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A Psicologia e a Ditadura Militar

A Psicologia e a Ditadura Militar: contexto histórico e desenvolvimento da Psicologia durantes os anos de 1964 a 1985. Trabalho acadêmico para a disciplina de Teorias e Sistemas I da UFPB. Curso de Psicologia.
by

Linniker Matheus Soares

on 3 December 2015

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Transcript of A Psicologia e a Ditadura Militar

A Psicologia
e a Ditadura
Militar Brasileira

contexto histórico e desenvolvimento científico da Psicologia durante os anos de 1964 a 1985


Isabelle Gomes & Linniker Matheus
Universidade Federal da Paraíba
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Departamento de Psicologia
Teorias e Sistemas em Psicologia I
Profª Mirian Salvadori
Introdução
- As ciências ao longo da história sofrem influência.
Aconteceu assim com o conhecimento “primitivo” e da mesma forma na Grécia Antiga
(CHIBENI, n.d).
- A Psicologia como ciência, mesmo que considerada jovem não está isenta de ser influenciada. De Wilheim Wundt e a psicologia Experimental a Hans Eysenck e sua abordagem de Personalidade sobre a ligação entre insanidade e genialidade (COLLIN et al., 2012) pode-se ver isso.
- A Psicologia foi fortemente influenciada durante a época da Ditadura Militar Brasileira de 1964 a 1985 (MINISTÉRIO DA CULTURA E INSTITUTO VLADIMIR HERZOG, 2013)
- Livro “A VERDADE É REVOLUCIONÁRIA: Testemunhos e memórias de psicólogas e psicólogos sobre a ditadura civil-militar brasileira (1964-1985)”, lançado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) em 2013
- Tomada do poder do então presidente João Goulart no ano de 1964, em um golpe iniciado em Minas Gerais a partir do dia 1º de abril do mesmo ano
- Os militares realizaram mudanças substanciais na esfera política do país, o que se estendeu, por exemplo, para a economia e para a sociedade.
- Atos Institucionais; nova Constituição; a repressão da oposição; a censura; a perseguição (MINISTÉRIO DA CULTURA E INSTITUTO VLADIMIR HERZOG, 2013).
- Controvérsias fortíssimas e versões diferentes dos mais variados fatos, inclusive sobre o uso da Psicologia como instrumento de tortura e arma de guerra.
- Pesquisa de Samantha Viz Quadrat (Professora Adjunta de História da América Contemporânea. Pesquisadora do Núcleo de Estudos Contemporâneos (NEC) da Universidade Federal Fluminense)
“a tortura em certos casos torna-se necessária, para obter confissões. Já contei que no tempo do governo Juscelino alguns oficiais, inclusive o Humberto de Melo, que mais tarde comandou o Exército de São Paulo, foram mandados à Inglaterra para conhecer as técnicas do serviço de informações e contra-informações inglês. Entre o que aprenderam havia vários procedimentos sobre tortura. O inglês, no seu serviço secreto, realiza com discrição. E o nosso pessoal, inexperiente e extrovertido faz abertamente. Não justifico a tortura, mas reconheço que há circunstâncias em que o indivíduo é impelido a praticar a tortura, para obter determinadas confissões e, assim, evitar um mal maior.” (Ernesto Geisel apud Quadrat, 2012, p. 39)
- Muitas pessoas, inclusive profissionais da área, contribuíram para que o desenvolvimento desta ciência fosse voltado para técnicas psicológicas que privilegiassem os objetivos já citados acima, como obtenção de informações e confissões (ARAUJO; SILVA; SANTOS, 2013).
- Objetiva-se aqui, uma ampla visão de como a Psicologia se desenvolveu durante a Ditadura Militar Brasileira

Psicologia Durante a Ditadura Militar:
Contexto histórico
1964
1961
1961
O contexto histórico da época influenciou o golpe militar brasileiro (SOARES, n.d.)
Jânio Quadros
Jânio Quadros, renunciou ao seu cargo de presidente com apenas alguns meses de governo.
Jango (João Goulart)
João Goulart assume a presidência e as reformas propostas por ele mostraram sua aproximação a esquerda (SCARPARO; TORRES; ECKE, 2014).
Desenvolvimento científico da Psicologia durantes os anos de 1964 a 1985
“Durante mais de duas décadas, tivemos no Brasil a ditadura civil-militar (1964-1985). Nesse espaço de tempo, muitos são os relatos de que ela produziu uma ampla variedade de
violências.
Com o AI-5 (Ato Institucional nº 5), havia
censura, perseguição e prisão
, mas não da forma violenta como depois se instaura. O Estado brasileiro passa a usar a
tortura
como instrumento oficial de sua política. O que resultou em variados efeitos no contexto político, econômico e das relações humanas no país. A repressão política e a
restrição dos direitos civis
assolavam o cotidiano da população. Na mesma época, a
psicologia
enquanto prática profissional se fortalecia e
buscava consolidar
suas ações enquanto categoria oficializada nacionalmente”
(Depoimento de Maria de Fátima Baracuhy, docente na UFPB)
- A profissão de psicólogo foi institucionalizada no Brasil em 27 de agosto de 1692, através do reconhecimento do Estado pela promulgação da Lei 4.119
- Os primeiros vinte anos da Psicologia no Brasil foram sobre a Ditadura Militar (Marcos Vinicius Oliveira apud Conselho Federal de Psicologia, 2013)
- Conhecimento a cerca da ditadura para evitar a má utilização dos conhecimentos psicológicos (SCARPARO; TORRES; ECKE, 2014)
- Violação dos direitos humanos pelo Estado: ausência de liberdade e limitação do conhecimento
- Supervalorização das escolas teóricas da Psicologia

