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A Geração de 45 e o concretismo

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Hugo Hawerroth Avancini

on 9 September 2013

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A Geração de 45 e o concretismo
Pós-modernismo
Décio pignatari

A Geração de 45 e o ConcretismoDécio Pignatari
O ano de 1945 é a marca do fim da Segunda Guerra Mundial e do fim da Ditadura de Vargas no Brasil.
A Geração de 45 não foi muito exigida politicamente. Ela determinou uma nova valorização da palavra e buscou uma universalidade temática aliando ritmo e sentido às palavras poéticas.
A arte poética era considerada como uma forma de expressão política, de contradições internas do homem e dos problemas sociais.
Em resumo, a Geração de 45 marcou mudanças na produção poética do Modernismo, buscou uma pesquisa sobre a linguagem, valorizou a palavra escrita e releitura dos costumes regionalistas.

Os que mais se destacaram desta geração foram Rubem Braga, Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Guimarães Rosa e Mário Palmério.
Em 1964 entrava em cena no Brasil o Golpe Militar, e com ele a fase da Ditadura.



Surge então outra classe, dessa vez mais atuante e ativa; formada por movimentos estudantis, professores, intelectuais e artistas.
E assim, sob influencia destes acontecimentos, surgiu também o Concretismo, caracterizado como um movimento que reproduziu, tanto em forma como em conteúdo, as mudanças ocasionadas pela industrialização, cuja ideologia era fazer da palavra concreta objeto real para as manifestações voltadas para a critica à sociedade, tendo no consumo exacerbado e no capitalismo sua principal “fonte de alimentação”.
Um de seus principais precursores, Décio Pignatari, propôs uma nova visão de arte poética, abnegada de sentimentalismos extremos e fundada na concretude de sentidos, explorando três de suas principais vertentes: a visual, a sonora e a semântica.
Junto com seus amigos Haroldo e Augusto de Campos editaram as revistas Noigrandes e Invenção.
A partir de 1948, se desligaram da Geração de 45 e formaram o Clube da Poesia.
A expressão “poesia concreta” a rigor só surgiu em 1955, criada por Augusto de Campos.
A estreia de Décio Pignatari na literatura se deu com a publicação do livro “Carrossel” em 1950. Traduziu obras de Marshall McLuhan e publicou traduções de Goethe, Shakespeare e Dante Alighieri. Foi publicitário, poeta, ator, ensaísta, professor e tradutor brasileiro. Formado em direito pela USP, teve publicado o volume de contos O Resto da Memória (1988), o romance Panteras(1992), além de uma obra para o teatro “Céu de Lona”.
Faleceu em dois de dezembro de 2012 vítima de complicações do mal de Alzheimer.
Pós-Modernismo
Pós-Modernismo são as mudanças ocorridas nas ciências, nas artes, nas sociedades desde 1950.
São mudanças gerais desde as artes até na tecnologia e se alastra por todos os lados sem saber se é uma forma de decadência ou se é um renascimento cultural.
O Pós-Modernismo nasce com a arquitetura e a computação nos anos 50; toma corpo com a arte Pop nos anos 60; cresce ao estudar filosofia durante os anos 70; como critica da cultura ocidental. E amadurece hoje, alastrando-se na moda, no cinema, na música e no cotidiano programado pela tecnociência.
Mas foi na arte que o fantasma pós-moderno, ainda nos anos 50, começou a correr o mundo. Da arquitetura ele pulou para a pintura e a escultura, daí para o romance e o resto, sempre satírico, pasticheiro e sem esperança.

O Pós-Modernismo é coisa típica da sociedade pós-industrial baseada na informação. Dando ordens às ilusões, o homem pós-moderno já sabe que não existe céu, nem sentido para a história, e assim se entrega ao presente e do prazer, ao consumo e ao individualismo.
A colisão e a superposição de diferentes mundos antológicos é uma das principais características da arte pós-moderna. “Tight as Houses”, de David Salle, ilustra a ideia.
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