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Eneida

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by

Luana Sofiati

on 28 July 2015

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Transcript of Eneida

Eneida
O delli altri poeti onore e lume,
Vagliami 'l lungo studio e 'l grande amore
Chen m'ha fatto cercar lo tuo volume.
Tu se' lo mio maestro e 'l mio autore
Tu se' solo colui da cui io tolsi
Lo bello stilo che m'ha fatto onore
(Dante, Inferno, 82-87)
Publius Vergilius Maro
Mântua, a 15 de outubro de 70 a. C.
Dante (Sandro Botticelli)
A Eneida após Virgílio
Dante e Vergil (Devil May Cry)
Navio Queen Dido
(Resident Evil Revelations)
LIVRO VII - O estopim da guerra, quando o rei Latino oferece a mão de Lavínia a Enéias.

LIVRO VIII - Vulcano forja armas para Enéias.

LIVRO IX - Turno ataca os acampamentos dos troianos e Niso e Euríalo, são mortos.

LIVRO X - Júpiter procura estabelecer a paz entre as deusas Juno e Vênus, enquanto a guerra prossegue.

LIVRO XI - Trégua para o sepultamento dos mortos.
Recapitulando...
LIVRO XII
- Turno percebe o desânimo de seus combatentes e decide duelar com Enéias para resolver a guerra, não atendendo ao pedido insistente de Amata para que desista.
- Juno conversa com Juturna e diz a ela sobre o que acontecerá.
"Enquanto a
Fortuna
pareceu consentir e as Parcas permitiram que as coisas no Lácio prosperassem, protegi Turno e as tuas muralhas; agora, porém, vejo o jovem lutar com sorte adversa e o dia das Parcas e a força inimiga do destino se aproximam."

(Tradução de Spalding, p. 331)
- É realizado o sacríficio que sela o tratado de regras para o duelo de Turno e Enéias.
- Juturna se disfarça de
Camerto
e incita os guerreiros de Turno ao combate.
- Enéias é atingido por uma flecha, mas o responsável por isso não se revela.
- Enéias abraça o filho e volta ao campo de batalha.
- Juturna foge, mas, ao perceber o perigo que
seu irmão estava correndo, decide tomar as rédeas do carro de Turno.
"[...] dos seus olhos jorram faíscas ardentes; o fogo relampeja-lhe os olhos inflamados, bem como o touro, quando, preparando-se para o primeiro combate, solta terríficos bramidos e procura excitar a cólera dos seus chifres lutando contra um tronco de árvore, cansa os ventos com arremessos e preludia o combate em espalhando terra com as patas."

(Tradução de Spalding, p. 330)
- Enéias se inflama de fúria e, com Marte ao seu favor, vai em direção aos inimigos causando um grande massacre.
- Turno e Enéias se deslocam para o combate.
- Vênus, então, inspira Enéias a se dirigir aos
muros da cidade, a fim de surpreender os latinos.
"Então a bela Vênus enviou à Enéias a ideia de se dirigir para os muros e de conduzir o mais rápido possível o seu exército para a cidade, a fim de pôr em debandada os latinos com uma súbita calamidade."

(Tradução de Spalding, p. 344)
Autor desconhecido
"Aprende de mim, meu filho, a virtude e a verdadeira paciência."

(Tradução de Spalding, p. 341)
- Amata, percebendo a aproximação dos guerreiros de Enéias, e pensando que Turno estivesse morto, se suicida.
Amata se suicida (Autor desconhecido)
- Turno, ao saber da morte de Amata, se envergonha e começa a pensar sobre os últimos acontecimentos.
- Exprime claramente sua decisão de combater com Enéias e não mais fugir de seu destino.
"No fundo do coração lhe fervem a vergonha imensa, o furor que se mistura ao luto, o amor agitado pelas fúrias e a consciênca do seu próprio valor."

(Tradução de Spalding, p. 348)
"E os dois guerreiros, assim que a planície foi evacuada e lhes deixaram o campo livre, em rápida carreira arremessadas de longe as lanças, dão começo ao combate, com o escudo e o bronze sonoro."

(Tradução de Spalding, p. 349)
- Júpiter conversa com Juno sobre o futuro dos latinos.
- A lança de Enéias fica presa na raiz de uma oliveira; ávore dedicada ao deus Fauno.
"[...] peço pelo Lácio, [...], não permita que os latinos indígenas mudem seu antigo nome e se tornem teucros, nem que troquem de língua ou transformem seus costumes. Que haja sempre um Lácio; [...]; que a raça romana seja poderosa pelo valor italiano."

(Tradução de Spalding, p. 353)
Grand Finale!
- Enquanto Turno hesita no combate, Enéias arremessa sua lança.
"A lan
ç
a voa, à maneira de um
s
ombrio turbilhão, levando com ela a cruel morte; abre o
s
bordo
s
da coura
ç
a e o
s

s
inuo
s
o
s
di
s
co
s
do
s

s
et
e
couro
s

s
uperpo
s
to
s
do e
s
cudo; penetra, a
ss
obiando, pela coxa; o grande Turno, ferido, cai por terra dobrando o joelho."

