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Assistência de Enfermagem ao Paciente vítima de Afogamento

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on 27 March 2015

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Transcript of Assistência de Enfermagem ao Paciente vítima de Afogamento

Assistência de Enfermagem ao Paciente vítima de Afogamento
Discentes: Beatriz Medeiros de Macedo
Flávia Barreto Tavares Chiavone
Jessica Valeska Herculano Lima
Larissa de Lima Ferreira
Lucas Batista Ferreira
Valeska Vieira Leite de Menezes
Professor Orientador: Priscilla Fernandes Meireles
Objetivos
Entender o que é o afogamento: Definição e características;
Identificar e analisar o prognóstico do paciente vítima deste trauma;
Compreender a fisiopatologia do trauma;
Demonstrar a abordagem e tratamento adequado;
E medidas de prevenção.
Você sabe o que é afogamento?
E uase afogamento?
E incidente de sub ersão?
Vamos entender!
Afogamento x Quase Afogamento X Incidente de submersão
Afogamento;

Quase-afogamento;

Incidente de submersão;
Epidemiologia
No mundo:
Principal causa de morte entre meninos de 5 e 14 anos;
Na Europa;
Nos Estados Unidos;
Em muitos países da África e América Central;
No Sul da Ásia;
97% nos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos;
Segunda causa de morte acidental em crianças, perdendo apenas para acidentes automobilísticos;


Epilépticos tem risco de afogamento de 15 a 19 vezes maior;
90% dos casos de afogamento ocorrem a 10m de uma medida de segurança;
Epidemiologia

No Brasil:
É 1ª causa de morte acidental em crianças de 1 a 4 anos;
2ª da faixa etária de 0 a 14 anos;
3ª causa nas faixas de 1 a 19 anos;
4º lugar entre 15 e 24 anos;
O maior número de óbitos por afogamento ocorre entre 20 à 29 anos;
65% dos afogamentos ocorrem aos 39 anos;
Homens entre 20 e 29 anos, morrem 6 x mais que as mulheres;
Com relação aos casos de Afogamento por região, à região norte possui maior risco e a região sudeste o menor.



Fatores de submersão
Capacidade de Nadar:
Fator de risco = exaustão muscular -> Produção de matabólitos tóxicos.
Desmaio em água rasa;
Caso de nadadores de percursso longo.
Imersão acidental em água gelada;
Colapso cardiovascular.
Sexo:
Comportamentos de risco.
Localização:
Ocorrem principalmente em piscinas, praias, rios;
Podem ocorrer em baldes, poços, barris e cisternas.
Álcool e Drogas:
Responsáveis por 20% à 30% dos incidentes de afogamentos, nos adultos.
Doença subjacente ou Trauma:
Hipoglicemia, arritmias, IAM, Depressão e outras.
Abuso Infantil:
67% dos afogamentos em banheiras.
Hiportermia.
Fatores de Sobrevida
Crianças de 3 anos ou mais;

Sexo feminino;

Temperatura da água inferior a 10°C;

Duração da submersão inferior a 10 minutos;

Ausência da aspiração;

Intervalo entre o acidente e o início do BLS inferior a 10 minutos;

Retorno rápido de um débito cardíaco espontâneo;

Débito cardíaco espontâneo ao chegar no PS;

Temperatura central inferior a 35°C;

Ausência de coma e escore do Glasgow acima de 6 na chegada ao PS;

Pupilas responsivas.

Prognóstico do Afogamento
Afogamento Seco x Afogamento Molhado:
Os afogamentos Secos correspondem à 15% e os molhados 85%.
Água doce x Água salgada;

Água Gelada x Água quente:
Hipotermia.
Tempo de Submersão;

Qualidade da água;

Lesões ou doenças associadas;


Prevenção
Praias:
Nade sempre perto de um salva-vidas;

Pergunte ao salva-vidas quais são os locais seguros para nadar;

Não superistime a sua capacidade de nadar;

Cuide sempre de suas crianças;

Evite ingestão de alcóol e de refeições pesadas antes de nadar, etc.



Residências:
É nescessário a supervisão de um adulto, observando cuidadosamente as crianças;

Nunca deixe uma criança sozinha perto de uma piscina, ou ao redor de uma fonte de água como uma banheiro ou balde;

Instale uma cerca (1,2 m) ao redor da piscina com um portão automático;

Não permita que as crianças usem bolas de braço ou outros equipamentos cheios de ar;

Evite binquedos que atraiam as crianças para perto de piscinas, etc.
Prognóstico do Afogamento
Grau 1: Tosse sem espuma na boca ou nariz;

Grau 2: Pouca espuma na boca e/ou nariz;

Grau 3: Muita espuma na boca e/ou nariz, com pulso radial palpável;

Grau 4: Muitas epuma na boca e/ou nariz, com pulso radial não palpável;

Grau 5: Parada respiratória, com pulso caroítdio e sinais de circulação presentes;

Grau 6: Parada cardiorespiratória.
95% dos afogamentos de Grau 1 ao 5, evoluem sem sequelas.
Referências
NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION (NANDA). Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificações 2012-2014. Porto Alegre: Artmed, 2013.

