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Autocuidado

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Sofia Cosme

on 6 June 2011

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Autocuidado Turma A11 Sumário Autocuidado 2. A Autonomia e a Independência
2.1. Implicações Para a Prática de Enfermagem
3. A Adesão ao Regime Terapêutico
3.1. Compliance e Adesão Terapêutica
3.2. Factores que Influenciam a Adesão ao Regime Terapêutico
3.3. Intervenções de Enfermagem na Adesão ao Regime Terapêutico Compliance e Adesão Terapêutica
Factores que Influenciam a Adesão ao Regime Terapêutico
Intervenções de Enfermagem na Adesão ao Regime Terapêutico Tipos de Autocuidado
Teorias do Autocuidado
Instrumentos de Avaliação do Autocuidado A Autonomia e a Independência Implicações para a Prática de Enfermagem A Adesão ao Regime Terapêutico Autocuidado Actividade executada pelo próprio: Tratar do que é necessário para se manter, manter-se operacional e lidar com as necessidades individuais básicas e íntimas e actividades da vida diária. Segundo o ICN (2010) Segundo Orem (1991) Citado por Backman e Hentinen, 1999, p. 565 É uma prática desenvolvida pela própria pessoa quando chegou a um estado de maturidade que possibilita uma consistente, controlada, eficaz e intencional acção. O objectivo deste autocuidado racional é manter a saúde. É, também, definido pela mesma autora como cuidar de si. Não é apenas uma forma racional de promover a saúde. As actividades do autocuidado reflectem a atitude da pessoa em relação aos cuidados de saúde, às doenças e à vida. Forma mais ampla de cuidar de si no quotidiano: Ainda que o autocuidado seja um comportamento natural, este adquire diferentes significados para cada pessoa. Experiências Pessoais Backman e Hentinen, 1999 Teorias do Autocuidado Florence Nightingale Teoria Ambientalista do Cuidado Hildegard E. Peplau Teoria da Interpessoalidade do Cuidado Imogene M. King Teoria dos Sistemas e Metas de Cuidado Teoria do Autocuidado Dorothea E. Orem Uma das teorias mais importantes ao nível dos cuidados de enfermagem. Diógenes e Pagliuca, 2003 Teoria de Enfermagem onde é descrito o défice de autocuidado. Autocuidado Deficit de
Autocuidado Sistemas de Enfermagem Conceitos centrais: autocuidado
acção de autocuidado
deficit de autocuidado
demanda terapêutica de autocuidado
serviço de enfermagem
sistema de enfermagem Conceitos periféricos: Factores condicionantes básicos como a idade, sexo, estádio de desenvolvimento, entre outros. Requisitos de Autocuidado: Universais associados aos processos de vida Desenvolvimentais Desvio de Saúde necessidade de adaptação a mudanças no ciclo vital adaptação perante um estado patológico Surge quando o indivíduo se acha limitado para desenvolver autocuidado sistemático. Nesta situação irá procurar e usufruir de ajuda de enfermagem. (...) isto constitui a essência da teoria geral de enfermagem de Orem, pois possibilita apontar a necessidade de enfermagem. Diógenes e Pagliuca, 2003 Métodos de Ajuda no Deficit de Autocuidado: agir ou realizar para o outro
guiar o outro
apoiar o outro fisicamente ou mentalmente
proporcionar um ambiente que promova o desenvolvimento pessoal
ensinar o outro Sistema Totalmente Compensatório quando o indivíduo é incapaz de cuidar de si mesmo, e o enfermeiro assiste, substituindo-o Sistema Parcialmente Compensatório quando o profissional e o indivíduo participam na realização de acções terapêuticas de autocuidado Sistema de Apoio/ Educação quando o indivíduo necessita de assistência na forma de apoio, orientação ou ensinamento Conceitos Principais: ser humano
sociedade
saúde
enfermagem O grau e o tipo de intervenção de enfermagem variam de acordo com as capacidades ou as limitações no processo de autocuidado do cliente. Desta forma, a Teoria de Orem proporciona a visão do fenómeno da enfermagem permitindo que o enfermeiro, juntamente com o indivíduo, implemente acções de autocuidado adaptadas às suas necessidades de maneira que a relação de ajuda se expresse no diálogo aberto e promova o exercício do autocuidado. Diógenes e Pagliuca, 2003 Instrumentos de Avaliação do Autocuidado Índice de Barthel avalia as actividades básicas de vida diária (ABVD) Índice de Lawton avalia as actividades instrumentais de vida diária (AIVD) Escala de Actividades de Autocuidado com Diabetes Mellitus Tipo 2
