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A Alegria do Evangelho

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Juventude Missionaria POM

on 25 August 2014

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Transcript of A Alegria do Evangelho

A dimensão social da evangelização
o
Documento
5 capítulos

Cada um deles vai
“desenhando” o projeto missionário
da Igreja através do Evangelho, das indicações do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização e pela visão do Papa Francisco sobre
as necessidades dos homens e mulheres deste tempo
. A Exortação Apostólica traz uma maneira
"bergogliana"
, com expressões de Francisco e algumas leituras
latino americanas da Igreja.

Capítulo 1
A TRANSFORMAÇÃO MISSIONÁRIA DA IGREJA
Capítulo 2
"A Alegria do Evangelho"
Amém, Axé, Awere, Aleluia!
A alegria de encontrar Jesus
e anuncia-lo ao mundo inteiro, porque quem fez o encontro com Jesus é feliz!


Igreja em saída.
O anúncio do Evangelho
1 Todo o povo de Deus anuncia o Evangelho [111]

Por uma
“A
ALEGRIA DO EVANGELHO
enche o coração e a vida inteira...
...daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento.


Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.”(nº 1)

Uma Igreja «em saída» [20-23]

«Primeirear», envolver-se, acompanhar,
frutificar e festejar [24]
Pastoral em conversão [25-26]
Uma renovação eclesial inadiável [27-33
]
A partir do coração do Evangelho [34-39]
A missão que se encarna nas limitações humanas [40-45]
Uma mãe de coração aberto [46-49]

Uma Igreja «em saída»
introdução
A
Palavra de Deus
carrega em si, desde o Antigo Testamento, desde Abraão,
o dinamismo da “saída”
, que segundo o Papa, Deus quer provocar em quem acredita.

Os discípulos experimentaram, através da
alegria do Evangelho
, esse mesmo dinamismo da “saída”.

A Palavra tem esse potencial e essa
“liberdade”
incontrolável de difundir-se como a semente lançada à terra que cresce enquanto o agricultor dorme.
E a Igreja precisa aceitar essa liberdade.
1. Uma Igreja «em saída»
“Fiel ao modelo do Mestre, é vital que hoje a Igreja saia para anunciar o Evangelho a todos, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo.





assim foi anunciada pelo anjo aos pastores de Belém: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo»(Lc 2, 10).
O Apocalipse fala de «uma Boa-Nova de valor eterno para anunciar aos habitantes da terra: a todas as nações, tribos, línguas e povos» (Ap14,6) .” (nº 23)


“A Igreja
«em saída»
é a comunidade de discípulos missionários que
«primeireiam»
, que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam.” (nº24)

“Ousemos
um pouco mais no tomar a iniciativa! Como consequência, a Igreja sabe
«envolver-se»
. Jesus lavou os pés aos seus discípulos. O Senhor envolve-Se e envolve os seus, pondo-Se de joelhos diante dos outros para os lavar; mas, logo a seguir, diz aos discípulos:

“Os evangelizadores contraem assim o
«cheiro de ovelha»
, e estas escutam a sua voz.
Em seguida, a comunidade evangelizadora dispõe-se a
«acompanhar»
. Acompanha a humanidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam.” (nº 24)

2. Pastoral em conversão

“Sonho com uma
opção missionária
capaz de
transformar
tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal proporcionado mais à evangelização do mundo atual que à autopreservação. A reforma das estruturas, que a conversão pastoral exige, só se pode entender neste sentido:



que a pastoral ordinária em todas as suas instâncias seja mais
comunicativa e aberta
, que coloque os agentes pastorais em atitude constante de
«saída»
e, assim, favoreça a resposta positiva de todos aqueles a quem Jesus oferece a sua amizade.” (nº 27)

A alegria do Evangelho é para todo o povo, não se pode excluir ninguém;
1. Uma Igreja «em saída»
O Papa cria um neologismo: “primeirear”.
E indica algumas atitudes:
«Sereis felizes se o puserdes em prática»(Jo 13, 17).”
(nº 24)
1. Uma Igreja «em saída»
O Papa cria um neologismo: “primeirear”.
E indica algumas atitudes:
Uma renovação eclesial inadiável
fazer com que todas elas se tornem mais missionárias,
3. A partir do coração do Evangelho
“No mundo atual, com a
velocidade das comunicações
e a seleção interessada dos conteúdos feita pelos
mass media
,




Consequentemente, algumas questões que fazem parte da doutrina moral da Igreja ficam
fora do contexto que lhes dá sentido.”

