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Movimentos sociais: confrontos e parcerias

SOCIOLOGIA: 3º Ano - 2º Bimestre - Aula 4
by Jean Pierre on 19 August 2013

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Transcript of Movimentos sociais: confrontos e parcerias

Movimentos sociais:
confrontos e parcerias
Prof. Ms. Jean Pierre
Introdução
Os movimentos sociais são sempre de confronto político. Na maioria dos casos eles têm uma relação com o Estado, seja de oposição, seja de parceria, de acordo com seus interesses e necessidades.
Formas de atuação dos movimentos sociais
contra ações do poder público que sejam consideradas lesivas aos interesses da população ou parte dela;
para pressionar o poder público a resolver problemas relacionados à segurança, à educação, à saúde, etc.;
em parceria com o poder público para fazer frente às ações de outros grupos ou empresas privadas;
para resolver problemas da comunidade, independentemente do poder público, muitas vezes tomando iniciativas que caberiam ao Estado;
movimentos cujo objetivo é desenvolver ações que favoreçam a sociedade com base no princípio fundamental do reconhecimento do outro, do diferente.
A greve foi um dos instrumentos mais utilizados pelos trabalhadores na sociedade capitalista. A paralisação das atividades de uma ou mais empresas sempre se apresentou como uma poderosa arma de reivindicação. O movimento operário - e a greve em particular - pode ser analisado pelos menos de acordo com dois pontos de vista: o de Émile Durkheim e o de Karl Marx.
A greve como desordem
O enfoque de Durkheim tem como ponto de partida a ideia de que todo conflito é resultado da inexistência de regras e normas (anomia) que regulem as atividades produtivas e a organização das várias categorias profissionais. A desordem (greve) é, para ele, um momento especial em uma ordem geral estabelecida e serve apenas para a desintegração da sociedade.
A greve como elemento central
A greve como questionamento da exploração do trabalho
Karl Marx entende a questão de outra forma. A greve aparentemente é apenas um movimento reivindicatório por melhores salários e condições de trabalho. (...) A greve, para Marx, é a expressão mais visível da luta de classes entre a burguesia e o proletariado. Nessa perspectiva, numa greve questionam-se não só as condições de exploração em que vivem os trabalhadores, mas também o Estado e seu caráter de classes.
CONCLUSÃO
Quando um indivíduo se engaja num movimento social, procura fazer que suas experiências com os sentimentos de desrespeito, vergonha e injustiça inspirem outros indivíduos, de modo que sua luta se transforme numa ação coletiva, de reconhecimento pessoal e social.
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