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etnomatemática

trabalho de didatica da matemática.
by Alesson Silva on 25 September 2012

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Transcript of etnomatemática

Etnomatemática o que é etnomatemática ? Posner, em 1982, designa de matemática informal aquela que se transmite e se aprende fora do sistema de educação formal, isto levando em conta, também, o processo cognitivo. principais pesquisadores Prof. Dr. Ubiratan D'Ambrósio De que forma a etnomatemática se vincula ao campo educacional ? A escola propicia a alguns estudantes em especial das classes dominantes conhecer os seguintes aspectos:
Pespectiva educacional da Etnomatemática centra-se na convicção de que a riqueza da diversidade é essencial para a construção de uma sociedade mais humana critica e solidária; ETNO MATEMA TICA MODOS, ESTILOS,
ARTES, TÉCNICAS O AMBIENTE NATURAL, SOCIAL, CULTURAL
E IMAGINÁRIO. DE EXPLICAR, APRENDER, CONHECER, LIDAR COM ETNOMATEMÁTICA “ (...) etnomatemática não é apenas o estudo de matemáticas das diversas etnias.”
D’Ambrósio, 2001 “ Para compor a palavra etnomatemática utilizei as raízes tica, matema e etno para significar que há várias maneiras, técnicas, habilidades (tica) de explicar, de entender, de lidar e de conviver (matema) com distintos contextos naturais e socioeconômicos da realidade (etno) ”

D’Ambrósio, 2001 Em 1982 Paulus Gerdes chamou de matematica oprimida, aquela desenvolidaem países subdesenvolvidos, onde se pressuponha a existência do elemento opressor como: sistema de governo autoritário, pobreza, fome, etc... 1985 1998 1985 1978 Evolução Surgimento da Etnomatemática no Brasil. Realização de duas Importantes Conferências:
Desenvolvimento da Matemática nos países de terceiro mundo.
Matemática e o Mundo Real. Ocorreu 1º Congresso Internacional da Etnomatemática em Granada. (Espanha) Pai da Etnomatemática.
Principal representante mundial. Matemática escondida nas culturas subdesenvolvidas Principais estudiosos Dimensões da Etnomatemática Conceitual Etnomatemática é um programa de pesquisa em história e filosofia da matemática, com óbvias implicações pedagógicas.
O ser humano age em função de sua capacidade sensorial, que responde ao material [artefatos], e de sua imaginação, muitas vezes chamada de criatividade, que responde ao abstrato [mentefatos]. Política O novo mundo passou, e ainda passa, por grandes transformações na união das culturas indígenas, africanas e européias.
Cada indivíduo carrega consigo raízes culturais. Ao chegar a escola, normalmente existe um processo de aprimoramento, transformação e substituição de raízes.
O momento de encontro cultural tem uma dinâmica muito complexa, que pode ser positiva ou negativa.
É positiva quando resulta em um processo criativo.
É negativa quando resulta em eliminação ou exclusão das raízes do “dominado”.
O indivíduo para ser independente precisa se situar em suas próprias raízes. Educacional Os educadores matemáticos têm que estar bem preparados para inserir esse ensino.
A proposta da Etnomatemática é fazer da matemática algo vivo, lidando com situações reais no tempo e no espaço. E através da crítica, questionar o aqui e agora. Ao fazer isso mergulhamos nas raízes culturais e praticamos dinâmica cultural. Investigação de práticas matemáticas ligadas as concepções direcionadas ao trabalho pedagógico. Conhecer um esquema de linguagem e pensamentos distintos dos presentes em seu contidiano; A proposta da etnomatemática direciona o olhar para questões sócio-culturais e exige de nos uma pedagogia de inclusão; Valorização dos saberes presentes em diferentes contextos; Surgiu na década de 70 Críticas sociais acerca do ensino tradicional da matemática.

Análise das práticas matemáticas em seus diferentes contextos culturais. Passou a designar as diferenças culturais nas diferentes formas de conhecimento

Principal representante: Ubiratan D’Ambrósio. Publicação do livro de Zaslavsky intitulado Contagens África: Número e padrões em Cultura Africa. Escrita da obra-prima de D´Ambrosio: Etnomatemática e seu lugar na história e na Pedagogia da Matemática.