O problema maior ocorre quando
a mensagem
que anunciamos parece então identificada com
tais aspectos secundários
[...]
(nº 34)
4. A missão que se encarna nas limitações humanas
“Vemos assim que o compromisso evangelizador se move por entre as
limitações da linguagem e das circunstâncias
. Procura comunicar cada vez melhor a verdade do Evangelho num contexto determinado, sem renunciar à verdade, ao bem e à luz que pode dar quando a perfeição não é possível. (nº 45)

“Isto vale, sobretudo, quando se trata daquele sacramento que é a «porta»: o Batismo. A Eucaristia, embora constitua a plenitude da vida sacramental, não é um prêmio para os perfeitos, mas um remédio generoso e um alimento para os fracos. Estas convicções têm também consequências pastorais, que somos chamados a considerar com prudência e audácia. (nº 47)

“A pastoral em
chave missionária
exige o abandono deste cômodo critério pastoral:


Convido todos a
serem ousados
e
criativos
nesta tarefa de
repensar
os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades.” (nº 33)

2. Pastoral em conversão

Uma renovação eclesial inadiável
«fez-se sempre assim»
a mensagem que anunciamos corre mais do que nunca o risco de aparecer mutilada e reduzida a alguns dos seus aspectos secundários.
Um coração missionário está consciente destas limitações, fazendo-se «fraco com os fracos (...) e tudo para todos»(1 Cor 9, 22).”
5. Uma mãe de coração aberto
“A Igreja «em saída» é uma Igreja com as portas abertas. Sair em direção aos outros para



não significa correr pelo mundo sem direção nem sentido.” (nº 46)

chegar às periferias humanas
5. Uma mãe de coração aberto
Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa.”

“Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos.” (nº 49)

Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria.
Na Crise do Compromisso Comunitário
Alguns desafios do mundo atual [52]

Não a uma economia da exclusão [53-54]
Não à nova idolatria do dinheiro [55-56]
Não a um dinheiro que governa em vez de servir [57-58]
Não à desigualdade social que gera violência [59-60]
Alguns desafios culturais [61-67]
Desafios da inculturação da fé [68-70]
Desafios das culturas urbanas [71-75]

Tentações dos agentes pastorais [76-77]

Sim ao desafio duma espiritualidade missionária [78-80]
Não ao desânimo egoísta [81-83]
Não ao pessimismo estéril [84-86]
Sim às relações novas geradas por Jesus Cristo [87-92]
Não ao mundanismo espiritual [93-97]
Não à guerra entre nós [98-101]
Outros desafios eclesiais [102-109]

A TRANSFORMAÇÃO MISSIONÁRIA DA IGREJA
“Nesta Exortação, pretendo debruçar-me, brevemente e numa perspectiva pastoral, apenas sobre alguns aspectos da
realidade que podem deter ou enfraquecer


seja porque afetam
a vida e a dignidade do povo de Deus
, seja porque incidem sobre os sujeitos que mais diretamente participam nas instituições eclesiais e nas tarefas de evangelização.” (nº 51)

1. Alguns desafios
“A família atravessa uma
crise cultural
profunda, como todas
as comunidades e vínculos sociais.
” (nº 66)

