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A oposição durante o Estado Novo

Trabalho realizado por Francisco Leitão, José Marques e José Paz Ferreira
by

Francisco Leitão

on 17 April 2012

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Transcript of A oposição durante o Estado Novo

Às 22h 55m é transmitida na rádio a canção E depois do Adeus, de Paulo de Carvalho. Este é um dos sinais combinados pelos golpistas, que desencadeia a tomada de posições da primeira fase do golpe. 25 de Novembro de 1961 Estudantes da Universidade de Coimbra celebram o Dia do Estudante, protestando com a Guerra Colonial; A polícia intervém e vários estudantes são presos. A oposição durante o Estado Novo SUMÁRIO Introdução
Grupos e Movimentos
Acontecimentos Marcantes
O 25 de Abril de 1974 INTRODUÇÃO Nascimento do Estado Novo 1926


1928


1932


1933 Revolta militar chefiada por Gomes da Costa: substituição da 1º República por uma Ditadura Militar. Salazar é nomeado Ministro das Finanças Salazar é nomeado Presidente do Conselho Promulgação duma nova Constituição: Fim da Ditadura Militar e início do "Estado Novo" As diferentes fases
da oposição Primeira Fase (1926 até 1943): Oposição fraca, desorganizada e violenta.
Segunda Fase (1945 até ao princípio da década de 60): Oposição mais organizada e pacífica; Participação de partidos da oposição nas eleições de 1949, 1951 e 1958. Terceira fase (do fim da década de 60 até à queda do regime: A oposição radicaliza-se e torna-se forte; Perpetração de actos terroristas, radicais e violentos. Grupos e Movimentos MUD MFA Acontecimentos marcantes Vertente Académica Crise Académica de 1962 Na inauguração dum hospital universitário, comparecem o Presidente da República e o Presidente da Associação Académica. Este pede para discursar mas não o deixam.

Crise Académica de 1969 24 de Março de 1962 Comemoração do Dia do estudante em Lisboa; A polícia responde, espancando e prendendo inúmeros estudantes. 25 de Abril de 1974 No dia 24 de Abril de 1974, um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho instala secretamente o posto de comando do movimento golpista no quartel da Pontinha, em Lisboa. O segundo sinal é dado às 0h20 m, quando a canção Grândola, Vila Morena de José Afonso é transmitida , confirmando o golpe e marcando o início das operações. No Norte, uma força do CICA 1 toma o Quartel-General da Região Militar do Porto. Estas forças são reforçadas por forças vindas de Lamego.
Forças do BC9 de Viana do Castelo tomam o Aeroporto de Pedras Rubras.
Forças do CIOE tomam a RTP e o RCP no Porto.
O regime reage, e o ministro da Defesa ordena a forças sediadas em Bradga para avançarem sobre o Porto, o que não é obedecido, dado que estas já tinham aderido ao golpe. À Escola Prática de Cavalaria, comandada pelo Capitão Salgueiro Maia, que parte de Santarém, cabe o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço.
O Terreiro do Paço é ocupado às primeiras horas da manhã.
Ao final do dia, Marcelo Caetano rende-se, exigindo, contudo, que o poder seja entregue ao General António de Spínola, que não fazia parte do MFA, para que o "poder não caísse na rua". 4 MORTOS
CENTENAS DE FERIDOS
MNS ALA LIBERAL CDE CEUD O Movimento de Unidade Democrática (MUD) foi uma organização política de , formada em Outubro de 1945, com a autorização do governo;
O MUD foi criado para reorganizar a oposição, prepará-la para as eleições e proporcionar um debate público em torno da questão eleitoral. Conseguiu em pouco tempo grande adesão popular (principalmente entre intelectuais e profissionais liberais) e começou a tornar-se uma ameaça para o regime. Apesar de ser ilegalizado por Salazar em 48, apoiou Norton de Matos em 49. O MFA ou “Movimento das Forças Armadas” foi responsável pela revolução que terminou com o Estado Novo, aquando do 25 de Abril. A principal motivação deste grupo de militares era a oposição ao regime e o descontentamento pela política seguida pelo governo em relação à Guerra colonial A Comissão Democrática Eleitoral (CDE) foi um movimento criado para disputar as eleições legislativas de 1969. Cortes da censura, limitações à difusão de propaganda e até agressões físicas a candidatos realizadas por elementos da PIDE e da Legião Portuguesa marcaram a campanha da CDE, que não elegeria qualquer deputado no escrutínio realizado no dia 26 de Outubro de 1969. As acções da CDE contribuíram, no entanto, para a consciencialização da população e a iniciação de muitos jovens na oposição ao Estado Novo. A Comissão Eleitoral de Unidade Democrática (CEUD) foi uma formação eleitoral que disputou as eleições de 1969. Era apoiada pela A.S.P (Acção Socialista Portuguesa). A CEUD visava sobretudo destacar perante o país a existência dos socialistas, demarcando-se do PCP O MNS (Movimento Nacional-Sindicalista) era um movimento político conhecido também pela designação "Camisas Azuis", que usavam como uniforme. Era um movimento de inspiração católica (usavam a Cruz de Cristo como símbolo máximo). Fizeram comícios uniformizados, durante os quais utilizavam a saudação romana em voga nas organizações nacionalistas da época, conseguindo forte apoio nas universidades e na oficialidade mais jovem do Exército português. Definia-se como anticomunista, antiliberal, antidemocrático, antiburguês, anticapitalista, anticonservador e familiar, municipalista, sindicalista, corporativista, representativo, autoritário, nacionalista. Designação dada por alguns jornalistas aos deputados que, eleitos em 1969 nas listas da então União Nacional, afirmaram ao longo da legislatura o desejo de ver instaurado «um regime político de liberdade, em que seja possível discutir, controlar os actos do Governo e escolher os representantes da Nação», conforme síntese de Miller Guerra. Nunca foi possível apurar o seu número exacto mas, a avaliar pelas votações, não seriam mais que uma dúzia. Após sucessivas desilusões, os deputados da Ala Liberal foram abandonando a Assembleia. Sá Carneiro foi o primeiro, em 1973, com a famosa expressão "É o fim!", seguindo-se-lhe vários outros. Salgado Zenha Francisco de Almeida Salgado Zenha (Braga, 2 de Maio de 1923 — Lisboa, 1 de Novembro de 1993) foi um advogado e político português.

