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2s-l6-port

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by

Ana Marques

on 30 January 2013

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Transcript of 2s-l6-port

Observações:

I. As subordinadas substantivas podem vir introduzidas por outras palavras:
Pronomes interrogativos (quem, que, qual...)
Advérbios interrogativos (onde, como, quando...)
Perguntou-se quando ele chegaria.
Não sei onde coloquei minha carteira.

II. Pode-se substituir uma oração subordinada substantiva por isto ou este. MÓDULO 24 Substantivas ORAÇÕES COORDENADAS Atividades Orações Subordinadas II Orações Subordinadas I Como estudado no módulo anterior, o período é composto quando há mais de uma oração para completar-lhe o sentido. Os períodos podem ser compostos por: coordenação – se todas suas orações forem simplesmente justapostas ou regidas por conectivos coordenativos;

subordinação – quando, excluída a oração principal, todas as suas orações forem regidas por conectivo subordinativo (claro ou oculto). Orações coordenadas Períodos compostos por coordenação são os períodos que, possuindo duas ou mais orações, apresentam orações coordenadas entre si. Apesar de cada oração coordenada possuir autonomia de sentido em relação às outras e nenhuma delas funcionar como termo da outra, elas complementam mutuamente seus sentidos.
A conexão entre as orações coordenadas pode ou não ser realizada por meio de conjunções ou locuções conjuntivas coordenativas. Assim, as orações de um período composto por coordenação classificar-se-ão em: a) orações assindéticas – se não tiverem conectivo.
Ex: Chegamos a casa, tiramos a roupa, banhamo-nos, fomos deitar.

b) orações sindéticas – se forem regidas pelas conjunções coordenativas.
Ex: “Não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafifins.” conjunção coordenativa São cinco as orações coordenadas, que são iniciadas por uma conjunção coordenativa. Exprime uma relação de soma, de adição.
Ex: Comeu da comida, bebeu do vinho, ficou satisfeito e foi embora. Aditiva Exprime uma ideia contrária à da outra oração, uma oposição.
Ex: Amanda foi à praia, mas choveu. Adversativa Exprime ideia de opção, de escolha, de alternância.

Ex: Estude, ou não sairá mais este mês. Alternativa Exprime uma conclusão da ideia contida na outra oração.

Ex: Estudou muito, logo foi aprovado em todos os vestibulares. Conclusiva Exprime uma explicação.

Foi aprovado em todos os vestibulares, porque estudou muito. Explicativa Compare as relações de sentido estabelecidas entre as coordenadas conclusivas e as explicativas.
Observe agora o quadro das conjunções coordenativas que iniciam as orações coordenadas sindéticas: Observação:

É importante não só analisar as orações coordenadas sindéticas pelos conectivos, mas sim pela relação de sentido estabelecida entre elas.

Ex: O homem fala e a mulher manda.

Observe que a conjunção e, na verdade, não equivale a uma adição, mas uma adversidade. (O homem fala, mas a mulher manda.) Os períodos compostos por subordinação são períodos que possuem uma oração principal e, pelo menos, uma oração subordinada sintaticamente a ela, podendo funcionar como termo essencial, integrante ou acessório da oração principal.
As orações subordinadas se conectam à oração principal por meio de conjunções subordinativas ou pronomes relativos.
Observe:

...permitir que o outro invada sua subjetividade...

A oração:“que o outro invada sua subjetividade” funciona como objeto direto de permitir, pois quem permite, permite alguma coisa.
Pode-se concluir então que são estabelecidas as mesmas relações sintáticas do período simples no período composto, representando-se por orações (com verbos) o que é representado no período simples por uma palavra ou por um termo.
As orações subordinadas subdividem-se de acordo com a relação sintática estabelecida com a oração principal.

São elas:

I. substantivas
II. adjetivas
III. adverbiais Orações subordinadas Orações subordinadas substantivas Período simples

Ex: Reconhecer os problemas semelhantes aos seus.
VTD Objeto direto Período composto

Ex: "...reconhecer que os outros também têm problemas semelhantes aos seus...”
VTD Or. Subordinada Substantiva Objetiva Direta

Obserue essa oração exerce a mesma função sintática do termo destacado no exemplo 1 objeto direto. Além disso, ela também é subordinada, pois é uma função sintática da oração chamada principal.
Por isso, a oração em destaque classica-se como: oração subordinada substantiva objetiva direta. Classificação das orações substantivas

As orações subordinadas substantivas são classificadas de acordo com a função sintática que elas exercem em relação à oração principal.
São seis as orações subordinadas substantivas iniciadas por uma conjunção subordinativa integrante (que, se): Subjetiva Funciona como sujeito da oração principal.
Há três estruturas de oração principal que se usa como subordinada substantiva subjetiva:

verbo de ligação + predicativo + oração subordinada substantiva subjetiva.

