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Gerenciamento de Resíduos Sólidos:

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by

Rodrigo Netto

on 11 June 2015

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Transcript of Gerenciamento de Resíduos Sólidos:

Gerenciamento de Resíduos Sólidos:
Coleta e Transporte do Lixo

Não permitir derramamento do lixo ou chorume na via;
Taxa de compactação de pelo menos 3:1 (3m³ de resíduos reduzidos a 1m³);
Altura de carregamento na linha da cintura dos garis (máximo 1,20m);
Esvaziamento simultâneo de pelo menos dois recipientes por vez;
De preferência possuir carregamento traseiro;
Local adequado para transporte de trabalhadores;
Descarga rápida do lixo no destino;
Capacidade adequada de manobra e de vencer aclives;
Possibilitar basculamento de contêineres de diversos tipos;
Distribuir adequadamente a carga no chassi do caminhão;
Capacidade adequada para menor número de viagens ao destino.
7 - Pá carregadeira:
Amontoar terra, entulho, lama, lixo e encher caminhões e carretas em operações nas vias públicas e aterros sanitários
Vias públicas: caçamba de 1,5m³
Carregamento de carretas: caçamba de 3m³



Resíduos de varrição
: carrinhos revestidos internamente em sacos plásticos ou contêineres intercambiáveis.

Logradouros íngremes
: carrinhos de mão.

Os resíduos acondicionados em sacos plásticos são removidos por caminhões coletores compactadores.
Já os contêineres permanecem estacionados em terrenos ou nos estabelecimentos comerciais.

COLETA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS SÓLIDOS PÚBLICOS

Objetivo
: Não deixar resíduos após a operação. Utiliza-se vassoura de tamanho médio e pá quadrada.



FERRAMENTAS E UTENSÍLIOS UTILIZADOS NA COLETA DO LIXO DOMICILIAR

3 - Poliguindastes duplos para caixas estacionárias:

Transporta duas caixas
Várias caixas com capacidade de 10 a 30m³
(grandes volumes de lixo domiciliar)



5 - Roll-on/roll-off:
Contêineres: 10 a 30m³ (sem compactação) ou 15m³ (com compactação)
Chassi de três eixos: 23t
Dois elevadores para basculamento
Pode operar com 6 contêineres estacionários
Lixo público, domiciliar ou industrial

6 - Carreta:
Semi-reboque basculante (semi = precisa ser apoiada em outro veículo rebocador)
Capacidade: 25m³
Carregamento: pá carregadeira
Descarga: basculamento
Entulho
Tela ou lona plástica na parte superior

3 - Caminhão basculante “toco”:
Veículo curto, com apenas dois eixos (“toco”)
Caçamba: 5 a 8m³
Chassi: 12 a 16t
Lixo público, entulho e terra.

4 - Caminhão basculante trucado:
Veículo longo, com três eixos (trucado)
Caçamba: 12m³
Chassi: 23t
Lixo público, entulho e terra.
Carregamento: pá carregadeira
(reduzir esforço humano e aumentar produtividade)

1 - Lutocar:
Carrinho transportador manual
Recipiente aberto na parte superior
Varredura das ruas, logradouros, limpeza de ralos

2 - Poliguindaste:
Guindaste de acionamento hidráulico
Caçamba: até 5m³
Chassi: 7t
Lixo público, lixo de favelas, entulhos, dentre outros
Pequenas distâncias

VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA COLETA DO LIXO PÚBLICO

1 - Coletores Compactadores:
Capacidade: 6 a 19m³
Chassi: 9 a 23t
Carregamento traseiro
Terrenos acidentados (aterros)



2 - Baú ou Prefeitura:
Capacidade: 4 a 12m³
Chassi: 7 a 12t
Comunidades pequenas
Locais íngremes
Baixo custo, porém menor produtividade