Summary of Diabetes Self-Care Activities (SDSCA) Conjunto de actividades primárias da pessoa, relacionadas com o autocuidado e a mobilidade, que permitem ao indivíduo viver sem necessitar de ajuda. Sequeira, 2007 Permitem que a pessoa de adapte ao meio, mantendo a sua independência na sociedade. Permite explicar o fenómeno de adesão pelos principais componentes do regime terapêutico, sendo sensível à mudança. A sua aplicação possibilita identificar áreas de necessidades em cuidados de saúde e planear intervenções, podendo medir a mudança de comportamentos. Bastos et al., 2007 Os instrumentos de avaliação foram sujeitos a uma validação para a população portuguesa, revelando-se verdadeiros aliados do enfermeiro, auxiliando-o na prestação cuidados distintos e indo de encontro às necessidades reais do cliente. A Autonomia e a Independência definição de autonomia que sugere a sua relação com um exercício de auto-determinação, de comportamento orientado por objectivos que é, ou pode ser, ameaçado ou inibido por várias circunstâncias, reais ou simbólicas, intrínsecas ou extrínsecas à pessoa Horowitz et al., 1991 Citado por Davies et al., 1997 PROOT et al., 1998 autonomia definida em três dimensões auto-determinação
independência
autocuidado inclui capacidades (mobilidade, comunicação, cognição) e as actividades de vida diária auto-determinção capacidade de fazer escolhas e tomar decisões sobre a própria vida e saúde, incluindo, portanto, liberdade de escolha independência (física, psicológica e social) capacidade de planear e organizar a própria vida, incluindo contactos sociais, e refere-se à responsabilidade para cuidar da própria vida e saúde autocuidado Autonomia liberdade de escolha, de acção e autocontrolo sobre a vida Pode-se considerar que: a autonomia está relacionada com o facto de o indivíduo ser dependente ou independente na realização das actividades da vida diária no entanto, algumas pessoas são capazes de se auto-governarem apenas em algumas áreas da sua vida, necessitando da ajuda de outros para demais áreas Diogo, 1997 Conclui-se que: independência é um estado no qual o indivíduo se encontra, desde que disponha de recursos (nomeadamente económicos) suficientes, para estar livre para ter laços com quem quiser autonomia remete para a ideia de que o indivíduo determina por si mesmo as próprias regras AUTONOMIA refere-se a categorias subjectivas, enquanto INDEPENDÊNCIA se refere a categorias objectivas. Implicações Para a Prática de Enfermagem Enfermagem inclui os cuidados, autónomos e colaborativos, que se prestam a pessoas de todas as idades, famílias, grupos e comunidades, enfermos ou sãos, em todos os contextos, e incluem a promoção da saúde, a prevenção da doença, os cuidados aos enfermos, deficientes e pessoas moribundas. As funções essenciais da enfermagem são a defesa, a promoção de um ambiente seguro, a investigação, a participação na política de saúde e a gestão dos pacientes e dos sistemas de saúde, e a formação. presença de uma limitação física (consequente de uma doença ou resultante de uma cirurgia) constitui risco para o comprometimento da autonomia, principalmente quando esta limitação provoca dependência na realização das ABVD Idosos incapacidade (como a impossibilidade de realização de determinada actividade) pode ter como causa factores intrínsecos ou extrínsecos à pessoa, ou seja, pode ser determinada por factores inerentes ao estado físico do idoso, ou por factores ambientais, económicos, culturais e sociais Processo de Reabilitação os profissionais de saúde devem intervir junto do idoso e da sua família, apoiando as suas decisões, respeitando a autonomia de cada um, num processo educativo e congruente com as necessidades de cada indivíduo devem ser consideradas as limitações físicas, psíquicas e ambientais, ou