Ex: É necessário que façamos nossos deveres.
o.s.s.s

verbo unipessoal + oração subordinada substantiva subjetiva.

Ex: Convém que façamos nossos deveres.
o.s.s.s Obs: Verbo unipessoal só é usado na terceira pessoa do singular; os mais comuns são convir, constar, parecer, importar, interessar, suceder, acontecer. verbo na voz passiva + oração subordinada substantiva subjetiva.

Ex: Foi afirmado que você subornou o guarda.
o.s.s.s O verbo pode estar na voz passiva sintética ou pronominal. Funciona como objeto direto da oração principal.

(sujeito) + VTD + oração subordinada substantiva objetiva direta.

Ex: Todos desejamos que seu futuro seja brilhante.
o.s.s.o.d. Objetiva direta Se exerce como objeto indireto da oração principal.

(sujeito) + VTI + prep. + oração subordinada substantiva objetiva indireta.

Ex: Lembro-me de que tu me amavas.
o.s.s.o.i. Objetiva indireta Funciona como complemento nominal de um termo da oração principal.

(sujeito) + verbo + termo intransitivo + prep. + oração subordinada substantiva completiva nominal.

Ex: Tenho necessidade de que me elogiem.
o.s.s.c.n. Completiva nominal Exerce como aposto da oração principal; em geral, a oração subordinada substantiva apositiva vem após dois pontos, ou mais raramente, entre vírgulas.

oração principal + : + oração subordinada substantiva apositiva.

Ex: Todos querem o mesmo destino: que atinjamos a felicidade.
o.s.s.a.

A função dela é complementar o sentido de uma frase anterior que esteja completa sintaticamente. Por exemplo, quando se diz: Ela só quer uma coisa, a frase está completa sintaticamente, pois tem sujeito-verbo-objeto, porém incompleta quanto ao sentido. Portanto, deve-se colocar algo que complete o sentido dessa frase:

Ex: Ela só quer uma coisa: que sua presença seja notada.
o.s.s.a. Apositiva Funciona como predicativo do sujeito do verbo de ligação da oração principal.

(sujeito) + VL + oração subordinada substantiva predicativa.

Ex: A verdade é que nunca nos satisfazemos com nossas posses.
o.s.s.p. Predicativa Adjetivas As orações subordinadas adjetivas exercem a função de adjuntos adnominais de um termo da oração principal, muitas vezes, podendo até ser substituídas por adjetivos. Elas geralmente são iniciadas por um pronome relativo. Mas, antes é necessário relembrar dos pronomes relativos. Os pronomes relativos são aqueles que representam substantivos já citados no período, substituindo-os na oração. Por isso, esses pronomes, além de servirem como conectivos, também vão ter uma função sintática, uma vez que estão substituindo um substantivo. Mas, como saber a função sintática do pronome que?

Observe que o pronome que, da 2.ª oração, retoma a palavra televisão, da 1.ª oração.

A televisão que comprou já quebrou.

Se for substituído o pronome relativo que por televisão, ter-se-ia:

A televisão já quebrou. Comprou a televisão.
Conclui-se então que o pronome que também exerce a função sintática de objeto direto. Objeto direto Funções sintáticas dos pronomes relativos O pronome relativo pode ser antecedido por um substantivo ou por um pronome substantivo e exerce a função sintática dos nomes que são representados por ele. Sujeito

O mundo é movido por pessoas que confifiam nas próprias ideias.

O mundo é movido por pessoas.

Pessoas confifiam nas próprias ideias. Sujeito Objeto direto

A pessoa que eu amo (VTD) está do outro lado do espelho.

A pessoa está do outro lado do espelho.

Eu amo a pessoa. Objeto Direto Objeto indireto

A autoconfifiança a que me refifiro (VTI) é necessária para a autoestima.

A autoconfifiança é necessária para autoestima.

