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AGRONEGÓCIO

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by

Mariane Conde

on 9 May 2014

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Transcript of AGRONEGÓCIO

AGRONEGÓCIO
PERSPECTIVAS
CENÁRIO
CONCEITO
IMPORTÂNCIA
HISTÓRICO E EVOLUÇÃO
SEGMENTOS AGROINDUSTRIAIS
SISTEMA AGROINDUSTRIAL
CADEIA DE VALOR


CADEIAS DE SUPRIMENTOS
CADEIAS PRODUTIVAS OU FILLIERES
COMPLEXOS AGROINDUSTRIAIS

SISTEMA AGROINDUSTRIAL
O QUE É UM SISTEMA ?
BRASILEIRO
1- No inicio da civilização o homem andava em bandos e não se fixava nos locais,

2- Com o passar do tempo a coleta, a caça e pesca se tornaram difíceis,

3- Descobriu-se que as sementes das plantas podiam germinar, crescer e frutificar. E poderiam domesticar os animais para transitar com insumos e utensilhos e também mantê-los em cativeiro...

ERA O COMEÇO DA AGROPECUÁRIA .....
a aprox: 10.000 anos
A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA POPULAÇÃO,
CARÊNCIA DE INFRAESTRUTURA,
FALTA DE TECNOLOGIA EM ARMAZENAGEM,
E A PRÓPRIA DIFICULDADE DE COMUNICAÇÃO,













FEZ COM QUE:





AS COMUNIDADES SE ISOLASSEM E VIVESSEM AUTOSSUFICIENTES, OU SEJA PODERIAM PRODUZIR TUDO QUE PRECISAVAM

ALGUM TEMPO DEPOIS ....
AS COMUNIDADES CRESCEM, INFLAM e PERDEM A AUTOSSUFICIÊNCIA

– Passam a depender de mais insumos, serviços e informações externas,
– Especializam-se em determinada atividade,
– Geram excedentes e abastecem mercados distantes através de trocas.

Pau-brasil (1503-1550)
Gado (1560 ...)
Açúcar (1550-1650 e 1789-1806)
Fumo (1642 ...)
Algodão (1776-1825 e 1861-1865)
Café (1825-1930)
Borracha (1890-1912)
Cacau (1900-1935)

AGRONEGÓCIO É :

“... O conjunto de todas as operações e transações envolvidas desde a fabricação dos insumos agropecuários, das operações de produção nas unidades agropecuárias, até o processamento, distribuição e consumo dos produtos agropecuários ‘in natura’ ou industrializados.

Desenvolvido nos anos 50 em Harvard, nos Estados Unidos, pelos Professores Ray Goldberger e John Davis.

AGROPECUÁRIA

Agricultura, segundo o dicionário, Aurélio é: arte de cultivar os campos, cultivo da terra, lavoura, cultura ou o conjunto de operações que transformam o solo natural para produção de vegetais úteis ao homem.

Pecuária é a arte ou o conjunto de processos técnicos usados na domesticação e criação de animais com objetivos econômicos, feita no campo.

Agropecuária é definida como sendo “Teoria e prática da agricultura e da pecuária, nas suas relações mútuas”

ESTIMATIVA
FONTE: www.revistagloborural.globo.com, 2011.
NO BRASIL ... O AGRONEGÓCIO COMEÇA
EXEMPLO:
INSUMOS

Sobre os insumos relativos ao agronegócio, podem
se destacar os fatores de produção que tornam a exploração
agroindustrial possível e viável.

Máquinas, implementos, equipamentos e complementos
:

As máquinas mais utilizadas na agropecuária são os tratores, as colhedoras e os motores fixos. Cada máquina tem seus implementos e/ou complementos, dependendo da atividade a ser desempenhada e do tamanho do serviço a ser efetuado. Então, são necessárias eficiência e análise de custos dos conjuntos disponíveis para definição do mais viável.
Água:

Esse insumo natural, indispensável à vida, não tem sido tratado devidamente como insumo agropecuário.
Essa ausência de abordagem é devida ao fato de, no Brasil a água ter sido um recurso abundante e disponível gratuitamente e de difícil título de propriedade por parte de empresas. Porém, à medida que a natureza é alterada pelo homem e que crescem as áreas cultivadas e as cidades, a água começa a se constituir em recurso escasso e já tem sido motivo de contendas e processos judiciais.
Alguns Estados brasileiros têm sua legislação própria de uso da água e, para projetos de irrigação, já são exigidas outorgas d’água para aprová-los. Em perímetros irrigados, a água é um insumo e tem preço e, logicamente, implica custo de produção. Essa visão economicista não descarta a visão ambientalista. Ao contrário, valoriza-a e exige de cada empreendimento agropecuário a necessidade de medidas de defesa do ambiente.
Energia

