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Processo de produção de calçados - corte

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by Anderson Mendes on 25 February 2013

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Transcript of Processo de produção de calçados - corte

SETOR DE CORTE

Fluxograma do processo de produção de calçados Quem são os empregados do setor de corte? Concepção: Nessa fase o calçado é modelado e projetado. Nesta etapa também são definidos os materiais e a numeração. Uma importante função desta etapa é adaptar o produto projetado para sua manufatura, levando em consideração as especificidades dos materiais, capacidades das máquinas e também os custos envolvidos.
Corte: Feito de acordo com as especificações definidas na modelagem utiliza desde facas e prensas hidráulicas (balancim). Pesponto: nesta etapa, as peças do cabedal são organizadas, chanfradas, dobradas, picotadas, coladas e costuradas, geralmente em processo manual. Costura: O processo de costura é utilizado na união do solado ao cabedal conferindo maior segurança e firmeza ao calçado. Montagem: Realizada quase que simultaneamente ao corte e à costura, quando salto, sola e palmilha, são colados ou costurados. Acabamento: A última etapa é quando o calçado é retirado da forma e passa pelos últimos detalhes: colocação de forro, pintura, enceramento, colocação de etiquetas, entre outros. A fabricação de um calçado é subdividida em diversas etapas de acordo com o tamanho da produção, linha de produtos, o porte e a estrutura da empresa.
TREINAMENTO DE OPERADORES DE BALANCIM DE BRAÇO MÓVEL TIPO JACARÉ E DE BRAÇO FIXO TIPO PONTE ' Quais os riscos ambientais do trabalho aos quais os trabalhadores desse setor, são expostos e como é feita a quantificação desses riscos?


Físico (ruído e iluminamento), Ergonômico (postura e conforto térmico), Acidentes (corte das mãos e eletricidade). A quantificação desses riscos é feita através medições de ruído, calor, iluminamento e estudos do impacto da ergonomia no ambiente de trabalho.
Quais as medidas de controle utilizadas para esse setor?
Treinamento de segurança na execução das atividades, exame médico periódico, elaboração de laudos ergonômicos, utilização de EPI’s, acomodação adequada durantes as pausas. Quais são as máquinas e equipamentos utilizados do setor de corte? Facas para balancins, balancins de braço móvel, de braço fixo e bancadas. Facas para balancim Quais os riscos decorrentes, que as máquinas utilizadas na indústria calçadista oferecem? Movimentos rotativos, alternados e retilíneos;

Ação de corte;

Ação de puncionagem. As máquinas chamadas balancim de braço móvel manual, ou balancim jacaré, devem possuir, os seguintes requisitos específicos de segurança: a) acionamento por comando bimanual, instalado junto ao braço móvel;

b) botão de emergência instalado no braço móvel;

c) força para movimentar o braço móvel menor ou igual a 50N (cinquenta Newtons);

d) altura do piso à superfície de corte igual a 1000 +/- 30mm (mil milímetros, com tolerância de mais ou menos trinta milímetros). BALANCIM DE BRAÇO MÓVEL Vista Lateral
1: braço móvel
2: dispositivo de comando bimanual
3: base prensora
4: superfície de corte
5: corpo
6: botão de parada de emergência Vista Superior
1: braço móvel
2: dispositivo de comando bimanual
4: superfície de corte
6: botão de parada de emergência
S1: posição de giro para direita
S2: posição de giro para esquerda
Comando bimanual com simultaneidade e autoteste do tipo IIIC de Norma ABNT NBR 14152:1998 no acionamento do braço móvel.

Botão de emergência monitorado por relé de segurança

Altura do solo até o topo da mesa igual a 1m +/- 0,03m (1000mm
+/- 30mm) Regulagem de pressão por potenciômetro.

Chave liga/desliga que permita o bloqueio
BALANCIM TIPO PONTE MANUAL As máquinas chamadas balancim tipo ponte manual devem possuir os seguintes requisitos específicos de segurança:

a) proteção fixa ou móvel intertravada na parte superior do equipamento - proteção do guia do carro e proteção frontal, de forma a impedir o acesso entre o carro móvel e a estrutura da máquina;

b) proteção fixa ou móvel intertravada na parte traseira do equipamento que impeça o acesso a zona de risco;

c) acionamento por dois comandos bimanuais, instalados junto ao carro móvel, sendo um para realizar o deslocamento horizontal do carro móvel, e outro para realizar o movimento vertical de corte, conforme detalhe A;

d) botão de parada de emergência, localizado no carro móvel. Vista Lateral
1: proteção do guia do carro
2: proteção frontal
3: proteção traseira
Vista Frontal DH: deslocamento horizontal
DV: deslocamento vertical
1 e 2: acionamento bimanual, deslocamento vertical
2 e 4: deslocamento horizontal para esquerda
1 e 3: deslocamento horizontal para a direita
Proteção fixa dianteira na parte superior do equipamento e proteção no guia do carrinho.
Comando bimanual com simultaneidade e autoteste do tipo III C da Norma NBR 14152:1998 da ABNT no acionamento da punção e no deslocamento lateral do carro.
Botão de emergência monitorado por relé de segurança. Proteção fixa na parte traseira do equipamento impedindo o acesso a zona de risco, conforme o disposto na NBR NM ISO 13854:2003 Chave liga/desliga que permita o bloqueio Um elemento mecânico garante espaçamento mínimo de 12 cm entre o braço móvel e a estrutura da máquina
Cortadores: Organiza e/ou executa os trabalhos de almoxarifado, como recebimento, estocagem, distribuição, registro e inventário de matérias-primas e mercadorias compradas ou fabricadas, supervisiona do depósito de inflamáveis

Auxiliar de corte: Auxilia na execução das mesmas tarefas do cortador no que for necessário Para maior segurança dos trabalhadores, as máquinas estão instaladas mantendo-se as suas partes móveis em uma faixa livre variável de 70 cm a 1,30 m, com uma distância mínima de separação de 60 cm a 80 cm.

