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Untitled Prezi

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by

Isabelle Costa

on 13 March 2013

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Nos pacientes pré-cirúrgicos
Informações relevantes para os cuidados durante e após a cirurgia
História de tabagismo ou doenças cardiovasculares
Condição nutricional pela história dietética
Monitorização dos resultados laboratoriais e avaliação cardiológica pré-cirúrgica Pontos importantes para Investigação Cirurgias das vias biliares GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA (processo de enfermagem) DE: Risco de volume de líquidos deficiente relacionado com desvios que afetam a absorção e a ingestão de líquidos

Ações:
Monitoração hídrica
Estimar a ingesta e débito de líquidos, pesagem diária;
Avaliar os valores séricos e urinários de sódio e potássio;
Observar e registrar o turgor cutâneo e a aparência da língua.

Resultado: equilíbrio hídrico GASTROSTOMIA DE: Disfunção sexual, relacionado a estrutura corporal alterada

Ações:
Incentivar o paciente a verbalizar as preocupações e medos;
Recomendar as posições sexuais alternativas;
Procurar assistência especializada;

Resultado: Sexualidade GASTROSTOMIA DE: Distúrbio na imagem corporal
Ações:
Melhora do enfrentamento
Incentivar o paciente a verbalizar seus sentimentos, oferecer-se para estar presente quando o estoma for visualizado pela primeira vez;
Sugerir a presença de alguém importante no momento da visualização do estoma;
Oferecer aconselhamento quando desejado;
Melhora da imagem corporal
Facilitar o contato com pessoas com mudanças semelhantes na imagem corporal
Promover o contato com outros ostomizados;
Ajudar o paciente a discutir mudanças causadas pela cirurgia, conforme apropriado.

Resultado: Imagem corporal: Obtenção de um autoconceito positivo GASTROSTOMIA GASTROSTOMIA ESOFAGECTOMIA ESOFAGECTOMIA ESOFAGECTOMIA Varizes Esofágicas Plano de Cuidados TRATAMENTO DE ENFERMAGEM
anamnese,
exame físico,
monitorização hemodinâmica,
lavagem gástrica,
assistência ao tamponamento esofágico,
reposição volêmica,
administração de agentes farmacológicos,
oxigenoterapia,
em constante avaliação do nível de consciência,
sinais de choque hipovolêmico, VARIZES ESOFÁGICAS Tamponamento por balão - sonda Sengstaken – Blakemore
A sonda Sengstaken – Blakemore (SSB) é uma SNG com os dois balões (gástrico e esofágico) com capacidade de poder insuflar ar para comprimir as veias da junção gastro-esofágica e do próprio esôfago.
Nesse procedimento, a pressão é exercida sobre a cárdia e contra as varizes hemorrágicas.
O balão só é desinflado após várias horas sem sangramento. VARIZES ESOFÁGICAS VARIZES ESOFÁGICAS Observar sinais de sangramento - monitorizar frequentemente os sinais vitais e inspecionar a área da F.O e dos drenos, aumento da sensibilidade e rigidez do abdome.
Observar possíveis sinais de complicações cirúrgicas como: perfuração intestinal (perda de apetite, vômitos, dor, distensão do abdome e elevação da temperatura). Prescrição de Enfermagem Manter o jejum até a cirurgia e após a recuperação completa anestésica. Iniciando dieta líquida quando o retorno da função intestinal (peristalse)
Auxiliar na mobilização do decúbito no pós-operatório imediato, estimulando gradativamente a deambulação precoce. Prescrição de Enfermagem Avaliação da dor e administração de analgésico de acordo com a prescrição médica e intensidade da dor.
Avaliar sintomas gastrintestinais e administrar medicações de acordo com as queixas
Observar distensão abdominal e ruídos hidroaéreos ausentes Planejamento e Implementação
Prescrição de Enfermagem Náuseas relacionadas a distensão da vesícula biliar e ao esvaziamento gástrico retardado por uso de narcóticos e agentes anestesiantes, evidenciado por relato de náusea ou de mal-estar, salivação e gosto ácido na boca.

Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais relacionada ao déficit de digestão pela secreção inadequada da bile e evidenciada por relato de indigestão, plenitude gástrica, dor abdominal Diagnósticos de Enfermagem
NANDA (2010) Integridade da pele prejudicada relacionada a incisão cirúrgica, evidenciada pelo rompimento da superfície da pele.

Risco de lesão perioperatória por posicionamento relacionado à imobilização na mesa cirúrgica. Diagnósticos de Enfermagem
NANDA (2010) Dor Aguda relacionada à contração da vesícula biliar contra a obstrução dos ductos biliares, evidenciada por relato, expressão facial e posição antálgica.

Risco de Infecção relacionado a cirurgia e ao processo de localização do cálculo (colédocolitíase) Diagnósticos de Enfermagem
NANDA (2010) Nos casos agudos

Tipo, localização e frequência da dor
Relação com episódios alimentares
Sinal de Murphy positivo
Distensão abdominal discreta, peristalse
diminuída
Febre e leucocitose Pontos importantes para Investigação Anamnese
Exame Físico Geral
Exame Físico Abdominal
Exames complementares Investigação PROCESSO DE ENFERMAGEM NAS CIRURGIAS BILIODIGESTIVAS COLECISTOSTOMIA COLECISTOSTOMIA É realizada quando a condição do paciente impede a cirurgia mais extensa ou quando a reação inflamatória aguda é grave.
Colescistostomia  A vesícula biliar é aberta e é fixado um dreno e uma bolsa.
Coledocostomia  a incisão é feita no duto biliar comum, é fixado dreno e bolsa.
Depois do episódio agudo pode ser feita a colecistectomia. COLECISTOSTOMIA / COLEDOCOSTOMIA Cálculos biliares (Colecistites)
Coledocolitíase
Colecistite enfisematosa e alitiásica
Colangite
Carcinoma da vesícula biliar
Tumores malignos do ducto biliar
Tumores benignos da vesícula e ductos biliares
Estenose biliar DOENÇAS BILIODIGESTIVAS CIRCULAÇÃO ÊNTERO-HEPÁTICA FISIOLOGIA DAS VIAS BILIARES Formação da Bile
↓ ↓
Hepatócitos Células dos Ductos FISIOLOGIA DAS VIAS BILIARES GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA GASTRECTOMIA DE: Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais, relacionado a fatores psicológicos
Ações:
Controle da nutrição
Realizar avaliação nutricional completa;
Aconselhar o paciente a evitar alimentos a base de celulose ou hemicelulose;
Recomendar a moderação no consumo de alimentos irritantes;
Orientar sobre alimentos que reduzam odores

