O webjornalista e a configuração de uma (nova) esfera pública comunicacional

Trabalho apresentado no GP de Cibercultura, X Encontro dos Grupos de Pesquisas em Comunicação, evento componente do XXXIII Intercom. Autores: Jorge Rocha (IEC-PUC Minas) - jorgerochaneto@gmail.com e Yuri Almeida (hdocaos@gmail.com) »
Yuri Almeida

O webjornalista e a configuração de uma (nova) esfera pública comunicacional
Jorge Rocha (IEC-PUC Minas)
@exucaveiracover
Yuri Almeida (UNIJORGE)
@herdeirodocaos
#gpciber
#intercom2010
Sociedade em rede = nova esfera pública = 
novos desafios para os jornalistas
Esfera pública 
espaços relacionais
mediações conversacionais
Quais as funções do jornalista?
Jornalismo colaborativo implica 
novos processos de mediação
Quanto maior os níveis do jornalismo
colaborativo maior a necessidade de 
mediação (dialógica)
Morte ao gatekeeper!
Parcial = etapa de construção de notícia +  relatos testemunhais + crivo do gatekeeping

Ex. VC no G1, VC Repórter
Total = pleno acesso ao 
"código-fonte de emissão" + individualização da escrita

Ex. Brasil Wiki | CMI

Rede (rizomático) = escritas coletivas + gerenciamento colaborativo + mineração de dados + rankeamento de notícias = enfraquecimento do gatekeeping
Cartografia da informação
Competência discursiva
co-enunciação
espaços relacionais
mediação dialógica
estrutura horizontal (ROCHA, 2006)


Colaboração potencializa a produção
de conhecimento, pois as notícias são 
produtos culturais (Soares, 2009, p. 97)
Papel das mídias é organizar um "arena simbólica" (Gans, 1980)
A construção da "arena simbólica"
pode ser colaborativa, quiçá mais plural
e/ou menos manipulada
Objetividade na berlinda
O jornalismo pretende ser
objetivo pois é feito para e não 
com o público
A reconfiguração do jornalista como mediador interacional depende também da radicalização dos modelos de Jornalismo Colaborativo.
Jornalismo Colaborativo + modelo de atuação baseado em rizomas = possível atuação do jornalista como cartógrafo da informação.

Adição das redes sociais
à rotina produtiva jornalística, 
a fronteira entre "quem produz"e 
"quem consome" torna-se 
ainda mais tênue.
Draft é a área, em uma publicação webjornalística, onde é possível publicar uma série de links,  comentários.
 
Article conta com a seleção de “melhores comentários” – em blogs da redação, Twitter, etc –, que podem gerar um artigo. 

Context pode ser associado a ideia de um “portal        instantâneo”, com tags e links para outras referências multimidiáticas sobre o tema. 

Analysis diz respeito à “debates” entre especialistas sobre o tema em questão.
 a esfera pública é “a esfera do debate ou do conflito argumentativo
público. Difere a discussão pública do próprio público que discute, distinção que
a noção de espaço público não é capaz de oferecer”. (Gomes, 2006, p. 56)

Índice de descarte de 
conteúdo colaborativo

90% FSP
    75% G1
        20% Terra
1 - A abertura ao comentário público
2 - Espaços para colaboração (complementar ou "inédita)
3- Ampliação da história pelos leitores
4- Convidar os cidadãos para escrever no blog do site do jornal (conteúdo separado)
5- Redações transparentes (painel do leitor e/ou blog do editor)
6- Convite a participação e/ou "o que o leitor quer saber"
7- Conteúdo não editado
8 - Edição complementar
9 - Pro-am (desafio)
10 - A integração do jornalismo sob o mesmo teto (desafio)
11 - Wiki-jornalismo

Steve Outing (2005)

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