As diferentes fontes alternativas de energia têm sido pouco utilizadas na agropecuária brasileira, permanecendo uma visão muito direcionada à energia hidro ou à termoelétrica, que ficam ambas cada vez mais onerosas e escassas. Como exemplos de fontes de energia alternativas citam-se:

Energia solar
: para secagem e desidratação de produtos agrícolas, aquecimento de água, iluminação e para pequenos
equipamentos (bombeamento d’água, baterias, etc.);

Energia eólica
: para iluminação, baterias (refrigerador, televisão, rádio, etc.);

Energia hidráulica
: rodas d’água, carneiro hidráulico, etc.;

Energia de biogás
: obtido da fermentação de materiais orgânicos, como estercos de estábulos, resíduos de suínos e outros, que são colocados para fermentação em câmaras especiais (biodigestores) para produção de gás natural;

Energia térmica de resíduos, resultante da queima direta
. As fontes tradicionais de lenha e carvão vegetal para queima,
geralmente para aquecimento direto, podem e estão sendo substituídos por outros resíduos. Nesse sentido destaca-se o bagaço de cana-de açúcar.
Corretivos de solos

Os corretivos agrícolas são produtos utilizados para corrigir deficiências nos solos, visando colocá-los em condições ideais para produção, detectadas por meio de análises laboratoriais. Os corretivos mais comuns são os calcários agrícolas, gesso, adubos e matéria-
orgânica.



Fertilizantes

Os fertilizantes ou adubos podem ser usados como corretivos, conforme descrito, os em adubações de manutenção das culturas. Como corretivos, os adubos são aplicados mais comumente direto durante as operações de preparo dos solos. Nas adubações de manutenção das culturas, os fertilizantes são usados no preparo das covas para lavouras perenes, ou no momento de plantio das lavouras anuais ou de formação de pastagens.
No caso de caracterizada, por meio de análise foliar, a deficiência de nutrientes durante a condução de lavouras, e na aplicação de adubos nitrogenados, os fertilizantes podem ser aplicados diretamente nas folhas mediante pulverizações, ou mesmo irrigação por aspersão ou gotejamento.
Nas culturas perenes, as adubações de manutenção podem ser feitas diretamente no solo na projeção da copa ou pela irrigação (fertirrigação).
Agroquímicos

Os agroquímicos são produtos químicos denominados também de agrotóxicos, defensivos agrícolas, ou biocidas, utilizados para combate a plantas concorrentes, pragas e doenças das plantas. Os principais são:

Herbicidas:
usados para controle de plantas concorrentes (ou plantas invasoras, ou ervas daninhas). Têm por objetivo permitir o livre crescimento da cultura desejada, livre de plantas concorrentes, dispensando o uso de ferramentas (enxadas) e de cultivos mecânicos.

Inseticidas;
usados no combate a insetos (moscas, lagartas, pulgões, etc.);

Acaricidas
: usados especificamente no combate a ácaros, simultaneamente atuam como inseticidas;

Formicidas:
são inseticidas específicos para combate a formigas;

Fungicidas:
são usados para combate e controle de fungos nas plantas
Compostos orgânicos:

Os compostos orgânicos são obtidos pela decomposição de resíduos orgânicos como estercos, restos de culturas, resíduos de fábricas (principalmente agroindústrias), húmus e outras fontes e são utilizados para correção de deficiência de matéria orgânica nos solos, como melhoradores da estrutura dos solos e como adubação.
Materiais genéticos

Os principais materiais genéticos utilizados são as mudas e as sementes na agricultura.

Mudas:
Podem ser
obtidas diretamente das sementes
(também denominadas “pé franco”), ou
por enxertias
(resultam da fixação de parte de uma planta em outra) ou
reprodução assexuada
(geralmente de difícil reprodução por sementes, como a banana, figo, alho, abacaxi, etc.),
ou reprodução in vitro
(efetuada por técnica de laboratório onde gemas apicais são retiradas e colocadas em meio de cultura in vitro para multiplicação, necessitando ainda de estrutura de climatização).

