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Aplicação de Exercícios Físicos para Idosos e Crianças.

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by Ricardo Tasso Barros on 13 November 2012

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Transcript of Aplicação de Exercícios Físicos para Idosos e Crianças.

Aplicação de Exercícios Físicos para Idosos e Crianças. IDOSOS O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial, tanto no que se refere aos países desenvolvidos como aos países em desenvolvimento. O aumento do número de idosos instiga o desenvolvimento de estratégias que possam minimizar os efeitos negativos do avanço da idade cronológica no organismo. O processo de envelhecimento em idades avançadas está associado a alterações físicas, fisiológicas, psicológicas e sociais, bem como ao surgimento de doenças crônico-degenerativas advindas de hábitos de vida inadequados. Impacto do envelhecimento no organismo humano: O Processo de envelhecimento é marcado por um decréscimo das capacidades motoras, redução da força, flexibilidade, velocidade e dos níveis de VO2 máximo, dificultando a realização das atividades diárias e a manutenção de um estilo de vida saudável. O aumento gradual da qualidade de vida e o anseio cada vez menos de ter muitos filhos proporciona à população esse aumento no número de idosos. Com esse desenvolvimento pode-se criar estratégias que visam a manutenção da capacidade funcional e consequentemente uma qualidade de vida melhor. Tudo isso se reflete na redução da capacidade para realização das atividades da vida diária. Neste sentido, tem sido enfatizada a prática de exercícios como estratégia de prevenir as perdas nos componentes da aptidão funcional. Todos esses aspéctos em decréscimo são agravados pela falta de atividade física e regime alimentar desfavorárvel. •Neuromuscular: perda de 10 - 20% na força muscular, diminuição da força estática, maior fadiga , menor capacidade de hipertrofia. •Antropométrico: caracteriza-se pela diminuição da estatura (osteoporose). O processo de envelhecimento evidencia mudanças que acontecem em diferentes níveis: •Pulmonar: diminuição da capacidade vital, da frequência e do volume respiratório; aumento do volume residual, do espaço morto anatômico; menor mobilidade da parede torácica e declínio do número de alvéolos, dificultam a tolerância ao esforço. •Cardiovascular: diminuição do débito cardíaco, da frequência cardíaca, do volume sistólico, do VO2 máximo, e aumento da pressão arterial, da concentração de ácido láctico, do débito de O2, resultam numa menor capacidade de adaptação e recuperação ao exercício. •Neural: diminuição no número e tamanho dos neurônios, na velocidade de condução nervosa, no fluxo sanguíneo cerebral, e aumento do tecido conectivo nos neurônios, proporcionam menor tempo de reação e velocidade de movimento.
•Outros: diminuição da agilidade, da coordenação, do equilíbrio, da flexibilidade, da mobilidade articular e aumento na rigidez de cartilagem, tendões e ligamentos. As mudanças nos níveis de aptidão funcional são propiciadas pela especificidade do exercício e de sua intensidade. Avaliação dos componentes da aptidão funcional: Avaliações cuidadosas e;
Objetivos à serem atingidos.
Importância dos programas de exercícios individualizados. REDUÇÃO DE RISCOS. Composição de um programa de exercício físico: Objetivos: Os princípios gerais de prescrição de exercícios aplicam-se também aos idosos. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados quanto ao tipo, intensidade, duração e frequência do exercício em virtude da ampla variação dos níveis de saúde e aptidão física dos idosos. Componentes essenciais de uma prescrição de exercícios:

Intesidade;
Duração;
Frequencia;
Progressão. Evidenciar a melhora da aptidão física, a promoção da saúde, uma redução dos fatores de risco para doença crônica e assegurar cuidado durante a participação em exercícios. INTERESSES INDIVIDUAIS Na prescrição de exercícios deve-se evitar:
a) associações de muitos componentes na tarefa, pois as demandas do domínio cognitivo prevalecerão sobre o motor;
b) rotações e flexões do quadril, pois as atividades devem ser executadas em alta velocidade, o que aumenta as possibilidades de lesões;
c) exercícios em que a posição inicial é deitada ou sentada no solo e o uso de objetos pesados, devido a velocidade requerida para a sua execução. c) a seleção dos grupos musculares a serem trabalhados deve se direcionar aos grandes grupos musculares que são importantes nas atividades da vida diária, como: glúteo, peitoral, quadríceps, grande dorsal, abdominais e deltóide.
d) a duração das sessões não deve ultrapassar a 60 minutos, pois pode desmotivar a prática do exercício. O indivíduo deve ser capaz de completar a sessão de treinamento num período de 20 a 30 minutos.
e) recomenda-se inspirar antes de levantar o peso, expirar durante a contração e inspirar durante o retorno à posição normal, evitando a manobra de valsalva. A frequência dos exercícios é de três a sete vezes por semana, podendo ser intercalado com exercícios de força.
De acordo com alguns autores foi possível observar que a intensidade e a duração são diversas:

Para Okuma a transição entre a fase inicial (12-20 min) e a fase de manutenção (45-60 min), deve ocorrer gradativamente e de acordo com as condições individuais do idoso. Assim como, a intensidade do exercício deve iniciar a 60% FCmáx nas três primeiras semanas, trabalhando com esforço e contra-esforço e a partir da vigésima oitava semana utilizar 70-80% da Fcmáx em esforço contínuo.
As recomendações do ACSM são para que a duração das atividades aeróbias possam variar no intervalo de 20 a 60 minutos, sendo que para pessoas iniciantes, essa variação possa ocorrer em várias sessões de 10 minutos ao longo do dia. Tais recomendações sugere que a FC de reserva seja utilizada ao invés da porcentagem direta da FCmáx. Alteração músculo-esquelética - Sarcopenia. O termo vem do grego sarkos (carne) e penia (pobreza) e foi adotado para caracterizar esta síndrome que é a diminuição da massa muscular, é o principal fator para a redução da força com o avanço da idade. Essa diminuição foi denominada de sarcopenia.
Conforme se envelhece, observa-se uma tendência geral na redução da massa muscular (sarcopenia) e massa óssea (osteoporose) somando esses fatores o idoso fica mais frágil, mais esse quadro pode ser evitado e até revertido com alimentação saudável, e exercícios físico. O declínio das capacidades físicas e as alterações fisiológicas decorrentes do processo de envelhecimento geram perdas da capacidade funcional, contribuindo para a dependência física do idoso. A prescrição de exercícios deve ser direcionada as alterações provocadas pelo envelhecimento, os exercícios devem direcionados as suas reais necessidades, com menos riscos e com uma maior efetividade do programa.

Os princípios gerais são os mesmos para pessoas de todas as idades e capacidades funcionais, independentemente da existência de fatores de risco ou doenças. E fundamentam-se na modalidade(s) apropriada, intensidade, duração, frequência e progressão da atividade física, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida, retardar as alterações fisiológicas, melhorar a capacidade motora e proporcionar benefícios sociais, psicológicos e físicos. Considerações Finais No princípio do treinamento da agilidade deve-se evitar:
a) atividades que as pessoas ficam paradas e o material se desloca;
b) giros e tarefas de ultrapassagem de objetos altos, pela demanda de alta velocidade;
c) disputas corporais, pela alta demanda de controle do corpo;
d) deve dar prioridades à atividades de baixa complexidade, pois os idosos tendem a privilegiar a execução correta em detrimento da execução rápida. O número de repetições é determinado pela fadiga observada nos alunos e/ou na sua motivação, decorrente do esforço que os deslocamentos rápidos exigem. Aproximadamente 10-15 minutos de exercícios são dedicados ao treinamento da agilidade.
A seleção dos exercícios deve ser feita de maneira que predomine exercícios em velocidades máximas, combinados ou não com deslocamentos do corpo no espaço, mudanças de direção e alterações do centro de gravidade. A prescrição de exercícios para o treinamento da agilidade em idosos O número de repetições para os exercícios de tempo de reação e de movimento é determinado pela fadiga observada nos alunos e /ou na sua motivação, duração de aproximadamente 10-15 minutos e execuções em alta velocidade. E na seleção dos exercícios utilizar estímulos visuais, auditivos e táteis. A prescrição de exercícios para o treinamento do tempo de reação e
movimento em idosos O idoso também deve treinar carregar pesos e subir degraus. Também é preciso estimular atividades duplas. Enquanto se exercita, o idoso deve responder a perguntas simples O idoso pode andar em linha reta, com um pé na frente do outro, para praticar o equilíbrio.
















