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Mídia e Comunicação de Massa

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Leandro Grosselli

on 24 November 2014

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Mídia e Comunicação de Massa
Os jornais e a televisão
• Os jornais em seu formato moderno, tiveram origem nos panfletos e nos folhetos informativos impressos que circulavam no século XVIII.
• O jornal representou um avanço de importância fundamental na história da mídia moderna, pois reuniu vários tipos diferentes de informação em um formato limitado e de fácil reprodução.
Jornais
A invenção do papel barato para a impressão de jornais foi a chave da difusão de massa no final do século X
Os dois primeiros exemplos de jornais de pretígios da virada do século foram o New York Times e o The Times de Londres, grande parte dos outros jornais influentes nos outros países os tomou como modelos.
Os jornais do segmento mais importante do mercado assumiram um destaque de grande força política que continuam a exercer até hoje.


Durante meio século, ou mais, os jornais representaram a principal maneira de transmitir informações com rapidez e abrangência a um público de massa. Com o avanço do rádio, do cinema e -muito mais importante- da televisão, sua influência diminuiu

Televisão
• Alguns fatos sobre a televisão:
Ao lado do progresso da internet, a influência crescente da televisão é, provavelmente, o maior avanço da mídia dos últimos 40 anos.
A TELEVISÃO E O GENÊRO
O genêro refere-se à maneira como os produtores de programas e telespectadores "entendem" o que está sendo visto, ou seja, como os programas são categorizados, por exemplo: notícias, novelas, games shows, etc.
O Imperialismo da Mídia
-Imperialismo cultural

-Países menos desenvolvidos são vulneráveis por não possuírem recursos necessários à manutenção de sua independência cultural

-A sede dos 20 maiores conglomerados mundiais de mídia estão localizadas nas nações industrializadas, que acabam por mostrar apenas a “visão de primeiro mundo”.

-Os produtos culturais ocidentais se espalharam pelo globo graças à mídia eletrônica

-Os produtos de exportação da televisão norte-americana, juntamente com a publicidade, propagam uma cultura comercializada que corrói as formas locais de expressão cultural.

NOVELA
Este genêro, é criado pelo rádio e pela televisão, é o tipo de programação mais popular hoje em dia, da TV.
Cria-se uma tensão entre os episódios chamados "ganchos". Que é quando um episódio termina antes de algo muito importante acontecer, fazendo assim com que o telespectador precise esperar o próximo episódio para ver como tudo vai se desenrolar.
Os sociólogos apresentam visões divergentes sobre a popularidade das novelas. Alguns acreditam que as novelas representem um meio de fuga, para aqueles que consideram a vida monótona e sufocante, porém esta é uma visão não muito convincente, já que as novelas retratam pessoas que a vida é tão problemática quanto a de alguns telespectadores.
A ideia mais plausível é que as novelas lidam com os domínios universais da vida pessoal e emocional e exploram dilemas que todos podem enfrentar e talvez cheguem até a ajudar algns telespectadores a pensarem de maneira mais criativa a respeito da vida.

A MÍDIA GLOBAL E A DEMOCRACIA
Na Política:
RESISTÊNCIA E ALTERNATIVAS À MÍDIA GLOBAL
A QUESTÃO DA REGULAMENTAÇÃO DA MÍDIA
Jornais
Uma criança que nasça hoje, terá dedicado até os 18 anos, mais tempo a ver TV do que qualquer outra atividade, exceto dormir.
No Reino Unido, a partir dos 4 anos de idade, os indivíduos passam uma média de 25 horas por semana vendo televisão!
O poder das grandes redes de comunicação sofreu uma redução com o advento da TV a cabo e via satélite. Esses sistemas estão alterando a natureza da televisão em praticamente todos os lugares, o que fica ainda mais difícil para os governos controlarem o conteúdo da TV, como costumavam fazer no passado.
A TELEVISÃO E A VIOLÊNCIA:
Muitas pesquisas têm sido feitas para avaliar os efeitos dos programas de televisão, a maioria desses estudos diz respeito às crianças, pela quantidade de tempo que elas passam em frente ao aparelho e pelas possíveis complicações desse comportamento para a socialização.
Uma pesquisa realizada por Gerbner e seus colaboradores, apontou que em média 80% dos programas analisados continham violência com um índice de 7,5 episódios violentos por hora.
Com a crescente dificuldade de conter os produtos de mídia dentro das fronteiras nacionais, muitas sociedades fechadas estão descobrindo que a mídia pode se tornar uma poderosa força de apoio à democracia.
A mídia global tem possibilitado a disseminação geral dos pontos de vista como o individualismo, o respeito aos direitos humanos e a promoção dos direitos das minorias.
Com a crescente concentração e comercialização da mídia global, esta invade o funcionamento da importante “esfera pública”.
A cultura do entretenimento promovida pelas instituições da mídia está acarretando um encolhimento constante da esfera pública e um enfraquecimento dos mecanismos da democracia.

