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Mapa Conceitual : Globalização e Cultura : Processos da industria cultural em escala mundial

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by Ariane Camargo Schneider on 23 November 2013

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MAPA CONCEITUAL
Globalização e Cultura : processos da indústria cultural em escala mundial

MAPA CONCEITUAL
Globalização e Cultura : processos da indústria cultural em escala mundial

UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí
CECIESACTL - Centro de Ciencias Sociais aplicadas - Comunicação Turismo e lazer
Comunicação Social - Hab. em Publicidade e Propaganda
Orientador : Osmundo Moysa Saraiva Junior
Acadêmica : Flávia Schaadt Brehm

A globalização é um fenômeno que atinge grande parte da humanidade contemporânea e ela se esconde em diferentes momentos da nossa existência. Une coisas e pessoas originalmente distantes por elementos materiais e simbólicos e exige uma postura firme da sociedade e dos governos, por meio de politicas, para saber enfrentar, com consciência da profundida dos efeitos, as consequências mais viscerais deste momento.
A globalização ainda não superou algumas barreiras sociais.
Nenhum elemento global tornou-se mais evidente, decisivo e instigante do que a rapidez de transmissão da informação.
O produto mais contumaz da globalização é a ilusão.
As trocas culturais estão presentes na historia da humanidade desde sempre e a globalização contagia o efeito avassalador do capitalismo com sua mobilidade mundial.
A globalização é uma consequência do desenvolvimento industrial, resultados da expansão do capitalismo em suas diversas vertentes.
O termo indústria cultura segundo ADORNO, é a substituição do conceito de ‘’cultura de massas’’. Pois cultura de massa dá a entender uma cultura que surge espontaneamente das massas, quando o que acontece realmente é a falta de expressão natural e culturalmente forte em condições como essas.
Para ADORNO, as condições para o surgimento de uma indústria cultura são as mesmas para a confecção de produtos para o consumo de massas.
Essa lógica altera até mesmo a posição do sujeito da relação de cultura. Ele não é mais o sujeito, mas sim um objeto da relação industrial.
A indústria, no sentido do termo usado por ADORNO, constitui-se de dois conceitos: a estandardização da coisa, com uma reprodutibilidade amplificada e em grande escala de um produto, e a racionalização da técnica de distribuição.
Já Walter Benjamin a caracteriza pela aura, pela presença de um não-presente, “então a indústria cultural se define pelo fato de que não opõe a essa aura outra coisa de forma objetiva, senão que se serve dessa aura em estado de decomposição como um ar esfumaçado. Desse modo se convence imediatamente por si mesma de sua monstruosidade ideológica.”.
A partir do desenvolvimento da indústria cultural, há uma desnaturalização da obra, fragmentada que estava em sua unidade criadora, além da falta de reconhecimento do autor em sua obra.
Nesse momento, temos a confusão de elementos da técnica de publicidade, de estimulo ao consumo por técnicas de atração, divulgação, apelo, sensibilização, mesclado a produção intelectual. A experiência cultura passa a ser mediada pela publicidade.
Os indivíduos quase não se relacionam mais com a coisa (o bem cultura) em seu valor de uso, mas, em escala cada vez maior, com efeitos do seu valor de troca, definido por meio do trabalho direto e indireto da propaganda. As qualidades da mercadoria foram sintetizadas pela publicidade e grande parte da fruição já vem diluída pelo apelo visual exercido pelos mecanismos de atração de publico, diluindo, portanto, a própria relação dos individuos com o bem cultural.
A cultura circunstanciada nesses novos elementos da indústria cultural possui também novos comportamentos, ademais de promover a estandardização e racionalização dos processos de distribuição. Com efeito, gera um novo publico. Ao passar a trabalhar com a publicidade, as empresas de mídia conseguem reduzir o preço dos produtos comercializado e tornar mais acessíveis os produtos a uma massa consumidora crescente.
Esse fenômeno se caracteriza pela redução dos conteúdos a um denominador comum para ampliar o publico, nivelando-se as classes sociais pela estandardização dos gostos.


A proporção que esse fenômeno alcança com a globalização é gigantesca e propiciou uma alteração do padrão comportamental ainda mais grave.

Essa tendência se revela pela adaptação dos temas locais, de cultura popular, transformando-os em cosmopolitas, pela adaptação da linguagem e do suporte. Fala-se a língua universal.


Essa nova universalidade é criada com base em elementos artificiais próprios da cultura de massa da civilização moderna.

A logica de todo processo de industrialização é o aumento de mercado, alcançando a esfera mundial.
Já na escola de Frankfurt a cultura é composta de dois elementos: o conteúdo e o suporte.
O que não foi mencionado pelos estudiosos é que a cultura, além de refletir um estado de desenvolvimento humano, é, sobretudo, forma de resistência aos padrões externos, alienígenas e que não dizem respeito à forma de desenvolvimento dessas sociedades, ao contrário, condenam a prostração perpetua, ao esvaziamento do espirito e a falta de alternativas sociais.
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