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Copy of SURDEZ

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by Patricia Paula Schelp on 6 October 2012

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Surdos eram adorados, como se fossem deuses, serviam de mediadores entre os deuses e os Faraós, sendo temidos e respeitados pela população. História da educação dos surdos EGITO CHINA Os deficientes eram lançados ao mar GRÉCIA Tratavam os surdos como incompetentes e alguns eram mortos 360 a.C Sócrates começa a aceitar que os surdos se comunicasse com as mãos e o corpo ROMA Era comum lançarem as crianças surdas (especialmente as pobres) ao rio Tibre, para serem cuidados pelas Ninfas. Imperador Justiniano proibiu os surdos de assinar contratos, ter casa própria ou receber heranças IDADE MÉDIA Deficientes não tinham alma No fim da Idade Média e inicio do Renascimento, saímos da perspectiva religiosa para a perspectiva da razão, em que a deficiência passa a ser analisada sob a óptica médica e científica Pedro Ponce de León 1520 - 1584 Monge beneditino que fundou a primeira escola de surdos no Mosteiro de San Salvador em Oña Burgos Somente as crianças surdas nobres que tinham uma boa educação, as crianças pobres eram colocadas em asilos Criou o alfabeto manual em 1620 que ajudava os surdos a soletrar palavras 1712 1838 Fundou o Instituto Nacional de Surdos-Mudos Acreditava que o surdo aprenderia melhor ensinando com os sinais Charles Michel de L'Epée Alexander Graham Bell Seu pai, Sr. Alexander Melville Bell, publicou o seu tratado na linguagem gestual, que apareceu em Edimburgo em 1868. Neste explica o seu método engenhoso de instruir surdos mudos, por meio visual, como articular palavras e como ler o que as outras pessoas dizem pelo movimento dos lábios. Thomas Hopkins Gallaudet 1817 Fundou uma escola de surdos onde aprendiam a lingua de sinais e o inglês escrito. Trabalhava na oralização dos surdos, não aceitava os sinais e as comunidades surdas. Achava que os surdos não deviam casar com surdos e que precisavam estudar em escolas de ouvintes. 1872 Congresso
de Veneza O meio humano para a comunicação do pensamento é a língua oral Se orientados, os surdos lêem os lábios e falam A língua oral tem vantagens para o desenvolvimento do intelecto, da moral e da linguística CONGRESSO
DE MILÃO 1880 Ficou decidido a exclusão da lingua sinalizada e foi substituida pelo oralismo Edward Miner Gallaudet, filho de Thomas Gallaudet e também educador de surdos, lutou pela elevação do estatuto do Instituto de Colúmbia a colégio. Esse colégio deu origem, em 1857, à Universidade Gallaudet. A Universidade Gallaudet oferece, hoje, educação para surdos em todos os níveis (desde a escola primária até o doutorado). Há cerca de 40 carreiras distintas, em praticamente todas as áres de conhecimento. HISTÓRIA NO BRASIL 1855 – Primeira iniciativa de educação de surdos quando o professor francês surdo Ernest Huet, a convite de D Pedro II, veio ao Brasil e preparou um programa que consistia em usar o alfabeto manual e a Língua de Sinais da França. Apresentou documentos importantes para educar os surdos, mas ainda não havia escola especial. Solicitou então ao imperador D. Pedro II um prédio para fundar uma escola. 1873 – Surge a publicação do mais importante documento encontrado até hoje sobre a Língua Brasileira de Sinais, o “Iconographia dos Signaes dos Surdos-Mudos”, de autoria do aluno surdo Flausino José da Gama, ex-aluno do INSM com ilustrações de sinais separados por categorias (animais, objetos, etc). Esta linguagem não é mais usada atualmente. 1913 – Em 24 de Maio, é fundada por João Brasil Silvado Jr. a Associação Brasileira dos Surdos-mudos (ABSM), cuja cultura obteve um grande desenvolvimento. 1911 - O Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) passou a seguir a tendência mundial, utilizando o oralismo puro. 1930 a 1947 – Dr. Armando Paiva Lacerda ex-diretor do INES. Exige que os alunos não usem a Língua de Sinais: podendo apenas utilizar o alfabeto manual e um bloco de papel com lápis no bolso para escrever as palavras que quisessem falar. 1950 – Os surdos não conseguem adaptar-se a essa imposição do oralismo e continuam a usar a Língua de Sinais e o alfabeto manual. Os professores e inspetores burlam as ordens na comunicação com os alunos surdos. 