Criação e Oficialização do Grupo Internacional de Estudos sobre Etnomatemática , pelos educadores Glória Gilmer, Ubiratan D'Ambrósio e Rick Scott. Conferência organizada por D´Ambrosio durante o 3º ICME e intitulada Por que Ensinar Matemática? Citação do termo Etnomatemática: Encontro Anual da Associação Britânica para o Avanço da Ciência. Consolidação do termo: CIEM (Congresso Internacional de Etnomatemática) na Austrália. - Criação e Oficialização do Grupo Internacional de Estudos sobre Etnomatemática
(ISGEm - International Study Group on Ethnomathematics)
Pelos educadores: Glória Gilmer, Ubiratan D'Ambrósio e Rick Scott 1973 1976 1977 1984 “(...)Etnomatemática é a arte ou técnica (techné=tica) de explicar, de entender, de se desempenhar na realidade (matema), dentro de um contexto cultural próprio (etno).”
(D’Ambrosio, 1993) D´Ambrosio (2001): Dimensão educacional da etnomatemática “Aqui reside um desafio: a herança cultural africana deveria ser o ponto de partida para o desenvolvimento do currículo em matemática de maneira a melhorar sua qualidade, aumentar a autoconfiança cultural e social de todos os alunos, tanto meninas como meninos. A pesquisa etnomatemática pode contribuir para encontrar algumas respostas.”

(Gerdes, 1995:199) É no trabalho pedagógico que deve desenvolver no grupo:
Interpretação e decodificação do conhecimento para a matemática acadêmica;
Estabelecer comparações entre o conhecimento adquirido no grupo social subordinado com o conhecimento acadêmico, analisando as relações de poder envolvidas no uso desses dois saberes. Ubiratan D’Ambrósio Paulus Gerdes Eduardo Sebastiani Ferreira Matemática incorporada na natureza real do aluno

Segundo FERREIRA (1997, p.22) a etnomatemática é vista como uma “matemática codificada no saber-fazer” . O papel do professor é procurar novas estratégias para desenvolver projetos relacionados à Matemática que tenha importância para o seu contexto social em vários sentidos. Para que irão aprender algo, que não irá servir na vida social e cultural? Com esta ideia o professor exerce um papel de ativo pesquisador e interpretador. Como a prática pode usufruir na teoria da etnomatemática? Trabalhar em etnomatemática numa perspectiva educacional Pequenas ações podem ser colocadas em prática Valorizar o conhecimento que o aluno traz de casa; Destacar situações do cotidiano onde a Matemática está presente e nem sempre é notada; Incentivar a criatividade. O Conhecimento não é adquirido apenas na escola ETNOMATEMÁTICA Mostrar que mesmo povos não escolarizados possuem conhecimentos matemáticos Isso não quer dizer que a Etnomatematica despreza a matemática cientifica Esse conhecimento não possui menor valor por ter não sido aprendido na escola. Não propõe que os livros didáticos deixem de ser usados. Apenas que os professores da disciplina de Matemática percebam que o objetivo é tratar a matemática numa linguagem mais próxima da realidade do aluno. Pontos positivos Provocou transformações no âmbito da Educação Matemática. Busca identificar problemas matemáticos a partir do conhecimento do outro, conseguindo levar aos educadores matemáticos a lidar com a questão da diversidade cultural dentro da sala de aula. Pontos Negativos Existem muitas pesquisas em Etnomatemática com a preocupação somente de traduzir o saber de um grupo social para a Matemática institucional. A Etnomatemática, se encontra “engatinhando” como prática pedagógica.

Pois alguns professores não se encontram aptos para trabalhar a influência da cultura na compreensão das idéias matemáticas. CONCLUSÃO Enaltece a matemática dos distintos grupos culturais. Recomenda uma enfatização maior dos conceitos matemáticos informais desenvolvidos pelos educadores através de seus conhecimentos, fora da conjeuntura escolar na vivencia do cotidiano. Etnomatemática pode ser sim uma forte tendência a ser usada como alternativa pedagógica Valoriza estas diferenças e afirma que toda a construção do conhecimento matemático é válida e está intimamente vinculada à tradição, à sociedade e à cultura de cada povo. Sendo bem rica ao quere ensinar matemática de uma maneira a fazer o aluno aprender essa matéria de uma forma a utilizar a sua própria cultura para valorizar o entendimento, e com isso aproximar ainda a relação ensino-aprendizagem. JOGO KALAH História do jogo: Este jogo faz parte de uma família de cerca de 200 jogos denominados Mancala que, na variedade, ficou conhecida como o "jogo nacional da África".
A palavra Mancala origina-se do árabe Naqaala que significa mover. Sua origem mais provável é o Egito.
Acredita-se que os Mancalas teriam sido trazidos para as Américas pelos escravos africanos, o que seria mais uma contribuição cultural dos negros ao novo continente.