Até ao 25 de Abril Salgado Zenha fez parte do grupo restrito de advogados que se destacou defesa de presos políticos e participantes em actividades subversivas.

No pós-25 de Abril converte-se num das figuras de proa no processo de democratização. Foi ministro da Justiça nos I, II, III e IV Governos Provisórios, e ministro das Finanças no VI Governo Provisório. Foi negociador na revisão da Concordata com a Santa Sé, que veio permitir o divórcio em Portugal, em 1975. Foi também um dos fortes opositores à unicidade sindical, que pretendia a criação de uma única central sindical.

Morreu a 1 de Novembro de 1993 em Lisboa, após doença prolongada. Salgueiro Maia Fernando José Salgueiro Maia (1 de Julho de 1944 — 4 de Abril de 1992), foi um militar português.

Participou nas reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas, integrando, como delegado de cavalaria, a Comissão Coordenadora do Movimento. Até que a 25 de abril de 1974, Salgueiro Maia teve o seu encontro com a História.

Ao princípio da madrugada, na parada da Escola Prática de Cavalaria, afirmou perante 240 homens: "Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado: os Estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!"

Todos cedem ao carisma de Salgueiro Maia. Às três e meia da manhã, dez viaturas blindadas atravessam a porta de armas da EPC, comandadas pelo capitão sem medo. O objetivo é atingir... Toledo, o nome de código para o Terreiro do Paço e os seus ministérios - o coração do regime


Otelo Saraiva de Carvalho Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho GCL (Lourenço Marques, 31 de Agosto de 1936) é um ex-militar português, estratega do 25 de Abril.

Era o responsável pelo sector operacional da Comissão Coordenadora do MFA e foi ele quem dirigiu as operações do 25 de Abril, a partir do posto de comando clandestino instalado no Quartel da Pontinha. Francisco José da Cruz Pereira de Moura, (Lisboa, 17 de Abril de 1925 — 4 de Abril de 1998) foi um destacado economista e professor universitário português.

Opositor do regime salazarista, fundou juntamente com outros companheiros de luta antifascista a Comissão Democrática Eleitoral (CDE), que viria a dar origem ao Movimento Democrático Português (MDP/CDE).

Participou na vigilia da Capela do Rato, onde viria a ser preso pela Direcção-Geral de Segurança, a polícia política do regime, e demitido do seu lugar de professor do Instituto Superior de Economia Pereira de Moura Na CEUD, é difícil destacar um só nome, uma vez que nunca transpareceu nenhum lider, mas as candidaturas da CEUD incluíam algumas personalidades católicas (como Francisco Sousa Tavares e Sophia de Mello Breyner Andresen) e monárquicas (nomeadamente Gonçalo Ribeiro Telles). Sá Carneiro Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro (Porto, 19 de Julho de 1934 — Camarate, 4 de Dezembro de 1980) foi um advogado e político português.

Advogado de profissão, licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi eleito pelas listas da Acção Nacional Popular, o partido único do regime salazarista, para a Assembleia Nacional, convertendo-se em líder da Ala Liberal , onde desenvolveu diversas iniciativas tendentes à gradual transformação da ditadura numa democracia típica da Europa Ocidental. Colaborou com Mota Amaral na elaboração de um projecto de revisão constitucional, apresentado em 1970. Não tendo alcançado os objectivos aos quais se propusera, viria a resignar ao cargo de deputado com outros membros da Ala Liberal, entre os quais Francisco Pinto Balsemão e Magalhães Mota.

Francisco Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro. Juntamente com ele faleceu o Ministro da Defesa, o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, bem como a sua companheira Snu Abecassis, para além de assessores, piloto e co-piloto. Luto académico e greve às aulas até ao final do ano lectivo. O governo acaba por ceder e aceita os pedidos dos estudantes. Vertente Política General Norton De Matos (1949) Almirante Quintão Meireles (1951) Humberto Delgado (1958) Humberto Delgado, com o cognome de "General Sem medo", opôs-se corajosamente ao regime da altura e esteve perto de alcançar a vitória nas eleições. Porém, as eleições foram fraudulentas, e acaba então por perder. Humberto Delgado é assassinado após um plano orquestrado pela PIDE. Os Estudantes protestam e inúmeros acabam presos e espancados. Indignados, realizam um luto académico e começa uma longa greve às aulas. Eleições Presidenciais Ala Liberal Vertente Militar Assalto de Beja 1 de Janeiro de 1962 Assalto ao quartel de infantaria 3 em Beja liderado por Varela Gomes Assalto ao Santa Maria No dia 22 de Janeiro de 1961, Henrique Galvão tentou desviar um navio para Angola onde começaria um levantamento insurreccional contra as ditaduras ibéricas
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