seja, as dificuldades que podem interferir na sua adaptação à nova situação Diogo, 1997 pessoas idosas atribuem grande importância à autonomia e independência e que as mesmas constituem um factor necessário para a obtenção de uma boa qualidade de vida na prática clínica, a equipa de Enfermagem frequentemente observa passividade e dependência nos idosos no exercício do seu autocuidado no entanto... Teoria do Abandono Aprendido propõe que a condição de abandono desenvolve-se pelas experiências individuais não controláveis há evidência de que a equipa de Enfermagem contribui para o desenvolvimento de comportamentos dependentes nas pessoas idosas McWilliam et al., 1994 concluíram que as estratégias de empowerment devem ser abordadas e centradas no cliente, incluindo uma compreensão da sua mentalidade, dos objectivos, aspirações e intenções, em idosos que, apesar de autónomos, requerem cuidados de saúde continuados Citado por Davies et al., 1997 o papel da Enfermagem é suportar a escolha da pessoa idosa e fornecer toda a informação necessária para permitir à mesma uma tomada de decisão consciente e autónoma baseada no que a pessoa considera que é melhor para ela mesma autonomia deve constituir uma preocupação em qualquer cuidado de saúde evidências de efeitos positivos nos idosos que resultaram de estratégias e intervenções de Enfermagem com o objectivo de promoverem a autonomia pessoal e a independência funcional dos mesmos permitir aos idosos a escolha das actividades do dia-a-dia
fornecer informação ou explicações sobre o cuidado de modo a que possam compreender o porquê do mesmo
demonstrar reciprocidade dentro da relação doente/enfermeiro
proteger e respeitar os idosos e a sua privacidade
promover a independência nas actividades de vida diária e encorajar a participação no plano de cuidados
licitar feedback aos idosos em relação às acções tomadas no cuidado altos níveis de satisfação com o cuidado
diminuição da dependência física
grande senso de controlo pessoal A Adesão ao Regime Terapêutico complexo conjunto de fenómenos que envolvem a decisão do cliente de utilizar e seguir a prescrição que lhe foi proposta a adesão à terapêutica tem vindo a ocupar um lugar de grande relevo nas preocupações dos profissionais de saúde e em especial nos enfermeiros, pois todos começam a tomar consciência das repercussões da não adesão em termos pessoais, sociais e económicos Papel do Enfermeiro ajudar o cliente a tomar uma decisão informada e consciente sobre o seu regime terapêutico relação de parceria estabelecida entre o cliente e profissional de enfermagem Compliance e Adesão Terapêutica uns autores não distinguem os dois conceitos e utilizam-nos indiscriminadamente, outros definem-nos isoladamente e até como sendo ideologicamente antagónicos Sacket e Haynes, 1976 um dos termos mais utilizados para descrever o termo de adesão foi compliance e pode ser definido como sendo a dimensão em que o comportamento do indivíduo coincide com a prescrição clínica Hentinen e Kyngas, 1996 o conceito compliance é um processo activo e responsável de cuidar, no qual o indivíduo trabalha para manter a sua saúde em estreita colaboração com os profissionais de cuidados de saúde Sacket e Haynes, Hentinen e Kyngas e Baer encaram estes conceitos como sinónimos: Baer,1986 este conceito é mais do que o simples consentimento em aderir a um regime terapêutico, ou seja, envolve a participação activa de todos os membros da sociedade nos cuidados de saúde No entanto os termos adesão e compliance podem ser considerados diferentes: Haynes, 1979 compliance é a dimensão na qual o comportamento da pessoa coincide com o conselho médico ou de saúde e coloca o cliente numa atitude passiva em relação à autoridade do médico compliance é o grau de correspondência entre o histórico actual da dose administrada e o regime terapêutico prescrito, desta forma, o profissional tem o papel de decidir o que é, ou não, apropriado, dando ordens ao doente que têm de ser seguidas, enquanto na adesão o cliente adopta uma atitude crítica e activa neste processo Nesta perspectiva, o