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Perpectiva anti-discriminatória e anti-opressiva

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by

Joana Marta Sá

on 12 January 2015

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Transcript of Perpectiva anti-discriminatória e anti-opressiva

Respostas:
Dalrymple e Burke intervêm a vários níveis:
Responsabilidade dos profissionais dos trabalhadores sociais podem ser aplicadas de forma opressiva ou de forma capacitadora
Dalrymple e Burke: prática anti-opressiva
a preparação;
conceber princípios para a prática centrada na mulher;
tornar os métodos relevantes para o género;
ligar os clientes a organismos especializados em necessidades das mulheres;
incrementar os recursos para as mulheres;
envolver as mulheres na tomada de decisões e na elaboração de políticas do organismo social;
criar um código para a prática feminista.
Hanmer e Statham: trabalho centrado em mulheres
A política da teoria anti-opressiva
Nasce de preocupações do pensamento radical por parte de grupos que sofrem desigualdades
Um modelo teórico global tenta incluir as preocupações feministas e anti-racistas
Assimilação:
A cultura original da pessoa não tem aptidões para rivalizar com o novo ambiente
O género torna-se invisível nas mulheres fazendo com que se espere delas que assumam determinados papeis, que por norma tem em comum
Os trabalhadores devem intervir em vários níveis:
A intervenção minimal necessita que os trabalhadores sociais reconheçam o seu poder potencial.
Perpectiva anti-discriminatória e anti-opressiva
Teorias e Modelos do Serviço Social
“Teoria do Trabalho Social Moderno

Joana Sá
A ideia de “raça”
Época colonial
(século IXX)
Teorias modernas
Pensamento feminista
Trabalho anti-discriminatório
Feminismo liberal
Feminismo radical
Feminismo socialista
Discriminação
Crenças pessoais e ideologias
Reconhecer os indivíduos e grupos com certas características e trata-los menos bem do que outro grupo com características valorizadas.
As abordagens anti-discriminatórias genéricas vêem a intervencção entre opresões como complexa.
Denney, Gould e Jenkins identificam algumas perspetivas no anti-racismo
Pluralismo liberal:
centra-se na igualdade de oportunidade, que o poder seja utilizado para controlar a tomada de decisões.
Pluralismos cultural:
existência de vários grupos étnicos originando uma politica multi-culturalista, opondo-se assim a uma cultura única e dominante.
Estruturalismo:
as sociedades capitalistas influenciam os grupos pertencentes de maneira diferente
Perspetivas negras:
destaca a exigência de incluir o ponto de vista das pessoas negras e das próprias comunidades no exercício da prática
Abordagens teóricas de outros grupos oprimidos estão menos desenvolvidas, podendo referir:
Normalização:
incluir as pessoas com dificuldades de aprendizagem para os seus papeis sociais serem equiparados a papeis sociais valorizados
Modelo social de incapacidade:
defende que se reconhecer uma definição de normalidades na organização da sociedade criam-se incapacidades. Deve haver uma mudança.
Economia política do envelhecimento:
defende que os pressupostos sobre o envelhecimento vêm do facto de pessoas mais velhas serem excluídas do mercado de trabalho tornando-se assim economicamente e socialmente dependentes.
Perspectiva negra
Compreender e trabalhar diferenças de poder
Valorizar as oportunidades para ter poder
Participação e influência negra
McNay defende que o poder pode ajudar os clientes e grupos oprimidos a conquista-lo e utiliza-lo
Dungee-Anderson e Beckett defendem que é necessário compreender as outras culturas com que se trabalha para não haver o risco de um multi-culturalismos
Gould defende o multi-culturalismo, correndo o risco de submeter as culturas alternativas a uma interpretação ocidental
Questões:
1- Em que medida, num contexto de discriminação/desigualdade por exemplo no caso das mulheres, o poder pode ser importante para combater/atenuar esse problema social?
2- Como é que os autores Dalrymple e Burke defendem que deve ser a intervenção social na prática anti-opressiva? Concordas com este ponto de vista? Porquê?
Perspetivas anti-discriminatória/opressiva
Prática e a organização do trabalho social
Incapaz de incluir grandes mudanças para grupos minoritários alcançarem a igualdade e justiça social
Nesta perspetival pode-se identificar um conflito entre posições radicais estruturalista e
pluralista
.
Estruturalismo
Perspetivas Negras:
Reconhecem a importância do poder para as perspetivas negras
Emancipador
Especifico do género
relacionada com a consciencialização
autonomia das mulheres
desequilíbrio de poder entre género