Eu me refifiro à autoconfifiança. Objeto indireto Adjunto adverbial

O lugar onde moro é maravilhoso.

O lugar é maravilhoso.

Moro no lugar. Adjunto adverbial Agente da passiva

Eu vi a pessoa por quem tu eras amado.

Eu vi a pessoa.

Tu eras amado pela pessoa. Agente da passiva Predicativo do sujeito

O arrogante que fui fez-me arrepender.

Fui arrogante. Predicativo Adjunto adnominal

A autoestima, cujo sentimento todos devemos ter, faz bem à saúde.

Todos devemos ter o sentimento de autoestima. Adjunto adnominal Complemento nominal

A confifiança de que tenho necessidade não está em você.

Tenho necessidade da confifiança. Complemento nominal Observação:

O pronome qual é empregado para evitar ambiguidade, substituindo o pronome que.

Encontrei um irmão da minha cunhada que morou na Europa.

Reescrevendo a frase: Encontrei um irmão da minha cunhada, o qual morou na Europa. Agora que já revisado o pronome que, serão classificadas as orações subordinadas adjetivas. Classificação das orações
subordinadas adjetivas É aquela que limita, restringe o sentido do substantivo ou pronome a que se refere. A restritiva funciona como adjunto adnominal de um termo da oração principal e não pode ser isolada por vírgulas. É indispensável ao sentido da frase.

A garota com quem simpatizei está à sua procura. Serve para esclarecer melhor o sentido de um substantivo, explicando mais detalhadamente uma característica geral e própria desse nome. A explicativa funciona como aposto explicativo e é sempre isolada por vírgulas, pois apresenta uma qualidade acessória ao seu antecedente. Restritiva Explicativa Londrina, que é a terceira cidade da região Sul do país, está muito bem cuidada. Atenção!

Não confunda a Oração Subordinada Adjetiva Explicativa com Oração Subordinada Substantiva Apositiva, ambas funcionam como aposto, mas a Oração Subordinada Adjetiva Explicativa tem como função complementar o sentido de um substantivo anterior, e não uma frase como as Subordinadas Substantivas Apositivas.

A vaca, que para os hindus é um animal sagrado, para nós é sinônimo de churrasco. Oração Subordinada Adjetiva Explicativa MÓDULO 21 MÓDULO 22 MÓDULO 23 1. (UFPR) Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, estabelecendo o tipo de relação existente entre as orações de cada período e assinale a sequência obtida.

I. Relação de causa.
II. Relação de conclusão.
III. Relação de consequência.

( ) Não pudemos sair porque chovia Torrencialmente.
( ) Chovia torrencialmente; portanto não pudemos sair.
( ) Chovia tanto, que não pudemos sair.

a) 1 – 2 – 3 b) 1 – 3 – 2
c) 2 – 1 – 3 d) 2 – 3 – 1
e) 3 – 2 – 1 2. No período “Penso, logo existo”, a oração em destaque é:

a) coordenada sindética conclusiva;
b) coordenada sindética aditiva;
c) coordenada sindética alternativa;
d) coordenada sindética adversativa; 3. (UFAM) Assinale a sequência de conjunções que estabelecem, entre as orações de cada item, uma correta relação de sentido.

I. Comeu demais, ... os pesadelos não o deixaram em paz à noite.
II. Não admitiu a reprovação, ... não tivesse estudado para a prova.
III. Estudou bastante para a prova; ... foi aprovado sem problemas.
IV. Poucas pessoas vão ao teatro, ... os artistas ganham muito pouco.

a) portanto – até que – todavia – desde que
b) porque – caso – mas – se
c) por isso – embora – portanto – de modo que
d) contanto que – se – porque – porquanto
e) porém – porquanto – à medida que – se bem que 4. (SANTA CASA-SP) Por definição, oração coordenada desprovida de conectivo é denominada assindética. Observando-se os períodos seguintes:

I. Não caía um galho, não balançava uma folha.
II. O filho chegou, a filha saiu, mas a mãe nem notou.
III. O fiscal deu sinal, os candidatos entregaram a prova. Acalmaram o exame.