2. Tentações dos agentes de pastoral


Os males do nosso mundo – e os da Igreja –
não deveriam servir como desculpa
para reduzir a nossa entrega e o nosso ardor.
Vejamo-los como desafios para crescer.
Além disso, o olhar crente é capaz de reconhecer a luz que o Espírito Santo sempre irradia no meio da escuridão, sem esquecer que, «
onde abundou o pecado, superabundou a graça
» (Rm 5, 20).” (nº 84)
introdução
os dinamismos de renovação missionária da Igreja,
do mundo atual
"Há uma necessidade imperiosa de evangelizar as culturas para inculturar o Evangelho. [...] No caso das culturas populares de povos católicos, podemos reconhecer algumas fragilidades que precisam ainda de ser curadas pelo Evangelho: o machismo, o alcoolismo, a violência doméstica [...]" (n° 69)
"O sentido unitário e completo da vida humana proposto pelo
Evangelho é o melhor remédio para os males urbanos
, embora devamos reparar que um programa e um
estilo uniforme e rigído de evangelização não são adequados para esta realidade" (n° 75)
“A alegria do Evangelho é tal que nada e ninguém nos poderá tirá-la
(cf. Jo 16, 22)
2. Tentações dos agentes de pastoral
“Assim, as maiores possibilidades de
comunicação
traduzir-se-ão em novas oportunidades
de encontro e solidariedade entre todos
. Como seria bom, salutar, libertador, esperançoso, se pudéssemos trilhar este caminho!


Fechar-se em si mesmo é
provar o veneno amargo da imanência
, e a humanidade perderá com cada opção egoísta que fizermos.” (nº 87)
Sim às relações novas geradas por Jesus Cristo
Sair de si mesmo para se unir aos outros faz bem
2. Tentações dos agentes de pastoral
Sim às relações novas geradas por Jesus Cristo
“Mais do que o ateísmo, o desafio que hoje se nos apresenta é
responder adequadamente à sede de Deus
de muitas pessoas, para que não tenham de ir apagá-la com
propostas alienantes
ou com um

Jesus Cristo sem carne e sem compromisso com o outro.

(nº 89)
5 minutos em grupo
Qua nossa contribuição concreta para que a Igreja Missionária se efetive?
2. Tentações dos agentes de pastoral

“Peçamos ao Senhor que nos faça compreender a
lei do amor
. Que bom é termos esta lei! Como nos faz bem, apesar de tudo
amar-nos uns aos outros
! Sim, apesar de tudo! A cada um de nós é dirigida a exortação de Paulo:



E ainda:
«Não nos cansemos de fazer o bem»
(Gal 6, 9).” (nº 99)

Não à guerra entre nós
«Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem»
(Rm 12, 21)
5 minutos em grupo
Como estamos trabalhando em nossas realidades urbanas?
Capítulo 3
Um povo para todos [112-114]
Um povo com muitos rostos [115-118]
Todos somos discípulos missionários [119-121]
A força evangelizadora da piedade popular [122-126]
De pessoa a pessoa [127-129]
Carismas ao serviço da comunhão evangelizadora [130-131]
Cultura, pensamento e educação [132-134]
2 A homilia [135-136]

O contexto litúrgico [137-138]
A conversa da mãe [139-141]
Palavras que abrasam os corações [142-144]

3 A preparação da pregação [145]

O culto da verdade [146-148]
A personalização da Palavra [148-151]
A leitura espiritual [152-153]
À escuta do povo [154-155]
Recursos pedagógicos [156-159]

4 Uma evangelização para o aprofundamento do querigma [160-162]

Uma catequese querigmática e mistagógica [163-168]
O acompanhamento pessoal dos processos de crescimento [169-173]
Ao redor da Palavra de Deus [174-175]
Capítulo 4
1 As repercussões comunitárias e sociais do querigma [177]

Confissão da fé e compromisso social [178-179]
O Reino que nos chama [180-181]
A doutrina da Igreja sobre as questões sociais [182-185]

2 A inclusão social dos pobres [186]

Unidos a Deus, ouvimos um clamor [187-192]
Fidelidade ao Evangelho, para não correr em vão [193-196]
O lugar privilegiado dos pobres no povo de Deus [197-201]
Economia e distribuição das entradas [202-208]
Cuidar da fragilidade [209-216]