A religião, a tradição e as visões populares são instrumentos poderosos para frear a globalização da mídia, ao passo que os regulamentos locais e as instituições nacionais da mesma também podem desempenhar um papel limitador no impacto das fontes da mídia global.
O avanço dos impérios eletrônicos internacionais que atuam através das fronteiras dos estados é visto como uma ameaça à identidade cultural e aos interesses nacionais de muitos estados islâmicos.
Irã, Arábia Saudita e Malásia proibiram o acesso por satélite à televisão ocidental. O Irã tem sido o mais fiel oponente da mídia ocidental, estigmatizando-a como fonte de “poluição cultural” e promotora dos valores consumistas ocidentais.
Embora os países islâmicos tenham reagido à globalização da mídia ao tentarem resistir ou oferecer uma alternativa, a maioria deles percebeu a necessidade de aceitar certas modificações em sua cultura a fim de manterem sua própria identidade cultural.

-O avanço e a influência dos empresários da mídia e das grandes empresas de mídia preocupam muitas pessoas, já que essas corporações estão em um ramo de negócios que não é voltado apenas à venda de mercadorias, mas à influência de opiniões.
-Os proprietários dessas grandes corporações não fazem segredo de suas visões políticas, que, são um motivo de preocupação para os partidos políticos e outros grupos que defendem posições políticas diferentes. Por isso, todos os países possuem disposições legais que buscam controlar o domínio da mídia
-A disposição de limites sobre quem pode ser dono do que e que formas de tecnologia de mídia eles podem utilizar talvez afete a prosperidade econômica do setor da mídia. Países restritivos demais podem acabar ficando para trás – as indústrias da mídia são um dos setores da economia moderna que apresentam um crescimento mais acelerado.
-Uma linha norteadora da política de regulamentação da mídia pode ser o reconhecimento de que, se duas ou três grandes empresas de mídia dominarem o mercado simultaneamente, tanto a concorrência econômica leal quanto a democracia estarão ameaçadas – uma vez que os donos da mídia não são eleitos. Neste caso, a legislação antimonopólio existente pode ser acionada, ainda que apresente enormes diferenças na Europa e em outros países industrializados.
A concorrência é sinônimo de pluralismo, ou deveria ser, e presume-se que o pluralismo seja bom para a democracia.Muitos apontam os EUA ao defenderem a ideia de que a pluralidade dos canais de mídia não é uma garantia de qualidade e de precisão dos conteúdos. Alguns enxergam a importância de se manter um forte setor público de radiofusão para bloquear o domínio das grandes empresas de mídia.
TEORIAS DA MÍDIA
Dois nomes influentes na teoria dos meios de comunicação foram os autores canadenses Harold Innis e Marshall McLuhan.

Innis (1950, 1951): Afirma que o caráter da mídia de uma sociedade exerce uma forte influencia sobre a organização desta sociedade.

Hieróglifos em pedra

AS PRIMEIRAS TEORIAS
McLuhan (1964):
Jürgen Habermas
Filósofo alemão e sociólogo associado à Escola de Frankfurt do pensamento social.

