Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Olho seco

No description
by

monica alves

on 5 February 2015

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Olho seco

Olho seco
Mônica Alves
Impacto da doença
Multifatorial
Alta prevalência: 6-34%
Afeta qualidade de vida
Não há tratamento definitivo, seguro e efetivo
Ainda um grande desafio


1950 - Henrik Sjögren "ceratoconjuntivite sicca"
1995 - Painel de Delphi
2007 - DEWS

irritação, ardência e olho vermelho
"pálpebras grudadas a noite e ao acordar"
"intolerância a ambiente com ar condicionado, ventilador e vento"
"sintomas limitam leitura, uso computador e TV"
Fatores associados
Intrínsecos

Hormônios: menopausa e TRH
Cirurgia refrativa
Doenças imunes: AR, SS, GVHD, Graves
DGM
Deficiência aquosa: Síndrome de Sjögren primária ou secundária

Doença multifatorial da lágrima e da superfície ocular que resulta em sintomas de descoforto, alterações visuais e instabilidade do filme lacrimal e potencial de dano a superfície ocular. É acompanhada por hiperosmolaridade da lágrima e inflamação da superfície ocular
Extrínsecos

Ambiente: poluição, ar condicionado
Medicações sistêmicas
Medicações tópicas e conservantes
Atividades: leitura e uso de computador
Lentes de contato
Mecanismos fisiopatológicos
Alves M
Unidade lacrimal funcional e superfície ocular
Glândula lacrimal

Glândulas de meibômio

Conjuntiva

Córnea
Pálpebras

Invervação sensitiva

Inervação motora

Alterações do filme lacrimal
Diminuição da produção aquosa

Disfunção da glândula lacrimal

Síndrome de Sjögren
Aumento da evaporação

Alterações palpebrais e do piscar

DGM
Alterações na composição da lágrima

Diminução da fração aquosa
Alteração da fração lipídica
Aumento de citocinas pró inflamatórias
Diminuição fatores de crescimento e proteínas
Inflamação crônica

Pilar fisiopatológico do olho seco


Infiltrado inflamatório da glândula lacrimal, córnea e conjuntiva
Citocinas
Sinais e sintomas
Hiperosmolaridade

Dano epitelial
Alterações de sensibilidade
Mecanismos compensatórios
Lacrimejamento reflexo

Células caliciformes e mucina

Aumento de mediadores inflamatórios

Apoptose

Dano epitelial

Inflamação crônica
Dano crônico

Pior resposta terapêutica
Extensa inervação sensitiva e autonômica
Manutenção da superfície ocular e estímulo secreção aquosa
Sintomas
Condições associadas:
DM, senilidade, uso LC e doença ocular herpética
Barreira de proteção epitelial

Renovação celular
Adesão intercelular

Olho seco

Defeitos epiteliais
Metaplasia
Queratinização
Propedêutica
Terapêutica
Conclusões
Desafios

Condição crônica e multifatorial
Acompanhamento próximo
Agudizações e complicações
Diversos métodos
Grande variabilidade
Baixa correlação
Novas tecnologias
Padronização
Sintomas
Vários
:

Dor
Irritação
Sensação de corpo estranho
Olho vermelho
Prurido
Intolerância a ambientes com ar condicionado
Cansaço visual a leitura
Flutuação da visão
Secreção…

Ou quase nenhum:
DM, senilidade, LC e herpes

Corantes vitais
Avaliar filme lacrimal
Avaliar integridade da superfície ocular
Fluoresceína
TBUT
Rápido
Fácil execução
Muito variavél
Integridade da camada lipídica
Integridade epitelial
Indica quebra junções intercelulares
Dano pode não se correlacionar com sintomas
Grande variabilidade
Padronização: 0-15

Lisamina verde
Coloração semelhante ao rosa bengala
Dano crônico
Metaplasia
Mucina
Boa correlação com severidade da doença
Padronização: 0-9
Volume lacrimal
Teste de Schirmer
Teste do fenol vermelho
Bem estabelecido
Fácil execução
Baixa reprodutibilidade
Inespecífico para componentes da lágrima
Outros
Osmolaridade da lágrima
marcador da doença e severidade
diversas técnicas
Tearlab