VEÍCULOS PARA COLETA DE LIXO DOMICILIAR

VEÍCULOS PARA COLETA DE LIXO DOMICILIAR

VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA COLETA DO LIXO PÚBLICO

VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA COLETA DO LIXO PÚBLICO

VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA COLETA DO LIXO PÚBLICO

VEÍCULOS COM COLETA AUTOMATIZADA

• Efetuar a coleta em horas extras
• Aumentar o número de turnos de coleta
• Colocar a frota reserva em operação;
• Contratar veículos extras.
• A coleta de lixo nas cidades turísticas durante as férias e feriados prolongados deve ser realizada, preferencialmente, no período noturno, quando o tráfego é menos intenso;
• A contratação de veículos extras de forma programada
• Em cidades praianas, onde os turistas se concentram numa região específica da cidade, como Praia do Forte (Bahia), Búzios (Rio de Janeiro) e Torres (Rio Grande do Sul), os roteiros de coleta das ruas da orla devem ser revisados e redimensionados, de modo a otimizar a utilização da frota.


COLETA DE LIXO EM CIDADES TURÍSTICAS
COLETA DE LIXO NO COMPLEXO DO ALEMÃO
Total de 763 favelas;
Remoção do lixo produzido nessas áreas é dificultada pelo pequeno número de vias trafegáveis e pela estreiteza das vielas;
COMLURB – Uso de sistemas e equipamentos não convencionais;
Projeto Favela Limpa.

SISTEMA DE COLETA E TRANSPORTE DO LIXO NAS FAVELAS DO RIO DE JANEIRO
As favelas existem em muitas cidades brasileiras e, em relação à coleta do lixo domiciliar, se caracterizam por:





Quinta cidade do país com maior concentração de favelas;
Coleta alternativa manual;
Coleta com apoio de veículo de pequeno porte;
Coleta com apoio de carroça;
Coleta com apoio de carrinho de mão;
Coleta com o apoio de banguê.
SISTEMA DE COLETA E TRANSPORTE DE LIXO NAS FAVELAS DE RECIFE
O EXEMPLO DE BARCELONA
Premissas Básicas
O EXEMPLO DE BARCELONA
O EXEMPLO DE BARCELONA
O EXEMPLO DE BARCELONA
O EXEMPLO DE BARCELONA
O EXEMPLO DE BARCELONA
COLETA E TRANSPORTE DO LIXO EM FAVELAS
Dificuldade de acesso para caminhão - circulação de veículos;
Acondicionamento do lixo precário ou inexistente;
Tendência dos moradores a livrar-se dos resíduos logo que gerados;
Estudo do volume do lixo a ser recolhido;
Topografia do terreno;
Sistema viário;
Acesso às unidades domiciliares;
Largura e tipo de pavimentação das vias.



Utilização das novas motos-triciclos para remover o lixo porta a porta;
As motos-triciclos têm capacidade de transportar 250 kg de resíduos em sua carroceria e contam com um sistema de comunicação.



SISTEMA DE COLETA E TRANSPORTE DE LIXO NAS FAVELAS DE RECIFE
Coleta com apoio de veículo de pequeno porte
Coleta com apoio de carroça
Coleta com apoio de carrinho de mão
QUADRO-RESUMO – VANTAGENS E DESVANTAGENS
Objetivos:
Redução da quantidade de material e energia desperdiçados;
Redução na produção de resíduos, de sua complexidade e de seu lançamento ao ambiente.

MINIMIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
As 450 toneladas de lixo doméstico são recolhidos diariamente pela CODECA;
Segunda a sábado;
Realizado em três trunos das 6h às 00:30min;
Levado para a Central de Tratamento de Resíduos em Rincão das Flores ou para a Associação de Reciclagem.


A Companhia de Desenvolvimento de Caxias Do Sul (CODECA) nos últimos anos tem se tornado uma referência de coleta de resíduos sólidos urbanos no país.


COLETA DE LIXO EM CAXIAS DO SUL-RS
COLETA E TRANSPORTE DO LIXO EM RECIFE

A Empresa Metropolitana de Limpeza Urbana do Recife – EMLURB – é quem estabelece diretrizes, para orientar empresas contratadas para os serviços de coleta e limpeza pública no Município do Recife, detalhando as atividades, locais, horários  e outras características solicitadas relativas à prestação dos serviços.


