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Segunda fase do Modernismo

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by

Nizandre Oliveira Onaka

on 19 November 2013

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Transcript of Segunda fase do Modernismo

Segunda Geração Modernista
1930 - 1945
Poesia

Fase de Consolidação
Características
Poesia
Obrigada
Beatriz
Lúcia
Luma
Nizandre
Renato
A poesia deste período apresenta-se mais madura
Aprofundamento das conquistas desde a Semana de Arte Moderna - 1922
Amadurecimento e solidificação da poesia modernista
Mistura do verso livre com formas tradicionais de compor poemas;
Mistura da temática cotidiana com temática histórico-social;
Revalorização da poesia simbolista;
Repensar a historia nacional com humor e ironia;
Verso livre e poesia sintética;
Nova postura temática - questionar mais a realidade e a si mesmo enquanto indivíduo;
Tentativa de interpretar o “estar-no-mundo” e seu papel de poeta;
Literatura mais construtiva e mais politizada;
Surge uma corrente mais voltada para o espiritualismo e o intimismo (Cecília, Murilo Mendes, Jorge de Lima e Vinícius);
Aprofundamento das relações do “eu” com o mundo;
Consciência da fragilidade do “eu”.
POESIA INTIMISTA
POESIA SOCIAL
Referências
FARACO & MOURA, Língua e Literatura, vol. 3, 26ª edição, Editora Ática, São Paulo

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 2ª ed. São Paulo: Cultrix, 1974.

Cecília Meireles. Seleção de textos, notas, estudo biográfico, histórico e crítico e exercícios por Norma Seltzer Goldstein & Rita de Cássia Barbosa. (coleção Literatura Comentada). São Paulo: Abril Educação, 1982.

MEIRELES, Cecília. Viagem e Vaga Música. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1982

BERALDO, Alda. Trabalhando com poesia. São Paulo: Ática, 1996.

LAMEGO, Valéria. A Farpa na lira. Cecília Meireles na revolução de 30. Rio de Janeiro: Record, 1996.

GOLDSTEIN, Norma. Análise do Poema. São Paulo: Ática, 1986 ( Ponto por Ponto).

ZILBERMAN, R.. A Leitura e o ensino da literatura. São Paulo: Contexto, 1989.
Projeto literário
• Refletir sobre o sentido de estar no
mundo - é a proposta que define o projeto literário da poesia da segunda geração modernista.
• A espiritualidade vive um momento de
grande conflito, porque torna-se difícil
compreender Deus e a humanidade
diante da cruel existência de bombas
atômicas e campos de concentração.
• Análise do ser humano e suas
angústias.
• Foco no contexto sociopolítico
• Renovação da linguagem, anunciada na geração anterior.
• Versos com estruturas sintáticas mais
elaboradas
O que significa estar no mundo? A esperança deve ser depositada nos indivíduos ou projetada
na espiritualidade? Confrontada com questões como essas, a Literatura precisa encontrar novos caminhos, abandonando a relativa leveza que a marcou no início do século XX.
CONTEXTO HISTÓRICO
• 1929 – Quebra da bolsa de Nova York
• 1930 – Início da era Vargas
• 1936 – Primeira transmissão televisiva
• 1939 – Segunda Guerra Mundial
• 1942 – Brasil entra na Segunda Guerra
• 1945 – Fim da guerra na Europa
Bombas atômicas
Vargas renuncia à presidência
• A poesia se dedica à reflexão sobre o mundo contemporâneo, aproveitando as conquistas da primeira geração e outras ferramentas relacionadas à forma.

• O romance brasileiro, encontrando no regionalismo uma de suas principais vertentes, ganha matizes ideológicas e se transforma num importante instrumento de análise e denúncia da realidade.