(Foto: Werther Santana/AE Os exercícios para desenvolver o equilíbrio devem ser executados no início do programa de exercícios quando trabalhados outros componentes da aptidão, para que as pessoas possam estar descansadas, propiciando uma melhor performance do exercício.

Os exercícios devem ter duração de 10 a 30 segundos com 2 a 3 repetições para cada posição ou exercício, perfazendo um total de 10-15 minutos. Os exercícios de equilíbrio podem ser do tipo estático e/ou dinâmico, que envolvam combinações de manipulação, ausência do estímulo visual, giros lentos e coordenação do corpo. A prescrição de exercícios para o treinamento do equilíbrio em idosos As inúmeras vantagens proporcionadas pelo treinamento de força no processo de envelhecimento estão descritas na literatura. Todavia, deve-se ressaltar alguns cuidados na prescrição para os idosos.

a) o treinamento de força deve ser realizado pelo menos duas vezes por semana, com um mínimo de 48 horas de repouso entre as sessões para a recuperação da musculatura e prevenção do supertreinamento.
b) recomenda-se realizar um conjunto de 8 a 10 exercícios com 8 a 12 repetições por cada conjunto, desencadeando uma classificação do esforço percebido de 12 a 13 na Escala de Borg. A prescrição de exercícios para o treinamento de força em idosos A intensidade do esforço físico que deverá corresponder a uma fração de 50 a 74 % FCmáx proposto por Matsudo & Matsudo também pode ser verificada pela escala de percepção subjetiva de esforço. Tal escala proposta por Gunnar Borg varia de 6 a 20 e na verificação da intensidade dos exercícios, recomenda-se adotar níveis entre 12-13 da escala. A fraqueza dos músculos pode avançar até que uma pessoa idosa não possa realizar mais as atividades comuns da vida diária, como tarefas domésticas de levantar-se de uma cadeira, varrer o chão ou jogar o lixo fora.
É importante manter a força conforme envelhecemos, porque ela é vital para a saúde, para a capacidade funcional e para a vida independente .
Existem diversos fatores que contribuem para a perda da força muscular com a idade:
Alterações músculo-esqueléticas;
Acúmulo de doenças crônicas;
Medicamentos necessários para o tratamento de doenças;
Alterações no sistema nervoso;
Porém a desnutrição e atrofia por desuso são os principais fatores. Fraqueza muscular Desviar de buracos e pedras. Simular atividades do dia a dia, como fazer compras, ajudam a assimilar melhor o exercício. Nesse é treinada a transferência de peso Para o treinamento da flexibilidade materiais como colchonetes, almofadas, faixas e bancos, podem ser utilizados para facilitar as posturas e execuções dos movimentos.
Os exercícios para treinamento da flexibilidade devem ser trabalhados com uma frequência mínima de três vezes por semana, podendo ser realizados diariamente. E a sessão de exercício deve variar de 15 a 30 minutos.
Os movimentos dos exercícios devem ser lentos, seguidos de alongamento estático durante 10 a 30 segundos e 3 a 5 repetições para cada exercício. A amplitude do movimento articular deve ser confortável, sem causar dor. A prescrição de exercícios para o treinamento de flexibilidade em idosos Os estudos mostram que um bom treinamento para capacidade cardiorespiratório tem como melhor opção os exercícios de predominância aeróbia. Como exemplo, caminhar, pedalar parado, dançar, nadar, ginástica aeróbia e hidroginástica.






A prescrição de exercícios para a capacidade cardiorespiratória. O crescimento e desenvolvimento dos ossos, músculos, nervos e órgãos estão relacionados com as capacidades fisiológicas e de desempenho.

Quanto maior a criança, maior suas capacidades funcionais, habilidade motora, força, capacidades aeróbicas e anaeróbicas. Fase da Adolescência A formação do osso ocorre tanto na epífise como na diáfise, deixando uma placa de cartilagem entre elas. Chamamos essa placa de Placa epifisária, placa capaz de permitir nossos ossos de serem alongados à medida que crescemos.