COLETA SELETIVA
O Disk Cata Tralha tem como objetivo recolher todo entulho e móveis inservíveis;
Coleta de resíduos flutuantes é o recolhimento dos resíduos encontrados nos rios e vias navegáveis da Cidade do Recife;
Coleta de contentor semienterrado.

Coleta de resíduos diferenciados compreendem o recolhimento dos resíduos de poda de árvores e limpeza de jardins. Os resíduos serão coletados através de O.S (ordem de serviço) emitida pela fiscalização da Diretoria de Limpeza Urbana;
Remoção e transporte ao destino final de caixas brooks é o recolhimento e transporte de todos os resíduos provenientes das operações especiais de limpeza;
Coleta seletiva de PEV’s;
Instalação de caixa coletora compactadora estacionária para a coleta pontual de resíduos de mercados públicos e outras localidades.

Os serviços de coleta de resíduos sólidos domiciliar, comercial, de varrição e de feiras-livres compreendem o recolhimento regular forma manual ou mecanizada, incluindo o transporte ao destino final;
A coleta manual ensacada são realizadas em áreas de difícil acesso, sendo coletado manualmente;
Coleta de resíduos domiciliar recicláveis;
A coleta satélite consiste no recolhimento de resíduos, através de um veículo de pequeno porte em áreas com grande circulação de pessoas.



PRIMEIRA ETAPA – AGOSTO DE 2007
Foram colocados 500 recipientes verdes, para lixo orgânico, e 500 amarelos, para os resíduos seletivos. A aprovação de 83,2% da população.

SEGUNDA ETAPA – ABRIL DE 2008
Mais 400 verdes, para lixo orgânico, e 400 amarelos, para os resíduos recicláveis. Mil contêineres para lixo orgânico e mil para os resíduos seletivos.

TERCEIRA ETAPA – MAIO DE 2010
2,8 mil contêineres instalados (1,4 mil verdes e 1,4 mil amarelos). Contêineres deixam de ser alugados e passam a ser patrimônio público.

QUARTA ETAPA - SETEMBRO DE 2012
A cidade passa a contar com cerca de 1.950 pares de contêineres para lixo orgânico e seletivo. Mais de 1.340 quadras contempladas, alçancando uma população de 205 mil pessoas.

A CODECA é responsável pela coleta até 6m²/ano por contribuinte. Para empresas que produzem acima, oferece-se um serviço de Coleta Especial.
Postos de Entrega Voluntária (PEV’s), como em Belo Horizonte;
Coleta Seletiva Domiciliar;
Coleta Seletiva por Trabalhadores Autônomos da Reciclagem.

MODALIDADES DE COLETA SELETIVA
MODALIDADES DE COLETA SELETIVA
PROJETO IMPLANTADO PARA A COLETA MECANIZADA
SERVIÇOS OFERECIDOS POR LOTE
COLETA E TRANSPORTE DO LIXO EM RECIFE: SERVIÇOS
COLETA E TRANSPORTE DO LIXO EM RECIFE: SERVIÇOS
COLETA E TRANSPORTE DO LIXO EM RECIFE: SERVIÇOS
CARACTERÍSTICAS DE UM BOM VEÍCULO
E SE... NÃO HOUVESSE COLETA?
Paris-1919: uso obrigatório da lata de lixo, instituído pelo prefeito Poubelle.
E SE... NÃO HOUVESSE COLETA?
Grupo:
Laís Mazullo Mascarenhas Pereira
Maria Eduarda Ferreira da Silva Carvalho
Mariana Prysthon Moraes
Manuela Petra Cavalcanti de Andrade
Rayza Cecília Chaves de Siqueira
Rodrigo Netto de Souza

Coletar o lixo significa recolher o lixo acondicionado por quem o produz para encaminhá-lo, mediante transporte adequado, a uma possível estação de transferência, a um eventual tratamento e à disposição final. Coleta-se o lixo para evitar problemas de saúde que ele possa propiciar.
CONCEITUAÇÃO
RJ-1885: Aleixo Gary recolheu o lixo para a Ilha de Sapucaia.