Sementes:
as
sementes tradicionais
no mercado são as
varietais
(de uma única variedade e produzem “filhas” iguais às “mães”, exemplo: soja, arroz, feijão, café e ervilha) e
híbridas
(resultam do cruzamento de duas variedades, cujas sementes filhas portam 50% da carga genética de cada variedade que lhes deram origem, exemplo: milho e coco). Recentemente, surgiram as
sementes transgênicas
(obtidas geralmente em laboratórios mediante a técnica de deslocamento de um ou mais genes menos desejáveis e introdução de genes em substituição, visando introduzir características mais desejáveis) e já existe tecnologia para
sementes suicidas
(ou terminator constituem se em outro tipo de sementes desenvolvidas e caracterizam - se pela não germinação das sementes filhas ou, quando germinam, pelo não desenvolvimento das plantas ou pela morte delas ainda jovens)
Hormônios

Os hormônios, de modo geral, são produtos
usados para acelerar atividades biológicas das plantas (fito hormônios). Os mais comumente usados são os indutores do florescimento (cultura da manga), indutores de brotação
(uva) e aceleradores de ciclo vegetativo (abacaxi).
Com essa técnica é possível, por exemplo, obter duas safras de manga por ano, colheitas diárias de uva e redução do prazo de colheita do abacaxi.
Inoculantes

Os inoculantes são produtos biológicos introduzidos nas plantas, geralmente pelas sementes, com o objetivo de melhorar características desejáveis.

Exemplo: Inoculação de fixadores de nitrogênio (Rhizobium) em sementes de leguminosas (soja, feijão e ervilha), de modo que as plantas germinadas de sementes inoculadas ampliam suas
capacidades de absorção de nitrogênio do ar e de elevação de produtividade, dispensando assim o uso de adubos nitrogenados, ou seja, reduzindo custos de produção.
SERVIÇOS

Em relação aos serviços voltados para o agronegócio, podem- se destacar atividades desenvolvidas por instituições que atuam na prospecção e desenvolvimento de conhecimento sobre o ambiente econômico e institucional do agronegócio, bem como para a concepção de novas tecnologias.
Pesquisas agropecuárias


As pesquisas agropecuárias no Brasil são predominantemente efetuadas pelo setor público federal e estadual, com destaque para Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretarias de Agricultura dos Estados e Universidades.

Na iniciativa privada, as pesquisas são mais restritas aos próprios interessados (as empresas), com destaque para os trabalhos de melhoramento genético da cana-de-açúcar efetuados pela Cooperativa dos Produtores de Açúcar e Álcool (Copersucar).
Fomento, extensão rural e assistência técnica:

As atividades de estímulo, orientação e assistência técnica à produção agropecuária são, de modo geral, desempenhadas pelo setor público, por intermédio das secretarias de agricultura.

A iniciativa privada também tem desempenhado papel importante nesses segmentos da prestação de serviços,
sobretudo as grandes empresas agroindustriais interessadas na compra de produtos agropecuários e as empresas que
buscam mercado para seus produtos, como insumos e/ou serviços.
Elaboração de projetos


Essa é uma etapa muito importante precedente à produção agropecuária. É nela que são definidos os objetivos, as metas, os processos e os meios de produção, bem como os mercados e a comercialização.

Porém, a grande maioria dos empreendimentos agropecuários somente faz uso de projetos técnicos e econômico-financeiro quando quer ter acesso a financiamentos bancários e, mesmo assim, se o agente financeiro exigir.

A elaboração de projetos agropecuários tem sido efetuada mais comumente por escritórios especializados da iniciativa privada, vários deles distribuídos espacialmente em todos os Estados.
Análises Laboratoriais

Para boa condução das atividades agropecuárias, é imprescindível a realização de análises de solo, água, folhas, adubos e corretivos agrícolas.

As análises de solos são necessárias para a implantação da cultura agrícola. As
análises foliares são as que melhor refletem as necessidades das plantas
e pastagens no momento da retirada das amostras. De modo geral são mais utilizadas para culturas perenes.

As análises de adubos e corretivos são recomendadas, sobretudo.
quando são adquiridas grandes quantidades. A finalidade delas é comprovar a validade das informações dos fabricantes quanto à composição
Créditos e financiamentos

As operações de crédito são mais comumente
efetuadas pelas empresas fornecedoras de insumos e de serviços
que entregam seus produtos ou prestam seus serviços para receber os pagamentos em oportunidades futuras, como por exemplo, na época das colheitas ou quando ocorrer liberação de recursos provenientes de financiamentos.
Os financiamentos são formas de empréstimos financeiros
efetuados aos agropecuaristas e destinados para operações de investimento, capital de giro e custeio agrícola. Esses financiamentos são realizados por bancos estatais e por empresas interessadas na compra futura de produtos oriundos da agropecuária, em geral as agroindústrias interessadas em assegurar o abastecimento de matérias-primas a suas fábricas.
Os principais agentes financeiros públicos são o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o BB (Banco do Brasil), o Banco do Nordeste e os bancos estaduais.
Defesa agropecuária

As funções da defesa agropecuária são desempenhadas por instituições públicas federais, estaduais e municipais, com objetivo de assegurar, sobretudo, a sanidade das plantações. A instituição que desempenha essa atividade é a ADAPEC (Agência de Defesa Agropecuária).

