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O NASCIMENTO DO GRÁTIS

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by

Marina Cavalcanti

on 6 November 2013

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Transcript of O NASCIMENTO DO GRÁTIS

Revista: Um anúncio de um produto nunca vem próximo
de um artigo de mesmo produto.
Web: Um anúncio de um produto sempre vem próximo de
vários artigos de mesmo produto.

Revista: A divulgação das propagandas era praticamente
irritar 90% de seu público que não está interessado em seu
produto para atingir os 10% que estão.
Web: Exibição de anúncios apenas para as pessoas mais
relevantes, perturbando apenas os 10% do
público que não está interessado e atingindo
os 90% que estão.


Em 1984 O jornalista Steven Levy publicou:
Hackers: Heroes os the computer Revolution

ÉTICA DOS HACKERS

1. O acesso a computadores – a qualquer coisa que possa
ensinar algo sobre o funcionamento do mundo.
2. Sempre se submeta ao imperativo do mão na massa!
3. Toda informação deve ser grátis.
4. Não confie nas autoridades- promova a descentralização.
5. Os hackers devem ser julgados por suas ações, não por
critérios artificiais como diplomas, idade, raça ou posição.
6. É possível criar arte e beleza em um computador.
7. Os computadores podem mudar sua vida para melhor.

Quando o livro foi descoberto por Stewart Brand e Kevin Kelly, eles
decidiram organizar uma conferência para reunir as três gerações
de Hackers.


Em 1965, Gordon Moore publicou um artigo na revista Electronic fazendo uma previsão de futuro. Vendo a evolução nos Chips semicondutores com relação ao armazenamento de transistores, calculou a velocidade de evolução das peças e determinou que a cada 18 meses a quantidade de transistores usados nas peças dobra, aumentando a sua quantidade de processamento.
O Nascimento do Grátis
O grátis do século XXI
FREE - O FUTURO DOS PREÇOS.
O Grátis surge como uma
ESTRATÉGIA DE MARKETING.
PROBLEMA:
vendas não progrediam, pois as pessoas não sabiam como usar o produto
JELL-O - marca que vendia geleias
SOLUÇÃO
Distribuição de panfletos FREE que tinham receitas com geleia.
PROBLEMA:
vendas não progrediam, pois as pessoas não tinham o costume
de usar o produto
King Gilette - aparelho de barbear
SOLUÇÃO
Distribuição do produto FREE para criar o costume nas pessoas
O grátis do séc. XXI não tem truques, não é uma isca.

A ERA DIGITAL PROPORCIONOU
A EVOLUÇÃO DO GRÁTIS.
NA WEB É POSSIVEL TORNAR
AS COISAS DE FATO GRÁTIS.
É DE FATO GRÁTIS!
O grátis e suas atuações
Subsídio Cruzado: pagar indiretamente por um produto, mais cedo ou mais tarde.
Ex: Estacionamento grátis é pago pelo Mark-up sobre os produtos.


Produtos pagos subsidiando produtos grátis: Grátis como “isca”; pagando de uma forma ou de outra.
ATUAÇÕES e as QUATRO CATEGORIAS
Pagantes subsidiando não pagantes: Homem paga 10,00,
mulheres FREE. Entrada gratuita para crianças. O ingresso
do pagante sobre os custos do “não pagante”.