1957 - Proibida totalmente a utilização da língua de sinais no INES Década de 1950 – O poder do método oralista francês cresce em todo o Brasil sob a responsabilidade da Profª Alpia Couto, que, dentro do Centro Nacional de Educação Especial, realiza projetos na área de DEFICIÊNCIA AUDITIVA. O desconhecimento e a falta de convivência com os surdos provocam prejuízos na cultura da comunidade surda, o empobrecimento da Língua de Sinais e a falta de acesso às informações sociais. As questões da Educação Especial se tornam apenas vinculadas a interesses político-econômicos. 1975 - Chega ao Brasil a Comunicação Total. 1977 - Criado no Rio de Janeiro a Federação Nacional de Educação e Integração dos Deficientes Auditivos, FENEIDA, com diretoria de ouvintes. 1980 - Chega ao Brasil o Bilinguismo, porém de fato em 1990. 1981 - Início das pesquisas sistematizadas sobre a Língua de Sinais no Brasil. 1983 - Criação no Brasil da Comissão de Luta pelos Direitos dos Surdos. 1986 - O Centro SUVAG (PE) faz sua opção metodológica pelo Bilinguismo, tornando-se o primeiro lugar no Brasil em que efetivamente esta orientação passou a ser praticada. 1987 - Criação da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS), EM 16/05/87, sob a direção de surdos. 1991 - A LIBRAS é reconhecida oficialmente pelo Governo do Estado de Minas Gerais
(lei nº 10.397 de 10/1/91). 1994 - Começa a ser exibido na TV Educativa o programa VEJO VOZES (out/94 a fev/95), usando a Língua de Sinais Brasileira 1998 - TELERJ - do Rio de janeiro, em parceria com a FENEIS, inauguraram a Central de atendimento ao surdo - através do número 1402, o surdo em seu TS, pode se comunicar com o ouvinte em telefone convencional. 2010 - Promulgada a lei 12.319 em 01 de Setembro, que regulamenta o exercício da profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. 2002 - É promulgada a lei 10.436 em 24 de abril, reconhecendo a Libras como língua oficial das comunidades surdas do Brasil. 2005 - O Decreto 5626 em 22 de dezembro veio regulamentar a lei 10436. 2006 - Exame de Certificação Tradutor Intérprete de Libras – Prolibras.
Instrutor de Libras e o Curso de Letras-Libras Bacharelado e Licenciatura EaD. 1857 – No dia 26 de setembro, através da Lei 839, assinada por D. Pedro II, fundou-se o então Instituto Nacional de Educação dos Surdos Mudos, atualmente Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES) no Rio de Janeiro. Huet foi Diretor do Instituto de Surdos de Paris e do INESM. Surge o primeiro aparelho auditivo, em 1898. Na Antiguidade, os aparelhos usados eram cornetas, ou tubos acústicos, mas a ampliação eletrônica começou com Bell, em 1876, quando inventou o telefone com a intenção de amplificar o som para a sua esposa e mãe, ambas surdas. 1948 surgem aparelhos com pilhas incorporadas Em 1970 aparecem as primeiras tentativas de implantação coclear. FDA (Food and Drug Administration) é o órgão governamental dos Estados Unidos da América responsavel pelo controle dos alimentos (tanto humano como animal), suplementos alimentares, medicamentos (humano e animal), cosméticos, equipamentos médicos, materiais biológicos e produtos derivados do sangue humano Em pacientes com perda unilateral da audição, o implante não é recomendado.
A indicação primordial é que o paciente tenha perda auditiva bilateral e de que a recuperação parcial da audição não seja possível com aparelhos convencionais.
Atualmente, recomenda-se a operação apenas para indivíduos que não conseguem entender mais do que 40% das sentenças.
Os critérios para seleção de pacientes ao implante coclear passam por aspectos médicos, psicológicos e sociais.
O ideal é que o tempo de privação auditiva do paciente seja o mais curto possível – caso contrário, a expectativa em relação aos resultados deve ser menor.
A idade mínima estabelecida pela FDA para o implante é 1 ano. A idade ideal é de 1 ano a 1 ano e 6 meses.
Com 5 anos de idade, o tempo de privação já é bastante prolongado.
Na adolescência, a aprovação precisa vir do próprio paciente. Se ele já foi oralizado, entende alguma coisa ou usa a linguagem oral como forma de comunicação, pode ser candidato, pelos critérios atuais.
Existem impedimentos para a realização do implante coclear: a ausência de nervos auditivos, infecções no ouvido ou ausência de cóclea por má formação. É fundamental que a criança esteja com todas as vacinas em dia. A condição psicológica do paciente e de sua família também é avaliada. “A família é fundamental. 1- LIVRO
2- CADERNO
3- MENU
4- COMPASSO
5- ESPELHO
6- VARINHA
7- CRUZ
8- IMAGEM
9- FOGO
10- HORA
11- FOGÃO
12- CHAMINÉ
13- RELOGIO
14- PENDULO
15- CADEIRA
16- CADEIRA DE BRAÇOS
17- TAMBORETE
18- BANCO
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