- “Durante o período da ditadura militar, a Psicologia não podia fazer leitura do social, leitura crítica da realidade, leitura das problemáticas, a única coisa que o psicólogo poderia ser era decorador de interiores, não é isso? Os sujeitos chegam com o interior todo desarrumado e damos uma arrumadinha no interior.” (Marcos Vinicius Oliveira apud Conselho Federal de Psicologia, 2013)
- Atuação do CRP e da entidade sindical na época da ditadura: atuação conjunta (HUR, 2012) e negação ao apoio à luta pelos direitos humanos (SPESP, 1975)

- As associações profissionais dos psicólogos priorizaram questões as quais não possuíam cunho político para que não houvesse conflito com o Estado ditatorial (HUR, 2012).
- A violência do Estado e as práticas de profissionais que permitiram seu terrorismo opressor (COIMBRA, 2001, apud SCARPARO; TORRES; ECKER, 2014)
- Neutralidade e cientificidade utópicos
- Intervenção política na ciência
- Segundo Oliveira (2013), não havia outra opção de trabalho como psicólogo para a massa, tinham de ser todos psicólogos clínicos. Isso não era uma opção ou uma escolha, era uma configuração.

Considerações Finais
- Tratar sobre a ditadura depois de anos pode ser questionável quanto à sua relevância. Porém, percebe-se que é de suma importância estudar como Psicologia se desenvolveu em tal período.
- Afinal, o que é a ciência senão aqueles que a fazem? A ditadura aproveitou-se, não somente da Psicologia e de seus profissionais, mas de todas as ferramentas que estavam ao seu alcance e que fossem úteis ao seu objetivo.
-As informações sobre os anos tratados aqui, o período de 1964 a 1985, ainda são
obscuras, incompletas, perdidas ou inexistentes
- Porém, levantar dados e fatos sobre o desenvolvimento de uma ciência em determinada época, de certa forma conduz à
reflexão.

-
A Psicologia tem se mostrado forte
, presente e relevante no contexto científico global e em cada país tem suas particularidades e facetas.
-
Questionar-se
contribui para a formação de
profissionais capacitados que impeçam a repetição
de tudo aquilo que outrora prejudicou o exercício da Psicologia e seu desenvolvimento.
ARAUJO, Maria. Paula; SILVA, Izabel Pimentel; SANTOS Desiree dos Reis;
Ditadura Militar e Democracia no Brasil: História, imagem e testemunho.
Rio de Janeiro: Ponteio, 2013. 48 p.

BARACUHY, Maria de Fátima. 2015, João Pessoa,
Entrevista concedida a Linniker Matheus

BRASIL, Conselho Federal de Psicologia;
A verdade Revolucionária.
Brasília: CFP, 2013.

CHIBENI, Silvio Seno;
Introdução à filosofia da ciência.
São Paulo: Unicamp. 05p. Disponível em: <http://www.unicamp.br/~chibeni/textosdidaticos/cienciaorigens.pdf >. Acesso em: 1 nov. 2015
Conselho Regional de Psicologia – 6ª região. (1994). Uma profissão chamada psicologia: CRP-06, 20 anos. São Paulo: Autor.

FICO, Carlos.
Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar.
Rev. Bras. Hist., São Paulo, v. 24, n. 47, p. 29-60, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01882004000100003&lng=en&nrm=iso >. Acesso em: 01 nov. 2015.

HUR, Domenico Uhng.
Políticas da psicologia: histórias e práticas das associações profissionais (CRP e SPESP) de São Paulo, entre a ditadura e a redemocratização do país.
Psicol. USP,  São Paulo ,  v. 23, n. 1, p. 69-90, Mar.  2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010365642012000100004&lng=en&nrm=iso>. Acesso em:  01  Nov.  2015. 

Linha do tempo da resistência à ditadura militar no Brasil (1960-1985).
Estud. av., São Paulo, v. 28, n. 80, p. 153-184, Abr. 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142014000100014&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 01 nov. 2015.

QUADRAT, Samantha Viz.
A preparação dos agentes de informação e a ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985).
Varia hist., Belo Horizonte, v. 28, n. 47, p. 19-41, Junho 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-87752012000100002&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 01 nov. 2015.

SANTOS, Alessandra Daflon dos; JACO-VILELA, Ana Maria. Rádice:
Passado e futuro. Psicol. Soc.
[online], v. 17, n. 3, p. 26-32, 2005. ISSN 1807-0310. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/psoc/v17n3/a04v17n3.pdf>. Acesso em: 03 novembro 2015.

SCARPARO, Helena Beatriz Kochenborger; TORRES, Samantha; ECKER, Daniel Dall'Igna.
Psicologia e ditadura civil-militar: reflexões sobre práticas psicológicas frente às violências de estado.
Rev. Epos, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, jun. 2014. Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2178-700X2014000100004&lng=pt&nrm=iso>. Acessos em 01 nov. 2015.
Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo. (1975). Livro de Atas n. 1. (Ata 23 de 03 de novembro de 1975)

Referências Bibliográficas
Referências das Imagens
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Obrigado!
Muito
Isabelle Gomes
Linniker Matheus
A PSICOLOGIA E A DITADURA MILITAR BRASILEIRA:
contexto histórico e desenvolvimento científico da Psicologia durante os anos de 1964 a 1985

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