Nota-se que existe coordenação assindética em:
a) I apenas; b) II apenas;
c) III apenas; d) I e III;
e) Nenhuma delas. 5. (UFC) Identifique o valor semântico da conjunção nos períodos a seguir:

I. O poeta nasceu ao final das duas primeiras décadas desde o século e ainda continua perplexo dentro deste mundo atormentado.
II. As pessoas conviviam com personalidades de todos os matizes e aprendiam com gente boa e gente má.
III. Por amar Fortaleza, o poeta fez-lhe um canto de amor e leu-o ao receber o título de “Cidadão de Fortaleza”.

Assinale a opção cuja sequência corresponde à relação de sentido existente entre as orações dos períodos I, II e III.
a) adição – conclusão – consequência
b) oposição – oposição – adição
c) adição – conclusão – finalidade
d) oposição – conclusão – finalidade
e) adição – consequência – explicação 1. Em qual das frases a seguir palavra se é a conjunção subordinativa integrante, por introduzir oração subordinada substantiva?
a) Ele se morria de ciúmes pela namorada.
b) A Federação arroga-se o direito de cancelar a partida.
c) O aluno fez-se passar por professor.
d) Precisa-se de pais.
e) Não sei se o café está bom. 2. Marque a opção que contém oração subordinada substantiva completiva nominal.
a) “Tanto eu como Pascoal tínhamos medo de que o patrão topasse Pedro Barqueiro nas ruas da cidade.”
b) “Era preciso que ninguém desconfiasse do nosso conluio para prendermos o Pedro Barqueiro.”
c) “Para encurtarmos a historia, patrãozinho, achamos Pedro Barqueiro no rancho, que só tinha três divisões: a sala, o quarto dele e a cozinha.”
d) “Quando chegamos, Pedro estava no terreiro debulhando milho, que havia colhido em sua rocinha, ali perto.”
e) “Pascoal me fez um sinalzinho, eu dei a volta e entrei pela porta do fundo para agarrar o barqueiro pelas costas.” 3. (PUC-SP) Nos trechos:

“... não é impossível que a notícia da morte me deixasse alguma tranquilidade, alívio, e um ou dois minutos de prazer” e “Digo-vos que as lágrimas eram verdadeiras” a palavra que está introduzindo, respectivamente, orações:

a) subordinada substantiva subjetiva – subordinada substantiva objetiva direta;
b) subordinada substantiva objetiva direta – subordinada substantiva objetiva direta;
c) subordinada substantiva subjetiva – subordinada substantiva subjetiva;
d) subordinada substantiva completiva nominal – subordinada adjetiva explicativa;
e) subordinada adjetiva explicativa – subordinada substantiva predicativa. 4. (FUVEST-SP) Assinale a(s) alternativa(s) que apresenta(m) classificação correta da oração subordinada:

a) [ ] Espero que tenhas cuidado. (objetiva direta)
b) [ ] Não fez referência a que a situação era dedicada. (objetiva indireta)
c) [ ] Convenci-me de que tudo era tolice. (completiva nominal)
d) [ ] O importante é que ela conseguiu sair de lá. (objetiva direta)
e) [ ] É raro que não tenha seu caso a contar. (subjetiva)
f) [ ] Compreendo porque os noivos se presenteiam. (objetiva indireta) 5. (UF-UBERLÂNDIA) “Lembro-me de que ele só usava camisas brancas.” A oração sublinhada é:

a) subordinada substantiva completiva nominal;
b) subordinada substantiva objetiva indireta;
c) subordinada substantiva predicativa;
d) subordinada substantiva subjetiva;
e) subordinada substantiva objetiva direta. 6. (UF-MG) Em todos os períodos há orações subordinadas substantivas, exceto em:
a) O fato era que a escravatura do Santa Fé não andava nas festas do Pilar, não vivia no coco como a do Santa Rosa.
b) Não lhe tocara no assunto, mas teve vontade de tomar o trem e ir valer-se do presidente.
c) Um dia aquele Lula faria o mesmo com a sua filha, faria o mesmo com o engenho que ele fundara com o suor de seu rosto.
d) O oficial perguntou de onde vinha, e se não sabia notícias de Antônio Silvino.
e) Era difícil para o ladrão procurar os engenhos da várzea, ou meter-se para os lados de Goiana. 7. (FATEC) Considerando como conjunção integrante aquela que inicia uma oração subordinada substantiva, indique em qual das opções nenhum se tem esta função:

a) Se subiu, ninguém sabe, ninguém viu.
b) Comenta-se que ele se feria de propósito.
c) Se vai ou fica é o que eu gostaria de saber.
d) Saberia me dizer se ele já foi? 1. (CEFET-PR) Ligue o par de orações, transformando-as em um único período composto por subordinação:

a) Os autores foram expulsos do país.
Os livros deles continham críticas ao governo.

