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A arte de ler o que não foi escrito: pressuposto, implícito, inferência e intertexto.

Aula de leitura, interpretação e compreensão textual .
by

Leônidas Bié

on 7 December 2015

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Transcript of A arte de ler o que não foi escrito: pressuposto, implícito, inferência e intertexto.


I
E
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C
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A
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RESSUPOSTO
A
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C
onclusão
I
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Q
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Tema e contribuições para a ciência
= definição CLARA
T
Y
U
O
P
O
pressuposto, implícito, inferência e intertexto
A arte de ler o que não foi dito
Tema e contribuições para a ciência
= definição CLARA
prender o interesse do leitor
xemplo
Função:
º
ª
^
~
*
+
..

2º dado:
a TV está

desligada,
portanto não há programa nenhum no ar

A
I
U
K
R
Y
Z
V
!
Ao ler frequentemente estamos complementando informações fornecidas pelos textos com outras informações de que dispomos ou que inferimos a partir do que foi dito pelo autor do texto.

Isto acontece porque nem sempre os textos trazem explícitos todos os elementos que participam da construção do sentido.


Algo não dito participa da construção do sentido final
1 dado
: o clube é de mentirosos

2 dado
: os mentirosos disseram que pagaram as taxas

3 dado
: os mentirosos sempre faltam com a verdade (conhecimento de mundo de Hagar)



Análise decorrente dos dados: então “ninguém pagou suas taxas.”

Pressuposto
1º dado:

ela considera o programa uma

droga

3º dado:
Mafalda pede desculpas
por ter emitido aquela opinião
pela
força do hábito.
Análise dos fatos:

Se Mafalda está habituada a concluir que os programas de TV são uma droga, esse é o juízo que já faz parte da opinião da menina sobre a TV.

Ela nem mais observa o programa, simplesmente conclui, baseada no seu julgamento prévio, que todos os programas são ruins.

A opinião de Mafalda é anterior á própria observação do que está no ar. Trata-se então de algo pressuposto por ela, ou seja uma ideia, uma circunstância, um juízo ou um fato considerado como antecedente necessário de algo que foi dito
Nem sempre a leitura das entrelinhas depende de algo que foi pressuposto.


Há casos em que temos de ir
além do que foi dito
, revelando aquilo que foi
subentendido
, ou sugerido pelo texto.
O plano de saúde enviou um cartão a um paciente que se encontra internado em um hospital

Ao contrário das informações pressupostas,
as informações implícitas que podem ser subentendidas não são marcadas no próprio enunciado
, são apenas sugeridas, ou seja, podem ser entendidas como insinuações.

O uso de subentendidos faz com que o enunciador se esconda atrás de uma afirmação, pois não quer se comprometer com ela
. Por isso, dizemos que os subentendidos são de responsabilidade do receptor, enquanto os pressupostos são partilhados por enunciadores e receptores.

Em nosso cotidiano, somos cercados por informações subentendidas
. A publicidade, por exemplo, parte de hábitos e pensamentos da sociedade para criar subentendidos. Já a anedota é um gênero textual cuja interpretação depende a quebra de subentendidos.

A capa da revista Época de 12 de outubro de 2009 traz um anúncio sobre o lançamento do livro digital no Brasil.

Já o texto II traz informações referentes à abrangência de acessibilidade das tecnologias de comunicação e informação nas diferentes regiões do país
.

A partir da leitura dos dois textos, infere-se que o advento do livro digital no Brasil
Observe que o enunciado usa o verbo “
inferir
”, ou seja, espera-se que o candidato seja capaz de chegar a uma
conclusão a partir da leitura dos dois textos.

Nesse caso, a leitura dos textos separadamente pode levar o candidato ao erro.

A partir da leitura do gráfico, o candidato deve inferir que a telefonia celular abrange apenas uma parte do território brasileiro, o que atrapalha a democratização do livro digital
nferência
Conhecimento de mundo que o leitor precisa ter sobre o contexto criado no texto:

Exemplo:
O uso de aparelhos e aplicativos móveis para leitura de livros, jornais, revistas, artigos científicos e suas perspectias de consumo e expansao no mercado brasileiro.
nálise
A análise dos dados do gráfico e da capa de revista e o conhecimento de mundo que ela evoca:

Se a análise tanto da capa de revista ou do gáfico sobre a popularização recurso de leitura denominado
kindle
foi representada desta forma, podemos
INFERIR (CONCLUIR)
que as conclusões que o leitor pode ter é resultado da influencia da capa da revista e informações do gráfico

Intertextualidade
A expressão intertextualidade se refere, basicamente,
à influência de um texto sobre outro. Na verdade, em diferentes graus
, todo texto é um intertexto, pois, ao escrever, estabelecemos um diálogo - às vezes inconsciente, às vezes não - com tudo o que já foi escrito.

Assim, cada texto é como um elo na corrente de produções verbais; cada texto retoma textos anteriores, reafirmando uns e contestando outros.
Só o Rock and Roll Salva


Elvis Presley que estais no Céu,

Muito escutado seja Bill Haley,

Venha a nós o Chuck Berry,

Seja feito barulho à vontade,

Assim como Hendrix, Sex
Pistols e Rolling Stones,
Rock and Roll que a cada dia nos melhora,

Escutai sempre Clapton e Neil Young,

Assim como Pink Floyd e David Bowie,

Muddy Waters e The Monkees.

E não deixeis cair o volume do som



Mas livrai-nos do Axé.
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