Lixo de residências, estabelecimentos públicos e comerciais, desde que não sejam grandes geradores.
COLETA DOMICILIAR
Grandes geradores produzem mais de 120L/dia: empresas particulares, cadastradas e autorizadas pela prefeitura.

MUNICÍPIO X TERCEIRIZAÇÃO
Saúde pública;
Não visa lucro;
Facilita levantamentos estatísticos;
Planos de médio a longo prazo;
Dificuldade na aquisição de equipamentos;
Descontinuidade administrativa;
Interferência política;
Economia de gastos afeta qualidade.
Rapidez na aquisição de peças;
Bom corpo pessoal e mão-de-obra;
Continuidade aministrativa;
Lucro pode sacrificar a proteção à saúde;
Dificulta estatísticas;
Melhoramentos técnicos não trarão economia ao contribuinte.
REGULARIDADE DA COLETA DOMICILIAR
Mesmos dias e horários: hábitos;
Verificações:
Peso do lixo durante duas semanas consecutivas (margem de erro de 10%);
Quilometragem;
Reclamações;
Sempre que possível, a varrição deve ser efetuada após a coleta, para recolher os eventuais resíduos derramados na operação.
O crescimento das cidades gera uma maior produção de lixo e um afastamento das áreas de deposição do lixo.

Problemas gerados por esse afastamento:
atraso nos roteiros de coleta, alongando a exposição do lixo nas ruas;
aumento do tempo improdutivo;
aumento do custo de transporte;
redução da produtividade dos caminhões de coleta.

CRESCIMENTO URBANO E O TRANSPORTE DO LIXO
TRANSFERÊNCIA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Estas estações são unidades instaladas próximas ao centro de geração e têm como objetivo reduzir o tempo gasto de transporte e consequentemente os custos com o deslocamento do caminhão coletor desde o ponto final do roteiro até o local de disposição final do lixo. Essas estações podem ser de transferência direta ou de armazenamento.

ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA
Em cidades de maior porte, para viabilizar a implantação de uma estação de transferência em moldes convencionais, costuma-se admitir como pré-requisitos que:

A área de coleta esteja situada a pelo menos 30 km (ida e volta) do local de destinação;
Trajeto até o local de destinação se faça em tempo superior a 60 minutos (ida e volta);
A quantidade de lixo coletado na área em estudo seja significativa;
Antes de qualquer decisão, devem ser feitos estudos cuidadosos. As vantagens de uma estação tem de ser comparadas com os custos de aquisição, operação e manutenção de equipamentos e dos veículos de transferência.

VIABILIDADE
TIPOS DE ESTAÇÕES DE TRANSFERENCIA
ESTAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DIRETA
Geralmente os roteiros de coleta de lixo domiciliar são iniciados em um mesmo horário, sendo provável que os veículos terminem seus roteiros e cheguem na estação de transferência na mesma faixa de horário. A chegada simultânea de veículos torna necessário que a estação de transferência conte com um local para o armazenamento dos resíduos. Estas estações de transferência podem contam com sistema de compactação ou não.

ESTAÇÕES COM ARMAZENAMENTO
Essas estações têm como principal objetivo obter o aumento da massa específica dos resíduos visando à redução das despesas com transporte.

ESTAÇÕES COM COMPACTAÇÃO
Estas estações contam com o espaço reservado para receber o lixo e depois um equipamento do tipo escavadeira hidráulica retira os resíduos e faz o carregamento dos veículos de transferência.

ESTAÇÕES SEM COMPACTAÇÃO
FREQUÊNCIA DA COLETA
Razões climáticas: tempo entre geração e seu destino final não deve exceder uma semana;
Freqüência mínima de coleta admissível: três vezes por semana;
É necessário considerar a capacidade de armazenamento nos domicílios;
Alguns lugares não podem armazenar por mais de um dia, tendo sua coleta realizada diariamente.
HORÁRIO DA COLETA
Redução de custos e otimização da frota: dois turnos;
Turnos de 12h: tempo para manutenção;



