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Robinson Crusoé

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by

Anne Eveline Soares

on 14 November 2013

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Transcript of Robinson Crusoé

Robinson Crusoé
Componentes:
Aldilene Abreu, Anne Eveline Soares
Francisco Erinaldo , Janilza Valencio, José Monteiro
Odileia Oliveira e Raniere Barreto.
designed by Péter Puklus for Prezi
Análise da obra
Robinson Crusoé é o personagem epônimo (1719) do romance do inglês Daniel Defoe (1660 - 1713 ). Deve seu renome à parte mais lida do romance, aquela que descreve a vida solitária de Robinson, durante anos, em uma ilha deserta. Esse episódio foi inspirado em uma aventura de real de um marinheiro de nome Selkirk, publicada alguns anos antes de Robinson Crusoé.
O sucesso imediato do livro de Defoe resultou do fato de ser ao mesmo tempo um romance de aventura e " o melhor tratado de educação natural", como escreveu Rousseau. Robinson Crusoé é um personagem que, ao ver-se em face de um destino imprevisto e tormentoso, usa toda sua energia, a fim de reconstituir, ao redor de si, as condições de uma vida decente.
A adaptação de Robson Crusoé com Pierce Brosnan é uma ótima indicação filosófica para se discutir a Religião como verdade - tendo em vista que desde os primórdios o homem tem a sua religião como verdade suprema e a do outro como falsidade. Muitas vezes não se abre nem um espaço para se ouvir ou outro.
Tanto no livro quanto no filme, Robson Crusoé (Pierce Brosnan) se perde numa ilha e passa muitos dias isolado, sem nenhuma comunicação humana. De amizade, o herói só conta com um cão. Depois de muito vagar pela ilha, Robson descobre que tribos canibais fazem rituais ali. As cenas dos sacrifícios são espantosas a ele, e ao interferir Crusoé mata um nativo. Começa, então, uma amizade entre Robson e um dos homens que seria sacrificado. O herói o chamará de sexta-feira.
O embate filosófico começa quando Robson Crusoé tenta impor a sua verdade religiosa a Sexta-Feira. No primeiro momento, os dois personagens se aborrecem um com o outro, mas como estão sós na ilha retornam a amizade. Robson é obrigado a conhecer a religião de Sexta-Feira, que tem como deus a figura de um jacaré. E Sexta-Feira a conhecer a de Robson - o cristianismo.

Enredo
Daniel Defoe (Londres, 1660 – Londres, 21 de Abril de 1731) foi um escritor e jornalista inglês, famoso pelo seu livro Robinson Crusoe.
Nascido como Daniel Foe, provavelmente na paróquia de St.Giles Cripplegate, foi aluno de Charles Morton, cujo estilo, juntamente com aqueles de John Bunyan e da oratória da época, poderá tê-lo influenciado construtivamente. Depois de acabados os estudos, Defoe tornou-se comerciante, embora a sua tendência para a especulação não tenha favorecido essa carreira.
Defoe escreveu panfletos famosos, muitos deles favoráveis a Guilherme III. Para além disso, fundou e incrementou o jornal periódico The Review quase sozinho, desenvolvendo um trabalho que viria a favorecer a afirmação dos famosos The Tatler e The Spectator.
Contudo, foi graças a Robinson Crusoe, de 1719, que ficou famoso. Os críticos consideram geralmente que a forma moderna do romance nasceu com esse texto narrativo, que, partindo das memórias de alguns viajantes, nomeadamente do marinheiro escocês Alexander Selkirk, configura um relato cuja verdade depende sobretudo da acumulação de pormenores concretos.

Daniel Defoe
Tempo cronológico

O romance Robinson Crusoé foi publicado originalmente em 1719, por volta do século XVIII. No qual passou 28 anos em uma ilha tropical.

Tempo
Tempo psicológico

Podemos analisar o tempo psicológico em seis partes;
1ª Parte: Aventura no sangue
Apelo irresistível - Relata quando ele nasceu e como sua família era em aspectos econômicos. Pertencia a burguesia de classe média.
2ª Parte: A descoberta de uma nova vida
O naufrágio – As dificuldades da tempestade os fizeram sair fora por completo da rota proposta.
3º Parte: O reino ameaçado
Pegada na areia – Quinze anos na ilha um mistério para Robinson que o amedrontou, o medo e a ansiedade eram constantes. De quem eram aquelas pegadas encontradas na praia?
4ª Parte: O amigo Sexta-feira
Sexta-feira aparece na ilha – Ao salvar um fugitivo dos antropófagos, o conduziu até a sua moradia e o nomeia como Sexta-feira devido ao dia em que havia ocorrido a sua captura e salvamento.
5ª Parte: A conquista da liberdade
Novos súditos do reino – O risco de ajudar os náufragos espanhóis segundo Robinson, pois ele era protestante.
6ª Parte: Retorno a civilização
A Inglaterra está mudada – Trinta e cinco anos fora da Inglaterra, não era mais a mesma ou seria Robinson que teria mudado? O mesmo encontra na Inglaterra duas irmãs nascidas após a sua partida, os sobrinhos e o desaparecimento de seus pais.

1. DEFINIÇÃO:
“O personagem é um ser que pertence à história e que, portanto, só existe
como tal se participa efetivamente do enredo, isto é, se age ou fala”.

2. PERSONAGENS DA NARRATIVA:
Segundo GANCHO, os personagens podem ser definidos como:
a) PROTAGONISTA: Robison Crusoé.
b) ANTAGONISTA: E sexta feira
c) SECUNDÁRIOS: o cachorro, nativos

3. CARACTERIZAÇÃO DOS PERSONAGENS:
A) Planos: Sexta Feira.
B) Redondos: Nativos. Estes ofereciam sacrifícios humanos a suas divindades.

Personagem
Primeiras Viagens

A viagem seria por mar, pois o seu pai era o comandante de um navio. O povo de Yarmouth, cidade próxima de onde desembarcaram, recolheu os náufragos. Os anfitriões na cidade deram algum dinheiro e assim eles poderiam ter retornado mas ele preferiu seguir viagem até Londres. Em Londres, tiveram a sorte de encontrar um comandante de navio que fizera bons negócios na Guiné.

Espaço
Robinson Escravo
 
Durante essa viajem houve um momento que só os restavam duas opções: ou morrer lutando
ou se renderem. Eles Preferiram a segunda opção. Então eles foram feitos prisioneiros e levados a ilha de Salé, para serem vendidos como escravos.
 

A Fuga de Robinson

Navegaram na direção de Gibraltar durante toda a noite e, de madrugada, estavam fora dos domínios do sultão. Eles Pretendiam navegar pela costa até o Senegal, onde muitos navios ingleses costumavam aportar.

Robinson no Brasil
 
Foi uma viagem de vinte dias, até a baía de Todos os Santos. Daí então ele se estabeleceu no Brasil e obteve licença pra residir neste país.

Um Navio Negreiro

Era uma viagem arriscada. O comércio negreiro era perseguido pelos reis de Espanha e de Portugal. O navio contava com quatorze tripulante além do Robson Crosue. Quando o tempo melhorou um pouco, descobriram que se encontravam bem distantes da África, provavelmente mais próximos à foz do rio Amazonas.

O narrador é o próprio Robson Crusué.
Ele narra sua própria história, quando se vê em uma ilha caribenha.
Narrador
Introdução
Desenvolvimento
Climax
Conclusão
Full transcript