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Imunidade e Controlo de Doenças

Imunidade e Controlo de Doenças
by

Sara Madureira

on 31 March 2013

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Transcript of Imunidade e Controlo de Doenças

Imunidade e Controlo de Doenças Cada ser humano está sujeito a todo o momento a uma enorme variedade de micropredadores. O nosso meio é povoado por uma multidão de microorganismos: Candida albicans Influenza A H1N1 Salmonella typhimurium Giardia lamblia Bactérias Fungos Parasitas Vírus As infecções são relativamente raras e geralmente de duração limitada. O organismo é protegido do ambiente exterior por um certo número de barreiras, ditas barreiras naturais, que o isolam do meio exterior. Ex.: Pele, glândulas sudoríparas, muco nassal. suco gástrico, flora normnal do organismo... Sistema
imunitário o organismo é protegido também pelo Conjunto de diversos tipos de células e orgãos que protegem o organismo dos animais de potenciais agentes agressores biológicos (microrganismos) ou químicos (toxinas). Organismos patogénicos Agentes biológicos capazes de causar doenças aos animais. As fontes de infecção podem ser: exógenas: encontram-se fora do organismo endógenas: encontram-se dentro do organismo Vias de transmissão A via de transmissão, ou de contágio, designa o percurso que cada agente patogénico tern que efectuar desde a fonte de infecção até ao indivíduo afectado pela doença. Directa Indirecta Contacto pessoa a pessoa Transmissão por intermédio de um vector. Dimensões microscópicas (20-300nm)
Seres acelulares
Infecciosidade
Capacidade de replicação
Parasitas intracelulares obrigatórios
Contêm informação genética ou sob a forma de RNA ou sob a forma de DNA Os vírus não são considerados verdadeiros seres vivos sobretudo porque não se conseguem reproduzir nem desenvolver independentemente. Não possuem metabolismo próprio. Aspectos gerais Estrutura e Morfologia Os vírus possuem uma estrutura rudimentar, não possuindo os vários elementos necessários ao metabolismo. Núcleo Viral Proteínas virais
incorporadas no
envelope
Cápside Envelope Núcleo Viral Contém DNA ou RNA (de cadeia dupla ou simples).
Ex.: Transcriptase reversa (HIV) Enzimas Pode conter enzimas necessárias à sua replicação ou penetração na célula.
Cápside Envolve o genoma viral
Constituído por uma ou mais proteínas que formam subunidades - capsômeros



Proteger o ácido nucleico das condições ambientais adversas
Envolvida na ligação às células do hospedeiro
Funções Funções Camada lipídica exterior
Deriva das membranas celulares do hospedeiro;
Proteínas com importante papel no ciclo celular
Envelope/Invólucro Proteger o núcleo viral e o capsídio de condições ambientais adversas
Ligação e fusão com as células Ciclo Viral Dado que os vírus têm uma estrutura tão rudimentar, a única maneira de se multiplicarem é agirem como parasitas intracelulares, ou seja, invadirem as células e utilizarem os seus componentes para se reproduzirem. Células permissivas: células que recebem os vírus receptores para ligação do vírus organitos necessários à replicação Adsorção Penetração e descapsidação Fase sintética Montagem
e extrusão Os vírus adsorvem por ligação de proteínas do invólucro a receptores da membrana celular. Passagem do material genético para a célula permissiva. Mecanismos de penetração e descapsidação A) Fusão do invólucro (envelope) com a membrana celular B) Endocitose mediada por receptores C) Translocação da partícula para o citoplasma, através da membrana É o período em que ocorrem as sínteses de todas as proteínas virais, sejam enzimáticas, reguladoras ou estruturais e a replicação do genoma viral. As componentes do vírus, recém-sintetizadas, são montadas como partículas, dando origem aos vírus, que saem da célula. Defesas contra os Vírus Defesas Naturais Antivirais e Vacinas Perturbam o ciclo viral e, portanto a progressão da doença Levam à sensibilização do organismo Barreiras naturais do organismo Ataque imunitário - neutralização e/ou destruição dos vírus Interferões - proteínas libertadas pelas células atacadas que promovem a sintese de substâncias antivirais Bacteriófago Os bacteriófagos, geralmente conhecidos como fagos, são vírus que infectam bactérias. Cauda Cabeça Peças de fixação Exemplos de viroses HIV
(SIDA) VHC
(Hepatite C) Poliovírus
(Poliomielite) Rhinovírus
(constipação) Influenza A H1N1
(Gripe Suína) Bacteriófago T4
(Infecta E. Coli) Vírus varicela-zóster - HHV3
(Varicela) Influenza A H5N1
(Gripe das aves) Mecanismos de acção patológica Aspectos gerais Células muito simples - procariontes
Dimensões microscópicas (1-3 )
Sem núcleo diferenciado - nucleóide
Grande diversidade morfológica
Reprodução por divisão binária
Podem ser patogénicas ou benéficas Os vários tipos de bactérias podem ser prejudiciais ou úteis para o meio ambiente e para os seres vivos. mutualismo
comensalismo
parasitismo patogénicos oportunistas Morfologia e estrutura Cápsula Parede celular Membrana Plasmática DNA Pili Flagelo Citoplasma Mesossoma Plasmídio Ribossoma Nucleóide Estrutura simples - célula procariótica

