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Vitimologia

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by Thata Sousa on 6 February 2013

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Transcript of Vitimologia

TIPOLOGIA Vitimologia é o estudo da vítima no que se refere à sua personalidade, quer do ponto de vista biológico, psicológico e social, quer o de sua proteção social e jurídica, bem como dos meios de vitimização, sua inter-relação com o vitimizador e aspectos interdisciplinares e comparativos (Mayr, 1990)" VITIMOLOGIA O QUE É VITIMIZAÇÃO Segundo Sá (1996), vitimização é um processo pelo qual alguém se torna ou é eleito a tornar-se um objeto-alvo da violência por parte de outrem.
A vitimização pode ser:
Vitimização física
Vitimização psicológica
Graus de vitimização:
Vitimização primária
Vitimação secundária
Vitimização terciária INTERESSES DA VITIMOLOGIA Prevenção do delito;
Desenvolvimento metodológico- instrumental
Formulação de propostas de criação e reformulação de políticas sociais
Desenvolvimento continuado do modelo de Justiça Penal. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
CURSO: PSICOLOGIA
PROFª: LIENE LEAL
ALUNOS: GEOVANE PROFIRO E THABITA SOUSA VITIMOLOGIA HISTÓRICO A vitimologia apareceu logo após a II Guerra Mundial, não só para cuidar das vítimas dos crimes, mas também para tratar do seu relacionamento com o delinqüente;
Tem-se como seus fundadores Benjamin Mendelsohn e Hans von Hentig.

Fernandes (1995), cita 3 fases ao longo da história:
1º fase (Protagonismo) - a vítima participa da justiça criminal;
2º fase (Neutralização)– a vítima em segundo plano (Srs. Feudais, Igreja e o Estado moderno);
3ºfase (Redescobrimento)– revitalização do papel da vítima. O QUE É VÍTIMA? Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU) de 1985:
            "Entende-se por ''vítimas'' as pessoas que, individual ou coletivamente, tenham sofrido danos, inclusive lesões físicas ou mentais, sofrimento emocional, perda financeira ou diminuição substancial de seus direitos fundamentais, como conseqüência de ações ou omissões que violem a legislação penal vigente nos Estados-membros, incluída a que prescreve o abuso criminal de poder". Mendelsohn classifica as vítimas da seguinte forma:
Vítima completamente inocente;
Vítima menos culpada que o deliquente;
Vítima tão culpada quanto o deliquente;
Vítima mais culpada que o deliquente;
Vítima unicamente culpada. AFINAL, VÍTIMAS POR QUÊ? Ganhos secundários
Glorificação do sofrimento
Descrença de que algo ser feito
Emoção do perigo VITIMOLOGIA E PSICOLOGIA Vitimologia, ramo de pesquisa voltado aos problemas, deficiências, comportamentos, patologias e garantias circundantes aquela pessoa de alguma forma atingida por um ilícito penal, e que sofre um fenômeno de vitimização alterador de suas condições normais de relacionamento social.
A intensidade das emoções que emergem do fato gerador do ilícito penal muitas vezes culminam na vitima em sintomas psíquicos de todo tipo, tais como os transtornos de Ansiedade e Estresse Pós-Traumático, podendo ter consequências maiores como surgimento de psicopatologias, em muitos casos, incapacitantes.
A atenção a vitima, principalmente , na área da Psicologia da Saúde, e uma forma de dar voz a estas pessoas e resgatar , através de programas integrados , a sua condição de cidadão e sua reinserção social, através de um trabalho comprometido visando a saúde emocional. A VÍTIMA DE VIOLÊNCIA SEXUAL Consequências psicológicas
Dificuldade de adaptação afetiva
Dificuldade de relacionamento interpessoal
Impedimento ao exercício saudável da sexualidade Estudo de caso A VÍTIMA E AS INSTITUIÇÕES O ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS NO CREAS DE PARNAÍBA TRÊS CONCEITOS: VÍTIMA
VITIMIZAÇÃO
VITIMOLOGIA QUAIS SÃO AS VÍTIMAS MAIS ATENDIDAS NO CREAS?

QUAIS OS CRIMES MAIS SOFRIDOS PELAS VÍTIMAS?

COMO SE DÁ O TRABALHO DO PSICÓLOGO NO SUPORTE AS VÍTIMAS?

QUAL O PERFIL PSICOLÓGICO DE CRIANÇAS QUE SOFRERAM ABUSO SEXUAL?

EXISTE ALGUM TRABALHO PARALELO COM A FAMÍLIA? COMO SE DÁ?

JÁ TEVE ALGUMA EXPERIÊNCIA EM COLHIMENTO DE DEPOIMENTOS COM CRIANÇAS/VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA? MUITO OBRIGADO! Vitimologia e dosimetria da pena Art. 59 do Código Penal Brasileiro reza que:
"O juiz atendendo à culpabilidade, aos antecendentes, à conduta social, à personalidade do agente, aos motivos, às circunstâncias e consequências do crime, bem como o comportamento da vítima, estabelecerá, conforme seja necessário para reprovação e prevenção do crime..." Lei 11.690/08

“Art. 210. As testemunhas serão inquiridas cada uma de per si, de modo que umas não saibam nem ouçam os depoimentos das outras, devendo o juiz adverti-las das penas cominadas ao falso testemunho." MULHERES VÍTIMAS DE ESTUPRO: CONTEXTO E ENFRENTAMENTO DESSA REALIDADE
Cinco mulheres atendidas em um hospital de referência em HIV/AIDS no Ceará, onde responderam a entrevistas semi-estruturadas submetidas à técnica de análise de conteúdo.
Com vistas a preservar a identidade das participantes, as mulheres foram identificadas no estudo com nomes de flores: Violeta, Margarida, Rosa, Tulipa e Flor de Liz.
O contexto situacional da ocorrência do estupro perpetrado por um indivíduo não pertencente ao círculo familiar ou afetivo da vítima.
"... Quando escutei uma pancada na porta, perguntei quem era e ninguém respondeu ... Aí eu dormi. Quando eu acordei ele tava dentro de casa. (Tulipa)
Segundo Kaplan e Sadock (1990), o estuprador tem necessidade de expressar raiva e poder e recorre ao estupro para manifestar isso. Portanto não é a temática do sexo o que o atrai e sim necessidades não-sexuais.
".. Quando terminou, ele começou a chorar, pedindo desculpas, pedindo pelo amor de Deus que eu o perdoasse, que isso não era uma coisa normal dele, que ele nunca tinha feito isso. (Margarida)
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