Resultado: Estado nutricional GASTROSTOMIA DE: Risco de integridade da pele prejudicada relacionado a excreções
Ações:
Supervisão da pele
Cuidados com ostomias
Fornecer informações sobre os sinais e sintomas da pele irritada ou inflamada;
Ensinar o paciente a limpar suavemente a pele periostomal;
Monitorar a cicatrização do ostoma e tecido circunjacente
Demonstrar como aplicar uma barreira cutânea;
Demonstrar como remover a bolsa.
Demonstrar como irrigar a ostomia, conforme apropriado
Orientar o paciente sobre as formas de monitorar complicações
Resultado: Integridade tissular da pele e mucosas GASTROSTOMIA COMPLICAÇÕES POTENCIAIS
Infecção da ferida
Celulite e abscesso da parede abdominal
Sangramento gastrintestinal
Remoção prematura da sonda GASTROSTOMIA Em alguns casos de nutrição prolongada (3 a 4 semanas) prefere-se uma gastrostomia (pct idoso ou debilitado)
Também é preferida no pct comatoso porque o esfíncter gastresofágico permanece intacto. GASTROSTOMIA Procedimento cirúrgico em que uma abertura é criada no estômago com a finalidade de administrar alimentos e líquidos; GASTROSTOMIA DIAGNOSTICOS ESOFAGECTOMIA CUIDADOS DE ENFERMAGEM PÓS ESOFAGECTOMIA
SNG removida 5 a 7 dias depois da cirurgia
Encorajar o paciente na alimentação iniciando com pequenos goles e posteriormente alimentos pastosos
Orientar o paciente a após cada refeição manter-se sentado/evitar deitar-se por 2 horas ESOFAGECTOMIA ESOFAGECTOMIA Esofagectomia Transtorácica (Ivor Lewis) ESOFAGECTOMIA Retirada cirúrgica do esôfago
Geralmente motivada pela presença de uma neoplasia maligna
Pode-se reconstruir o trânsito após uma esofagectomia com um tubo produzido geralmente com intestino delgado. ESOFAGECTOMIA INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Avaliar relatos de dor, incluindo localização, duração e intensidade;
Rever os fatores que agravam ou aliviam a dor;
Oferecer refeições pequenas e frequentes, quando indicado;
Identificar e limitar os alimentos que provocam desconforto e ocorrência de hemorragia;
Administrar terapêutica prescrita.
Resultados: Verbalização do alívio da dor, demonstrar postura corporal relaxada, doente capaz de dormir e repousar. DE: Dor aguda/crónica r/c hemorragia esofágica, espasmos, relatos de dor, postura antiálgica (postura corporal rígida, careta facial) e/ou alterações nos sinais vitais. INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Avaliar o padrão de eliminação;
Proporcionar privacidade, ambiente calmo e relaxante nos períodos de eliminação;
Esclarecer o doente para evitar fazer esforços durante a evacuação (manobra de Valsalva), para evitar novas hemorragias;

Avaliar características da urina (densidade) e das fezes (presença de sangue, consistência);

