Princípios da Internet - p/ aula USCS 1 de jul. de 2011

aprendendo a usar »
Fabio R

princípios da internet
* Comunicação em
rede.

* Compartilhamento

* Cooperação
Há várias maneiras difererentes
de entender estes princípios.
O grupo internacional "Internet Rights and Principles", lançou pela ONU em Estocolmo, no dia 31 de março de 2011, uma lista com 10 princípios, que deveriam orientar política.
http://megasim.wordpress.com/2011/04/01/10-direitos-e-principios-da-internet/
Filme de animação
Ghost In The Shell (1995)
de Mamoru Oshi , ícone
ciberpunk que inspirou Matrix,
discute os potenciais da internet
e da Inteligência Artificial que ela
permite.
Frase final:
"A Rede é vasta e repleta de
possibilidades"
(se referindo ao mesmo tempo à
web e ao mundo físico).
10 DIREITOS E PRINCÍPIOS DA INTERNET

Este documento define dez direitos fundamentais e princípios base de governança da Internet. Eles foram compilados pela Coligação Dinâmica de Direitos e Princípios da Internet (IRP), uma rede aberta de indivíduos e organizações que trabalham para defender os direitos humanos no mundo da Internet.

Estes princípios estão enraizados nas normas internacionais de direitos humanos, e derivam da Carta de Direitos Humanos e Princípios Para a Internet em elaboração pela Coligação.

A Internet oferece oportunidades sem precedentes para a conscencialização dos direitos humanos, e desempenha um papel cada vez mais importante nas nossas vidas diárias. Por conseguinte, é essencial que todos os intervenientes, tanto públicos como privados, respeitem e protejam os direitos humanos na Internet. Devem também ser tomadas medidas para garantir que a Internet funciona e evolui de modo a que os direitos humanos sejam defendidos, na medida do possível. Para ajudar a concretizar esta visão de uma Internet baseada em direitos, os 10 princípios e direitos são:

1. Universalidade e Igualdade: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, que devem ser respeitados, protegidos e cumpridos no ambiente online.

2. Direitos e Justiça Social: A Internet é um espaço para a promoção, proteção e cumprimento dos direitos humanos e também da promoção de justiça social. Cada indivíduo tem o dever de respeitar os direitos humanos de todos os outros no ambiente online.

3. Acessibilidade: Todos os indivíduos têm igual direito de acesso e utilização a uma Internet segura e aberta.

4. Expressão e Associação: Todos os indivíduos têm o direito de procurar, receber e difundir informação livremente na Internet sem censura ou outras interferências. Todos os indivíduos têm também o direito de se associar livremente, seja para fins sociais, políticos, culturais ou outros, na e através da Internet.

5. Privacidade e Protecção de Dados: Todos os indivíduos têm o direito à privacidade online, incluindo a liberdade de vigilância, o direito de usar criptografia e o direito ao anonimato online. Todos os indivíduos têm também o direito à protecção de dados, incluindo o controle sobre colecção, retenção, transformação, eliminação e divulgação de dados pessoais.

6. A Vida, Liberdade e Segurança: O direito à vida, à liberdade e à segurança na Internet devem ser respeitados, protegidos e cumpridos. No ambiente online estes direitos não devem ser desrespeitados, ou utilizados para violar outros direitos.

7. Diversidade: A diversidade cultural e linguística na Internet deve ser promovida; técnicas e políticas inovadoras devem ser incentivadas para facilitar a pluralidade de expressão.

8. Rede de Igualdade: Todos os indivíduos devem ter acesso universal e aberto ao conteúdo da Internet, livre de priorização discriminatória, de filtragem ou controle de tráfego por motivos comerciais, políticos ou outros.

9. Normas e Regulamentos: A arquitetura da Internet, os sistemas de comunicação e o formato de documentos e dados devem ser baseados em padrões abertos que garantem a completa interoperabilidade, a inclusão e a igualdade de oportunidades para todos.

