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Embriologia do Sistema Urinário - Medicina 2012.2

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by

jessica fj

on 22 August 2013

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Transcript of Embriologia do Sistema Urinário - Medicina 2012.2

FORMAÇÃO DO SISTEMA URINÁRIO
ORIGEM: 3ª SEMANA
Na 3ª semana o mesoderma delamina em mesoderma lateral, mesoderma intermediário e mesoderma paraxial.
O sistema urinário se origina do MESODERMA INTERMEDIÁRIO (crista mesodérmica comum), na 3ª semana.

Surge na 4ª semana. Ao mesmo tempo em que, na imagem, as pregas laterais surgem, os cordões nefrogênicos também estão surgindo.
A CRISTA UROGENITAL é uma elevação longitudinal do mesoderma, de cada lado da aorta dorsal.
Subdivide-se em duas, a porção que
vai originar o sistema urinário é a
CRISTA NEFROGÊNICA.

CRISTA UROGENITAl
DESENVOLVIMENTO DOS RINS
Parte do cordão nefrogênico se segmenta e
parte forma túbulos e ductos, se dividindo
em regiões que vão dar origem a 3 conjuntos
de órgão excretores:
- Pronefros: rins cervicais (rins transitórios)
- Mesonefros: rins torácico, abdominal e
lombar (rins temporários).
- Metanefros: rins definitivos.

Rudimentar e não-funcional
Inicio na 4ª semana
Na região cervical, nefrótomos (túbulos pronéfricos) que continuam com os ductos de Wolff e estes desembocam na cloaca
Ductos de Wolff persistem, participando da etapa da formação do mesonefro.

PRONEFROS
MESONEFROS
Aparecem no fim da 4ª semana
Caudal aos pronefros
Composto por túbulos e ductos mesonéfricos.
Na extremidade medial dos túbulos surgem glomérulos; junto com os túbulos ao redor formam os corpusculos renais.
Bem desenvolvido e funcional até o terceiro trimestre, quando degeneram.
Nos homens, apenas, contribui na formação do sistema reprodutor.

Começam a se formar na 5ª semana, mas a filtragem glomerular só acontece na 9ª semana.
Se formam na parte mais caudal do cordão nefrogênico, com a participação de duas fontes: Divertículo metanéfrico/broto ureteral (evaginação do ducto mesonéfrico, próximo a entrada da cloaca) e blastema metanéfrogênico (massa metanéfrica do mesoderma intermediário).
O divertículo está relacionado com a formação de: URETER, PELVE RENAL, CÁLICES MAIORES E MENORES, TÚBULOS COLETORES.
O blastema metánefrico está ligado ao desenvolvimento dos NÉFRONS.
METANEFROS
ENTRE A 6ª E A 7ª SEMANA
Ao alongar-se, o divertículo penetra no mesoderma e induz a formação da massa metanéfrica do blastema. Os túbulos coletores retos passam por repetidas ramificações até a formação do túbulos coletores. Depois ocorre a formação dos grandes cálices
e pequenos cálices.
As vesículas metanéfricas/vesículas renais se alongam e se transformam em túbulos metanéfricos que se desenvolvem e têm suas extremidades proximais invaginadas por glomérulos.
Assim começam a se formar os néfrons.
ENTRE A 6ª E A 7ª SEMANA
FORMAÇÃO DA SUPRARRENAL
Tem início na 6° semana.
O córtex é formado de mesoderme.
As células que formam a medula das glândulas provêm de um gânglio simpático adjacente, derivado da crista neural.
As suprarrenais só estarão em sua forma definitiva (adulta) em torno dos 4 anos idade.
Entre a 5ª à 12ª semana ocorre a fusão do septo urorretal com membrana cloacal. A cloaca fica dividida em uma parte anterior (o seio urogenital), e uma posterior (o canal anal). A parte vesical (superior) do seio urogenital é que vai originar a bexiga. Uma parte da bexiga é derivada das extremidades caudais dos ductos mesonéfricos: Trígono da bexiga
Seu epitélio é derivado do endoderma, as demais camadas da bexiga derivam do mesênquima esplâncnico. Inicialmente é contínua com o alantóide, quando ele se degenera forma-se o úraco.

