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Alberto Caeiro - Aprendizagem de Desaprender

Português 2012
by Erica Calado on 6 December 2012

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Transcript of Alberto Caeiro - Aprendizagem de Desaprender

Aprendizagem de Desaprender O pintor Analogia com
Fernando Pessoa Heterónimo Conclusão "Harmonia em Vermelho" ou Mesa Posta" - 1908 Trabalho realizado por:
Erica Calado O que nós vemos das cousas são as cousas.
Por que veríamos nós uma cousa se houvesse outra?
Por que é que ver e ouvir seriam iludirmo-nos
Se ver e ouvir são ver e ouvir?

O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar,
Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê
Nem ver quando se pensa.
Mas isso (tristes de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender
E uma sequestração na liberdade daquele convento
De que os poetas dizem que as estrelas são as freiras eternas
E as flores as penitentes convictas de um só dia,
Mas onde afinal as estrelas não são senão estrelas
Nem as flores senão flores,
Sendo por isso que lhes chamamos estrelas e flores. Henri Matisse O que nós vemos das cousas são as cousas.
Por que veríamos nós uma cousa se houvesse outra?
Por que é que ver e ouvir seriam iludirmo-nos
Se ver e ouvir são ver e ouvir? Comentário do "poder transfigurador"
da visão interpretativa. Alberto Caeiro - O Mestre
&
Henri Matisse - O Fauvista Alberto Caeiro, O Guardador de Rebanhos, XXIV 1869 - 1954
Desenhista, gravurista e escultor
Pintor francês
1887 - Paris, estudar Direito
1891 - Estudou arte na Academia Julian Fauvista
Arte moderna
Primado da cor sobre a forma
"Meio de expressão íntimo e não descritivo"
Influencias: Nicolas Poussin, Van Gogh, entre outros Principais obras:
"Banhistas na margem de um rio"
"Flores e Prato de Cerâmica" (1913)
"Retrato de Yvonne Landsberg"
"Mulher com Chapéu" (1905) O poema: O essencial é saber ver,
Saber ver sem estar a pensar, Saber ver quando se vê,
E nem pensar quando se vê
Nem ver quando se pensa. Mas isso (tristes de nós que trazemos a alma vestida!),
Isso exige um estudo profundo,
Uma aprendizagem de desaprender E uma sequestração na liberdade daquele convento
De que os poetas dizem que as estrelas são as freiras eternas
E as flores as penitentes convictas de um só dia, Mas onde afinal as estrelas não são senão estrelas
Nem as flores senão flores,
Sendo por isso que lhes chamamos estrelas e flores. "O valor do homem não reside apenas na luz da sua inteligência, mas antes, e acima de tudo, no sentimento, na intimidade e na profundidade da alma".- Immanuel Kant Henri Matisse, Mesa Posta - 1897 Introdução Simbologia da cor vermelha A janela/quadro Tela antes e pós fauvismo
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