Proteção e defesa ambiental

O crescimento da agropecuária passa necessariamente por medidas que visem ao desenvolvimento sustentável, de produção com segurança de proteção ao meio ambiente. As instituições de proteção ao meio ambiente são o IBAMA (Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis),
Incentivos governamentais

Alguns países fornecem subsídios à produção, que se constituem em incentivos e até mesmo em planejamento da produção com objetivo de regular a oferta de acordo com a procura.

No Brasil, a agropecuária é tributada em todos os segmentos do agronegócio e, dentro da “política agrícola” existente, ela é tratada como uma atividade econômica igual a qualquer outra, sem respeitar suas especificidades.

Nessa condição de atividade tributada, tem-se que procurar todas as formas possíveis de incentivos disponíveis, que se encontram basicamente na redução de impostos estaduais para alguns insumos e para alguns produtos agropecuários.
Comunicações

Os meios de comunicação são tão importantes para a agropecuária quanto para qualquer outra atividade empresarial.

Já estamos numa época em que o telefone no meio rural não é só para transmitir recados; ele já tem uma função de integração com a economia globalizada.
Infra-estrutura


A infra-estrutura externa à propriedade mais importante é, sem dúvida, a forma de entrada de insumos e saída de produtos, ou seja, as estradas de acesso.
Todos os detalhes têm de ser analisados como:
capacidade de suporte de pontes, ladeiras e/ou curvas que impeçam a entrada ou saída de transporte de grande capacidade, formas alternativas de transporte e outras, desde o local de origem dos insumos até a propriedade, bem como o fluxo inverso de saída de produtos até o primeiro comprador, durante todos os dias do ano.
Outro fator importante é a disponibilidade de energia elétrica.
É necessário verificar não só a disponibilidade de rede de transmissão, mas, sobretudo a descarga elétrica, para não correr o risco de dimensionar equipamentos para uma demanda superior à oferta disponível de energia.
Treinamento de mão-de-obra

O Brasil possui a mão-de- obra menos preparada para as atividades que desempenham, como resultado de uma evolução muito rápida das tecnologias, não acompanhada por treinamento suficiente e, mesmo porque, o nível de instrução da população rural é, em média, muito baixo, o que dificulta a maior velocidade do aprendizado, bem como a absorção de ensinamento mais elevado.
Produção agrícola

Compreende o conjunto de atividades desenvolvidas no campo, necessárias ao preparo do solo, tratos culturais, colheita, transporte e armazenagem internos, administração e gestão dentro das unidades produtivas (as fazendas), para a condução de culturas vegetais.

Com o objetivo de melhor entender o que ocorre em uma produção agrícola, é necessário entender as principais atividades que são realizadas e, para possibilitar esse entendimento, a seguir são apresentados alguns conceitos básicos em agricultura.
Ciclo vegetativo


O ciclo vegetativo de uma espécie vegetal é o tempo necessário para que as plantas processem suas atividades biológicas para obtenção de produtos maduros e prontos para a reprodução de novas plantas, ou seja, da germinação à colheita.
Plantas anuais, plantas perenes e plantas semiperenes


Plantas anuais são as que completam seu ciclo vegetativo e morrem em menos de um ano. Ou seja, nascem crescem, frutificam e morrem em menos de um ano, reproduzindo uma única vez.

Assim, após o término de cada colheita é necessário proceder-se a tudo de novo, desde o preparo do solo, plantio, tratos culturais e colheita novamente.

Exemplo: alface, arroz, feijão, soja, milho, amendoim, batata, cenoura, alho, melancia, melão, etc.

Algumas culturas apresentam ciclos bianuais (mais de um ano para completar o seu ciclo vegetativo) como a mandioca, abacaxi, cebola, etc
Plantas perenes

São as que, depois de plantadas, reproduzem por várias vezes sem a morte vegetativa da planta mãe. Assim, por muitos anos, elas florescem e frutificam sem necessidade de um novo plantio. Exemplo: mangueira, coqueiro, dendezeiro, cacaueiro, laranjeira, limoeiro, etc.

Plantas semiperenes

São as que florescem e frutificam algumas poucas vezes sem necessariamente haver novo plantio, algumas porque perfilham, com brotos laterais emergindo do solo, e outras que produzem normalmente por dois a três anos. Exemplo: bananeira, açaizeiro, bambuzeiro, pupunheira, cana-de-açúcar (são plantas que perfilham) e maracujazeiro, feijoeiro guandu (plantas que produzem normalmente por dois a três anos).
Preparo do solo

Compreende as operações necessárias para colocá-los em condições ideais para a etapa de plantio.