Adequar a dieta ao padrão de eliminação e estimular a ingestão hídrica.
Resultados: Manutenção de um padrão de eliminação regular. DE: Alteração no padrão de eliminação r/c nutrição e hidratação inadequadas, hemorragia e dor. DE: Risco perfusão tecidual alterada r/c hipovolémia. INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Avaliar alterações do nível de consciência e/ou relato de tonturas/cefaleias;
Avaliar queixa de dor torácica (localização, qualidade, duração e o que a alivia/ acentua);
Avaliar pele, palidez, diaforese, enchimento capilar retardado e pulsos periféricos, fracos e filiformes;
Avaliar débito urinário e densidade urinária;
Monitorizar frequência e ritmo cardíaco, gasometria arterial/ oximetria de pulso;
Administrar líquidos E.V., quando indicado, para manter o volume e perfusão circulante.
Resultados : Manter/melhorar a perfusão tecidual, indicado por sinais vitais estáveis, pele aquecida, pulsos periféricos palpáveis, gasometria arterial normal, débito urinário normal. DE: Nutrição alterada (inferior às necessidades) r/c dificuldade de deglutição, dor e hemorragia INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Determinar a capacidade de deglutição do doente;
Adaptar a dieta de acordo com as limitações do doente de modo a facilitar a deglutição e evitar a ocorrência de lesões hemorrágicas;
Se necessário recorrer a nutrição entérica ou parentérica e administrar terapêutica prescrita para o controlo das náuseas, vómitos e hemorragias.
Administrar líquidos E.V./expansores de volume (cloreto de sódio a 0,9%, lactato de ringer), sangue ou plasma fresco, plaquetas, terapêutica quando prescrito;
Inserir/manter SNG de grande calibre durante a fase de sangramento agudo, para retirar secreções gástricas, sangue e coágulos;
Avaliar sintomas de hemorragia GI (náuseas, hematócrito e hemaglobina diminuídos, hipotensão, taquicardia, diarreia/ obstipação, anorexia).
Resultados: Manter estado nutricional equilibrado, fazer uma ingestão calórica diária adequada à situação nutricional do doente. DE: Déficit do volume hídrico r/c perda de volume hídrico por hemorragia, vômitos, dificuldade de deglutição e dor INTERVENÇÕES/ATIVIDADES:
Investigar factores causais (vómitos, diarreia, deglutição prejudicada);
Promover repouso no leito;
Observar atentamente sinais de desidratação e resposta fisiológica à hemorragia;
Explicar a importância de fazer uma ingestão hídrica adequada (monitorizar a ingestão/débito de líquidos);
Monitorizar com frequência os sinais vitais, comparando os valores, para estimar a perda sanguínea;
Resultados: Demonstrar melhoria no padrão de equilíbrio hídrico, indicado por: débito urinário adequado, densidade urinária normal, sinais vitais estáveis, mucosas hidratadas, bom turgor cutâneo e enchimento capilar imediato. TRATAMENTO DE ENFERMAGEM
controlar sinais vitais,
balanço hídrico,
tratar o sangramento com sedação,
repouso completo do esôfago mediante jejum,
alimentação parenteral,
orientar para o paciente evitar esforços,
vômitos,
administrar conforme prescrição médica vitamina K,
múltiplas transfusões de sangue,
lavagem gástrica nos casos de hematêmese,
e lavagem intestinal nos casos de melena. VARIZES ESOFÁGICAS Fatores que contribuem para hemorragia:
- Esforço muscular para levantar objetos;
- Esforço para evacuar;
- Espirro, tosse ou vômito;
- Esofagite;
- Irritação por deglutição de alimentos mal mastigados;
- Refluxo. VARIZES ESOFÁGICAS (D’AMICO; FRANCIS, 2003) VARIZES ESOFÁGICAS (SMELTZER; BARE, 2009) Como tudo começa...
A hipertensão portal é uma condição fisiopatológica resultante da dificuldade do sangue transitar pelo fígado, quando este se apresenta com cirrose.
No interior do fígado ocorre a resistência aumentada ao fluxo portal e compressão das veias hepáticas terminais pela fibrose perivascular e nódulos parenquimatosos expansivos. VARIZES ESOFÁGICAS NANDA. North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de enfermagem
da NANDA: definições e classificação – 2009/2011; NANDA Internacional. trad. Regina
Machado gargces – Porto Alegre: Artmed, 2010.
ALFARO-LEFEVRE, R. Aplicação do Processo de Enfermagem: promoção do cuidado
colaborativo. 5. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2005. 284p.
FISCHBACH, FRANCES, Manual de Enfermagem: Exames laboratoriais e Diagnósticos,
7. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan, 2005.
PETROIANU, A. Urgências clínicas e cirúrgicas. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan, 2002.
RASSLAN, S. Clínica Cirúrgica. Barueri: Editora Manole, 2007. 2 volumes.
SILVA, DE CARLI. Videocirurgia. Porto Alegre: Artmed, 2007, 496p.
SMELTZER SC; BARE BG. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médico
cirúrgica. 11a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
WAY, L.W.W. Cirurgia: Diagnóstico e Tratamento. 9. ed. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Koogan, 2003 REFERÊNCIAS ANDREOLLO,N.A.; LOPES,L.R.; COELHO NETO, J.S. Complicações pós-operatórias após gastrectomia total no câncer gástrico. análise de 300 doentes. ABCD Arq Bras Cir Dig, v.24, n.2, p.126-130, 2011.
D’Amico G, de Francis R. Upper digestive bleeding in cirrhoses. Post-therapeutic outcome and prognostic indicators. Hepatology. 2003;38:599-612. REFERÊNCIAS Alívio da dor
Mantém boa evolução da cicatrização da pele
Obtém alívio da intolerância dietética
Não apresenta complicações
Demonstra conhecimento quanto ao seu autocuidado domiciliar Avaliação Retomando a atividade

