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Formação de professores na Era Digital

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Henrique Bovo Lopes

on 6 June 2013

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Transcript of Formação de professores na Era Digital

A formação de professores
na Era Digital Uma proposta crítico-colaborativa Os pesquisadores Digit-M-Ed Camila Santiago é mestranda em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), integrante do grupo LACE (Linguagem em Atividades no Contexto Escolar) e bolsista CNPq. Possui especialização em Docência no Ensino Superior e é graduada em Letras, bacharelado e licenciatura Português/Inglês, pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Trabalhou como professora-tutora do curso de Letras EAD da UMESP onde, atualmente, ministra aulas em cursos de graduação e pós-graduação, presenciais e a distância, e orienta trabalhos de conclusão de curso. Atua também como professora no Centro de Línguas da mesma universidade e desenvolve trabalhos com ensino de língua inglesa para crianças no Projeto Educação Multicultural. O grupo LACE Prática Situada
Experienciando

A cognição humana é situada; contextual. Os significados são fundamentados em padrões reais de experiência, ação e interesse subjetivo (Gee, 2004). Uma conexão (tecelagem) pedagógica chave está entre a aprendizagem na escola e as experiências práticas que os alunos têm fora dela; outra está entre textos e experiências familiares e não familiares. Esses tipos de interconexão entre a escola e o resto da vida são denominados por Candez (2006) de “tramas culturais”. Fernanda Coelho Liberali possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado e doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como professora do Departamento de Inglês e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem da PUC-SP. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2. De 2008 a 2011, foi a representante brasileira da International Society for Cultural and Activity Research (ISCAR) e hoje participa do Projeto Internacional Global Perspectives on Learning and Development with Digital Video-Editing Media, financiado pelo Marie Curie Actions. É uma das líderes do Grupo de Pesquisa Linguagem em Atividade no Contexto Escolar e coordenadora dos Grupos de Estudos sobre Educação Bilíngue (GEEB), sobre Gestão (GREG) e sobre Letramento e Alfabetização (GELA). Atua como coordenadora geral do Programa de Extensão Ação Cidadã e como consultora para a Secretaria Municipal de Educação da Cidade de São Paulo e para algumas escolas particulares. Fernanda Liberali Camila Santiago Henrique Bovo Lopes Lucilene Fonseca Marta de Las Mercedes
Contardo Jaramillo Doutoranda (2012) e Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP (2009). Especialista em Arte, Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade de Brasília - UNB (2007). Graduada em Lingua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005) e em Lingua Portuguesa e Inglesa pela Universidade São Marcos (1987). Membro da ALSFAL - Associação de Linguistica Sistêmico-Funcional da América Latina, ISCAR- International Society for Cultural and Activity Research, ALAB - Associação de Linguística Aplicada do Brasil, ABRALIN - Associação Brasileira de Linguística e GEL - Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo. Grupos de pesquisa: LACE - Linguagem em Atividades no Contexto Escolar da PUC-SP e Grupo CNPQ de Cibernética Pedagógica - Laboratório de Linguagens Digitais da ECA-USP. Possui graduação em Letras Espanhol/Português pelo Centro Universitário de Santo André (2005) e em Psicologia pela Universidade Metodista de São Paulo (1991). Especialização em Língua e Literatura Espanhola e Hispano-americana (2003) pela Universidade Metodista de São Paulo. Mestrado em Educação pela Universidade Metodista de São Paulo. Compreender criticamente e propor transformações na formação crítica em contextos mono e bilíngues para a multiplicidade de possibilidades de participação no mundo. TASHC - Teoria da Atividade
Sócio-Histórico-Cultural Estudo das atividades em que os sujeitos estão em interação com outros em contextos culturais determinados e historicamente dependentes. Relaciona-se à
vida que se vive. Parte de uma necessidade


Objeto Constituição de si na relação com
o outro e com o mundo. Afeto-cognição Mediação: ZPD
Relações mediadas
pela linguagem Contradição – confronto de sentidos Negociação


Colaboração (falar na fala do outro,
criar possibilidades para que
o outro vá além.)