termo compliance relaciona-se com uma perpsectiva paternalista do profissional face ao cliente. Esta realidade encontra-se desadequada às actuais necessidades dos clientes, visto que o autocontrolo de doenças crónicas como a diabetes, a asma ou a artrite, requerem uma atitude proactiva por parte do cliente na tomada de decisão e no cumprimento do regime proposto. Considera-se mais apropriado falar de adesão ao regime terapêutico, pois é uma atitude colaborativa e centrada numa relação clínico/paciente, que vai conduzir a ganhos efectivos em saúde. Associado ao termo compliance encontra-se o termo non-compliance: não adesão a uma recomendação terapêutica, após uma decisão informada e intenção expressa de não atingir os objectivos terapêuticos, por parte do cliente North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) muitas vezes visto como um problema de teimosia por parte dos doentes, no entanto tem-se verificado na literatura actual que é necessário ter em conta o contexto e os problemas que abrangem o cliente Russel e Daly, 2003 O conceito de adesão terapêutica centra-se numa visão holística sobre o autocuidado, pois coloca a pessoa numa posição central. Factores que Influenciam a Adesão ao Regime Terapêutico Factores que Potenciam a Adesão pessoas que percebem a finalidade da medicação e a forma como deve ser tomada
doentes que acreditam na eficácia do regime terapêutico
doentes que acreditam na sua capacidade de tomar a medicação, seguindo a prescrição
doentes que possuem uma boa relação profissional/cliente
indivíduos que compartilham as metas do tratamento
clientes que integram planos de parceria, no sentido de identificar barreiras
todos os doentes que têm regimes terapêuticos mais simples Factores que Potenciam a Não-Adesão doentes com patologias crónicas (apenas 50% adere ao regime terapêutico)
doentes que têm de fazer mudanças a sua rotina diária (alimentação e exercício físico)
pessoas com défices cognitivos e idosos
doentes que experienciaram efeitos secundários dos medicamentos
doentes com limitações financeiras
doentes em fase inicial do seu tratamento
doentes que não foram convencidos da eficácia do tratamento
adultos de meia-idade com ocupações Intervenções de Enfermagem na Adesão ao Regime Terapêutico INTERVENÇÕES DE
ENFERMAGEM Cliente Ganhos em
Saúde Papel do Enfermeiro Existem barreiras que levam à não-adesão. Estratégias a utilizar: escalas
ensinar sobre o regime terapêutico e como aderir
colher dados sobre comportamentos de adesão
questionar os utentes acerca dos efeitos secundários
criar horários e rotinas
alimentação e exercício físico Bibliografia ARAÚJO, F.; RIBEIRO, J., OLIVEIRA, A.; PINTO, C. – Validação do Índice de Barthel numa amostra de idosos não institucionalizados. Revista Portuguesa de Saúde Pública. Vol. 25, N.º 2, (Julh/Dez 2007), p. 59-66.
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TOLJAMO, M.; HENTINEN, M. – Adherence to self-care and social support. Journal of Clinical Nursing. Vol. 10, n.º 5 (2001), p. 618-628. Tipos de Autocuidado autocuidado responsável
autocuidado formalmente guiado
autocuidado independente
autocuidado abandonado autocuidado responsável responsabilidade e autonomia por parte do indivíduo em todas as actividades de vida diária, bem como na gestão da sua saúde autocuidado formalmente guiado regular, mas não crítica, observação das instruções relativas à sua saúde e performance rotineira nas ABVD autocuidado independente desejo da pessoa de gerir a sua vida independentemente, negando o facto de estarem a envelhecer e, eventualmente, virem a necessitar de ajuda autocuidado abandonado falta de responsabilidade no autocuidado, não gerindo praticamente nenhuma das actividades diárias por se considerarem incapazes de as realizar compreender o contexto de cada indivíduo de forma a definir o tipo de autocuidado em que o mesmo se insere, com o objectivo de uma prestação de cuidados de saúde com vista a promover a autonomia da pessoa, considerando as suas limitações e potencialidades
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