Pagar mais tarde subsidiando o grátis agora: Subsidio ao longo
do tempo. Ex: o aparelho de telefone grátis vinculado a um
contrato de assinatura por um ano.
GRÁTIS 1: SUBSIDIOS CRUZADOS DIRETOS
Qualquer produto que o induza a pagar por outro item.
GRÁTIS 2: O MERCADO DE 3 PARTICIPANTES
Quando um terceiro paga para participar de um comércio livre
criado pelos dois primeiros.
GRÁTIS 3: FREEMIUM
Qualquer coisa que acompanhe uma versão paga preemim.
GRÁTIS 4: MERCADOS NÃO MONETÁRIOS
Qualquer coisa que as pessoas escolham dar sem expectativas
de pagamento.
O terceiro preço
ALGUMA
COISA
NADA
MENOS QUE NADA
Quando alguém é pago para usar um produto ou serviço.
A história do grátis
A quantificação do nada começou com os babilônios,
que tiveram problemas com a representação do zero,
pois queriam pensar no "nada" como algo concreto, tangível. Quando o grátis é na verdade um conceito. E os indianos
que viam os números como conceitos, conseguiram
entender o significado e finalmente encontraram um
número para representar o nada, que seria o ZERO.
O grátis como uma armadilha
O grátis passou a ser visto como uma arma, onde por trás dele sempre haveria uma segunda intenção, uma armadilha que faria você abrir sua carteira, mais cedo ou mais tarde. A história do primeiro almoço grátis era vista por alguns como um chamado para as pessoas consumirem outros itens presentes no estabelecimento. A indústria de amostras e brindes, que despontou no ínicio do séc. XX reforçou essa "imagem" do grátis, onde ao lhe dá uma amostra grátis, a empresa espera que você se interesse em entrar na loja e enfim comprar.
EMISSORAS
DE RÁDIO
GRAVADORAS
ARTISTAS
Os grandes artistas começaram
fazendo apresentações nas emissoras,
mas passaram a não ver vantagem na
situação, pois fazendo shows e/ou
vendendo discos ganhariam mais.
Os pequenos artistas continuaram,
pois não conseguiam
gravadora.
Batalha em torno do grátis.
Faziam a transmissão das apresentações de artistas ao vivo, mas depois começaram a
transmitir músicas gravadas,
o que irritou as
gravadoras.
Tentaram impedir a transmissão
das músicas nas rádios, mas
não conseguiram. Porém uma
lei que permitia a transmissão
se o disco tivesse sido
comprado, a beneficiou.

Com o avanço da tecnologia,
da internet e com a pirataria
crescente, já não se tem lucro
com a venda de cds, o que
obrigou os artistas a
incorporarem o grátis no
seu trabalho, disponibilzando
o download dos seus cds.
Abundância:
Dois exemplos de abundância em que o conceito de grátis está presente, são o milho e o plástico. O milho por ter um fácil cultivo e custo baixo, tornou-se praticamente grátis em relação a outros alimentos; e o plástico tambem tinha custo baixo, uma durabilidade maior que os outros produtos e podia ser moldado em diversas formas, o que o tornava praticamente grátis, se comparado com os demais materiais. Porém, quando temos algo demasiadamente a tendencia é não dá o valor que dariamos e eles fossem limitados. O que levou ao disperdicio de alimentos e o custo amibiental em relação ao plástico. Na década de 1970, a psicologia muda de “não precisarei pagar por isso”, para “precisaremos pagar por isso”. O custo barato e a facilidade oferecida por um determinado produto, passa a não valer a pena se o lado ruim pesar demais.
LADO BOM LADO RUIM
A psicologica do GRÁTIS
O que pensamos quando vemos
e/ou ouvimos a mágica
palavra GRÀTIS?
É um bom negócio?!
Fará as vendas
subirem ou cairem?
{
{

O grátis é tão sedutor, pelo fato dos seres humanos terem um medo intríseco da perda. Ao escolher algo grátis, ele exclui a possibilidade de perda. Na mente das pessoas, não é possível perder algo, o qual nunca se pagou; onde não houve esforço economico. Quando cobramos por algo, associamos isso a um atraso na decisão de comprar e por isso se a exclusão de preço for possível, o resultado do grátis valerá a pena.

