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FORMAS DE LIDAR COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIP

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by

Douglas Julião

on 13 September 2013

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Transcript of FORMAS DE LIDAR COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIP

FORMAS DE LIDAR COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERATIVIDADE EM UMA ESCOLA MUNICIPAL
Tal transtorno divide-se em três subtipos distintos de acordo com a sintomatologia predominante, são eles: tipo combinado; tipo predominantemente desatento; e tipo predominantemente hiperativo-impulsivo. Indica-se o subtipo com base no padrão sintomático dominante nos últimos seis meses.
O TDAH não é configurado por grande parte dos teóricos como um problema de aprendizagem, visto que o transtorno possui uma conotação mais ampla na vida dos sujeitos portadores. Todavia, é inegável que as maiores sequelas do TDAH concorrem na vida escolar do sujeito.
Fora realizado uma entrevista semi-estruturada com os 12 professores do ensino regular, no qual obteve-se que as formas que a escola possui de lidar com TDAH, podem ser assim apresentadas:
1) encaminhamento para psicopedagoga da escola;
2) encaminhamento para COEE (não se apresenta nenhum retorno acerca dos procedimentos adotados, nem se oferece nenhuma orientação para os professores, ou seja, ficavam dependentes);
3) as medidas se restringem ao encaminhamento do recém identificado com TDAH a médicos que receitem o metilfenidato.

Universidade Federal de Alagoas
Graduação em Psicologia
Programa de Educação Tutorial Núcleo de Estudos do Semiárido Alagoano
Instituto de Análise do Comportamento
Douglas Julião - Gérson Alves - Kathiusia Correia
Lucas Costa - Maria Ester

Oferecer aos mesmos uma formação para adoção de processos operativos alternativos diante do transtorno.
3º Encontro:

- Uma revisão do TDAH segundo a Análise do Comportamento;
- Manifestações comportamentais básicas do TDAH;
- Avaliação Funcional do TDAH:
Fuga/esquiva de tarefas escolares e domésticas;
Atenção;
Acesso a um objeto ou atividade;
Estimulação sensorial.

Metodologia

-Aulas expositivas e dialógicas com recursos audiovisuais;
-Exemplificação de casos para visualização prática da intervenção.


Formação
Docente

Objetivos da Formação

-Apresentar o modelo analítico-comportamental de Psicopatologia;
- Desenvolver habilidades nos docentes para discriminarem a sintomatologia de TDAH;
- Oferecer modelos interventivos com base na Análise do Comportamento para o grupo docente.

Objetivos:
O TDAH caracteriza-se, segundo o DSM-IV-TR (2002), essencialmente por um padrão persistente de desatenção com ou sem sintomas de hiperatividade-impulsividade, mais frequente e intenso do que o comumente observado em indivíduos de mesmo nível de desenvolvimento.
Levantamento das estratégias utilizadas pelos docentes da Escola de Educação Básica para identificar alunos com TDAH e a forma como estes lidam com o problema.
2º Encontro:

- Conceitos básicos para o entendimento da Análise do Comportamento;
- Psicopatologia em Análise do Comportamento;
- Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade segundo a Análise do Comportamento.

4º Encontro:

- Possíveis causas do TDAH;
- Identificando o aluno com TDAH em sala de aula;

5º Encontro:

- Necessidades Educacionais Especiais dos alunos com TDAH;
- O papel dos educadores e dos familiares;
- Possibilidades de intervenção.

1º Encontro:

Definindo o TDAH: conceito, sintomatologia, etiologia, diagnóstico e tratamentos.

A formação propiciou subsídios para que os docentes identificassem, a partir de observação direta com registro, respostas disruptivas típicas do TDAH, condições antecedentes e eventos consequentes que permitem sua manutenção. A partir de relatos dos docentes fora selecionado um aluno do sexo masculino de 9 anos cursando terceiro ano e feito observação em sala de aula.
Os dados colhidos possibilitam a visualização das condições “disparadoras” dos comportamentos disruptivos, bem como as condições ambientais (físicas e sociais) mantenedoras destes.
Tal visualização possibilita perceber que os comportamentos disruptivos são emitidos e mantidos por condições específicas, alterar tais condições possibilitará que o indivíduo observado apresente mudanças comportamentais.
Sendo assim, avalia-se necessário que educadores desprezem compreensões que atribuem a elementos internos ao indivíduo a determinação de seus comportamentos, faz-se necessário compreender que os comportamentos emitidos por um indivíduo são selecionados e mantidos pelo ambiente social no qual ele está inserido.
Tal compreensão possibilita que lancemos um olhar não apenas para o indivíduo que apresenta comportamentos desajustados, mas também para a interação estabelecida entre este indivíduo e os demais.
Obrigado!

douglasjsil@gmail.com
kathiusiacorreia@hotmail.com
REFERENCIAS

LEONARDI, Jan Luiz. RUBANO, Denize Rosana. Fundamentos Empíricos da Análise do Comportamento Aplicada para o Tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade
(TDAH). Revista Perspectivas 2012, vol. 03, n ° 01 pp. 001-019.
LEONARDI, Jan Luiz. Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade: Estratégias de Intervenção da Análise do Comportamento Aplicada. Disponível em: http://www.comportese.com/2012/09/transtorno-do-deficit-de-atencao-e.html. Acessado em 15 de Fevereiro de 2013.
LOUZÃ NETO, Mario Rodrigues et al. TDAH ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010.
ROBERT, Edila Adriene Maia. Contribuições da Analise do Comportamento na Avaliação e no Tratamento de Crianças com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Dissertação de Mestrado. Belém – Pará, 2005.
ROHDE, Luiz Augusto. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.
SKINNER. Burrhus Frederic. Ciência e Comportamento Humano. 11. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
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