Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Trabalho de Grupo - Geografia

Bia, Ana Rita, Gina
by

Ana Rita Ferreira

on 2 December 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Trabalho de Grupo - Geografia

Trabalho de Geografia
Módulo 1
O Quadro Natural de Portugal - O Relevo
1 -
As características morfológicas de Portugal Continental
2 -
O relevo de Portugal Continental no conjunto da Península Ibérica
3 -
O litoral e o relevo submarino
4 -
A importância do relevo para o Turismo
Obrigada pela vossa atenção. :)
1 - As características morfológicas de Portugal Continental
1.1 - Características morfológicas:
2 - O relevo de Portugal Continental no conjunto da Península Ibérica
Portugal é o país mais ocidental da Europa e situa-se no extremo oeste da Península Ibérica.
O relevo de Portugal é um prolongamento do da Meseta Central Ibérica inclinado para oeste e para sul. Constítui o seu flanco ocidental, não sendo contudo tão montanhoso como o interior da Península.
1.3 - A orientação das principais serras de Portugal Continental:
Em regra geral as serras de Portugal Continental têm uma orientação nordeste - sudoeste.
O relevo de Portugal Continental é formado por um conjunto de planaltos e colinas de altitude variável.

O rio Tejo, o mais importante, divide o país em duas zonas bem diferenciadas:
• As mais acidentadas são, a norte, a província de Trás-os-Montes e, a sul desta, a Serra da Estrela que, com 1991 metros de altitude é a mais elevada de Portugal Continental

• Em direção ao sul, o relevo transforma-se numa suave peneplanície (planícies com algumas variações) no Alentejo, por fim, ergue-se outra vez nas serras de Monchique e Caldeirão. Na ponta meridional de Portugal, o cabo de S. Vicente, a costa torna-se alta e escarpada.

1.2 - A morfologia de algumas serras e a natureza das rochas constituintes:
As rochas dominantes são as graníticas e metamórficas (xistos), que formam a estrutura dos planaltos e relevos e, as sedimentares. São também vastos os terrenos aluviais, que ocupam as planícies e os fundos de vales, como as planícies do Sado, Tejo e Mondego.

A atividade erosiva foi sempre intensa no território português, alternando contrastes. Embora prevaleça um certa uniformidade de perfis, em muitas zonas a paisagem apresenta-se variada, ex.: a parte setentrional (de cima/norte) com rochas graníticas e xistosas, a zona meridional (de baixo/sul), onde encontramos a presença invulgar de relevos vulcânicos na serra de Espinhaço de Cão.
A estrutura geológica de Portugal Continental e da Península Ibérica: um torrão rígido de rochas antigas, niveladas (que formam os planaltos da Meseta e do Maciço Ibérico), ás quais se sobrepõem localmente as formações sedimentares devidas ás repetidas invasões do mar durante o período Mesozoíco (entre 250 a 65 milhões de anos atrás); sucessivamente sofreu grandes fraturas que se ligam ao surgimento posterior dos relevos internos e marginais da península.
3 - O litoral e o relevo submarino
3.1 - A linha de costa e o litoral de Portugal Continental:
Em geografia, a costa é a linha que separa o mar da terra.

A costa portuguesa é extensa: 943 km em Portugal Continental.

O aspeto da linha de costa depende das características das formações rochosas do litoral sobre as quais atua a erosão marinha ou abrasão, dando origem a reentrâncias e saliências, denominados acidentes da linha de costa.
Exemplos de acidentes da linha de costa:
Os estuários do Tejo e do Sado são os mais importantes devido á sua dimensão permitindo o desenvolvimento de atividades portuárias, devido á sua humidade e riqueza ecológica, devido á sua capacidade para limpar poluentes, contribuindo para a melhor qualidade da água.
O lido de Faro (Ria Formosa) e a Ria de Aveiro, pelas suas riquezas, pela variedade dos recursos disponíveis, pela atividades que permitem desenvolver e pelos ecosistemas que servem de habitat a várias espécies de fauna e flora.
3.2 - A ação erosiva do mar sobre a linha de costa:
A erosão provocada pelas águas do mar designa-se erosão marinha ou abrasão marinha; as águas do mar, em correntes, ondas e marés, atuam sobre os materiais do litoral, desgastando-os através da sua ação mecânica e ação química. A ação de desgaste varia de acordo com as reações químicas entre a água e os minerais, a ação mecânica das águas, a força e a direção das ondas e a natureza das rochas.

A erosão marinha tende a regular a linha de costa, desgastando as áreas mais salientes (cabos, arribas,...) e depositando materiais nas reentrâncias da costa, em processos de desgaste, transporte e acumulação de materiais.


O litoral é a área de influência directa ou indirecta da acção do mar.
O termo litoral designa a faixa de terra junto à costa marítima, junto ao oceano que engloba cerca de 50 km para o interior.

Neste espaço de inter-relação entre as áreas terrestre e marinha, a influência humana tem hoje um importante papel, já que as áreas litorais são as mais densamente habitadas.

A costa portuguesa continental é essencialmente dominada por praias e arribas. A costa de praia, baixa e arenosa, onde o trabalho erosivo do mar é menos intenso, procedendo á trituração e arredondamento dos sedimentos litorais formando as praias. Na costa de arriba, alta e escarpada, a erosão é mais intensa, mas as formações rochosas são mais resistentes.

O litoral português é caracterisado por diversos acidentes de linha de costa ou formas de relevo litorais, segundo a predominância da erosão marinha (arriba, cabo, baía, península, etc...) e os que resultam da acumulação (praias, lagunas, estuários, dunas, etc...)