Os tabuleiros podem ser feitos de diferentes materiais, depende da criatividade de cada um. Objetivo do jogo: Para ganhar, o jogador tem como objetivo arrecadar o maior número de sementes ao final da partida em seu Kalah.
Caso os dois kalahs tiverem, ao final da partida, o mesmo número de sementes, um empate deverá ser declarado.

O jogo termina quando todas as casas, tanto sua como do adversário tiverem TODAS vazias, sem sementes. As regras do jogo: 1- Para iniciar o jogo, distribui-se 3 sementes em cada espaço, com exceção dos centrais que deverão conter 4 sementes. Os kalahs, situados nas laterais, devem ficar vazios. CIENTÍFICA Os dois lados da etnomatemática ESCOLAR É a etnomatemática voltada especificamente para a pesquisa, sem vínculo nenhum com a aplicação em sala de aula. É a etnomatemática pensada para a prática escolar, utilizando-se de pesquisas científicas. Cestaria Guarani do Espirito Santo e a matemática na educação escolar indígena "Par de Cinco" Gelsa Knijnik “A abordagem etnomatemática é a investigação das tradições, práticas e concepções de um grupo social subordinado. “
(KNIJNIK, 1996) Lidar com a contradição entre a matemática escolar homogênea e a diversidade de saberes matemáticos presentes nas salas de aula. 2 - Os jogadores fazem suas jogadas alternadamente, procurando sempre acumular sementes em seu kalah. 3 - Cada jogador, na sua vez, escolhe uma casa do seu lado do tabuleiro, pega todas as sementes dessa casa e as distribui uma a uma em cada casa localizada à sua direita, sem pular nenhuma casa e nem colocar mais de uma semente em cada casa. 4 - Cada vez que passar pelo seu Kalah, o jogador deve deixar uma semente, continuando a distribuição no lado do adversário e não colocando sementes no Kalah do outro jogador (pula este Kalah).
5 - O jogo termina se um dos jogadores, na sua vez, não tiver mais sementes para movimentar. Os jogadores comparam seus Kalahs para determinarem quem tem mais sementes sendo, consequentemente, o vencedor.
6 - Sempre que a última semente colocada cair no Kalah do próprio jogador, este tem o direito a jogar novamente. Ou seja, deverá escolher uma nova casa, pegar as sementes nela existente e distribuí-las uma a uma nas casas seguintes. Essa regra pode se repetir várias vezes numa mesma jogada, basta que a última semente colocada caia no Kalah várias vezes seguidas.
7 - Se a última semente colocada pelo jogador cair numa casa vazia, do seu lado do tabuleiro, o jogador "captura" todas as sementes do adversário que estiverem na casa diretamente à frente desta e coloca-as no seu próprio Kalah. Neste caso o jogador não ganhará outra jogada. Componentes:

Alesson Silva de Lima

Jaqueline de Oliveira da Silva

David Levi da Silva Macedo Referências BANDEIRA, Francisco de Assis; MOREY, Bernadete Barbosa. Práticas Etnomatemáticas dos horticultores da comunidade de Gramorezinho, Presenças matemáticas. Rio Grande do Norte. EDUFRN. 2004.
D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Etnomatemática. São Paulo. 1990.
D’ AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: Elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
FERREIRA, E. S. Etnomatemática: Uma Proposta Metodológica. Rio de Janeiro: Universidade Santa Úrsula, 1997.
GUERDES, P. Etnomatemática: cultura, matemática, educação. Maputo [Moçambique]: Instituto Superior Pedagógico, 1991.
KNIJNIK, G. Educação matemática, exclusão social e a política do conhecimento. Boletim de educação matemática. Ano 14, n.16, 2001.
MENDES, Iran Abrel. Matemática e investigação em sala de aula: tecendo redes cognitivas na aprendizagem. -Ed. rev. e aum. - São Paulo: Editora livraria da Física, 2009. ç
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