Apoio e desenvolvimento da feminilidade
Diferenças entre correntes feministas socialista e radical
O género está na base de alguma experiencia de vida das mulheres;
Statham dizem que as mulheres são tratadas como dependentes, inferiores aos homens.
Avaliar as mulheres como clientes
Conhecer ao padrões de vida e as políticas que a afetam
Ter em atenção os pressupostos que influenciam a maneira como são avaliadas.
Estes princípios vão assim de encontro as necessidades das mulheres e fazem com que os trabalhadores sociais não reproduzam os preconceitos e pressupostos ditados pela sociedade.
Hanmer e Statham propõem estratégias para o trabalho centrado nas mulheres como:
Modelo com base na utilização do poder e autoridade
Desigualdades de poder
Opressão
Relações pessoais e sociais
Uma prática anti-opressiva segundo estes autores requer:
Uma abordagem de teor capacitador;
Parceria entre cliente e trabalhador social;
Intervenção minimal
A capacitação como enfoque do trabalho requer:
Investimento na ajuda aos clientes
Voz na tomada de decisão
Para isso:
estabelecer laços, entre as posições dos clientes e as desigualdades estruturais de certo modo é ajuda-los a sentirem-se mais ligados às sua vidas
Nível de sentimentos/
biografia

Nível de ideias/
consciência alternativa

Nível de atividade/
ação política

A prática anti-opressiva abrange a formulação em parceria, esta requer as seguintes políticas:
Investigar os problemas
Agir
Fundar a ação nas perspetivas e necessidades de todos os membros
Fundar a ação num acordo negociado
Dar os clientes maior escolha possível

Primário
Secundário
Terciário
Essencial ligar estratégias que levem à mudança evitando que os clientes sejam objeto de opressão por parte dos trabalhadores sociais, das políticas sociais e dos serviços institucionais.
Um enfoque estratégico envolve então
Identificação da questão e os objetivos;
Fragmentar a questão e os objetivos para que se possam gerir;
Ter um limite de tempo;
Rever e avaliar o que foi feito;
Estabelecer laços com questões iguais ou semelhantes.
Questão 1:
Questão 2:
Em que medida, num contexto de discriminação/desigualdade por exemplo no caso das mulheres, o poder pode ser importante para combater/atenuar esse problema social?
Como é que os autores Dalrymple e Burke defendem que deve ser a intervenção social na prática anti-opressiva? Concordas com este ponto de vista? Porquê?
A intervenção segundo Dalrymple e Burke deve começar por conhecer o individuo
(nível de sentimentos/biogragia)
tentando reduzir o efeito das experiências pessoais negativas, após este pode-se passar para um nível mais abrangente capaz de capacitar os clientes para conseguirem agir (que possuem capacidades)
(nível das ideias/ consciência alternativa)
e posteriormente passando para um nível de ação procurando por em prática a mudança efetiva
(Nível de atividade/ação política)
.
Este tipo de intervenção segundo os autores é vista como atuando a partir do individuo para o coletivo (a sociedade)
Segundo os autores Hanmer e Statham o género é também visto como um potenciador para que haja desigualdade principalmente se este for ligado a diferenças de classe e étnicas .
Nestes casos os trabalhadores sociais não devem “cair” nos pressupostos presentes na sociedade, devendo encorajar as mulheres e valorizar as suas realizações.
Articulando com Dalrymple e Burle é necessário um trabalho assente na capacitação e poder para conquistarem mais controlo sobre as suas vidas e se consciencializarem de como poder utilizar os seus recursos para irem de encontro às suas necessiadades e aspirações.
Vam der Vlugt
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