A evolução da linha de costa pode resultar também de movimentos da crosta terrestre e de alterações climáticas, originando avanços e recuos do mar.
3.3 - Plataforma continental - Caracterização e importância da sua extensão:
A plataforma continental de Portugal, atualmente com cerca de 20 141 km2, situa-se numa zona de transição para ecossistemas mais quentes o que leva a termos uma grande diversidade de pescado, mas baixa abundância. Assim, apesar de constituir apenas 10% da superfície oceânica, concentra cerca de 80% das espécies piscícolas capturadas pelo Homem.

Portugal é detentor da 11ª maior Zona Económica Exclusiva (ZEE) do mundo, a maior da União Europeia. Esta ZEE tende a aumentar, se conseguirmos aumentar a nossa plataforma continental (maior dificuldade de proteção), com grandes novidades na exploração do pescado.

A importância da extensão/aumento da plataforma continental baseia-se no facto de nela existir maior quantidade e variedade de fauna marinha, devido á conjugação das seguintes condições:
Pouca profundidade, maior penetração da luz;
Abundância de oxigénio, devido á agitação das águas - ondulação;
Águas ricas em nutrientes: formação de planton é fornecida pela matéria orgânica transportada pelos rios.
3.4 - O relevo submarino:
O fundo do mar também possui formas variadas.Resultado sobretudo da ação de agentes internos e do intenso intemperismo químico.O único agente externo que atua no intemperismo, transporte e sedimentação departículas orgânicas e minerais, é o movimento das águas.
As principais formas de relevo submarino são:
Planalto continental:
corresponde a uma zona de transição entre a massa continental e o fundo dos oceanos, a declividade entre os pontos é modesta, o relevo possui 70 quilômetros e 200 metros de profundidade.
Talude continental:
área de alta declividade muito estreita, esse tipo de relevo tem início a 200 metros de profundidade e pode atingir aproximadamente 2.000 metros.
Bacia oceânica:
área sedimentar que se encontra em regiões profundas do oceano com profundidade que oscila entre 2.000 a 5.000 metros e relevo suave.
Fossas marinhas:
áreas profundas dos oceanos que podem atingir 8.000 metros.
Cadeias oceânicas:
As maiores cadeias de montanhas do mundo estão localizadas no assoalho oceânico.
Outras formas de relevo submarino:
dorsais marinhas, regiões abissais, ilhas costeiras, falésias, barreiras.
3.5 - Potencialidades turísticas do litoral e do relevo submarino:
A grande extensão da costa portuguesa, a sua variedade de recortes, paisagens e diversidade morfológica, a facilidade de acesso, a proximidade de centros urbanos, aliados a temperaturas amenas e a um leque de ofertas em vários âmbitos - cultural, recreativo, desportivo, lazer, alojamento - são características que potenciam o desenvolvimento turístico. A quantidade de atividades a que o turista pode aceder, quer contactando, quer consumindo, é diversificada: pesca (artesanal, tradicional, etc...), extração de sal, passeios de barco, desportos náuticos, mergulho, pesca ou caça submarina, fainas das populações locais, artesanato diverso, eventos locais, usos e tradições populares, etc...
O crescente investimento no ramo turístico, a nível de operadores turísticos, empresários do ramo e orgãos do poder local, contribui para a grande relevância do Turismo no litoral do nosso país.
4 - A importância do relevo para o Turismo:
4.1 - A importância do relevo para o Turismo:
O relevo é provavelmente a parte mais visível de uma paisagem. As formas, as diferenças de altitude, os vales, as vertentes, as planícies, as escarpas, etc, são elementos paisagísticos naturais de grande expressividade e naturalmente apelativos. As atividades turísticas relacionadas com o relevo são imensas e poderão ser entendidas e usufruídas como experiências geográficas nas quais a paisagem natural é elemento essencial, por exemplo o turismo ecológico.

Ao relevo associam-se a vegetação, os recursos hídricos, formas de povoamento, fauna, flora, ecossistemas variados e outros elementos, alargando o leque de potencialidades turísticas.

De Norte a Sul de Portugal, do Litoral ao Interior, o relevo tem uma correlação direta com as populações e seus modos de vida. Explorar as diversas mais valias que Portugal oferece é um imperativo para o setor turístico e simultaneamente um desafio á criatividade e um incentivo ao crescimento do turismo em Portugal.
4.2 - A importância do relevo no ordenamento do território:
O solo, superfície terrestre nas suas variadas formas, constitui o relevo. Aos solos cabem as funções:
Suporte;
Ambiental - necessária aos equilíbrios ecológicos, logo á sobrevivência do Homem;
Produtiva - agricultura, extração mineral, etc...
São numerosas as atividades humanas com consequências diretas na degradação da paisagem, destacando-se as atividades indutoras da erosão do solo.
O ordenamento do território visa cruzar e coordenar os vários interesses que têm repercussão sobre o território, designadamente o ambiental, florestal e agrícula; todas as referidas dimensões dos solos interessam a esta política pública.
A análise do risco ambiental deve abranger todos os recursos naturais, incluíndo o solo - relevo.
Toda a atividade turística deve ter em conta o ordenamento do território local (proteção dos espaços naturais e paisagens, preservação de espécies animais e vegetais, manutenção dos equilíbrios ecológicos.
Trabalho realizado por:
Beatriz Chuva, nº 18
Ana Rita Ferreira, nº 15
Gina Ramos, nº 23
Pequeno documentário sobre o tema:
Full transcript