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Trabalhando sexualidade na escola

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by Maiara Minatto on 29 October 2012

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Transcript of Trabalhando sexualidade na escola

Trabalhando Sexualidade Amanda Teixeira
Fernanda Lidorio
Maiara Minatto
Neidiana Santos Ensino Fundamental
6 a 9 anos Puberdade e Adolescência
a partir dos 9-11 anos
Ens. Fundamental (final) e Médio Ensino Infantil
3 a 6 anos na Escola •Limitamos nosso conhecimento sobre sexualidade tomando por base a nossa própria experiência e deixamos de lado toda a diversidade que a própria sexualidade implica. •A sociedade em que vivemos, baseada em princípios cristãos, acredita que as crianças são como anjos, seres assexuados que não possuem desejos e prazeres sexuais. As crianças também sentem desejos e prazeres sexuais e estes se manifestam de maneiras diferentes em cada cultura. •Pais, professores e educadores não se sentem totalmente preparados para falarem sobre sexualidade, pois não conseguem encarar os fatos como algo “normal” que faz parte do desenvolvimento das crianças. As respostas as suas perguntas não devem ser ignoradas, devemos usar o bom senso para respondê-las, não devemos ser extremistas ao respondê-las (fantasiar ou explicar tudo) •Em muitos momentos a manipulação de genitais, ou outras formas de expressão incomodam mais aos adultos, do que as crianças. Elas começam a descobrir o seu corpo e depois que a curiosidade inicial passar, a atenção da criança se voltará para outras coisas que lhe chame a atenção. •A sexualidade é construída, basicamente, a partir das primeiras experiências afetivas do bebê com a mãe e com o pai ou com quem cuida dele. Seguem-se as relações com família, amigos, e as influências do meio cultural. Foram propostas por Freud as teorias das fases do desenvolvimento sexual: Fase oral, Fase anal, Fase fálica e Fase Genital. Para Freud, o indivíduo encontra o prazer no próprio corpo, pois nos primeiros tempos de vida, a função sexual está intimamente ligada à sobrevivência. Dar respostas insuficientes faz com que a criança pergunte mais ou, ainda, que vá procurar as respostas em outras fontes nem sempre confiáveis; por outro lado, dar respostas extensas demais, do tipo "aula completa", também não é indicado, é preciso buscar respostas de acordo com o que a criança for solicitando. As respostas devem ser simples e claras, não havendo necessidade de responder além do que lhe for perguntado. As novelas, os filmes e principalmente o carnaval mostram cenas que as crianças ainda não têm idade para ver, e quando elas vêem essas coisas começam as perguntas do tipo “o que é sexo?” Quando uma criança fizer uma pergunta sobre sexo, o recomendado é que responda de uma forma que a criança entenda, nada de mentiras ou fantasias. As crianças estão expostas a tudo graças a mídia, a televisão acaba expondo certas coisas cedo demais, e uma delas é o sexo. (cc) photo by theaucitron on Flickr (cc) photo by theaucitron on Flickr QUANDO FALAR DE SEXO COM A CRIANÇA? ? Papel do Psicólogo De acordo com a teoria freudiana, todas as experiências ocorridas na infância influenciam na vida psíquica e sexual da criança. Com isso, a escola tem de se preocupar com a forma de trabalhar a sexualidade da criança para que não ocorram conflitos traumáticos posteriores na vida adulta. É primordial os profissionais da escola apresentarem para os pais os seus fundamentos e formas de tratar as questões relacionadas ao sexo com as crianças. Trabalhar para que o educador não utilize de respostas moralistas e ou religiosas. Em relação aos comportamentos sexuais observados em sala de aula como beijos, exploração do corpo do colega, jogos sexuais, o educador