Os pisos das áreas de trabalho e dos locais onde estão instaladas as máquinas e os equipamentos devem estar constantemente limpos e mantidos em bom estado de conservação.

Além da separação das máquinas, existem áreas reservadas para circulação e armazenamento de materiais, demarcadas com faixa na cor branca.

No interior do local de trabalho, as vias principais e as que conduzem às saídas tem tamanho de 1,20 m de largura, devidamente demarcadas e permanentemente desobstruídas.

Os dispositivos de acionamento e parada das máquinas e dos equipamentos devem estar localizados de forma que possibilitem o trabalhador a manuseá-los em sua posição de trabalho, ou outra pessoa, em casos de emergência. Estes dispositivos não devem estar localizados na zona perigosa da máquina ou do equipamento, nem acarretar riscos adicionais, não podendo ser acionados ou desligados involuntariamente pelo operador ou de qualquer outra forma.

No setor de corte, a maioria das atividades apresenta grande movimentação de membros superiores, assim como a própria configuração das máquinas requer a postura em pé, especialmente os balancins de braço móvel e os balancins ponte.

No entanto, existe um grupo de atividades que podem ser realizadas em postura alternada, como: colocar zíper manual, cortar e amarrar peça manual, talonar, chanfrar, assim como as atividades de revisão.

Nas atividades em que não for possível a alternância postural – o que pode ocorrer em função da própria configuração da máquina, obrigando o trabalhador a atuar em pé – deverá ser implantada a alternância de funções. Nesse caso, o trabalhador realizará mais de uma atividade, ora em pé, ora sentado, sendo a postura fator determinante da troca, embora as características da atividade determinem a postura ideal em cada tarefa.

Exemplifica-se a situação acima descrita na atividade de cortar com balancim hidráulico, em que o trabalhador utiliza cavalete, posicionado ao lado do balancim, para apoiar as peles de couro facilitando o alcance. Dessa forma, mantém a postura neutra da coluna vertebral (sem curvar nem torcer) e os membros superiores podem ser mantidos próximos ao corpo, facilitando a atividade de trabalho.

Outra medida que facilita a atividade de cortar é são bancadas laterais ao equipamento, como, por exemplo, para posicionar navalhas, o que elimina os movimentos de rotação de coluna que o trabalhador realiza para alcançar a bancada, quando a mesma está posicionada atrás do equipamento.

Neste setor, as atividades de manuseio e transporte de carga encontram-se presentes somente na distribuição do material, disponibilizado em caixas plásticas que comportam aproximadamente de 20 a 40 Kg. Para transporte desse material para as linhas ou células de produção, há necessidade de um dispositivo auxiliar, que pode ser um carrinho.

Nesse sentido, é importante observar o número máximo de quatro caixas sobrepostas a serem transportadas sobre o carrinho, com a finalidade de permitir a boa visualização e garantir estabilidade.
1) NBR NM 213 -1:2000 Segurança de Máquinas: Conceitos básicos, fundamentos, princípios gerais. Terminologia básica.
2) NBR NM 213-2 :2000 Segurança de Máquinas. Conceitos fundamentais, princípios gerais de projeto. Parte 2 Princípios Técnicos e especificações.
3) NBR 14009:1997 Princípios para Apreciação dos Riscos.
4) NBR NM-ISO 13852:2003 – Segurança de Máquinas. Distâncias de Segurança para impedir o acesso a zonas perigosas pelos membros superiores.
5) NBR NM-ISO 13853:2003 – Segurança de Máquinas. Distâncias de Segurança para impedir o acesso a zona de perigo pelos membros inferiores.
6) NBR NM-ISO 13854:2003 - Segurança de Máquinas. Folgas mínimas para evitar o esmagamento de partes do corpo humano.
7) NBR 14153:1998– Segurança de Máquinas. Partes do sistema de comando relacionadas à segurança. Princípios gerais de projeto.
8) NBR 14154:1998 – Segurança de Máquinas . Prevenção contra partida inesperada.
9) NBR 13759:1996 – Equipamentos de parada de emergência.Aspectos funcionais. Princípios gerais para projeto.
10) NBR NM 272:2001 – Requisitos gerais para o projeto e construção de proteções.
11) NBR NM 273 :2001– Dispositivos de intertravamento associados à proteções - Princípios para projeto e construção de proteções.
12) NBR 14152:1998 – Segurança de Máquinas. Dispositivos de comando bi-manual. Aspectos funcionais e princípios para projeto.
14) EN 12044:2005 – Footwear, leather and imitation leather goods manufacturing machines - Cutting and Punching machines- Safety requirements.
15) EN12203:2003 - Footwear, leather and imitation leather goods manufacturing machines- Shoe and leather presses- Safety requirements.
16) NR 12.
17) Anexo X da NR 12
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