Cápsula - protecção - permite resisitir a condições adversas; dificulta a acção do sistema imunitário

Pili/Flagelo/Fimbrias - Mobilidade e adesão aos tecidos e células

As bactérias podem produzir

esporos Permite resistir às condições adversas ex.: presença de antibióticos; calor excessivo endosporos exosporos Formas e graus de organização Cocos Bacilos Outros coco diplococos diplococos
(encapsulado) estafilococos estreptococos tétrada sarcina bacilo cocobacilo diplobacilo estreptobacilo paliçada espiroqueta espirilo vibrião filamentosa Staphylococcus aureus Streptococcus thermophilus Streptococcus pneumoniae Brachyspira pilosicoli Bacillus stearothermophilus Bacillus
anthracis spores Reprodução As bactérias reproduzem-se por bipartição. Mecanismos de aquisição de DNA Conjugação Transdução Transformação As bactérias podem alterar o seu genoma através de mutações e: Transferência de material genético (DNA plasmidial e/ou do cromossoma) entre duas bactérias através de um tubo de conjugação. Transferência de material genético entre duas bactérias feita por um vírus bacteriófago. Incorporação de um material genético livre no meio por uma célula bacteriana. Mecanismos de acção patogénica
e de defesa contra as bactérias Dano directo nos tecidos
Produção de toxinas
Efeitos colaterais da resposta imunitária Barreiras naturais do organismo Antibióticos Vacinas Mecanismos de defesa Mecanismos de acção patogénica Ataque imunitário-neutralização e/ou destruição das bactérias Exemplos de Streptococcus mutans
(cáries) Clostridium perfringens
(ex.: necrose) Streptococcus Pneumoniae
(pneumonia) Borrelia Burgdorferi
(doença de Lyme) Streptococcus pyogenes
(faringite bacteriana) Bacillus anthracis Nisseria gnorrhoeae
(gónorreia) Exemplos de Bacterioses Yersinia pestis
(peste negra) O principal perigo dos fungos prende-se com o facto de encontrarem no ser humano as condições favoráveis para sobreviverem, crescerem e reproduzirem-se. Contaminação devido a substâncias patogénicas


Invasão do organismo cogumelos venenosos, fungos produtores de toxinas instalam-se nos tecidos cutâneos ou orgãos internos micoses Exemplos de micoses Aspergillus fumigatus
(Tosse, Hemoptise,...) Candida albicans
(irritação cutânea, vermilhão, secreções esbranquiçadas...) Pneumocystis carinii
(febre, problemas respiratórios) Os fungos são mais complexos, já que podem ser unicelulares ou pluricelulares e são capazes de se reproduzir por vários mecanismos. Apesar de existirem milhares de espécies, apenas cerca de uma centena pode provocar doenças infecciosas no ser humano. Protozoários Helmintes (vermes) organismos unicelulares
poucas dezenas actuam como parasitas no ser humano organismo mais complexo

Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo. Exemplos de parasitoses Protozooses Helmintoses Entamoeba hystolitica
(ex.: diarréia sanguinolenta, anedmia) Enterobius Vermiculares
(ex.:prurido anal, vómitos) Giardia lamblia
(ex.:diarreia, cólicas)
Plasmodium falciparum
(malária) Schistosoma haematobium
(ex.: febre, dores de cabeça, fraqueza, dor abdominal, diarreia sanguinolenta, Taenia solium
(neurocistercose)
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