b) Os fatos ocorreram no Nordeste.
Refiro-me a eles no artigo “Miséria e Fome”.

c) Construímos uma sociedade injusta.
A legislação dessa sociedade é boa.

d) O vestibular é uma barreira composta de inúmeras inconsequências.
Por essa barreira deverão passar todos os que aspiram aos cursos superiores. 2. (FEI-SP) Classifique as orações em negrito, sintaticamente:

a) “Poucas eram as árvores que o inverno despira.” (Érico Veríssimo)

b) “(...) Mora em alguma fazenda, onde se entrega à contemplação da natureza e a leitura de bons livros.” (Rubem Braga) 3. (PUC-SP)

“João amava Teresa que amava
Raimundo que amava Maria que amava
Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos,
Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre,
Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e
Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.”

(Carlos Drummond de Andrade).

A primeira parte do poema (quatro primeiras linhas) é marcada, sintaticamente, pela presença de:

I. Orações
a) subordinadas adjetivas restritivas;
b) coordenadas sindéticas explicativas;
c) subordinadas adverbiais comparativas;
d) subordinadas adjetivas explicativas;
e) coordenadas sindéticas aditivas.

II. Cujo termo introduzido atua como:
a) conectivo-sujeito;
b) simples conectivo;
c) simples conectivo;
d) conectivo-sujeito;
e) simples conectivo. 4. As orações destacadas são classificadas, respectivamente:

I. O filme a que assistimos era trágico.
II. É preciso que saias imediatamente da cidade.

a) Subordinada substantiva objetiva direta; subordinada substantiva predicativa.
b) Subordinada substantiva completiva nominal; subordinada substantiva objetiva direta.
c) Subordinada adjetiva restritiva; subordinada substantiva objetiva indireta.
d) Subordinada substantiva objetiva indireta; subordinada substantiva predicativa.
e) Subordinada adjetiva restritiva; subordinada substantiva subjetiva. 5. Leia este trecho de reportagem sobre a base aérea de Anápolis (GO), onde estão sediados os aviões Mirage, da Força Aérea Brasileira:

Uma das personalidades que voou no Mirage foi o piloto Ayrton Senna (...). O voo teve bastante cobertura da imprensa e, quando ele desceu do avião, os jornalistas perguntaram o que ele havia achado (do voo) e ele respondeu: “Se cada brasileiro tivesse a oportunidade de fazer esse voo que eu fiz, com certeza teria mais amor à pátria”. Essa declaração ficou famosa e está num pôster dele dentro de uma Mclaren que fica no esquadrão dos pilotos.
Revista Foco, Brasília, Foco Editora, n.º 37, outubro/ 1998.

a) Explique a organização sintática inadequada do último período.
b) Como você consegue interpretá-la?
c) Reescreva o último período, desfazendo as ambiguidades. 6. (FCS-ANHEMBI) Em: “Há enganos que nos deleitam”, a oração em negrito, é:

a) substantiva subjetiva;
b) substantiva objetiva direta;
c) substantiva completiva nominal;
d) substantiva apositiva;
e) adjetiva restritiva. 7. (UF-PA) Há no período uma oração subordinada adjetiva:

a) Ele falou que compraria a casa.
b) Não fale alto, que ela pode ouvir.
c) Vamos embora, que o dia está amanhecendo.
d) Em time que ganha não se mexe.
e) Parece que a prova não está difícil. 1. Leia o texto abaixo e responda às questões abaixo:

O Rio consolida a imagem de território amigável ao público gay – e fatura com isso