Indústria da cultura(TV, música popular, rádio, jornais e revistas)

A esfera pública, segundo Habermas
Analisou a mídia no início do século XVIII até os dias de hoje
A esfera publica é uma arena de debates públicos na qual é possível discutir temas de interesse geral e formar opiniões.
Desenvolveram-se em cafés em Londres, Paris e de outras cidades da Europa
Os salões de debate foram de vital importância na primeira fase da evolução da democracia
Adifusão da mídia de massa transformou a esfera pública em uma fraude
Interesses comerciais triunfavam sobre interesses públicos

Baudrillard
Autor pós-modernista francês Jean Baudrillard

Considera que a mídia de massa moderna produz um impacto bastante diferente, e também muito mais profundo do que qualquer outra tecnologia.

Hiper-realidade: não existe mais uma “realidade”, a “realidade”, na verdade, é uma série de imagens exibidas nas TVs do mundo inteiro.

John Thompson: a mídia e a sociedade moderna
Baseia-se em Habermas;
Critica sobre a Escola de Frankfurt;
A mídia de massa não restringe o pensamento crítico;
Proporciona informações que não seriam disseminadas;
A mídia tem desempenho central no desenvolvimento das instituições modernas;
Marx, Weber e Durkheim

Teoria de Thompson
Três tipos de interação:
Interação face a face
Interação mediada
Quase-interação mediada

Internet
“Sistema Global de computadores interligados...” “...Rede estendida pelo planeta, que não é propriedade de nenhum indivíduo e de nenhuma empresa”

As origens da Internet
Surgiu de forma espontânea, fruto de um mundo sem divisões
Iniciou no Pentágono – o quartel-general dos militares norte-americanos
Estabelecida em 1969, seu 1º nome foi rede ARPA (Advanced Research Project Agency)
Seu objetivo era limitado: compartilhar equipamentos caros e recursos apenas entre os cientistas contratos pelo exército em diferentes pontos dos EUA
Tardiamente pensaram em enviar mensagens entre si (e desta forma nasceu o e-mail).

As origens da Internet
Até 1980 eram apenas 500 computadores, localizados em laboratórios militares e em departamentos de ciências da computação de universidades.
Até 1987 já havia se expandido para 28 mil computadores centrais, espalhados por diferentes universidades e laboratórios de pesquisa.
Durante vários anos a Internet permaneceu confinada às universidades
Com a difusão dos PCs, começou a avançar externamente – quando cresceu explosivamente

World Wide Web
É o elemento mais conhecido da internet
A Web é na verdade UMA BIBLIOTECA MULTIMÍDIA GLOBAL
O WWW foi inventado por um físico e engenheiro de software em 1992
Não se sabe ao certo o número de pessoas que estão conectadas à internet, mas sabe-se que seu acesso é extremamente desigual
O Ciberespaço e o isolamento social

Alunos:
Alexandre C. G. Barcellos
Izabel da Cunha
Denian de Melo Valente
Leandro Grosselli
Silma Maria Borges Terra

A GLOBALIZAÇÃO E A MÍDIA
Até 1970 a maioria das empresas de mídia operava dentro de mercados domésticos específicos seguindo os regulamentos estipulados pelos governos nacionais.
A indústria da mídia também apresentava setores distintos, na maioria dos casos cinema, mídia impressa, o rádio e a transmissão de programas de televisão operavam de forma independente.
Nas últimas três décadas ocorreram profundas transformações dentro da indústria da mídia. Os mercados nacionais deram lugar a um mercado global mutável, enquanto as novas tecnologias fizeram com que as formas de mídia que antes eram distintas se fundissem.
Até o início do século XXI, o mercado de mídia global era dominado por um grupo de cerca de 20 corporações multinacionais, cujo papel na produção, na distribuição e no marketing das notícias e do entretenimento podia ser sentido praticamente em todos os países.
Cinco grandes mudanças que contribuíram para a ordem da mídia global, segundo David Held e seus colegas (1999) em seu trabalho sobre globalização.
Maior concentração da propriedade
Transferência do domínio público para o privado
Estruturas corporativas transnacionais
Diversificação em torno de uma variedade de produtos de mídia
Aumento do número de fusões de corporações de mídia
O formato musical é o que se ajusta melhor à globalização e isso acontece porque consegue transpor os limites da língua escrita e falada para alcançar e atrair uma audiência de massa.
Pequeno número de corporações (Universal, Time Warner, Sony, EMI e Bertelsmann) multinacionais dominam ( 80 e 90% das vendas ) a indústria global da música, que foi construída sobre a sua capacidade de descobrir, produzir, comercializar e distribuir habilidades musicais de milhares de artistas para um público espalhado pelo mundo.
Desenvolvimento de tecnologias – desde aparelhos tipo walkman, os canais de música ( como a MTV) e até os Cds, fazem que a música seja globalizada.
Popularização de novos ritmos ( EUA e RU líderes mundiais de exportação de música popular).
Os sucessos fenomenais globalizados conduz a uma difusão cultural em todas as direções.

