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Identificando e Modificando as Crenças Intermediárias.

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by Aline Oliveira on 1 October 2012

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Transcript of Identificando e Modificando as Crenças Intermediárias.

Aline O., Caroline, Fernanda U., Jéssica, Juliana, Nair. Cap. 10 Identificando e Modificando as Crenças Intermediárias.
Cap. 11 As Crenças Centrais. Para preencher o diagrama o terapeuta reúne dados típicos e relevantes da infância com a família, doença, morte, abuso físico ou sexual, e outras condições de vidas adversas.

O terapeuta pode identificar de diversas formas, as crenças, tanto crenças intermediárias como centrais.
O terapeuta e o paciente trabalhando com pensamentos automáticos antes de abordarem as crenças.

É utilizado um Diagrama de Conceituação Cognitiva, onde são reunido os dados sobre os pensamentos automáticos, emoções, comportamentos e crenças típicas do paciente.



Mudando regras e atitudes em forma de suposições:
Tendo identificado uma regra ou atitude, o terapeuta utiliza a flecha descendente para apurar seu sentido. Decidindo Quanto a Modificar a Crença:
Tendo identificado uma crença, o terapeuta determina se a crença intermediária é central ou mais periférica e, geralmente, a fim de conduzir a terapia tão eficientemente quanto possível, ele se focaliza nas crenças intermediárias mais importantes.
Experimentos Comportamentais para testar as crenças... AS CRENÇAS CENTRAIS
-O QUÊ SÃO
-PARA BECK
-ESQUEMAS SÃO ESTRUTURAS COGNITIVAS DENTRO DO PENSAMENTO CUJO CONTEÚDO ESPECÍFICO SÃO AS CRENÇAS CENTRAIS
-CRENÇAS CENTRAIS NEGATIVAS
-DESENVOLVIMENTO DAS CRENÇAS CENTRAIS
-CRENÇAS CENTRAIS SOBRE SI E SOBRE OUTRAS PESSOAS E SEUS MUNDOS
-O TERAPEUTA MENTALMENTE PROMOVE O LEVANTAMENTO DE HIPÓTESES SOBRE QUAL CATEGORIA DE CRENÇA CENTRAL (DESAMPARO OU NÃO AMABILIDADE) OS PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS PARECEM TER SURGIDO.
UTILIZANDO AUTO-REVELAÇÃO PARA MODIFICAR CRENÇAS
-PARA QUÊ SERVE?
-ETAPAS:
a) Identificação das crenças intermediárias
b) Mensuração da importância que se dá à crença
c) Educação do paciente quanto à natureza de crenças, mudança de regras e atitudes, exploração das vantagens e desvantagens de uma crença
d) Formulação mental de uma nova crença mais funcional
e) Utilização de técnicas de modificação de crença (questionamento socrático, experiências comportamentais, continuum cognitivo, role play racional-emocional, auto-revelação)
Educando os pacientes sobre as crenças:
Identificará a crença e decidir educar o paciente a respeito da natureza das crenças em geral. Examinando vantagens e desvantagens das crenças... Formulando uma nova crença... Modicando Crenças. Questionamento Socrático para modificação de crenças. Continuum cognitivo para modificar crenças... Role-play Racional-Emocional... Usando outras pessoas como um ponto de referência para a modificação de crenças... -EXEMPLOS DE CRENÇAS CENTRAIS TÍPICAS DE DESAMPARO:
Estou desamparado.Eu sou impotente.
Eu sou fracoEu sou vulnerável
Eu sou um fracassoEu não sou bom o suficiente
-EXEMPLOS DE CRENÇAS CENTRAIS TÍPICAS DE FALTA DE AMOR
Eu não sou capaz de ser amadoEu sou diferente
Eu sou mauEstou a ponto de ficar sozinho
Ninguém liga para mimEu não sou atraente
-POSTERIORMENTE O TERAPEUTA ESPECIFICA A CRENÇA CENTRAL (PARA SI MESMO), USANDO AS MESMAS TÉCNICAS UTILIZADAS PARA IDENTIFICAR AS CRENÇAS INTERMEDIÁRIAS
-LOGO APÓS O TERAPEUTA APRESENTA AO PACIENTE A HIPÓTESE QUE ELE FORMULOU SOBRE SUA CRENÇA, SOLICITANDO SUA CONFIRMAÇÃO OU NÃO. DESTACA-SE QUE DE ACORDO COM OS DADOS ADICIONAIS QUE SÃO FORNECIDOS PELO PACIENTE SOBRE SUAS SITUAÇÕES ATUAIS E SOBRE SUA INFÂNCIA, O TERAPEUTA PROMOVE UM REFINAMENTO MAIOR DE SUA HIPÓTESE ACERCA DA CRENÇA CENTRAL.
Adriana,
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