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Caso Clínico - Abdome Agudo Inflamatório

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by Rômulo Bagano on 17 April 2013

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Transcript of Caso Clínico - Abdome Agudo Inflamatório

Exames complementares Hemograma e perfis(05/04): Hb: 13,2 Ht: 38,5% Leuco: 17110 (Neu: 80,6%, Lin: 8,1%;Mon: 7,4%) Plq: 251.000; Ur: 21; Cr: 1,08 ; Na: 137 ; K: 4,21 ; TGO: 12 ; TGP 8

Raio x de Abdome?


USG de abdome (05/04): agrupamento de alças intestinais em FID (o achado pode corresponder a plastrão), líquido livre em cavidade abdominal em pequena quantidade. Exame Físico Geral: Paciente admitido em bom estado geral, lúcido e orientado no tempo e no espaço, eupnéico, afebril. FR: 20 ipm FC: 72 bpm PA: 122x84 mmHg
Segmentar:
AR: Murmúrio vesicular bem distribuído sem ruídos adventícios;
ACV: Bulhas rítmicas e normofonéticas em 2 tempos;
Abdome: flácido, sem sinais de irritação peritoneal, discretamente doloroso em epigástrio. Caso clínico Identificação: G.S.F, gênero masculino, 22 anos, afrodescendente, estudante, natural e procedente de Salvador.
QP: "Dor de barriga há uma semana"
HMA: Paciente refere que há uma semana passou a cursar com dor abdominal localizada em região periumbilical e epigástrica de início súbito e evolução progressiva (variando de intensidade grau 6 a 10 em escala de 0 a 10), tipo pontada e de caráter contínuo, sem associação à fatores de piora ou melhora. Há 1 dia da admissão, a dor migrou para hipocôndrio direito. Referiu episódios diarréicos, negou interrupção da eliminação de flatos. Negou naúseas, vômitos ou febre.
AM e AF: Nada digno de nota Diagnóstico P1.Apendicite Tratamento Cirúrgico Apendicectomia por técnica de Oschner Internato de Cirurgia - HGRS
Preceptor: Eridiomar Peixoto
Acadêmicos: Alana, Luan Guanais,
Luciana Andrade, Nara Letícia,
Patrícia Fontes e Rômulo Bagano Caso Clínico
Abdome Agudo Inflamatório Prescrição -
Quais as prioridades? O que foi feito 1. Soro Ringer Lactato 1000 ml 28 gotas/minuto
2. Buscopam 2:8 IV 8/8h O que faltou? Antibiótico Em suspeita de apendicite, inica-se a administração de antibióticos de amplo espectro, que combatam bactérias gram - negativas. Essa conduta reduz as infecções de feridas e os abscessos pós operatórios. Se o paciente for operado e não houver evento adverso, a administração de antibióticos será interrompida imediatamente após a operação. 3.Cefoxitina por 24 horas
4.Analgesia Exame físico
O que mais poderia ser feito? •Psoas – paciente em decúbito lateral esquerdo com dor a hiperextensão do membro inferior direito. (apêndice em localização retrocecal) •Obturador – paciente em decúbito dorsal apresenta dor em fossa ilíaca direita após a flexão do membro inferior direito. (apêndice na localização pélvica) •Blumberg – descompressão brusca positiva no ponto de McBurney.
•Rowsing – dor em fossa ilíaca direita provocada pelo deslocamento da coluna de ar através da compressão do cólon esquerdo e transverso.
•Lenander – diferença maior do que 1C entre a temperatura axilar e retal.
•Dumphy – palpação profunda da fossa ilíaca direita, o paciente apresenta dor quando tosse. Raio X de abdome (ortostático e deitado) – poderá demonstrar a imagem de fecalito (Figura 06), pneumoperitôneo (raro), alça sentinela significando bloqueio localizado, borramento do músculo psoas, escoliose antálgica, nível hidroaéreo localizado, sinais de obstrução intestinal, desvio de alças para esuqerda, todos tratam-se de sinais indiretos de apendicite aguda ou de suas complicações. DISCUSSÃO
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