SZPILMAN, D. Afogamento. In: AZEVEDO, L. ; TANIGUCHI, L. ; LADEIRA, J.P. ; VELASCO, L.T. Medicina Intensiva: Abordagem Prática. Rio de Janeiro: Manole, 2013. P. 927-943
MCSWAIN, N. E.; FRAME, S.; SALOMONE, J. P. PHTLS: atendimento pré-hospitalar ao traumatizado. 7ª ed. São Paulo: Elsevier, 2011.

Assistência de Enfermagem
Pré Hospitalar:

Varia com o grau de afogamento da vítima:

Grau 1: Repouso e aquecimento da vítima, sem necessidade de hospitalização ou oxigenoterapia;

Grau 2: Oxigenoterapia à (5L/min), aquecimento e observação hospitalar de 6 à 24h;

Grau 3: Oxigenoterapia (15L/min) no local, manter paciente em DL, internação em UTI;

Grau 4: Mesmo do 3. Paciente pode sofrer parada respiratória, necessário infundir líquidos;

Grau 5: Iniciar ventilação boca a boca, ao retornar respiração, realizar procedimentos do grau 4;

Grau 6: RCP (2 vent/ 15 comp), após RCP bem sucedida protocolo do grau 4.
Assistência de Enfermagem
Hospitalar

Grau 1:
Oxigenoterapia à altas concentrações;
Observação durante 24 horas;
Monitorar SSVV;
Administrar Bicarbonato IV, conforme prescrição.
Grau 2:
Avaliar estado neurológico (2 hrs);
Internação em UTI;
Avaliar se há sinais de hipotermia;
Realizar Hemograma;
Realizar controle hídrico;
Oxigenoterapia à 50%;
VMNI -> CPAB;
VMI;
Paciente hipotenso.


Grau 3:
Intubação endotraquel à 100%;
Monitoramento cardíaco;
Sinais de Hiperventilação.

Grau 4:
Avaliar temperatura corporal central -> Possibilidade de desfibrilação e antiarrítmicos;


Lugares Frios, só inicia RCP se a temperatura central não for inferior à do ambiente, paciente sem rigor mortis e tórax, boca, nariz e olhos não congelados.
Grau 5 e 6:
Proceder igual ao Grau 4.
Biomecânica do Trauma
Avaliação da cena:
Colher informações para conhecer o trauma;
Considerar paciente com hipóxia e hipoxemia, até que possa ser provado o contrário;
Avaliar glicemia;
Remover roupas molhadas e aquecer o paciente.


Biomecânica do Trauma
RCP:
Bem feito e rápida = Maiores chances de sobrevida da vítima;
Deve ser feita com paciente em posição supina:
Evitar alterações de PIC e fluxo cerebral.
Atentar para as arritmias;
Não é recomendado iniciar RCP na água;

Ordem da RCP:
Vítimas de Grau 1 ao 5: ABCDE
Vítimas Grau 6: ABCD

Manobra de Heimlich;

Se não conhecer a biomecânica do trauma imobilizar o paciente;



Fisiopatologia
GARCÍA, A.M; GARCÍA, A.R. Manejo inicial del casi ahogamiento e hipotermia por inmersión.
Ene
, Santa Cruz de Tenerife, v.8, n. 1. Maio 2014
SZPILMAN, D. Afogamento.
Rev Bras Med Esporte
. v. 6, n. 4. Jul/Ago, 2000
CRUZ, J.R.S. Ressucitação no Afogamento. Disponível em: <http://www.saj.med.br/uploaded/File/novos_artigos/Afogamento.pdf>. Acesso em: 08 mar 2015.
Obrigada!
Algumas Perguntas...
1- Os pacientes que sofreram afogamento, morrem dentro das primeiras 24 horas?


2- As mulheres constituem mais da metade das vitimas de submersão?


3- Se constitui um melhor prognostico em submersão em águas quentes?


4- Protocolo de atendimento é o ABCDE para o incidente de submersão?


5- Primeiro tratamento para as vitimas de afogamento são as compreções?

Diagnósticos de Enfermagem sugeridos
Troca de gases prejudicada;
Ventilação espontânea prejudicada;
Hipotermia;
Risco de aspiração;
Débito cardíaco diminuído;
Risco de desequeíbrio eletrolítico.
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