FORMAÇÃO DA BEXIGA
FEMININA: O epitélio vem do endoderma do seio urogenital, o qual é responsável por toda a sua estrutura.
FORMAÇÃO DA URETRA
MASCULINA: O epitélio deriva do endoderma do seio urogenital, entretanto a parte distal deriva da placa da glande (ectodérmica). Entre a 11ª a 14ª semana a ponta da glande cresce até encontrar a uretra esponjosa. Torna-se canalizada e une-se ao restante da uretra esponjosa.
A migração aparente resulta do crescimento da região caudal do embrião, fazendo com que os rins ocupem níveis cada vez mais cefálicos. Durante essa subida os rins giram medialmente cerca de 90º,
Assim o hilo renal adquire uma posição antero-medial.
Na 9ª semana os rins encontram as glândulas suprarrenais e sua ascensão é finalizada.

Recém-nascidos e crianças apresentam a bexiga urinária na região abdominal, sendo que a partir do 6 anos esta começa a entrar
na pelve maior. Quando na puberdade, já se
encontra na pelve menor.
MUDANÇA NA POSIÇÃO DOS RINS
6ª A 9ª SEMANA
VASCULARIZAÇÃO
Conforme muda seu posicionamento, os rins são supridos por diferentes artérias.
Primeiramente, ramos da aorta pélvica, as artérias ilíacas internas são as responsáveis pela vascularização.
À medida em que ascendem, os rins recebem sangue da parte caudal da aorta e, depois, da aorta abdominal. Esta permanece como supridora no adulto, através das artérias renais.

TRABALHO DE EMBRIOLOGIA
Medicina 2012.2

Alunas:
Aliane Paes
Barbara Sandri
Jessica Fujie
Mariana de Souza
Mirian Kim



Ao final da 4 semana, as estruturas pronéfricas já desapareceram.
A diferenciação do rim envolve interações epiteliomesenquimais. O mesenquima expressa WT1, que regula a producao de suas duas proteínas estimuladoras do crescimento dos brotos ureterais: o fator neurotrofico derivado da glia (GDNF) e o fator de crescimento de hepatocitos ( HGF OU FATOR DE DISPERSÃO). Os receptores para essas proteínas, produzidos pelo epitelio broto ureteral são, os tirosinoquinase RET e MET, respectivamente . A indução do mesenquima pelos brotos se dá por meio do fator de crescimento de fibroblastos 2( FGF-2), pela proteina morfogenetica ossea – 7 (BMP-7) e pela modificação da matriz extracelular, substituindo fibronectina, colageno tipo I e tipo II por laminina e colageno tipo IV e sintetizando sindecana e E-caderina. Os genes reguladores da conversao do mesenquima em epitelio são PAX2 e WNT4.
A produção de urina começa no início da gestação, após a diferenciação dos capilares glomerulares na 10ª semana.

REGULAÇÃO MOLECULAR DO DESENVOLVIMENTO RENAL
A uretra no colo da bexiga deriva da parte pélvica mediana do seio urogenital.
O mesênquima esplâncnico dá origem ao seu tecido conjuntivo e à sua musculatura lisa..
Com o nascimento os rins amadurecem em seu funcionamento, pois os
néfrons atingiram seu desenvolvimento máximo. A partir daí, aumentam
de tamanho, o que contribui para o crescimento do órgão.
Isto também ocasiona a mudança de seu aspecto lobulado característico
do período fetal, sendo que o aumento no tamanho dos néfrons faz com
que os lóbulos desapareçam por completo durante a infância.


Bexiga urinária
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