(...) Nos últimos anos, o Rio firmou-se como um destino turístico muito procurado por gays e lésbicas de todo o mundo. São visitantes dos Estados Unidos, da Alemanha e da Inglaterra, sobretudo, que desembarcam aqui dispostos a curtir o espírito descontraído que consagrou-a como capital gay friendly – rótulo que descreve os locais simpáticos a homossexuais. Além dos estrangeiros que vêm e vão, estima-se um contingente de mais de 600000 gays e lésbicas na metrópole – 10% da população, índice usado por ONG’s internacionais para quantificar os homossexuais.(...)
Uma pesquisa do Ibope divulgada no início do ano, mostra que o carioca, de modo geral, convive bem com a diversidade.(...)
À medida que o preconceito diminui, os empresários cariocas começam a despertar para o potencial nesse segmento.(...) Um estudo realizado há menos de um mês pela empresa de pesquisa de mercado Search revelou que o gay gasta até 40% mais com lazer do que um chefe de família convencional.(...) A luta contra a homofobia é um dos temas da 12.ª Parada do Orgulho GLBT (leia-se gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) do Rio, programada para 2 de setembro na orla de Copacabana. “Lutamos para aprovar no Senado o projeto que torna crime a homofobia, como o racismo”, diz Márcio Alonso, do Grupo Arco-íris. Ele calcula que mais de 1 milhão de pessoas vão participar da parada deste ano. Entre elas, vários simpatizantes. “Sou hétero, mas adoro a atitude libertadora dos gays”, resume a artista plástica Adriana Lima, dona do clube Dama de Ferro. “acho que só não sou gay por acaso”, brinca.

a) Qual o seu ponto de vista sobre o preconceito contra os homossexuais?
b) A homofobia deve ser crime? Justifique.
c) Qual a justificativa do texto para os homossexuais gastarem mais com diversão que os heterossexuais? Ela é convincente? 2. Faça a análise sintática dos pronomes relativos retirados do texto:

I. “...que desembarcam aqui dispostos a curtir o espírito descontraído”.

II. “...que o gay gasta até 40% mais com lazer...” 3. Separe e classifique as orações que compõem a afirmativa de Adriana Lima. 4. “Tinha medo de ser rejeitado”

O paulista Ronaldo Yamashiro, de 34 anos, foi um adolescente tímido. Nunca conseguia uma namorada porque temia conversar com as meninas e ser rejeitado. Yamashiro só ganhou autoconfiança quando começou a praticar jiu-jitsu. ‘Fiquei mais forte fisicamente e isso me deixou mais seguro’, diz ele, que está noivo de Marilys Sucena e se tornou professor de jiu-jitsu.”

a) Ronaldo Yamashiro resolveu o problema de autoestima fazendo jiu-jitsu. O que as pessoas podem fazer para aumentar a autoestima e viverem melhor?
b) Retire do texto:
UMA ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA. CLASSIFIQUE-A.
UMA ORAÇÃO COORDENADA EXPLICATIVA
UMA ORAÇÃO COORDENADA ADITIVA 5. Nos períodos: “Não serei o poeta de um mundo caduco”; “Entre eles considero a enorme realidade”; “Não serei o cantor de uma mulher”; “O tempo é a minha matéria”, qual é a função sintática dos termos destacados? 6. Dê a função sintática dos termos destacados no período abaixo:

“Acho-me tranquilo – sem desejos, sem esperanças. Não me preocupa o futuro”. Leia o texto abaixo e, a seguir, responda às questões de 7 a 13.

Lembrança do mundo antigo

Clara passeava no jardim com as crianças.
O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou na relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era tranquilo
em redor de Clara.

As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.
Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
esperava cartas que custavam a chegar,
nem sempre podia usar um vestido novo. Mas passeava
no jardim pela manhã!!!
Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!!

(ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade, poesia completa e prosa. Rio de Janeiro, Aguiar, 1973.) 7. No poema predomina a coordenação. Justifique. 8. Há vários períodos simples. Aponte um exemplo. 9. Transcreva um período composto formado exclusivamente por orações coordenadas assindéticas. 10. Separe e classifique as orações do período abaixo:

“Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos. 11. Classifique as orações destacadas retiradas do texto:

a) “esperava cartas que custavam a chegar,” 12. Retire pelo menos duas orações sem sujeito: 13. Em: “As crianças olhavam para o céu: não era proibido”, embora não haja conectivo, ligando as duas orações, qual relação a 2ª oração estabelece com a 1ª? 14. (FM-SANTOS) A segunda oração do período “Não sei no que pensas”, é classificada como:

a) substantiva objetiva direta;
b) substantiva completiva nominal;
c) adjetiva restritiva;
d) coordenada explicativa;
e) substantiva objetiva indireta. 15. (BB) No provérbio ‘Antes tarde do que nunca’:
a) existe oração coordenada;
b) há um único substantivo;
c) não há oração, apenas frase nominal;
d) o sujeito está oculto;
e) há dois adjetivos. 16. (OBJETIVO) “A verdade é que a gente não sabia de nada...” Classifica-se a segunda oração como:
a) subordinada substantiva objetiva direta;
b) subordinada adverbial conformativa;
c) subordinada substantiva objetiva indireta;
d) subordinada substantiva predicativa;
e) subordinada substantiva apositiva. 17. (UF-MG) Em todas as alternativas, o termo destacado está corretamente classificado, exceto em:

a) Ele sabia o que ignorava e não se atrevia a julgar tudo. (sujeito)
b) O padeiro ofereceu-lhe alguma coisa e perguntou amavelmente o que havia de novo. (objeto direto)
c) Eu não sei que mal me faz essa mulher com seu rosto a Botticelli (adjunto adnominal)
d) É um sentimento perfeitamente imbecil, de que até hoje não me pude libertar. (objeto indireto)
e) Era um galope para a riqueza, em que se atropelava a todos, os amigos e inimigos. (adjunto adverbial) Numerando a segunda coluna de acordo com a primeira observando o tipo de relação existente em cada frase tem-se a seguinte sequência: 1-2-3 (letra A). Isso porque na primeira frase é estabelecida a relação de causa, na segunda a relação é de conclusão e, na terceira, a relação é de consequência. No período "Penso, logo existo" a oração "logo existo" é considerada coordenada sindética conclusiva, já que esta encontra-se simplesmente regida pelo conectivo coordenativo "logo" que oferece a ideia de conclusão, não se constituindo, portanto, como função sintática de qualquer outra oração. A sequência de conjunções que estabele entre as orações de cada item a adequada relação de sentido é a da alternativa c (por isso - embora - portanto - de modo que). Observando os períodos apresentados, pode-se afirmar que existe coordenação assindética (isto é, sem conectivo) em I e II (opção D), pois no período II há o conectivo "mas", portanto, esta é, na relação, a única coordenação sindética. A opção cuja sequência correponde à relação de sentido existente entre orações dos períodos I, II e III é a letra E, isso porque no período I há a relação de adição, no II há a relação de consequência e no III há a relação de explicação. Dentre as frases apresentadas, a única que apresenta a partícula "se" como conjunção integrante por introduzir oração subordinada substantiva é a letra E (Não sei se o café está bom), isto é "Não sei" é a oração principal e "se o café está bom" é a oração subordinada substantiva objetiva direta. A opção que contém oração subordinada substantiva completiva nominal é a letra A "Tanto eu como Pascoal tínhamos medo de que o patrão topasse Pedro Barqueiro nas ruas da cidade" (observe que a oração "de que o patrão topasse Pedro Barqueiro nas ruas da cidade" funciona como complemento nominal do vocábulo "medo" da oração principal. Nas frases expostas, a palavra "que" está introduzindo, respectivamente, orações subordinada substantiva subjetiva e subordinada substantiva objetiva direta (letra A), isso porque, na primeira, a oração "que a notícia da morte me deixasse alguma tranquilidade" funciona como sujeito da oração principal "não é impossível"; já, na segunda, a oração "que as lágrimas eram verdadeiras" funciona como objeto direto da oração principal "Digo-vos". As alternativas que apresentam a classificação exata da oração subordinada são as letras A (Espero que tenhas cuidado - objetiva direta) e E (É raro que não tenha seu caso a contar - subjetiva). A oração "de que ele só usava camisas brancas" é subordinada substantiva objetiva indireta em relação à sua principal "Lembro-me" (opção B). O único período em que não há oração subordinada substantiva encontra-se na letra C. Em tal período há somente duas orações coordenadas entre si ("Um dia aquele Lula faria o mesmo com a sua filha" e "faria o mesmo com o engenho") e uma subordinada adjetiva em relação à última oração coordenada ("que ele fundara com suor de seu rosto"). A única opção dentre as apresentadas em que nenhum "se" tem a função de conjunção integrante é a letra B "Comenta-se que ele se feria de propósito", pois, nesse caso, o primeiro "se" é classificado como índice indeterminador de sujeito e o segundo como pronome reflexivo. Ligando os pares de orações e transformando-as em um único período composto por subordinação, tem-se:
a) Os autores, cujos livros continham críticas ao governo, foram expulsos do país.
b) Os fatos a que me refifiro no artigo “Miséria e Fome” ocorreram no Nordeste.
c) Construímos uma sociedade injusta, cuja legislação é boa.
d) O vestibular, por cuja barreira deverão passar todos os que aspiram aos cursos superiores, é composto de inúmeras consequências.
A classificação correta das orações em negrito é:

a) Oração subordinada adjetiva restritiva.

b) Oração subordinada adjetiva explicativa. I. A primeira parte do poema é marcada sintaticamente pela presença de orações subordinadas adjetivas restritivas (letra A).