As assinaturas de revistas, se subdividem em três
tipos de distribuições, para três tipos de públicos
e com três intenções diferentes:
EX
:
EXIBIÇÃO ONLINE
grátis; para qualquer pessoa;
objetivo: fama.
BANCAS DE REVISTA
preço médio de $4;
pessoas dispostas a
pagar para conhecer;
objetivo: novos assinantes.
ASSINATURAS
preço médio de $10;
para as pessoas com
interesse na área;
objetivo final.
A revista que é enviada
aos assinantes poderia
ser dada de graça, pois os custos
de impressão, entrega e embalagem
são quase nulos. Esses custos são
pagos pelos anúncios colocados nas
revistas. Porém colocar preço é um
fator psicológico, pelo fato de que
se esta fosse dada de graça, ela não
seria tão valorizada, como ela é
quando é comprada.
¹
Exemplo retirado do livro Previsivelmente irracional, onde Dan Ariely descreve vários experimentos feitos para descobrir o poder da palavra grátis.
EX
:
A inclusão do zero,
fez toda diferença na
escolha final das pessoas. Antes
eles teriam que pagar alguma
coisa e escolheram pagar pelo
melhor, mas quando em um dos
produtos eles não teriam que
pagar nada, eles o escolheram,
assim não correriam o risco
que impõe no ato de pagar.
²
SITUAÇÃO
As trufas custavam $0,15 (que representada metade do preço de atacado) e o chocolate comum a $0,1 (o preço normal). No fim a mais vendida foi a trufa, pois apesar de mais cara que o comum, ela estava pela metade do preço e a qualidade frente ao comum era incomparável. 73% escolheram a trufa e 27% o comum.
SITUAÇÃO
CHOCOLATE COMUM
TRUFAS
CHOCOLATE COMUM
TRUFAS
A trufa passou a custar $0,14 e o comum era gratuito.
E com isso, o comum disparou nas escolhas, apesar da diferença de preço entre eles ter continuado a ser a mesma, $ 0,14.
O GRÁTIS FOI ADCIONADO A EQUAÇÃO
Tempo x Dinheiro
Quando você perde
muito tempo executando algo, que lhe foi dado de graça, você acaba pensando se não valeria mais pagar pelo produto e poupar seu tempo, do que passar horas tentando resolver algum problema do produto.
Ex: downloads corrompidos.
VERSÃO FREEMIUM
VERSÃO PREEMIUM
*O grátis funciona muito bem em conjunto com o pago
A pirataria e o Grátis
O autor expõe o lado positivo da pirataria, voltado para o conceito
do grátis. Quando um artista produz uma mídia e esta é pirateada, a pessoa que o fez, não esta tirando nada dele, apenas reproduzindo algo de sua propriedade e o lado
positivo desse fato é o alcance que a música
terá com a mídia pirateada consequentemente
mais barata. Alcance que nem se compara ao
que ela teria se fosse vendida apenas na
forma original. O dinheiro que o artista
perde nas vendas de cd, ele ganha em shows,
apresentações e passar a ser bem mais conhecido.

A economia do grátis
e o mundo grátis.
Dois modelos de economia criados no século passado moldaram a enconomia de hoje.
O primeiro, concluia que tudo tinha relação com a quantidade produzida, onde empresas tomariam cuidado para não produzir demais e a margem de lucro cair, pois haveriam muitos de seus produtos nas ruas.
O primeiro, concluia que ao invés de limitar a produção, as empresas reduziriam os preços, para ganhar participação de mercado. E tentariam assim enfraquecer os concorrentes até antingirem um nível um pouco acima do custo de produção.
Em um mercado competitivo, o preço cai até o custo marginal.
EX: A MICROSOFT E A CONCORRÊNCIA
A Microsoft criou um produto que se beneficiou dos
efeitos da rede: quanto mais pessoas usam um produto,
mais outras se sentem empelidas a usá-lo também.
Ou seja, ela conseguiu criar um monopólio.
EX: PRODUTOS SIMILARES
O principal determinante aqui é a "utilidade
marginal". Ex: Se o facebook passasse
a ser pago, muitas pessoas pagariam
por ele ser útil a elas.
Como os monopólios
online ganham dinheiro
DOMINAR SEM COBRAR QUASE
(OU NADA)
Escala:
Perder dinheiro com muitas
pessoas e recuperá-lo com
outras. O monopólio de
participação no mercado e a
popularidade não os fazem
ter "perdas". Há sempre ganhos,
financeiros ou não.
Escassez, abundância e desperdício.
Tratar o abundante como escasso e o escasso como se fosse abundante.
O desperdício (algumas vezes) é bom.
A escassez de uma geração é a abundância da outra.
Identificar a abundância e acabar com ela (No bom sentido!)
O desperdício depende do senso de escassez e abundância.
Exemplo da aceitação do desperdício:
De certo modo, no Youtube, desperdiçamos vídeos, em busca de um vídeo melhor, explorando o espaço potencial do que um filme pode ser. Ele é um amplo experimento coletivo para inventar o futuro da televisão.
Economias não monetárias
"Economia de atenção"
"Economia de reputação"
"Economia de presentes"
A moeda do google são os algorítimos, os quais estão sempre sendo ajustados para manter o google no topo.
A moeda do facebook são os amigos
e do twitter os seguidores.
"As pessoas fazem/ dão as coisas de graça, basicamente por suas próprias razões pessoais."
"Recompensas sociais e emocionais."
"Na web muitas pessoas têm o recconhecimento que nao têm no trabalho"
Em 1954, no surgimento da energia nuclear, Lewis Strauss (líder da Comissão de Energia Atômica) colocou-se diante de
um grupo de jornalistas científicos em Nova York para de certa forma prever o grande futuro que estava pra acontecer onde:

• Doenças seriam dizimadas
• Descobriríamos o motivo pelo qual envelhecemos.
• O ser humano iria viajar “livremente” entre o mar e o ar em grandes velocidades.
• A escassez de alimentos se tornaria coisa do passado.
• A pessoas não iriam ter que esperar muito para ter energia barata demais para ser medida.