• Principais autores
de prosa:
– Érico Veríssimo
– Graciliano Ramos
– Raquel de Queiroz
– Jorge Amado
– Dionélio Machado
– José Lins do Rego
Fase de Consolidação
• Principais nomes
da poesia:
– Carlos Drummond de Andrade
– Cecília Meireles
– Vinícius de Moraes
– Murilo Mendes
– Jorge de Lima
O contexto histórico era sombrio. As atrocidades cometidas em nome do poder gerou uma forte necessidade de resgatar a crença de que nossa espécie pode ser "humana".
Centra sua temática na denúncia dos problemas relacionados aos fatos sociais como um todo – dentre eles, a desigualdade social.
Murilo Mendes
Carlos Drummond de Andrade

Em 1928 publica "No Meio do Caminho", na Revista de Antropofagia de São Paulo,
provocando um escândalo, com a crítica da imprensa.
Diziam que aquilo não era poesia e sim uma provocação, pela repetição do poema.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) nasceu em Itabira de Mato Dentro, interior de Minas Gerais. Filho de Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond de Andrade, proprietários rurais decadentes.
Em 1922 ganha um prêmio de 50 mil réis, no Concurso da Novela Mineira, com o conto "Joaquim do Telhado". Em 1923 matricula-se no curso de Farmácia da Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte
Em 1925 conclui o curso. Nesse mesmo ano casa-se com Dolores Dutra de Morais. Funda "A Revista", veículo do Modernismo Mineiro. Drummond leciona português e Geografia em Itabira, mas a vida no interior não lhe agrada. Volta para Belo Horizonte, emprega-se como redator no Diário de Minas
Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro, no dia 17 de agosto de 1987, doze dias depois do falecimento de sua filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade.
poesia surrealista
Cecília Meireles
Nasceu no dia 7 de novembro de 1901, na cidade do Rio de Janeiro e seu nome completo era Cecília Benevides de Carvalho Meirelles.
Parecia que nada dava certo em sua vida, até que, misteriosamente, ela recebe uma carta de alguém que dizia ser médium; nessa carta, alegava-se que Cecília deveria retirar um "L" do seu sobrenome, pois assim tudo melhoraria em sua vida. Sem explicações, realmente depois que Cecília passou a grafar seu sobrenome com um "L", ou seja, Meireles, tudo passou a melhorar em sua vida
Foi a única sobrevivente dos quatros filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criou-a, a partir de então, sua avó D. Jacinta Garcia Benevides.
"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno".

1964, é inaugurada a Biblioteca Cecília Meireles em Valparaiso, Chile.

1974, seu nome é dado a uma Escola Municipal de Educação Infantil, no Jardim Nove de Julho, bairro de São Mateus, em São Paulo (SP).

Uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989.

Em 1991, o nome da escritora é dado à Biblioteca Infanto-Juvenil no bairro Alto da Lapa, em São Paulo (SP).

O governo federal, por decreto, instituiu o ano de 2001 como "O Ano da Literatura Brasileira", em comemoração ao sesquicentenário de nascimento do escritor Silvio Romero e ao centenário de nascimento de Cecília Meireles, Murilo Mendes e José Lins do Rego.

Há uma rua com o seu nome em São Domingos de Benfica, uma freguesia da cidade de Lisboa.
Na cidade de Ponta Delgada, capital do arquipélago dos Açores, há uma avenida com o nome da escritora, que era neta de açorianos
Motivo


Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento
.
Atravesso noites e dias
no vento.


Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada
.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.


Vinicius de Moraes
http://www.revistabula.com/496-a-ultima-entrevista-de-cecilia-meireles/
“Tenho um vício terrível” — me confessa Cecília Meireles, com ar de quem acumulou setenta pecados capitais. “Meu vício é gostar de gente. Você acha que isso tem cura? Tenho tal amor pela criatura humana, em profundidade, que deve ser doença.”
Tendência influenciada pela teoria psicanalítica de Freud e de outras correntes da psicologia. Tem como tema o mundo interior.



Os principais autores de prosa são: Lúcio Cardoso, Clarice Lispector, Cornélio Pena, Otávio de Faria e Dionélio Machado
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