Término da ossificação – Células da Cartilagem não crescem mais e as placas epifisárias são substituídas por osso. Começa entre os 14 e 22 anos de vida.
Ossificação pela cartilagem – Inicia-se pela diáfise, sendo recoberta pelo Pericôndrio (membrana fibrosa) e penetrado por vasos sanguíneos para vascularizá-lo.
Pericôndrio – Periósteo – Células formadoras de cartilagem.
Osteoblastos – Células formadoras de osso – Substâncias em formato de anel na diáfise.
O periósteo sofre alterações e começa a depositar cálcio. A cartilagem cresce em comprimento e começa a formação óssea no centro primário de ossificação em direção às epífises. O Processo de Ossificação Crescimento - aumento de equilíbrio, maior agilidade e melhor coordenação pelo desenvolvimento do SN.
A mielinização do córtex cerebral ocorre mais rapidamente na infância.
A mielinização do SN melhora o desenvolvimento de atividades e habilidades. O SISTEMA NERVOSO Meninos – 25% do peso corporal ao nascimento. 50% ou mais na vida adulta.
Aumento muscular nos meninos na puberdade pelo aumento da produção de testosterona.
Meninas – não há aumento acelerado, porém aumento durante a puberdade. 40% do peso corporal na vida adulta. MÚSCULOS A interrupção do crescimento do fêmur pode acarretar comprimentos diferentes das pernas. Lesão do osso imaturo – placa epifisária.
Placa epifisária afetada - baixa quantidade de sangue
Baixa quantidade de sangue – interrupção do crescimento ósseo. Essencial para o crescimento adequado;
Pouca influência sobre o crescimento ósseo em comprimento;
Aumento da largura e densidade do osso; Depósito de mais mineiras na matriz óssea = maior força. Exercícios e Lesões A criança atinge cerca de 50% da altura do adulto em torno dos 2 anos de idade.
Aumento de estatura e peso progressivamente. Altura - Centímetros por ano
Peso - Quilogramas por ano Altura e Peso Lactância – Primeiro ano de vida
Infância – Do primeiro aniversário e a adolescência
Adolescência -Puberdade (Características sexuais secundárias e reprodução sexual) Lactância, Infância e Adolescência O estado de maturidade de um jovem pode ser definido por: idade cronológica, idade óssea e maturação sexual.
As meninas amadurecem fisiologicamente cerca de 2,5 anos mais cedo comparadas aos meninos. Estado de Maturidade * A Maturidade esquelética refere-se a um sistema esquelético totalmente desenvolvido, onde os ossos completaram seu crescimento e ossificação Crescer – aumentar o tamanho do corpo e de seus membros.
Desenvolver – Especializar as funções do corpo.
Maturar* – Tornar-se adulto e totalmente funcional. O crescimento, o desenvolvimento e a maturação descrevem as alterações que acontecem no corpo do ser humano. Elas acontecem da concepção até a idade adulta. Crescimento, Desenvolvimento e o Atleta Jovem. O armazenamento de gordura ocorre pelo aumento do tamanho das células adiposas existente e pela sua quantidade. Quando cheias, elas indicam a necessidade de criação de NOVAS células adiposas. Células adiposas são formadas no desenvolvimento fetal.
As células de gordura podem aumentar seu tamanho a qualquer momento durante a vida. Gordura Ossos, articulações, cartilagens e ligamentos formam o suporte estrutural do corpo.
Os ossos são pontos de fixação para os músculos e atuam como reservatório de cálcio e fósforo.
Se desenvolvem a partir das cartilagens hialinas, exceto o do crânio que são formados a partir de membranas fibrosas. Ossos A quantidade de gordura depende de:
Sua dieta.
Seus hábitos de exercícios.
Hereditariedade. – IRREVERSÍVEL 25% MULHERES HOMENS 15% HORMÔNIO Idosos e a Osteoporose: A osteoporose é uma perda de massa óssea que afeta sobretudo as mulheres com mais de 50 anos de idade (decréscimo do hormônio estrógeno);