(Tradução de Spalding, p. 356)
- Turno pede clemência à Enéias.
- Enéias fulmina Turno.
"'Quê! Hás de escapar daqui com os despojos dos meus? É Palante, sim, Palante quem te imola com este golpe, é ele que se vinga no teu sangue criminoso.'
Dizendo isto, arrebatado de cólera, enterra a espada no meio do peito. Os membros de Turno então desfalecem sob o frio da morte. e sua vida, indignada, foge, com um gemido, para as sombras."

(Tradução de Spalding, p. 357)
Enéias derrota Turno (Luca Giordano 1634-1705)
Ish, danou!
"Assim é seu furor, o rosto em brasa
com palpitar de fogo em duros olhos,
como se fora um touro já mugindo,
já pronto a combater que com os cornos
árvore abala ou, perseguindo o vento,
se exercita, com ele voa areia."

(Tradução de Silva, p. 475)
"A bela mãe de Enéias deu-lhe então
ideia de marchar para a cidade
e de tomar os muros pertubando
os planos que tivessem os Latinos."

(Tradução de Silva, p. 490)
"Foi na medida em que a
Fortuna
o quis,
em que as Parcas deixaram que os Latinos
tivessem boa sorte em seu viver,
que eu ajudei Turno e protegi
a cidade que é tua. Mas o que vejo
é que vai o nosso herói entrar na luta
contra fatalidades poderosas.
Chegou o dia de vencerem as Parcas,
de ganhar o poder que é contra nós."

(Tradução de Silva, p. 477)

"A arma voa em negro turbilhão
e fa
z

s
altar a borda da coura
ç
a,
vara a
s s
ete camada
s
dum e
s
cudo
e ainda vai atrave
ss
ar a coxa."

(Tradução de Silva, p. 503)
"'Tens de aprender de mim o que é valor
e com outros, talvez, o que é a sorte."

(Tradução de Silva, p. 487)
"'Talvez de minhas mãos tu te salvasses,
mas quem vai imolar-te é um dos meus,
esse Palas de que usa os despojos,
nisto se vinga do que lhe fizeste.'
Cheio de raiva crava sua espada
no derrubado peito, gela o corpo,
a vida se desprende num gemido,
envergonhada foge para as sombras."

(Tradução de Silva, p. 504)
"Eles, logo que esteve o campo aberto,
lançam, rápidos, dados, em seguida
começam os embates do deus Marte
com o sonoro bronze, com escudos."

(Tradução de Silva, p. 495)
~ Fim ~
"[...] não permita que tenham Latinos
outro nome qualquer, como se fossem
descendentes de trós, até Troianos,
conservem sua lígua
[sic]
, suas vestes.
Que o lácio continue com reis albanos,
que haja sempre a raça com a força
que sempre foi de Itália. [...]"

(Tradução de Silva, p. 500)
Referências
SPALDING, Tassilo Orpheu. "O autor e sua obra". In:
Eneida.
Virgílio. Ed. 9. Trad. Tassilo Orpheu Spalding. São Paulo: Cultrix, 1999, p. 277-80.
"Já turno fica mudo, embaraçado
por tudo que tão vivo lhe apresenta,
tomando ao mesmo tempo pela força
de seu sentido de honra e por locura
onde se juntam dor, o seu amor
que as Fúrias agitaram, e também
a consciência do que é seu valor."

(Tradução de Silva, p. 494)
VIRGÍLIO
. Eneida.
Trad. Tassilo Orpheu Spalding. São Paulo: Nova Cultural, 2003.
VIRGÍLIO.
Eneida.
Trad. Agostinho da Silva. 2. ed. Lisboa: Temas e Debates, 1999.
Livro XII
Luana Fernandes Sofiati
Thomas Alison Frizeiro de Souza

(Faculdade de Letras - UFJF)
"Cunctanti telum Aeneas fatale coruscat,
sortitus fortunam oculis, et corpore toto 920
eminus intorquet. murali concita numquam
tormento sic saxa fremunt nec fulmine tanti
dissultant crepitus. uolat atri turbini
s
in
s
tar
e
x
itium dirum ha
s
ta feren
s
ora
s
que recludit
loricae et clipei e
x
tremo
s

s
eptemplici
s
orbi
s
; 925
per medium
s
triden
s
tran
s
it femur. incidit ictus
ingens ad terram duplicato poplite Turnus."

(Aenesis, verso 919 a 926)
Observe que o nome de Juturna é resultado a união dos nomes da deusa
Juno

e de seu irmão Turno,
talvez para indicar a tamanha ligação a estes dois.
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