico é a materialização das qualidades presentes no quali-signo.
Legi-signo Cenográfico
" Um legi-signo é um signo considerado no que diz respeito a um poder que lhe é próprio de agir semioticamente, isto é, de gerar signos interpretantes..."
Em cada manifestação individual, em cada edição do programa, possibilitaram ao espectador identificar o programa, localizar-se em relação ao início ou término, acompanhar as informações detalhadas nas matérias, ou, até mesmo, saber quando teram início os intervalos comerciais.
Os signos possuem três propriedades: sua potencialidade para exprimir qualidades, suas marcas em uma existência singular e sua atualização como réplica que habitam o cenário a agir como signo, pois, na maior parte das vezes operam juntos.
Estúdios da Central Globo de Jornalismo
Objeto Dinâmico
Locação cenográfica utilizada para o Jornal Nacional
Objeto Imediato
Cenário Icônico
Função significativa do icone fica sempre subjugada à função denotativa do índice
Não há precisão na indicação das possíveis referências de ícone, elas acabam sendo sempre muito abertas, "ambíguas, inderteminadas".
Cenário Indicial
Esse tipo de signo é determinado diretamente pelo objeto dinâmico e suas formas são vestígios da existência desse objeto.
Por ser um signo visual, há predominio de indexicalidade do signo.
Como formas figurativas, também podemos identificar o índice em três modalidades:
Qualidade
Registro
Convenção
"Tanto o registro é singular quanto o objeto registrado é também um existente, singular, individual." Santaella
Cenário Simbólico
" O objeto imediato é um certo recorte que o objeto imediato apresenta de seu objeto dinâmico."

"O simbolo é um signo cuja virtude está na generalidade da lei, regra, hábito ou convenção..."

As figuras se tronam símbolos quando "o significado de seus elementos só pode ser interpretado com a ajuda do código de convenções culturais.
Por convenção as formas visuais preenchem sua função representativa prescindindo das relações de similaridade e das relações figurativas,indicativas do objeto.
Interpretantes
" O interpretante é o efeito interpretativo que o signo produz em uma mente real ou meramente potencial."

O interpretante pode ser dividido em três:
Imediato
Dinâmico
Final
O interpretante imediato "diz respeito ao potencial que o signo tem para produzir certos efeitos, e não outros, no instante do ato interpretativo a ser efetuado por um intérprete."
"Todo símbolo é incompleto na medida em que só funciona como signo, porque determina um interpretante que o interpretará como símbolo, e assim indefinidamente."
" Interpretante dinâmico e objeto dinâmico pertencem ambos ao mundo fora do signo (...) Por pertencer ao mundo que está fora do signo, o intérprete pode ter experiência colateral com o objeto dinâmico.
Diferentes serão os interpretantes diante da imagem da redação ou dos grafismos das vinhetas. De qualquer forma, o trabalho do cenógrafo, e de toda a equipe de produção, será o de buscar o maior controle possivel dos signos.
Os sin-signos quando analisados no Jornal Nacional, tornam o cenário um índice de veracidade e confiança. A generalização da sintaxe das imagens, o legi-signo, fazem o Jornal Nacional ser um símbolo nacional de informação.
Conclusão
Signo
Interpretante
Objeto
Azul
Cenário
Confiança
Verdade
Seriedade
Tríade Semiótica
Tríade da Cor
Texturas
Metálicas
Plásticas
Computadores
Bancadas
Balaustrada
Tecnologia
Inovação
Tríade da Textura
Movimento
Dinamismo
Agilidade
Vinhetas
Tríade do Movimento
A Semiótica do Cenário Televisivo
Bruno Guilherme
Daniel Barroso

Isaura Queiroz
Lilian Ávila
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