10. Governança: Os direitos humanos e a justiça social devem formar as bases legais e normativas sobre as quais a Internet funciona e é governada. Isto deve acontecer de forma transparente e multilateral, baseada nos princípios de abertura, participação inclusiva e de responsabilização.
Redes P2P (ponto a ponto),
como o Emule, já estão fora da moda,
no entanto mais do que nunca a rede
promove a troca constante de arquivos.
Videos, imagens, textos...
Mas também ideias.
Sempre haverá alguém
disposto a ajudar.
Você não sabe,
mas alguém já te ajudou.
Fóruns e tutoriais.
https://docs.google.com/document/d/1yXgC0A0X4vGaNClkjQSS5z3WjYZukq5ye1ZE3t4xtHY/edit?hl=pt_BR
Redes de relações
conceituais

Redes de relações
humanas
"Os coletivos cosmopolitas composto de indivíduos, instituições e técnicas não são
somente meios ou ambientes para o
pensamento, mas sim seus verdadeiros sujeitos"
Pierre Levy
Leitura indicada: As Tecnologias da Inteligência
Tradução de Carlos Irineu da Costa
editora 34.
http://pt.scribd.com/doc/17394163/As-Tecnologias-da-Inteligencia
"...cultura de virtualidade real construída a partir de um sistema de mídia onipresente, interligado e altamente divesificado" Manuel Castells.
Qualquer ponto da rede pode ser o centro.
Ainda que não sejamos donos dos servidores,
é nosso uso que os patrocina, da mesma forma que
ocorre com a TV. Mas há uma grande diferença 
em relação à TV: tendo acesso a ponto da rede,
não somos meros usuários, mas habitantes com 
direito a Interagir, Saber, Ensinar, Compartilhar, Colaborar...
Somos todos produtores de mídias na internet.
"A internet é o tecido de nossas vidas neste momento.
Não é futuro. É presente. Internet é um meio para tudo..."
(...)
“ A Internet é o coração de um
novo paradigma sociotécnico, que
constitui na realidade a base
material de nossas vidas e de
nossas formas de relação, de
trabalho e de comunicação. O que a
Internet faz é processar a virtualidade e
transformá-la em nossa realidade,
constituindo a sociedade em rede, que é a
sociedade em que vivemos.” Manuel Castells.
no artigo Internet e sociedade em rede

Leitura indicada: Por uma outra comunicação
- Mídia, mundialização cultural e poder
Dênis de Moraes (org.)
editora Record.
Temas para pesquisa:
Temas para pesquisa:
Proposta de trabalho em grupo (3 pessoas). Buscar as leituras indicadas e conteúdo extra na internet.
•	A internet e a nova economia;
•         Exclusão digital;
•	Aprender pela internet;
•	Os movimentos sociais na internet;
•	Internet e atividade política;
•	A privacidade na internet;
•	A internet e os meios de comunicação.
Forma de apresentação:
•	Apresentação acompanhada por
slide (poder ser, por exemplo, usando este
sistema Prezi).
•         Video com imagens usando imagens
e trechos de outros videos. Dica para edição:
Kadenlive no Linux ou iMovie no MAC.
•         Podcast (áudio gravado usando músicas  efeitos de som),
com no máximo 3 minutos de duração, sintetizando num
programa a pesquisa realizada. Usar linguagem
de rádio.
•	Página de internet (blog); reunindo toda
a pesquisa realizada, incluindo links para videos.
O Caminho da Educomunicação
Educomunicação é um conceito novo, popularizado
pelo pesquisador Jesus Martin-Barbero e muito discutido em São Paulo pelo NCE (núcleo de comunicação e educação) da ECA  / USP, onde estudo no curso Licenciatura em Educomunicação.

Conceito novo, menos de 15 anos, com novas propostas...  Um campo ainda em construção, na interface entre os estudos da Educação e da Comunicação (por sua vez, também um campo de interfaces, derivado da Sociologia).

Resumindo,  entendo educomunicação como projetos de aprendizagem que envolvem leitura crítica dos meios, uso das TIC's na educação, protagonismo juvenil, aprendizagem compartilhada e imprensa livre alternativa.
Contato:
ekalafabio@gmail.com
@ekalafabio
BLOG:
http://www.professorfabio.com
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Inovação
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