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GESTÃO DEMOCRÁTICA

Prezi baseado no módulo V do curso de formação de professores do MEC. E mais: Grêmio Estudantil, PPP, Conselhos Escolares...
by

Jorge Schalgter Leal

on 28 October 2014

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Transcript of GESTÃO DEMOCRÁTICA

As eleiçÕES PARA DIRETOR GARANTEM A DEMOCRACIA NA ESCOLA?!
GESTÃO DEMOCRática
Por Jorge Schalgter Leal
Lousa digital
“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo. Os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Paulo Freire
Os artigos 14 da LDB e 22 do Plano Nacional de Educação (PNE) indicam que os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica obedecendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola e a participação das comunidades escolares e locais em conselhos escolares.
Gestão
TRANSPARÊNCIA
AUTONOMIA
PARTICIPAÇÃO
VALORIZAÇÃO DOS SUJEITOS
A
S
rigens
O
Constata-se que o problema do estabelecimento de medidas sem ouvir diretamente os interessados está relacionado às dimensões do país e de sua população. Daí, as eleições em diversos níveis para se definir hierarquias de responsabilidade e de poder.
Gestão: é preciso inovar!
Mesmo sendo difícil e apresente problemas, é melhor que haja gestão democrática para não deixar as decisões nas mãos de uma pessoa ou grupo!
Gestão democrática da Educação ou da escola?
Você, professor, aluno, coordenador, diretor, pais...tem o direito constitucional de demandar esclarecimentos e informações sobre decisões que chegam à escola e são objeto de questionamento, bem como propor sua discussão coletiva!
Como era antes....
Reunião de pais e mestres
Caixa escolar
Promover desfile cívico
Palmatória
Com uma sociedade urbano-industrial sobrepondo à rural-agrícola surgiram novos sujeitos: classe operária e dos setores de serviço, marcando a complexificação da sociedade brasileira.
Surgiram os AMIGOS DO BAIRRO e, hoje...
Além de desviarem a atenção da participacão de pais e alunos da gestão escolar, esses projetos acabam contribuíndo para esvaziar o próprio sentido da gestão democrática, na medida em que ensejam o esvaziamento do papel do Estado na gestão e no financiamento público.
Criado em 99 pela Rede Globo, propunha incentivar ações de voluntariado individual e de parcerias com a escola. Tinha a estratégia de repassar à sociedade a responsabilidade pela educação...Ao apelar-separa a sociedade, introduziu-se a ideia de filantropia, de que as empresas e cidadãos pudessem dar sua cota de colaboração voluntariamente.
PARA REFLETIR!
* Que situações você se sentiu excluído de decisões que afetam a vida da escola e o seu trabalho?
* Qual a origem da exclusão?
* Quais os possíveis motivos para tal exclusão?
* E sobre aquelas que se sentiu incluído?
* Quais os possíveis motivos da inclusão?
* Que postura vocês estariam dispostos a assumir frente ao que concluíram?
PARA SABER MAIS!
A ideia de GD surgiu a partir de 1980, quando diretor era indicado por prefeito ou governador!
A escolha por meio da eleição direta...
ou por lista indicada pelo mandatário
Em 1990, mais de 30% das escolas adotaram o novo regime pelo país
Embora a eleição de diretor possa representar alguns avanços, não tem, por si só, condições de reverter processos tradicionais de gestão como esperado pelos que defendem o processo eletivo de investidura do cargo.
PRÓS:
* Favorece a discussão e torna transparente os conflitos internos;
* Estimula a relação da direção com as dimensões pedagógicas;
* Diminui o poder clientelístico de cargo do poder público;
*Cria uma clima de diálogo sincero para consolidar as práticas democráticas.
CONTRA:
* O clientelismo manteve-se sob outras formas, quer pela ação do Estado, quer pelos membros;
* Dedicar mais tempo para escola e a concretização de projetos;
* Demanda previsão de tempo e demais condições para sua plena realização, não acréscimo a elas.
É composto de gestor, professores, funcionários, alunos e pais.
A LDB de 96 (arts.14 e 15), se referem tanto à elaboração do PPP quanto aos Conselhos Escolares, mas não instituem normas específicas a respeito, atribuíndo tal responsabilidade aos sistemas estaduais e municipais de ensino.
No afã de regulamentar a gestão democrática, com o objetivo de superar a suposta dificuldade das escolas em instituí-la, criam regras para a constituição e funcionamento dos Conselhos Escolares, engessando os trâmites necessários para que ele se instale; negando ou diminuíndo a autonomia.
GESTÃO DEMOCRÁTICA É GARANTIA DE DEMOCRACIA?
Usando de sua autonomia relativa, ainda assim são necessárias precauções, pois não é a composição em si que define o caráter democrático, mas sim o processo por meio do qual as decisões são tomadas. A gestão pode ser manipulada transformando em decisões autoritárias por quem detem o poder.
vai criar um conselho? cuidados:
Garantir que seus membros sejam eleitos pelos pares.
Ter conhecimento claro dos direitos e deveres, com o que se dificulta a manipulação.
Transformar o desenrolar das próprias reuniões num espaço de aprendizagem de como decidir coletivamente.