Microscopia confocal
Meniscometria e interferometria
Biomarcadores

monicalves1@uol.com.br
http://sobreoftalmologia.blogspot.com.br
2013 J Cell Physiol. The cellular mechanims of Dry Eye
2013 J Cell Physiol. The cellular mechanims of Dry Eye
2013 J Cell Physiol. The cellular mechanims of Dry eye
Reposição
Doença crônica = Tratamento contínuo
Tratamento contínuo = Efeitos colaterais
Doença multifatorial = múltiplos tratamentos

Abordagem individualizada: paciente e estágio da doença
Superfície ocular é um sistema em homeostase: corrigir alterações do filme lacrimal, doença epitelial e inflamação
Retenção
Perfil dos conservantes e o impacto da superfície ocular


Algumas substâncias ativas:
HP-Guar
Ácido hialurônico
Lípides

Melhorar sintomas
Diminuir atrito palpebral

Oclusão temporária e definitiva dos pontos lacrimais
Plugs
Absorvíveis e permanentes
smartplug
Óculos
Lentes de contato

Soro autólogo:
Tsubota na década de 90
Uso tópico em diversas concentrações (20-100%)
Processamento e armazenamento
Vantagens & desvantagens

Outros: plasma rico em plaquetas e sangue de cordão, saliva

Yoon, 2007
Alio 2007
Koffler 2006

Terapia anti inflamatória

↓ marcação de corantes vitais
Melhora subjetiva de sintomas
Dose x duração x efeitos adversos

Manutenção da barreira
epitelial e regulação da ativação de proteinases e de citocinas

Pilar fisiopatológico do olho seco
Ciclosporina
Tacrolimus
↓ marcadores de apoptose e da ativação de citocinas
↑ produção lacrimal – glândulas lacrimais acessórias e células caliciformes
↓ epiteliopatia, marcação corantes vitais e sintomas

Efeito adverso: irritação após instilação

Estímulo de secreção
Secretagos:

Agentes potencial farmacológico de estímulo da produção aquosa, de mucina ou ambos

Uso oral
Pilocarpina: agonista colinérgico de receptores muscarínicos

Novas perpsectivas:
Uso tópico
Diquafosol: agonista receptor P2Y2

MIM-D3: agonista do receptor Trk-A (NGF)

Lacritina: proteína pró secretória

Tetraciclinas e derivados
Propriedades:
Antibacteriana: controle da flora, ↓ degradação de lípides
Anti-inflamatória: ↓ atividade de enzimas e a produção de citocinas
Ação anticolagenolítica

Indicações: acne rosácea e DGM

Dose: indeterminada (50-200 mg/dia doxiciclina), dose baixa a longo termo

Efeitos adversos: cefaléia e náuseas

Ômega 3:

Inibe a síntese de mediadores
pró-inflamatórios lipídicos e a produção de interleucina 1 e TNF-α

Fontes

Ácidos graxos livres
DEWS 2007 The Ocular Surface;5:75-92
Definição
Relatos e sintomas
Imunossupressores
Corticóides
Perspectivas

Entendimento dos mecanismos fisiopatólogicos
Desenvolvimento de novas modalidades terapêuticas
Substitutos biológicos
Br J Ophthalmol. 2012 Takamura et al
Clin Ophthalmol. 2013;7:1275-85 MeeroviktK et al
Exp Eye Res. 2013 Karnati R1, Laurie DE, Laurie GW
Ophthalmology. 2013 Kangari et al
Clin Ophthalmol. 2014 Olenik K et al
2013 Cornea Foulks et al
2008 ABO Paiva et al
2013 Ocular Surface Alves M et al
2014 PlosOne Alves M et al
jaborandi
diquafosol
A superfície ocular e o olho seco
Gripe literária, em Lições do velho professor
Rubem Alves
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas
mais que a dos mísseis.
Tenho em mim
esse atraso de nascença.
Eu fui aparelhado
para gostar de passarinhos.
Tenho abundância
de ser feliz por isso.
Meu quintal
É maior do que o mundo.

Manoel de Barros
Full transcript