3 O bem comum e a paz social [217-221]

O tempo é superior ao espaço [222-225]
A unidade prevalece sobre o conflito [226-230]
A realidade é mais importante do que a ideia [231-233]
O todo é superior à parte [234-237]

4 O diálogo social como contribuição para a paz [238-241]

O diálogo entre a fé, a razão e as ciências [242-243]
O diálogo ecuménico [244-246]
As relações com o Judaísmo [247-249]
O diálogo inter-religioso [250-254]
O diálogo social num contexto de liberdade religiosa [255-258]

os
Pobres
1. As repercussões comunitárias e sociais do querigma
“Confessar um Pai que
ama infinitamente cada ser humano
implica descobrir que «assim lhe confere uma dignidade infinita». Confessar que o Filho de Deus assumiu a nossa carne humana significa que
cada pessoa humana foi elevada até ao próprio coração de Deus
. Confessar que Jesus deu o seu sangue por nós impede-nos de ter qualquer dúvida acerca do amor sem limites que enobrece todo o ser humano. A sua redenção tem um sentido social, porque



Confessar que o Espírito Santo atua em todos implica reconhecer que Ele procura permear
toda a situação humana e todos os vínculos sociais:
«O Espírito Santo possui uma inventiva infinita, própria da mente divina, que sabe prover a desfazer os nós das vicissitudes humanas mais complexas e impenetráveis».” (nº 178)

“Ao lermos as Escrituras, fica bem claro que a proposta do Evangelho não consiste só numa relação pessoal com Deus. (...)
A proposta é o Reino de Deus
(cf. Lc 4, 43); trata-se de amar a Deus, que reina no mundo. (...)



Procuremos o seu Reino:
«Procurai primeiro o Reino de Deus e a sua justiça
, e tudo o mais se vos dará por acréscimo» (Mt 6, 33). O projeto de Jesus é instaurar o Reino de seu Pai; por isso, pede aos seus discípulos: «Proclamai que o Reino do Céu está perto» (Mt 10, 7). ” (nº 180)

“Aqui não é o momento para explanar todas as graves questões sociais que afetam o mundo atual, algumas das quais já comentei no terceiro capítulo. Este não é um documento social e, para nos ajudar a refletir sobre estes vários temas, temos um instrumento muito apropriado no
Compêndio da Doutrina Social da Igreja
, cujo uso e estudo vivamente recomendo.” (nº 184)

2. A inclusão social dos pobres
“No coração de Deus, ocupam lugar preferencial os pobres, tanto que até Ele mesmo
«Se fez pobre»
(2 Cor 8, 9). Todo o caminho da nossa redenção está assinalado pelos pobres.
Esta salvação veio a nós, através do «sim» duma jovem humilde
, duma pequena povoação perdida na periferia dum grande império. O Salvador nasceu num presépio, entre animais, como sucedia com os filhos dos mais pobres; foi apresentado no Templo, juntamente com dois pombinhos, a oferta de quem não podia permitir-se pagar um cordeiro (cf. Lc 2, 24; Lv 5, 7);
cresceu num lar de simples trabalhadores
, e trabalhou com suas mãos para ganhar o pão. Quando começou a anunciar o Reino, seguiam-No multidões de deserdados, pondo assim em evidência o que Ele mesmo dissera: «
O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres
» (Lc 4, 18). A quantos sentiam o peso do sofrimento, acabrunhados pela pobreza, assegurou que Deus os tinha no âmago do seu coração: «
Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus
» (Lc 6, 20); e com eles Se identificou: «
Tive fome e destes-Me de comer
», ensinando que a misericórdia para com eles é a chave do Céu (cf. Mt 25, 34-40).” (nº 197)

estar perto dos que estão longe!
«Deus, em Cristo, não redime somente a pessoa individual, mas também as relações sociais entre os homens».
1. As repercussões comunitárias e sociais do querigma
O reino nos chama!
Por isso, tanto o anúncio como a experiência cristã tendem a provocar consequências sociais.
1. As repercussões comunitárias e sociais do querigma
A doutrina da Igreja sobre as questões sociais
O lugar privilegiado dos pobres no povo de Deus
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