Barato demais para
fazer diferença
A pirataria na China
Époça otimista
Ciência e Tecnologia em era de crescimento.
Crescente Produtividade e Crescimento econômico
O plano era construir usinas nucleares e usufruir de uma energia super barata, entretanto o custo para se construir uma usina nuclear era altíssimo o que inviabilizou o projeto. Os acidentes em Three Mile Island também serviram para inviabilizar o projeto. Hoje em dia a energia nuclear custa quase o mesmo que o carvão, não alterando os fatores econômicos da eletricidade, então Lewis Strauss estava errado. Mas se ele estivesse certo:

• O uso da energia seria usado de forma exagerada, ou seja, sem controle,no desperdício, sem se preocupar com a eficiência.
• Todos os Prédios seriam aquecidos eletricamente.
• Todos os carros seriam elétricos.
• A eletricidade grátis seria um incentivo suficiente para desenvolver uma tecnologia eficiente de bateria para armazená-la.
• Seriam feitas grandes usinas de dessalinização que transformariam água do mar em potável.
• Devido à água teríamos plantações e alimentos em abundância.
• Seriam feitos mais Bio combustíveis
• Ar puro/ o aquecimento global nunca ocorreria.

O “barato demais para ser medido" mudaria o mundo.
Hoje existem tecnologias que influenciam nossa tecnologia tento quanto a eletricidade:

Poder de processamento
Armazenamento digital
Largura de banda

Esses três
elementos
ficaram baratos
demais para
serem medidos.
.
Lei de Moore
PORQUE A LEI DE
MOORE FUNCIONA
Em 1970 Mead era professor de projetos de semicondutores na Calterch.
Adotar a lei do desperdício.
Alan Kay, engenheiro. Construiu o Dynabook e foi o primeiro a se preocupar com a interface gráfica dos computadores.
A informação
quer ser grátis
Por alguns fatores:
• Curva de aprendizado
• Preço dos micro chips diminuindo gradativamente
Lei de
Mead


“Por um lado, a informação
quer ser clara, por ser tão valiosa.
A informação certa no lugar certo
muda a sua vida. Por outro lado, a
informação quer ser grátis,
por que o custo de acessá-la está
sempre caindo. Então você tem
essas duas forças lutando
uma contra a outra.”

“A informação abundante quer ser grátis.
A informação escassa quer ser clara.”
Competindo com o Grátis
Empresas competindo contra a pirataria
Períodos gratuitos de experiência
Estágio 1 = negação
Estágio 2 = Raiva
Estágio 3 = Negociação
Estágio 4 = Depressão
Estágio 5 = Aceitação
Anúncios além da mídia
Games por assinatura
1. Club penguin 2. Runer Scape
Jogos que fazem
propaganda
1. Burnout Paradise
Jogos na parte imobiliária
1. Second Life
Produtos relacionados
com os games
1. Webkinz
Músicas e Livros GRÁTIS
MÚSICA
Planet Earth – Prince
LIVRO
Deuses Americanos – Neil Gaiman
A pirataria venceu na China, os músicos e as gravadoras de renderam, buscando assim outras formas de ganhar dinheiro. Como singles para tocar nos rádios, rignbacks e shows.
A economia das imitações
A pirataria na China não é considerada crime, apenas um produto a outro preço mais acessível. Comprar ou não um produto pirateado não é uma
decisão moral, mas uma decisão baseada em qualidade, status e
redução de risco. A pirataria não destruiu o mercado, ela o
preparou para uma onda de novos consumidores.
AS CÓPIAS E OS FORMADORES DE OPNIÃO

Os argumentos psicológicos e economicos que sustentam o grátis continuam tão bons como sempre. O custo marginal de qualquer coisa digital cai 50% a cada ano e o "Grátis" tem muito mais poder sobre a mente do consumidor do que nunca. Mas só o grátis não basta; ele precisa da contraparte do pago. Da mesma forma que os aparelhos de barbear grátis de King Gilette só faziam sentido acompanhados de lâminas cara, os empreendedores da Web precisam inventar nao somente produtos que as pessoas adorem, como também pelos quais elas pagarão. O grátis pode ser o melhor preço, mas não pode ser o único.

Conclusão
Dinâmica
Vocês vão se dividir em dois grupos,
os pagantes e não pagantes e discutir
entre si fatos que os levarão a tomar tal atitude. Gostariamos que vocês chegassem a um fato comum.
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