Áreas novas necessitam de investimentos em desmatamentos, limpeza de tocos e raízes e uso de corretivos de solos (calcários e outros fertilizantes).

A seqüência normal de preparação do solo, após a análise do solo, levantamento topográfico, etc. são: aração e incorporação de corretivos, gradagem, aplicação de herbicidas (quando necessário). As operações de sulcamento e preparo de covas são usadas para as culturas plantadas por colmos (cana-de-açúcar) e mudas (cafeeiro, coqueiro, maracujazeiro, entre outras).
Plantio

A operação de plantio só deve ocorrer em solos devidamente preparados.
Algumas culturas podem ser plantadas diretamente no local definitivo com sementes, como por exemplo: soja, arroz, feijão, milho, cenoura, etc.,enquanto outras exigem a formação de mudas em viveiros (café, tomate, coco, alface, manga e outras).

De modo geral, a adubação é feita diretamente no ato do plantio.

O adubo é colocado ligeiramente abaixo e na lateral, simultaneamente com o lançamento das sementes, exceto no caso de confecção de covas, nas quais os adubos podem ser incorporados ao solo antes da colocação das mudas.
Tratos culturais

Os tratos culturais são as operações efetuadas e necessárias para que as plantas cresçam e se reproduzam.

Entre essas operações encontram-se: manutenção da cultura no limpo, combate a pragas e doenças, irrigação e adubações.
Colheita

A colheita é a operação final no campo. Cada cultura tem sua produção em ponto específico para ser colhida e exige um tipo diferente de operação.

Por exemplo:
As culturas de grãos anuais (arroz, milho, soja e outras)
exigem colheita com os grãos secos (umidade em torno de 14%), que pode ser efetuada mecanicamente, com máquinas colhedoras automotrizes.
As frutas (manga, pêssego, acerola e outras) e algumas hortaliças (tomate, pimentão e outras) são colhidas manualmente
, de modo geral em estádio de meia maturação, e exigem cuidados especiais, pois são muito sensíveis a choques mecânicos, por menor que sejam.
Portanto, cada cultura exige tipos de colheitas diferentes
Pós-colheita


O transporte interno, a armazenagem, a classificação e a embalagem efetuados na fazenda revestem-se de operações de suma importância para não ocasionar danos e perdas, e para valorizar os produtos.
DEPOIS DA PORTEIRA


Esses segmentos são constituídos basicamente pelas etapas de
processamento e distribuição dos produtos agropecuários até atingir os consumidores, envolvendo diferentes tipos de agentes econômicos, como comércio, agroindústrias, prestadores de serviços, governo e outros
.

Depois de colhidos, os produtos podem seguir diversos caminhos até chegar aos consumidores. Durante esse percurso interferem diferentes tipos de agentes econômicos, tanto atuando diretamente na industrialização, como na comercialização, ou ainda, na prestação de serviços. Em princípio, os produtos agropecuários são agrupados nos comercializados in natura e nos que serão processados ou transformados. In natura chegam até os consumidores sem ser submetidos a qualquer tipo de transformação, não passando necessariamente por agroindústrias, mas podem ser beneficiados e embalados ou vendidos a granel.

Essa é a forma mais simples de apresentação de produtos para comercialização e ocorrem geralmente com alguns grãos (feijão, ervilha seca, grão de bico, etc.), frutas, raízes, tubérculos e hortaliças diversas.


Produtos beneficiados, processados ou transformados visando a agregação de valores, obtenção de novos produtos e alcance de mercados. Exemplo: laranja lavada e polida
Canais de comercialização

Os “caminhos” percorridos pelos produtos são denominados de canais de comercialização. Os canais de comercialização podem variar em função da região na qual o produtor atua, bem como em função dos produtos que ele deseja comercializar, pois situações particulares acabam provocando operações logísticas e demandando infra-estrutura distinta
.
O processo de comercialização está dividido em níveis:

produtores rurais;

intermediários (primários, secundários, terciários, etc.);

agroindústrias, mercados dos produtores e concentradores;

:representantes, distribuidores e vendedores;

atacadistas, centrais de abastecimento, bolsas de mercadorias, cédula de produto rural, governos,Internet,

supermercados, pontos de venda, feiras livres e exportação;

consumidores;;

importação.
Conjunto de conectivos ou ações interrelacionadas que formam um ciclo, precisando serem constamente realimentados.
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