- exercícios leves
- dirigir após 3 ou 4 dias
- retornar atividade sexual quando desejado
- evitar levantar peso (2,5 kg) por 1 semana Orientações para alta Melhoria da Condição Nutricional – orientar pobre em gorduras e ricas em proteínas e carboidratos.
Na alta hospitalar orientar o paciente para hábitos alimentares mais nutritivos.
Educar o paciente sobre os cuidados domiciliares da administração das medicações prescritas e suas ações. Prescrição de Enfermagem Manter curativos das feridas operatórias limpos, trocando o curativo sempre que necessário.
Manter antibioticoterapia prescrita, seguindo rigorosamente os horários determinados.
Observar funcionabilidade dos drenos, registrando o aspecto e débito.
Se houver drenagem biliar para a pele, atentar para sinais de irritação, trocar os curativos e proteger a pele. Prescrição de Enfermagem Controle ineficaz do regime terapêutico relacionado ao déficit no conhecimento quanto a atividade de autocuidado após a alta e evidenciado pela percepção de saúde do paciente Diagnósticos de Enfermagem
NANDA (2010) COLEDOCOSTOMIA Vesícula Biliar aberta, com os vários cálculos. COLECISTECTOMIA COLECISTECTOMIA ABERTA Retirada da vesícula biliar pela ferida umbilical sob monitoramento microlaparoscópico epigástrico. COLECISTECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA Microlaparoscópio no portal epigástrico monitorando a entrada do aplicador de clipes pelo portal umbilical. COLECISTECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA Disposição dos instrumentos laparoscópicos no tempo principal da Colecistectomia Agulhascópica. COLECISTECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA (PETROIANU, 2003; WAY, L. W.W, 2003) Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
(CPRE)

associado a radiologia com contraste

investigar os ductos biliares, vesícula biliar, canal pancreático e o esfíncter de Oddi EXAMES DIAGNÓTICOS Distúrbios do trato biliar afetam uma porção significativa da população mundial



95% das doenças são atribuíveis à litíase da vesícula biliar

(FERREIRA et al., 2006) RELEVÂNCIA DO TEMA Fatores reguladores do fluxo da bile

secreção hepática

contração da vesícula biliar
(colecistocinina - CCK)

resistência do esfíncter
do colédoco FISIOLOGIA DAS VIAS BILIARES ANATOMIA DAS VIAS BILIARES A vitamina B12 tem que ser injetada em indivíduos que se submeteram a gastrectomia total, uma vez que sem estômago  não há produção de fator intrínseco  não há absorção de B12 pelo intestino delgado. GASTRECTOMIA (ANDREOLLO; LOPES; COELHO NETO, 2011) GASTRECTOMIA TOTAL
A gastrectomia total é considerada um procedimento de alto nível de complexidade, e deve ser realizada em hospitais de referência, pois apresenta índices de morbidade e mortalidade não desprezíveis. GASTRECTOMIA (ANDREOLLO; LOPES; COELHO NETO, 2011) É uma técnica cirúrgica em que é retirado todo ou parte do estômago.
É possível ter uma vida praticamente normal sem o estômago. GASTRECTOMIA DE: Conhecimento deficiente
Intervenções/Atividades
Educação para a saúde
Ensino do indivíduo
Orientar o paciente quando convier
Incluir família e pessoas importantes quando apropriado
Determinar se o estoma é permanente ou temporário. Estar ciente do prognóstico do paciente quando existe carcinoma;
Ensino:pré operatório
Determinar experiências cirúrgicas anteriores do paciente e o nível de conhecimento do paciente relativos à cirurgia
Corrigir expectativas irreais relativas a cirurgia, conforme apropriado
Dar tempo que o paciente faça perguntas e discuta preocupações
Usar imagens para ilustrar a localização e a aparência das feridas cirúrgicas e do estoma, quando o paciente é receptivo;

Resultado: Cuidados com ostomias/ comportamento de saúde GASTROSTOMIA Os pacientes com refluxo gastresofágico grave estão em risco de pneumonia por aspiração e por conseguinte não são candidatos a uma gastrostomia.
É preferida uma jejunostomia ou pode ser recomendada a alimentação jejunal através de uma sonda nasoentérica. GASTROSTOMIA Gastrostomia percutânea GASTROSTOMIA Lesão com grande protusão ESOFAGECTOMIA INTERVENÇÕES/ATIVIDADES
Avaliar o padrão respiratório e a eficácia respiratória (SPO2);

Ensinar a forma correcta de respirar de modo a diminuir a dor;

Estimular o doente a realizar inspirações profundas;

Ensinar o doente a controlar a tosse;

Ensinar técnica de suporte durante a respiração.