Entendimento por parte de todos de que seus representantes no CE cabe expressar os pontos de vista dos representados e não os próprios.
Prestem conta a seus representantes das deliberações tomadas de modo a alimentar uma rede de reflexão sobre as atividades da escola.
REFLEXÃO
A constituição e a instalação do GE passaram a depender da iniciativa dos alunos, não cabendo, portanto, à direção ou aos professores fazê-lo, como era na ditadura militar, que instituiu os Centros Cívicos. O papel dos educadores é mais o de estimuladores e interlocutores.
Lei 7.398, de 04/11/85 e Lei 8.069 de 13/7/90 instituem o GE
Atualmente, o grêmio estudantil é reduzido a órgão de promoção de eventos.
O grêmio precisa desempenhar um papel central no desenvolvimento de um protagonismo juvenil e natureza crítica.
PROTAGONISMO JUVENIL
É a participação de adolescentes no enfrentamento de situações reais na escola, na comunidade e na vida social mais ampla.
"É a criação de espaços e condições que propiciem ao adolescente empreender ele próprio a construção de seu ser em termos pessoais e sociais"
Costa
DESAFIOS DA PRÁTICA
Nem sempre quando se fala em democracia na escola se faz a democracia na escola!
AUTONOMIA
A gestão democrática somente se torna possível se a escola dispuser de autonomia para praticá-la. A autonomia é entendida como a capacidade de alguém ou de uma instituição de decidir por si mesma os rumos a seguir, segundo seus princípios.
O QUE DIFICULTA A AUTONOMIA ESCOLAR NO BRASIL?
PATRIMONIALISMO
A disposição dos que têm poder ou influência social de mandar e exigir obediência, como se isso fosse natural e inerente à sua condição.
GRÊMIO
ESTUDANTIL
A autonomia escolar, nas dimensões administrativa, financeira e pedagógica, está prevista no Artigo 15 da LDB.
Autonomia não se concede, se conquista!
Ela se institui no jogo de embates pelo poder e é, por essa razão, produto de uma construção histórica. É conquista e não favor.
O que dificulta a participação da comunidade na gestão da escola?
• Trabalhar em várias escolas; desânimo;
• Resistência a ações propostas pelo Estado;
• Participar significa intensificar o trabalho;
• Sentir-se explorado;
• Disputa de poder interna na escola; acomodação para garantir a ordem.
participaçÃO DOS PAIS
A condição sócio-econômica;
Cultura - Não participam por não terem interesse na educação dos filhos ou se sentem constrangidos em falar com alguém de nível superior.
Instituição - descrença das pessoas na possibilidade de ver atingidos objetivos sociais em função da falta de compromisso do Estado.
Afinal, o que é
ppp?
• Que tipo de cidadãos queremos formar?
• Em que direção a nossa escola deve ir?
• Que atividades e disciplinas devem ser organizadas para que se chegue neste lugar?
• Como devem ser distribuídos o tempo e os espaços de ensino e de aprendizagem?
• Quais os critérios de aprovação ou reprovação dos alunos nas suas séries?
P
P
P
ROJETO
olÍTICO
EDAGÓGICO
Porque indica uma direção
Porque resulta da relação de força na escola e toma partido sobre o que fazer e o que não fazer.
Porque pressupõe uma definição do tipo de ser humano que se quer formar.
O define...
PPP
• Como deve ser organizada a escola;
• Como deve se relacionar com a comunidade onde está inserida;
• Que estratégias devem ser valorizadas na avaliação;
• Que critérios na aprovação e reprovação dos alunos;
• Como a escola vai organizar o processo formativo dos alunos.
Mas na sala de aula, é necessário fazer a democracia?
ETAPAS PARA A CONSTRUÇÃO DO PPP:
O DIAGNÓSTICO DA REALIDADE
Busca-se reconhecer o aluno, seu trabalho e o contexto local.
PROPOSTA CURRICULAR
Deve favorecer estratégias de organização curricular que valorizem o desenvolvimento das capacidades de fazer e de pensar respeitando as culturas e especificidades locais.
DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO
O acompanhamento e a avaliação deste projeto por toda a comunidade também devem ser permanentes.
Obrigado pela sua atenção!!
falta pouco....
Tomar a sala de aula como espaço democrático requer: respeitar as funções docente e discente, assegurar o diálogo, o respeito às diferenças, a promoção da autonomia de pensamento e de ação; o estímulo ao trabalho solidário e às decisões negociadas.
As metodologias de ensino e de aprendizagem a serem trabalhadas em sala devem levar a pensar a partir da prática educa- tiva do chão da escola, de seus sujeitos na sua diversidade; incluindo a sistematização, análise e registro de experiências
o compromisso da escola é formar indivíduos solidários (e não concorrentes),
... autônomos (e não dependentes) e criativos (e não repetitivos)
PROFESSOR, TRANSFORMADOR DO MUNDO!
AGORA É COM VOCÊ!
Formado em Letras Port/Inglês pela UFS
Pós-graduação em Língua
Inglesa pelo Instituto Pró-Saber
Estudou na Florida International University (EUA)
Membro da International
Exchange Alumni do Dep. de Estado dos EUA.
E-mail: cnnpv@yahoo.com.br
Facebook: Jorge Schalgter Leal
CEPJO - Poço Verde/Se

By Jorge Schalgter Leal
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