10% da frota de reserva;
Coleta noturna
versus
diurna.
EQUAÇÃO DA COLETA
N= P
C x n
N = número de veículos
P = produção de lixo (lixo per capita x população)
C = capacidade do veículo
n = número de viagens

T = t1+ntc+nt2+(n-1)t2'+ntd+t3

T= jornada efetiva de trabalho
T, t1, t2, t2', td e t3: medidos
VEÍCULOS PARA COLETA DO LIXO
Lixo domiciliar;
Lixo público.
TIPOS DE LIXO COLETADO
COLETA DE LIXO EM CIDADES TURÍSTICAS
ESCOLHA
: melhor custo/ benefício
COLETA DE LIXO EM FAVELAS
QUADRO-RESUMO DE UNIDADES
COLETA SELETIVA DO LIXO
DÚVIDAS?
Um itinerário de coleta está otimizado quando:
Atende a toda a população, com uma freqüência adequada;
Aproveita, ao máximo, a capacidade dos veículos coletores;
Aproveita, ao máximo, a jornada de trabalho dos membros das guarnições;
Minimiza os trechos improdutivos, isto é, sem coleta de lixo;
Minimiza os custos de operação do serviço, sem afetar a eficiência sanitária do mesmo.

OTIMIZAÇÃO DAS MICRO ROTAS

DETERMINAÇÃO DAS MACRO ROTAS

Para determinar as macro rotas de coleta de lixo, convém dispor de:

Estudo da caracterização do lixo da cidade, e, em particular, da produção média de lixo, por habitante, por dia;
Mapa atualizado e detalhado da cidade ou zona de coleta;
Localização das fontes produtoras de lixo, não-residenciais, que serão atendidas pelo serviço de coleta;
Dados referentes à densidade demográfica nas diferentes regiões da zona de coleta;


Uma vez definidos os itinerários de coleta, é possível estimar os horários de atendimento de cada trecho e informar à população sobre o planejamento da coleta.
O roteiro de coleta deve ser sempre revisto, juntamente aos motoristas e aos membros das guarnições de coleta. É preciso estabelecer mecanismos de controle, monitoramento e avaliação dos serviços prestados.

COLETA NA PRÁTICA: ITAJUBA - MG

Exemplo prático: Dada a área de coleta abaixo, traçar um itinerário de coleta que minimize os roteiros improdutivos. Assuma que todas as vias são de mão dupla.

DIMENSIONAMENTO DE ITINERÁRIOS DE COLETA: MICRO ROTAS


De preferência, a rota deve ter início no ponto o mais próximo possível da garagem dos veículos, e terminar o mais próximo possível do local de disposição final do lixo;
Vias de tráfego intenso devem ser percorridas nos horário de menor fluxo, de modo a otimizar o tempo decorrido na coleta;
Manobras à esquerda, em vias de mão dupla, devem ser evitadas;
Percursos duplicados e improdutivos devem ser evitados;
Em áreas com declividade, as rotas devem priorizar as descidas às subidas. A coleta deve começar nas áreas mais altas;
Locais com grande produção de lixo devem ser atendidos na primeira parte do dia;
O serviço das ruas sem saída pode ser efetuado desde o segmento da rua principal que elas interceptam. Elas serão atendidas quando estiverem à direita do condutor, seja a pé, de ré ou com volta em U;
O lixo não deve ser coletado na contramão.

LINHAS GERAIS DOS MÉTODOS DE OTIMIZAÇÃO

DIMENSIONAMENTO DE ITINERÁRIOS DE COLETA: MACRO ROTAS

Na determinação de macro rotas de coleta, convém considerar:

Fronteiras naturais, como estradas de ferro, vias de tráfego intenso, rios ou canais;
Áreas da cidade com diferentes densidades de ocupação;
Áreas da cidade que produzem diferentes tipos de lixo;
Tempo e distância necessários para uma viagem completa do veículo coletor, de sua garagem até o local de despejo final do lixo.

DIMENSIONAMENTO DE ITINERÁRIOS DE COLETA: MACRO ROTAS

Para facilitar a coleta e o transporte do lixo em uma grande cidade, em geral, ela é dividida em várias áreas ou setores de coleta. A macro rota associada a um veículo de coleta corresponde à área ou setor da cidade à qual lhe atribui a incumbência de desempenhar a coleta de lixo.