MÚSICA
Internet e o mundo da música
Uma oportunidade enorme e uma grande ameaça ao mesmo tempo.
Download digital de músicas, ( 100 milhões de faixas ) assim CDs e DVDs deixam de ser adquiridos comercialmente, tornando a pirataria on line, o grande desafio.
Programas de software como o Napster, que possibilita a troca de arquivos através da internet, incluindo cópias ilegais de música. Apesar das diversas ações judiciais impetradas pela indústria fonográfica, contra a pequena empresa que controla o Napster, nada pode ser feito, por que já havia caído na “rede”.
CINEMA
O processo de globalização do cinema deve ser avaliado sob formas diferentes, sendo local de produção, as formas de financiamento que os patrocinam, volume de exportações dos filmes produzidos nacionalmente.
EUA, Japão, Coréia do Sul, Hong Kong e Índia estão na liderança na produção cinematográfica. ( 150 filmes ano)
EUA, India, França e Itália, maiores exportadores, sendo os EUA incomparável atingindo em países como Grã Bretanha, por exemplo, 40% de todos os filmes exibidos nos cinemas. Até 1993, mais de 50%, até 2001, 60 a 70% dos rendimentos dos estúdios de Hollywood provinham da distribuição de filmes no exterior.
Difusão dos aparelhos videocassete também fizeram com que a demanda aumentasse chegando a números como 8,8 bilhões de dólares de receita da indústria cinematográfica;
AS SUPEREMPRESAS DE MÍDIA
A maior fusão corporativa já vista, num acordo de 337 bilhões uniram-se a Time Warner, a maior empresa de mídia do mundo e a AOL ( América On line) a maior provedor mundial de serviços na internet.
A fusão reúne enorme conteúdo de mídia: jornais e revistas, estúdios de cinema e estações de TV( Time Warner,1923) e competências de distribuição de internet(AOL,1982).
União entre a “ velha mídia “ e a “ nova mídia”.

Com a união corporativa, duas posições distintas se formam:

Os entusiastas – capacidade de desencadear potenciais tecnológicos novos e instigantes. Acesso à informação fácil, na casa das pessoas.
Os cautelosos - preocupação com o fato de a mídia estar sendo controlada por grande corporações. Promoção de seu próprio material, proceder a autocensura e propaganda de produtos do seu próprio império às custas dos produtos externos.

É difícil avaliar essas opiniões divergentes: não há dúvidas de que ambas perspectivas possuem um fundo de verdade.
Assim como os antigos pioneiros midiáticos foram influenciados, a era da internet irá provocar mais mudanças impressionantes na mídia de massa.
Vale lembrar que no mundo social, poucas coisas são inevitáveis. Tentativas de se obter o controle total das fontes de informação e dos canais de distribuição raramente são bem sucedidas. Os consumidores finais de mídia não são “ pessoas culturalmente imbecis” que possam ser facilmente manipulados pelos interesses das corporações, estando mais hábeis para interpretar e avaliar as mensagens e o material que encontram.

“o meio é a mensagem”, ou seja, a natureza da mídia encontrada em uma sociedade exerce uma influencia bem maior sobre a sua estrutura do que o seu conteúdo, ou as mensagens que a mídia transmite.

Cotidiano Televisão X Cotidiano Livro impresso

Para McLuhan, a mídia eletrônica está criando uma aldeia global.
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