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Seminário Paradigma Cartesiano-Newtoniano

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by Aline Gambin on 12 November 2012

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Transcript of Seminário Paradigma Cartesiano-Newtoniano

Paradigma Cartesiano-Newtoniano A ciência "Não existe uma única concepção de ciência. Podemos dividi-la em períodos históricos, cada um com modelos e paradigmas teóricos diferentes a respeito da concepção de mundo, de ciência e de métodos." (KÖCHE, 2010, p. 44) A ciência, segundo Paviani (2009) “o conhecimento científico, de um determinado momento da história, pode transformar-se em outro momento em senso comum. Por isso, o cientista observa criticamente a possibilidade de a ciência ser, ao mesmo tempo, produto lógico e cultural.” (PAVIANI, 2009, p. 16) A ciência Köche (2010):
Entende-se que a investigação científica inicia com a identificação de uma dúvida, com o reconhecimento de que o conhecimento existente é insuficiente, que precisa construir respostas e que estas ofereçam provas confiáveis que justifiquem a crença de ser uma boa resposta. Os modelos platônico e aristotélico Segundo Köche (2002), “para Platão (429-348/3477 aC), a forma, acessível aos sentidos apenas nos mostra como as coisas são, mas não o que elas são.” (p. 45)

Segundo Köche (2002), o método aristotélico consiste em analisar a realidade através de suas partes e princípios que podem ser observados, para postular seus princípios universais.
Paradigmas Segundo Bauer (1999), são “realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante certo período de tempo, fornecem modelos de problemas e de soluções para uma comunidade de praticantes da ciência” (p. 21). O paradigma cartesiano-newtoniano foi instaurado, conforme Bauer (1999), pelos seguintes nomes: - Nicolau Copérnico: apresentou a hipótese de que a terra gira em torno do sol; - Galileu Galilei: foi o fundador da física moderna, validou a teoria de Copérnico e foi o primeiro a conjugar raciocínio teórico, observação experimental e linguagem matemática. Restringe que a ciência é apenas o que pode ser medido e quantificado; Francis Bacon: foi o criador do método empírico de investigação, isto é, a razão sempre deve estar submetida à prova da experimentação; René Descartes: foi o fundador do racionalismo moderno. Consolidou as metodologias analítica e dedutiva. Foi também o principal mentor do princípio da causalidade, pelo qual os efeitos decorrem necessariamente pelas causas e do postulado “Penso, logo existo” (Cogito, ergo sum). Para Descartes, toda a natureza pode ser dividida em dois domínios: a mente e a matéria; Isaac Newton: foi o fundador da Mecânica clássica e estabeleceu uma síntese metodológica que conjuga os métodos empírico-indutivos de Bacon. Postulou ser possível demonstrar, por meio das forças dos movimentos, todos os demais fenômenos da natureza. Fundamentação desse paradigma (a) na busca das relações ordenadas entre causa e feito;
(b) na percepção da realidade pelos cinco sentidos;
(c) numa relação sociedade-natureza subordinada;
(d) na atitude de perseguir-descobrir ordem e uniformidade; (e) na dualidade sujeito-objeto;
(f) na decomposição do objeto em seus componentes básicos;
(g) na busca da objetividade;
(h) na tendência a quantificação, previsibilidade, regularidade e controle;
(i) no determinismo mecanicista;
(j) no rigor metodológico
(l) na razão. Fundamentação desse paradigma Considerações finais As descobertas científicas do início do século XX trouxe uma visão relativista do universo e, por conseguinte, aplicáveis no aspecto humano. O homem não é uma máquina onde podem aplicadas as equações matemáticas de forma exata e precisa, assim como o conhecimento não é fechado em si mesmo. O paradigma cartesiano-newtoniano não é mais visto como um método infalível e aplicável em todas as áreas.
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