pode pautar-se sobre os mesmos princípios que usa para outros comportamentos inadequados em aula, demonstrar que entende a curiosidade, mas que a escola é um lugar onde se deve respeitar a vontade dos outros e que estão lá para aprender, brincar, etc. Capacitar os educadores, pensar a família, pensar na sexualidade. Promover palestras, em reuniões de pais colocarem na pauta um assunto sobre sexo, adquirir livros específicos. Orientar o educador que cabe a ele o dever de coordenar as brincadeiras e comportamentos adequados, mas sem passar valores morais reprovadores como se a curiosidade fosse algo negativo, "feio" ou pecaminoso. Freud: Fase da Latência
Foco na alfabetização
Sexualidade nas aulas de ciências A sexualidade da criança torna-se ora reprimida, ora sublimada, centrando-se em atividades e aprendizagens intelectuais e sociais, como jogos, escola, e estabelecendo vínculos de amizades que irão fortalecer a identidade sexual de ambos, ou seja as características femininas e masculinas. (BONFIN. 2010) Beraldo, em 2003, propõe um espaço de itervensão sobre a sexualidade no âmbito escolar. O que ela queria era um espaço para Orientação Sexual na Escola que possibilitasse a construção da cidadania, de uma sociedade livre de falso moralismo e mais feliz. Para isso ela levou em conta 3 aspectos fundamentais: a transmissão de informações de maneira verdadeira; a eliminação do preconceito e a atuação na área afetivo-emocional. a) apresentar um projeto para a instituição com o objetivo do trabalho; b) fazer uma reunião com os pais e professores para esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir ao longo do trabalho e explicar o papel de ambos junto à escola neste projeto; c) observar a demanda da escola para que se atinja a expectativa desta; d) a partir das séries estabelecidas para o trabalho entrar em contato com elas para explicar como este será administrado; e) colher, por meio de “bilhetinhos sigilosos,” dúvidas e curiosidades de cada aluno garantindo-lhes total sigilo; f) após levantar as dúvidas e curiosidades fazer uma estruturação do programa a ser cumprido em diferentes séries (conteúdo, horário, encontros, local), para uma maior eficácia; g) estabelecer um contrato (regras sugeridas pelo grupo); h) garantir a ética do trabalho tanto para os alunos como para os professores; i) garantir a liberdade de opinião e o respeito do grupo pelas dúvidas de seus colegas, sem monopólio da verdade de ambas as partes. O primeiro conteúdo indispensável neste trabalho é a diferenciação de sexo e sexualidade e também de Educação Sexual e Orientação Sexual, que são muito confundidos na maioria das vezes. "Essa aula na verdade deve ser dada em etapas, ela deve se limitar ao sociológico, ao psicológico, ao desenvolvimento daquela faixa etária dos
alunos". (Prof. R. - Ciências. Apud Biancon) Desde a antiguidade a sexualidade vem gerando polêmicas, mexendo com a sensação e fantasia das pessoas, associada a coisas feias, inconvenientes e impróprias. Apesar da revolução sexual, da globalização e dos meios de comunicação terem contribuído para uma modificação nas atitudes morais e nas questões ligadas ao sexo e sexualidade, esse assunto ainda assim continua sendo um tabu. Como disse Michel Foucault, filósofo francês, o domínio do discurso é também uma forma de poder. Domina-se a fala da sexualidade hoje em dia, mas, quanto à prática da sexualidade, esta é tão reprimida ou tão “liberada” quanto no século passado. O estudo da sexualidade envolve o crescimento global do indivíduo, tanto intelectual, físico, afetivo-emocional e sexual propriamente dito. A maioria dos pais acham constrangedor conversar sobre sexo com seus filhos, ora pela educação recebida de seus pais, ora pela repressão ou por não saberem como abordar o tema.