Resultados: Manter padrão respiratório regular. DE: Alteração do padrão respiratório r/c dor e hemorragia no esôfago VARIZES ESOFÁGICAS VARIZES ESOFÁGICAS (D’AMICO; FRANCIS, 2003) O sangramento por ruptura de varizes esofagogástricas é uma emergência médica com alta morbi-mortalidade, por isso o seu manejo deve ser realizado em unidade de terapia intensiva com uma equipe médica multidisciplinar.
A mortalidade é de 30 a 40% no primeiro sangramento e de 20% em 6 semanas apesar do tratamento adequado. VARIZES ESOFÁGICAS (D’AMICO; FRANCIS, 2003) A ruptura de varizes esofágicas é causa de cerca de 70 % do primeiro episódio de sangramento digestivo alto em pacientes com hipertensão portal.
A mortalidade no primeiro episódio de ruptura de varizes esofágicas varia de 30-40%.
Dos pacientes que sobrevivem à hemorragia do primeiro episódio, mais da metade tem recidiva hemorrágica dentro de um ano.
A mortalidade está diretamente relacionada ao grau de insuficiência hepática, avaliado pela classificação de Child-Pugh. VARIZES ESOFÁGICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM Isabelle Costa SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE SUBMETIDO A CIRURGIAS NO SISTEMA DIGESTIVO ALTO Orientações para alta Gerenciando o cuidado e acompanhamento
- consulta em 7 a 10 dias
- comunicar sinais de infecção
- náuseas, vômitos e dor abdominal
- febre Orientações para alta Cuidando da incisão
- verificar sinais de infecção
- limpeza

Retomando a alimentação
- reintroduzir lipídios
gradualmente (SMELTZER; BARE, 2009 Orientar sobre sintomas que devem ser relatados: icterícia, urina escura, fezes claras, pruridos, sinais de inflamação ou infecção (dor ou febre). Prescrição de Enfermagem QUAIS??? Planejamento e Implementação
Prescrição de Enfermagem Avaliar exames laboratoriais (leucocitose, bilirrubina, fosfatase e amilase)
Certificar-se de exames pré-operatórios e realizar as orientações pré-cirúrgicas. CÁRDIA FUNDO GÁSTRICO ESÔFAGO ESOFAGECTOMIA Se o balão ficar muito tempo e com pressão elevada pode provocar ulceração e necrose. Monitorar o paciente constantemente pois o balão pode se deslocar e ir para a orofaringe, provocando obstrução da via aérea e risco de vida. Sonda Sengstaken – Blakemore VARIZES ESOFÁGICAS (ALFARO-LEFEVRE, 2005)
O processo de enfermagem
organiza-se em 05 etapas
interrelacionadas,
interdependentes,
e recorrentes. Implementação Planejamento Avaliação Diagnóstico Investigação Processo de Enfermagem nas Cirurgias Biliodigestivas (SILVA; DE CARLI, 2007) COLECISTECTOMIA POR VIDEOLAPAROSCOPIA (PETROIANU, 2003; WAY, L. W.W, 2003) PAPILOTOMIA ENDOSCÓPICA EXAME DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO Cálculo de colédoco
(coledocolitíase) Papilótomo é introduzido
na papila duodenal Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica
(CPRE) EXAMES DIAGNÓSTICOS (PETROIANU, 2003; WAY, L. W.W, 2003; SILVA; DE CARLI, 2007; SMELTZER; BARE, 2009 Ultrassonografia
(PADRÃO OURO)

Cálculos biliares Lama Biliar Espessamento EXAMES DIAGNÓSTICOS SAIS BILIARES BILIRRUBINA Composição da Bile ÁGUA COLESTEROL ÁCIDOS GRAXOS LECITINA ELETRÓLITOS ÁGUA FISIOLOGIA DAS VIAS BILIARES
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