Macro rotas são áreas compactas, que geralmente compreendem bairros inteiros, dentro das quais um veículo de coleta percorre um itinerário definido, abrangendo o maior número possível de habitações, com a maior eficiência possível.

MACRO ROTAS: CONCEITO
Definir os tipos particulares de coleta



Delimitar, no mapa, os setores de coleta



Definir a frequência, horário e método de coleta



Dimensionar a frota necessária



Dimensionar o pessoal técnico e operacional



Determinar os itinerários de coleta


PLANO DE COLETA: PASSO A PASSO

Solução:

DIMENSIONAMENTO DE ITINERÁRIOS DE COLETA: MICRO ROTAS

Micro rota é o percurso específico realizado, por cada veículo, no interior da área de coleta que lhe é atribuída.

DIMENSIONAMENTO DE ITINERÁRIOS DE COLETA: MICRO ROTAS

Se os locais de destino não possuírem balança, a carga de lixo dos veículos coletores deverá ser pesada buscando-se alternativas em balanças de empresas ou de órgãos públicos. Se ainda assim isto não for possível, pode-se utilizar um método aproximado e simplificado, baseado nos volumes de resíduos coletados, denominado "cubagem".

CIDADES QUE NÃO DISPÕEM DE BALANÇAS PARA A PESAGEM DO LIXO

Para dimensionar os roteiros de coleta, é importante conhecer a quantidade de lixo produzida por parte dos domicílios, estabelecimentos públicos e de comércio que serão atendidos pelo serviço. A pesquisa deve ser efetuada em bairros de todas as classes econômicas. A taxa média de produção de lixo varia, normalmente, de 0,35 a 1,00kg por pessoa por dia. Nas cidades brasileiras, a geração é da ordem de 0,60 a 0,70kg/hab./dia. 

VERIFICAÇÃO DA GERAÇÃO DE LIXO DOMICILIAR

Cada guarnição de coleta deve receber como tarefa uma mesma quantidade de trabalho, que resulte em um esforço físico equivalente. Em áreas com lixo concentrado, os garis carregam muito peso e percorrem pequena extensão de ruas. inversamente, em áreas com pequena concentração de lixo, os garis carregam pouco peso e percorrem grande extensão. Em ambos os casos, o número de calorias despendidas será aproximadamente o mesmo.

EQUILÍBRIO DOS ROTEIROS
População do condado de Clark, Nevada, EUA

O aumento ou diminuição da população, as mudanças de características de bairros e a existência do recolhimento irregular dos resíduos são alguns fatores que indicam a necessidade de redimensionamento dos roteiros de coleta.

COLETA DOMICILIAR: DIMENSIONAMENTO DOS ITINERÁRIOS

Em cidades brasileiras observam-se guarnições de coleta que variam de dois a cinco trabalhadores por veículo. Há uma tendência, por parte dos órgãos municipais, de adotar guarnições de três ou quatro trabalhadores. Empresas prestadoras de serviços empregam, em geral, três trabalhadores por veículo.

GUARNIÇÕES DE COLETA

Lixo de grandes estabelecimentos comerciais (grandes geradores);
Lixo industrial;
Entulhos.
Lixo hospitalar - Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde (RSSS);
Resíduos volumosos;
Animais mortos.
{
{
{
Coleta regular
Coleta
especial
Coleta feita pelos geradores
MÉTODOS DE COLETA
Método de esquina ou parada fixa;
Método da calçada;
Método de "levar e trazer" ou intradomiciliário;
Método dos
containers
.
Parâmetros para seleção
QUADRO-RESUMO – VANTAGENS E DESVANTAGENS

O sistema integrado da Coleta Seletiva visa a adequação dos resíduos gerados de forma que estes, dentro dos limites economicos e tecnológicos, não prejudiquem o meio em questão.

COLETA DE LIXO DE RECIFE EM PROCESSO LICITATÓRIO
Coleta com apoio de banguê
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