Elaboração de significados
compartilhados (MARX; ENGELS, 1845-46) (LEONTIEV, 1977) (VYGOTSKY, 1933-34-35) (SPINOZA, 1677) (VYGOTSKY, 1933-34-35; Bakhtin, 1929) Conflito pela Argumentação (VYGOTSKY, 1934) (LIBERALI, 1999-2013) (LIBERALI, 1999-2013;
MAGALHÃES, XXXX-2012) Reconstrução de si –
Desenvolvimento - Transformação do sujeito
envolvido na Atividade, da Atividade em si,
de outros contextos nos qual
tais sujeitos estão ativamente
inseridos e da sociedade. Performance Engeström, 1987 UNIDADE DIDÁTICA
MEDIADA PELO
USO DE MÍDIAS Prática Situada
Experienciando A cognição humana é situada; contextual. Os significados são fundamentados
em padrões reais de experiência, ação e interesse subjetivo (Gee, 2004).
Uma conexão (tecelagem) pedagógica chave está entre a aprendizagem
na escola e as experiências práticas que os alunos têm fora dela;
outra está entre textos e experiências familiares e não familiares.
Esses tipos de interconexão entre a escola e o resto da vida
são denominados por Candez (2006) de “tramas culturais”. Instrução evidente
Conceitualizado Conhecimentos especializados e disciplinares são baseados em uma forte sintonização entre o conceito e a teoria, típicos daqueles desenvolvidos por comunidades de prática de especialistas. Conceituar não é apenas uma questão de dizer a partir das falas de um professor ou do que está escrito em um livro didático com base em heranças de disciplinas acadêmicas, mas um processo de conhecimento em que os aprendizes se tornam conceitualizadores ativos, produzindo o tácito, o explicito e o generalizante a partir do particular. No caso do ensino-aprendizagem relacionado ao multiletramento, a instrução/conceitualização evidente envolve o desenvolvimento de uma metalinguagem para descrever os “Elementos de Design”. Concepção crítica
Analisando A aprendizagem eficaz também envolve um certo tipo de capacidade crítica. O termo “crítico” pode significar duas coisas diferentes em um contexto pedagógico: analisar funções ou ser avaliativo no que se refere às relações de poder (Candez, 2006). No caso da pedagogia dos multiletramentos, ser crítico envolve analisar as funções dos textos e questionar criticamente os interesses dos participantes no processo de comunicação. Prática transformada
Aplicação A prática transformada envolve a aplicação de conhecimento na complexa diversidade de situações no mundo real. No caso do multiletramento, significa produzir textos e colocá-los em uso em ações comunicativas. Os objetivos do projeto DIGIT-M-ED envolvem o desenvolvimento de uma metodologia inovadora para os estudos interdisciplinares e comparativos interculturais de mídias digitais emergentes e práticas tecnológicas, com atenção especial às vozes e perspectivas dos jovens envolvidos nesta pesquisa. ATIVIDADE SOCIAL DUPLO MOVIMENTO AÇÃO CIDADÃ PERFORMANCE É mestrando em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), integrante do grupo LACE (Linguagem em Atividades no Contexto Escolar). Possui graduação em Turismo e História pela Universidade Metodista de São Paulo (2002) e especialista em Educação Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (2004). Atualmente é professor e coordenador pedagógico do Colégio Stagio em São Bernardo do Campo. Tem experiência na área educacional lecionando História para ensino fundamental e médio, trabalhos com instituições do 3ºsetor coordenando projetos voltados à saúde pública, e desenvolvimentos de projetos voltados ao meio ambiente escolar. Ligada ao conceito de brincar de Vygotsky (1930/1998) Implica em considerar a forma como os sujeitos, principalmente, participam e se apropriam da cultura de um determinado grupo social.

Na performance, os sujeitos criam outras formas de relacionar-se consigo mesmos, com outros, com o mundo a sua volta”. (Liberali,2009 p.19)

“Criam quem são por serem quem não são”.
(Holzman, 1997, p.73) Colaboração Colaboração pode ser entendida como o estabelecimento de um processo intencional de participação, que pressupõe uma atitude de envolvimento dos participantes, o desenvolvimento de uma confiança mútua, forjada numa atitude de respeito em considerar os valores, as ideias e as necessidades do outro, e em expor, de forma clara, suas próprias ideias, valores e necessidades. Implica em disponibilidade, compromisso e responsabilidade, em intenção transformadora (ARANHA, 2009). Criticidade Para Paulo Freire a criticidade é o caminho onde a curiosidade ingênua avança em direção ao método, tornando-se curiosidade epistemológica, é na criticidade que ocorre um equilíbrio entre o dogmatismo e o ceticismo, levando ao comportamento crítico reflexivo através da necessidade de saciar a curiosidade. Para Freire criticidade é condição de possibilidade para o aperfeiçoamento do educador e critério de formação deste. Um educador sem criticidade carece de motivação para aprender e se aperfeiçoar tornando-se dogmático.
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