II. O termo que introduz tais orações atua como conectivo-sujeito (letra A), pois ao mesmo tempo em que ele realiza a conexão entre as orações, também faz a funçaõ de sujeito da oração subordinada ao retomar determinado vocábulo da oração principal. As orações destacadas são classificadas, respectivamente, como subordinada adjetiva restritiva e subordinada substantiva subjetiva (alternativa E). a) A organização sintática do último período do texto pode ser considerada inadequada pelo fato de que a oração “que fica no esquadrão dos pilotos” é adjetiva e, portanto, poderia ser relacionada sintaticamente tanto a pôster (pôster que fifica no esquadrão dos pilotos) quanto a Mclaren (Mclaren que fifica no esquadrão dos pilotos).

b) Resposta pessoal.

c) A fim de eliminar a ambiguidade do período em questão, poder-se-ia reescrevê-lo da seguinte maneira: No esquadrão dos pilotos há um pôster no qual se vê Senna dentro de uma Mclaren. Nesse pôster está escrita a frase que ele teria dito durante a entrevista. No período "Há enganos que nos deleitam", a oração "que nos deleitam" é subordinada adjetiva restritiva (letra E). Dentre as frases apresentadas, a única em que há uma oração subordinada adjetiva encontra-se na alternativa D. a) Resposta pessoal
b) Resposta pessoal
c) Resposta pessoal Sintaticamente, os pronomes relativos do texto são assim classificados:

I. “...que” – sujeito
II. “...que” – objeto direto As orações que compõem a afirmativa de Adriana Lima são corretamente classificadas da seguinte forma:

"Acho" = oração principal

"Que só não sou gay por acaso" = oração subordinada substantiva objetiva direta. a) Resposta pessoal
b) Retirando do texto o que se pede, obtém-se:
"que está noivo de Marilys Sucena = Subordinada adjetiva restritiva.
"porque temia conversar com as meninas" = Coordenada explicativa
"e ser rejeitado" = Coordenada aditiva Nos períodos apresentados, a função sintática dos termos destacados é, respectivamente, adjunto adnominal, adjunto adverbial, complemento nominal e predicativo do sujeito. A função sintática dos termos destacados do período em questão é, respectivamente, predicativo do sujeito, objeto direto e sujeito. Pode-se afirmar que, no poema exposto, predomina-se a coordenação, uma vez que todo o texto é basicamente constituído de orações independentes sintaticamente. Como exemplo de período simples do texto, pode-se apontar os seguintes:

"A boca, o nariz, os olhos estavam abertos." e "Não havia perigo." Como exemplo de período composto formado exclusivamente por orações coordenadas assindéticas tem o que segue abaixo:

"O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos e alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou na relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era tranquilo
em redor de Clara." Separando e classificando as orações do período apresentado, tem-se:

"Os perigos que Clara temia" = ORAÇÃO I (oração principal)

"eram a gripe, o calor, os insetos." = ORAÇÃO II (oração subordinada adjetiva restritiva) A oração destacada é corretamente classificada como oração subordinada adjetiva restritiva. Como exemplo de oração sem sujeito do texto, tem-se:

"Não havia perigo.";
"Havia jardins,";
"havia manhãs naquele tempo!" Em "As crianças olhavam para o céu: não era proibido", a relação estabelecida entre a segunda e a primeira oração é de explicação. A segunda oração do período "Não sei no que pensas" é classificada como substantiva objetiva indireta (letra E). No provérbio "Antes tarde do que nunca", é correto afirmar que não há oração, apenas frase nominal, pois não há verbo (letra C). Em "A verdade é que a gente não sabia de nada" classifica-se a segunda oração como subordinada substantiva predicativa (letra D). O termo destacado está incorretamente classificado na alternativa A, pois, nesse caso, o termo "que" exerce função não de sujeito mas, sim, de objeto direto.
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