Nos homens essa perda é menor. A diminuição do hormônio testosterona (mesmo função do estrógeno) é menos em comparação com o estrógeno. MENOPAUSA A estrutura óssea é mantida ao longo do tempo também através de estímulos mecânicos da gravidade e das contrações musculares. Minerais A melhora da condição: programa de atividade física, boa alimentação, tratamento com estrógeno ANTES da menopausa (reposição hormonal tanto no homem quanto na mulher. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Artigo utilizado:
Tribes, Sheila; Junior, Jair Sindra Virtuoso. Prescrição de Exercícios Físicos para Idosos, 2005, link: http://www.uesb.br/revista/rsc/v1/v1n2a10.pdf.
Livros utilizados:
Wilmore, Jake H.; Costil, David L; Kenney, Larry W..Fisiologia do Esporte e do Exercício, 2010.
Powers, Skott K; Howley, Edward T. Fisiologia do Exercício, 2010. 10-22 anos MENINOS 8-19 MENINAS Frequentemente, crianças menores de 10 anos possuem frequências cardíacas máximas de 210 batimentos/min; diminuindo gradualmente, conforme seu envelhecimento.

Em uma corrida por exemplo, é claro que uma criança necessita de uma quantidade menor de oxigênio do que um adulto, sendo o consumo de oxigênio idêntico para ambos. O fluxo sanguíneo nos músculos durante o exercício é maior do que nos adultos, por que crianças tem menor resistência vascular periférica.

Ou seja, a frequência cardíaca é maior em crianças do que em adultos, havendo um maior consumo de oxigênio. Cardiovascular e Respiratória

A medida que a criança cresce o sistema respiratório e cardiovascular vão se modificando.

Aumento da Frequência Cardíaca
Menor volume sistólico
Consumo de oxigênio Quanto mais naturais os movimentos nesse período, melhor. Correr, pular e dar cambalhota é atividades inseridas nas brincadeiras. A natação pode ser uma escolha desde os primeiros meses, já que aproxima o bebê da sensação que tinha quando estava no útero.

Outras atividades: Ginástica, balé, judô, bicicleta, atletismo. Crianças até 5 anos: A função pulmonar muda significamente com o crescimento.

A medida que a estatura da criança vai aumentando com o crescimento e o desenvolvimento, aumentam também o tamanho e as funções dos pulmões.

A ventilação máxima expiratória aumenta até a criança alcançar a maturidade física, depois decresce a medida que vai envelhecendo. Sendo 40 L/min para meninos de 4 a 6 anos aumentando até 110 a 140 L/min já na maturidade. Crianças e adolescentes apresentam maiores valores de FC do que adultos jovens. Dessa forma, crianças possuem maiores valores de FC tanto em repouso quanto para cargas relativas.

Essa maior atividade pode ser explicada, pelo mecanismo compensatório que busca amenizar o menor volume do coração e volume sanguíneo que consequentemente levam a criança a um menor volume de ejeção sistólico.

As mudanças hormonais que acompanham a puberdade levam a aumentos significativos na força em função do aumento da massa muscular.

Os ganhos de força também dependem da maturação nervosa, por que o controle neuromuscular fica limitado até que a mielinização esteja completa juntamente com a maturação sexual.

Uma criança não pode atingir níveis elevados de força, potencia e habilidade sem alcançar a maturidade nervosa. Força;
Função Cardiovascular e Pulmonar. Respostas Fisiológicas ao exercícios Exercícios em suspensão, que combinam roldanas, cordas fixadas ao teto da sala para elevar o corpo, utilizando o próprio peso para a execução dos movimentos.

Ex: Ginástica, Running Class, Bicicleta, pilates. A partir dos 16 anos: Nesta fase, as crianças desenvolvem equilíbrio, força e coordenação. É o momento que promovem integração social.

A musculação também começa a ser usada; mas o ideal seria o inicio de competições.

Ex: alongamento, musculação, boxe, jumping.
  Crianças de 12 a 15 anos: Nessa fase já são recomendados esportes com bola, pois antes desse período, a criança não tinha todas as funções motoras formadas.

Atividades como futebol, futsal, vôlei, basquete, Handebol, tênis entre outros. Crianças de 6 a 11 anos: Força
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