Assim, os filhos na maioria das vezes, ficam sem respostas para suas dúvidas, gerando conflitos ou acidentes inesperados por terem informações errôneas ao consultar variadas fontes impróprias. A maior parte dos adolescentes passam seu tempo na escola onde começam a se sociabilizar, aflorando sua sexualidade devido ao desenvolvimento corporal gerado pelos hormônios. Depois do ambiente familiar é a escola que complementa a educação dada pela família onde são abordados temas mais complexos que no dia-a-dia não são ensinados e aprendidos, tendo esta uma imensa responsabilidade na formação afetiva e emocional de seus alunos. E quanto ao assunto sexo e sexualidade? Qual o papel da escola frente a esse tema? A educação sexual acontece no seio familiar. É uma experiência pessoal contida de valores e condutas transmitidos pelos pais e por pessoas que o cercam desde bebê. Orientação Sexual é dada pela escola onde são feitas discussões e reflexões à respeito do tema de uma maneira formal e sistematizada que constitui em uma proposta objetiva de intervenção por parte dos educadores, incluindo: professor, orientador pedagógico e psicólogo. PAPEL DOS PROFISSIONAIS O educador de Orientação Sexual deve ser uma pessoa aberta, livre de mitos e preconceitos referentes à sexualidade. Podendo abordar os assuntos através de aulas expositivas, dinâmica de grupo, folhetos explicativos, filmes e outros materiais referentes ao tema. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO BARRETO, Ana Beatriz. Sexualidade na pré-escola. Disponível em: http://sexualidadenapreescola.blogspot.com.br/
BERALDO, Flávia Nunes de Moraes Beraldo. Sexualidade e escola: um espaço de intervenção. Campinas, Julho de 2013. Psicol. Esc. Educ. (Impr.) vol.7 n 1. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-85572003000100012&script=sci_arttext
BIANCON, Mateus Luiz. A educação sexual na escola e as tendências da prática pedagógica dos professores. Anais do SIES - Simpósio Internacional de Educação Sexual da UEM. Disponível em: http://www.dtp.uem.br/sies/anais/trabalhos/100.pdf
BOCK, Ana; et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. Editora Saraiva, 13 edição, 1990.
BONFIN, Cláudia. Latência desenvolvimento psicossexual para Freud. 2010. Disponível em: http://educacaoesexualidadeprofclaudiabonfim.blogspot.com.br/2010/10/latencia-desenvolvimento-psicossexual.html
GURGEL, Thais. Despertar da Sexualidade na Infância. Escola Nova: Jan/fev de 2010. Ed. 229. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/desenvolvimento-e-aprendizagem/despertar-sexualidade-infancia-freud-528841.shtml
Nayara Lima Donizete. Sexualidade infantil: um olhar pedagógico. Faculdade
Alfredo Nasser Instituto superior de educação. Curso de Pedagogia, 2010.
STRASBURGER, Victor C. Os adolescentes e a mídia: Impacto psicológico. Porto Alegre: Artmed, 1999.
SINGER, Dorothy G; SINGER, Jerome L., Imaginação e jogos na era eletrônica, Porto Alegre: Artmed, 2007
A influência da internet na sexualidade, e o risco de exposição “A televisão influencia as percepções do comportamento social e realidade social do espectador, contribui para as normas culturais e transmite mensagens envolvendo os comportamentos que retrará.” (STRASBURGER, 1999) “Embora os adolescentes provavelmente não sejam tão suscetíveis quanto as crianças pequenas à violência nos meios de comunicação, eles podem ser mais suscetíveis ao conteúdo sexual. Na verdade, eles frequentemente acreditam que o que assistem na televisão é real.” (HARRIS & ASSOCIATES, 1986) A internet tornou a vida de muitas pessoas um livro aberto. É possível encontrar todas as informações sobre pessoas menos cuidadosas com sua privacidade na internet, nos sites de relacionamentos, em blogs e fotoblogs, etc. A exposição excessiva de informações pessoais pode ser arriscado. Com poucos minutos de navegação ou de conversa pode-se descobrir muitas intimidades sobre a pessoa. A prevenção é o único meio que pode ajudar a evitar a utilização negativa do uso das tecnologias e prevenir implica informar. Sabemos que atualmente as crianças começam muito cedo a usar as novas tecnologias, por isso é preciso que a prevenção comece cedo também.
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